O sentido da Marcha das Vadias

Uma das várias Marchas das Vadias no Brasil, no sábado

Ana Carolina Iunes

Uma saia curta não é convite para estupro, um corpo bonito não é motivo para cantadas grosseiras. Segundo dados da ONU, aproximadamente uma em cada cinco mulheres será vítima de estupro ou tentativa de estupro no decorrer da vida.

O número de assédios sexuais está ligado à cultura machista e patriarcal que promove o pensamento da mulher como alguém inferior – além de fomentar ideias como a não liberdade sexual ou a criminalização do aborto.

O movimento feminista tem o papel de desconstrução do comportamento sexista, com o objetivo de uma vivência mais igualitária. Apesar de ter raízes no século XIX, o feminismo teve seu ápice nas décadas de 1960 e 70, e agora retorna com movimentos por todo o mundo, tendo a “Marcha das Vadias” como um deles.

“Se ser livre é ser vadia, então eu sou vadia” – uma fala impactante, e que carrega um grito por liberdade e igualdade. A declaração é uma resposta: em janeiro de 2011, na Universidade de Toronto, Canadá, o policial Michael Sanguinetti, ao falar sobre abusos sexuais, comentou: “As mulheres deviam evitar se vestir como vadias, para não serem vítimas”.

REPERCUSSÃO MUNDIAL

O argumento de Sanguinetti teve repercussão mundial e como reação surgiu a “Marcha das Vadias”. O movimento se espalhou no mundo e por todo o Brasil.

Não há líder, partido e nem um centro organizacional. As reuniões são feitas regularmente em locais diversos: a sala de uma faculdade, uma praça ou, até mesmo, um bar. São designadas comissões – segurança, comunicação etc. Há divisão de tarefas sem hierarquização de poder.

É um movimento aberto – abarca pessoas de todas as cores, sexualidades e gêneros. Qualquer um pode participar da organização e da marcha em si; o contato é feito através de página online. 

Atualmente, luta-se pela laicidade do estado, regulamentação da prostituição, legalização do aborto, descriminalização de gênero e por mais liberdade sexual do indivíduo, sobretudo da mulher que é moralmente julgada quando exerce sua sexualidade livremente.

A Marcha vive, constantemente, um combate ideológico. O termo “vadia” assusta à primeira vista e muitos acabam por não compreender a verdadeira motivação ideológica. O movimento tornou-se um espaço de fala, de argumentação com os ideais machistas tão intrínsecos e reafirmados, o tempo todo, na sociedade.

O movimento cresce, e cresce junto dele a conscientização. A Marcha é um ícone do feminismo atual: pretende muito mais do que só queimar sutiã em público: empenha-se para construir — e conquistar — uma vivência igualitária de direitos e condições de vida. (transcrito do Blog da Redação)

This entry was posted in Sem categoria. Bookmark the permalink.

39 thoughts on “O sentido da Marcha das Vadias

  1. “…empenha-se para construir — e conquistar — uma vivência igualitária de direitos e condições de vida.”” ??? De que maneira?? Introduzindo crucifixos e imagens de santos no ânus e na vagina, em plena via pública, diante de jovens, velhos e crianças?? Vadias, vagabundas, degeneradas, isso sim!! Vcs não representan ninguém!!Muito menos as mulheres honestas e trabalhadoras “deçepaiz”….

  2. E saiba : lá, haviam HOMENS,gays ou heteros: sozinhos, com suas esposas (os) OU namoradas (os). Algumas são mães também. EU, sendo mãe de um menino que vai fazer 6 anos e casada com um homem que lê este jornal desde 72, apoio a Marcha e a Tribuna ao abrir espaço está de parabéns.

  3. Pelo o q estou entendendo, agora a exibição perante aos peregrinos, na visita do Papa, não foi de ninguém. Respeito as opiniões da Sra.Ana Carolina Iunes e da Sra. Mônica e leio a Tribuna desde quando era universitário (desde 1967), mas como cidadão contribuinte, eleitor e cristão me sinto bastante desrespeitado e ofendido com o que ocorreu. Existem outras formas de protestar.

  4. LINDA esse tipo de manifestação!!!!!

    Senhores,

    Foi graças a esse tipo de mulher de ontem, que ousou quebrar regras e fazer o inesperado, que as de hoje podem trabalhar, dirigir, votar, usar calças compridas e, até mesmo, fazer coisas banais como ter relações sexuais por que gosta ou dar palpite na internet. Até um dia desses MULHER ERA IGUAL A CAVALO, UMA MESA OU UMA CADEIRA.
    Quando tinha relação sexual, SE PERDIA… Chamava dono de senhor…

    Agora, se ao invés dela ter mostrado os seios tivesse mostrado uma faixa, JAMAIS teria virado manchete! Jamais estariam comentando sua manifestação neste espaço! Questão de publicidade.

    Agora, SE FORMOS LEVAR PARA O LADO RELIGIOSO, as mulheres da vida mais correta do mundo são as do AFEGANISTÃO e da ARÁBIA SAUDITA!

    VIVA AS MULHERES!!!
    Pena que sofram de TPM…

  5. Peraí, se a repercussão tivesse sido boa a Marcha ia querer os créditos, mas como foi a altura do desrespeito em relação a fé alheia, aí “foi alguém de fora”? Hahahaha, santa incoerência, Batman! É realmente corajosa a manifestação tradicional da Marcha das Vadias, mas na de sábado extrapolaram em muito. Se fosse um evento gospel – e o protesto fosse com bíblias no lugar de imagens – com certeza acabaria muito mal. A ‘sorte’ é que os católicos são mais benevolentes.

    ps – não sou cristão

  6. Sou de uma geração de mulheres que lutou muito para conseguir um lugar ao sol, fui jovem nos anos 1960 e 1970, enfrentei preconceitos, cursei Engenharia numa época que eram muito poucas as mulheres dentro da escola de Engenharia. Sou feminista sim, sempre fui, mas o que vi nesta “marcha das vadias”, foi um profundo desrespeito à mulher e a religião. Sou agnóstica, mas sempre respeitei as diversas crenças, religião é algo muito complexo. Quando vi aquelas cenas deprimentes na TV e na internet, senti uma profunda tristeza. Para que isso? Para se sentir livre, poderosa(o), contestador? Ser vadia, na concepção desses jovens é isso? Meu corpo e minha mente sempre me pertenceram, nunca me subjuguei a marido, namorado, amante, Igreja ou Estado. Sou dona do meu corpo, da minha consciência e do meu prazer. Não é preciso ofender a crença religiosa de ninguém, os símbolos sagrados e nem se vulgarizar em plena via pública para buscar a igualdade de direitos. O que esses jovens fizeram foi grotesco e desnecessário.

  7. “sorte-católicos-são mais benevolentes?????????????!!!!!!!” De que planeta o senhor veio? Nunca ouviu falar em Inácio de Loyola, Companhia de Jesus, Torquemada, Ordálias, Tribunal do ‘Santo’ Ofício, Noite de São Bartolomeu???????
    Sequer acredito na existência de deus, concordo ipsis litteris com Nietzsche e seus aforismos/ditirambos mas, já que vivemos numa ‘democracia’, ainda que imperfeita -e, sendo humana, não poderia ser de outra maneira- procuro respeitar a todos, mesmo não aceitando misticismos e mistificações! Se as meninas se sentem bem expondo os seios, ânus e vaginas, que o façam e sejam felizes, sem esquecer o respeito, que é e sempre será (eu espero!) uma via de mão dupla: quando queremos respeito ao nosso modus vivendi, devemos respeitar os dos outros!

    • Sra, atenho-me ao século XXI em minhas afirmações. Vê-se muito mais intolerância por parte dos evangélicos que dos católicos, Malafaias e afins que o digam. Se for pra revirar passado, é melhor condenar a humanidade inteira pois não sobrará pedra sobre pedra. Não penso ser por aí o caminho.

      Saudações

  8. “O bom” da recente manifestação da marcha da vadias é que demonstrou ao MUNDO o abismo moral que separa pessoas civilizadas de animais raivosos e problemáticos que saíram de suas jaulas para praticar sua visão de tolerância em nome do combate a uma suposta intolerância. O caso é muito mais psiquiátrico (com uma boa dose de mau-caratismo) do que qualquer outra coisa.

  9. O homem moderno que se considera a medida de todas as coisas vocifera palavras “progressistas e libertárias” contra a cultura judaico-cristã como se isso lhe conferisse superioridade moral.

    Uma estupidez essa marcha das vadias. Usam um argumento envelhecido para legitimar a hostilidade, a agressividade, a esculhambação em praça pública.

    Mulher valorizada porque tira a roupa para protestar. Isso é hipocrisia feminista que só serve para vulgarizar as mulheres.

    Mas é aquilo: quando a intelectualidade de esquerda tece loas à mediocridades, esta assume toda a sofisticação do pensamento “progressista”: um salto para o abismo. Quem quiser jogar confete nessas fezes, que faça de boa mente, na cumplicidade que idiotiza!

  10. Eu só queria ver a reação desses homens que que aplaudem esta demonstração de extremo mau gosto e caráter deturpado se, na Marcha das Vadias, estivesse a sua mulher, filha, neta, sobrinha, enfim, alguém da família, principalmente, a mãe!
    Não li, entretanto, a palavra pudor, que foi jogada no lixo da decadência moral e manifestações que beiram à irracionalidade.
    Essas mulheres não representam o sexo feminino, que precisam ficar nuas e usar de objetos símbolos para se masturbarem, alegando indignação e clamor à igualdade com os homens.
    Mas que raio de igualdade é esta que reivindicam?
    Matar seus filhos?
    O aborto se transformou em Carta de Alforria, repentinamente?
    Desde quando que a mulher não sai com quem deseja, fuma, bebe, veste-se como quer, tem independência, trabalha onde mais lhe aprouver, dirige, vota, morre também do coração, vai bêbada para casa, droga-se, trai o marido, abandona seus filhos, quando não o larga numa lata de lixo e ainda vivo, surfa, pratica esportes radicais, pilota carros de corrida, caminhões, ônibus, aviões, navios, oferece-se como garota de programa, atua em filmes pornográficos, joga futebol, luta em campeonatos como os homens – que mais liberdade pede a mulher?!
    De poder matar o filho que leva em seu corpo?
    A questão crucial é esta?
    Então explica-se desta forma porque ficam nuas, praticam gestos obscenos e têm comportamentos agressivos e condenáveis, haja vista que esta conduta que agride a sociedade e diminui a mulher perante elas mesmas e a si própria é absolutamente condizente com esta ofensa em quererem assassinar as crianças que serão as vítimas da insensatez, do desequilíbrio, da baixeza humana, repito, da sua decadência moral em todos os sentidos e mostrada nesta tal de Marcha.
    Esta não é a mulher que, na condição de mãe, é idolatrada pelos filhos;
    Esta não é a mulher que qualquer homem quer para sua esposa;
    Esta não é a mulher que conseguirá mudar o pensamento dos legisladores para que concedam o aborto a criminosas e de vida degradante;
    Esta não é a mulher que a sociedade cansada de tantos escândalos na área política, agora se depara com escandalosas em praça pública;
    Esta não é a mulher que vai resolver suas frustrações sexuais se pelando na rua e usando objetos para seu prazer doentio;
    Esta não é a mulher que vai obter respeito do homem, ao contrário, continuará a ser tratada exatamente como se intitula a Marcha: vadia!
    Esta não é a mulher que terá mais amor e carinho da sua família, de seus pais, de seus amigos e parentes;
    Esta não é a mulher que, a pretexto de reivindicar direitos, se rebaixa a ponto de ser até mesmo hostilizada pelos simpatizantes… da Marcha!
    Esta não é a mulher que, para se sentir livre e atender os apelos de seus desejos carnais, precisa matar o seu filho;
    Estas que querem permissão para aniquilar vidas que são suas genitoras, devem sofre as sanções da lei e com agravantes, haja vista saberem de antemão as consequências de seus atos quando não se protegem na relação sexual, que não explica e muito menos justifica a morte de inocentes!
    Acredito muito mais na sordidez das pessoas, na sua degradação, na coisificação sexual, na total ausência de princípios e valores pessoais, que nesta Marcha que está servindo como escudo a comportamentos desenfreados, a instintos bestiais, ao retrocesso do ser humano como animal pensante para um mero predador de si mesmo!
    Jamais vou concordar com a mulher que perde o seu recato, seu pudor, que mostra suas mamas em público, que se masturba com objetos nas ruas, e quer ainda que acreditem que o seu corpo é “sagrado”!
    Há muita indecência e promiscuidade por baixo desses clamores, dessas marchas e passeatas onde as mulheres além de se desnudarem, desnudam-se também do respeito, da educação, da consideração, dos cuidados que devem ter quanto à importância delas no contexto social, certamente último baluarte que tem a Humanidade antes de descambar para a barbárie em todos os seus níveis prá lá de conhecidos.
    Espero que não seja a mulher que nos conduzirá de volta a tempos idos, primários, meramente instintivos, e renunciando à sua condição de guardiã do amor, do afeto, da proteção de suas crias, de devoção, e de ser o símbolo há dois mil anos como mãe de Cristo, em nome de poderem trepar à vontade e permissão para matar os indesejáveis frutos dessas relações apenas físicas e que carregam em seus ventres!

  11. Dona Dione, a MARCHA DAS VADIAS é um movimento político feminista que tem a função de contestar os valores machistas. Sabemos que a sociedade brasileira é profundamente marcada pelo machismo SOCial. Os homens não foram educados a nos respeitarem como seres humanos. Se não temos um comportamento padrão, somos vistas como vadias e vadias apenas por sermos mulher, apenas por exercemos a livre sexualidade sem o medo do pecado. Não quer dizer que necessariamente sejamos putas, se é isso que entendeu. Mas não quer dizer que as que escolheram este modo de vida não participem e não sejam aceitas no movimento. Muito pelo contrário! Se é a profissão delas que dá o nome ao movimento! Se vc trai o marido é vadia, o homem não. Se sai de saia curta é vadia e merece ser tratada como uma pessoa sem dignidade. Que isso! E ainda há quem contexte a exposição política do seios? Quanto a perfomance dos Coyotes sou totalmente contra. Desnecessário. Não é isso que deveria marcar a Marcha.

  12. Análise perfeita do Sr. Gustavo.
    Ainda não inventaram adjetivo para qualificar suficientemente tamanha manifestação de estupidez

    Good Morning, Obama!
    Postado por Gustavo Nogy
    publicado no site: Ad Hominen
    *as imagens a que se refere o texto não está presente (ainda bem).

    IMAGENS MACABRAS como essa podem ser instrumento do bem, se compreendidas. Ofendem, escandalizam, agridem, mas – sobretudo – educam. Já há algum tempo que a única ocupação de muita gente, no país, consiste em protestar contra certo ‘estado de coisas’: político, cultural, ético, religioso.

    Criminosos ou simplesmente idiotas, os manifestantes – bárbaros redivivos – passaram a fazer parte do cenário urbano. Contamos com eles todos os dias, todas as semanas, a partir das 18h. Exigem tudo: de tarifas grátis a casamento gay; do fim da corrupção política ao fim da Igreja Católica; ora exigem mais estado, ora exigem estado nenhum.

    Todos diferentes entre si e, a um só tempo, todos rigorosamente semelhantes. Como títeres demoníacos, só lhes interessa destruir, vandalizar, incendiar, profanar. É evidente aos olhos de quem não seja mau caráter ou irreparavelmente burro que a intenção desses grupos não é aquela declarada em amistosas entrevistas.

    Ateus militantes, gays e feministas radicais não querem o reconhecimento jurídico de sua condição, nem mesmo proteção às liberdades de expressão e consciência. Eles querem destruir uma civilização e colocar outra coisa qualquer no lugar.

    Imagens como essa servem como exemplo e como lembrete. Não se pode debater com monstros assim. Não se pode capitular, não se pode transigir, não se pode aceitar que a bestialidade satânica de canalhas como esses, miseráveis, almas deformadas cuja única vocação na vida parece ser a de exibir suas sordidezes em praça pública, seja considerada meio legítimo de atividade política. Definitivamente, não. Eles sabem o quão simbolicamente violento foi o ato. Eles sabiam que aquilo não seria entendido como ‘arte’, mas como a afronta que de fato foi.

    Eles não são adversários intelectuais. Eles não são atores numa discussão pública racional. Eles não são agentes mais radicais dentro de outros tantos movimentos pacíficos e razoáveis. Eles são a conseqüência lógica desse ativismo.

    Eu lhes agradeço do fundo da alma pelo favor que me fazem. Gosto de saber quem são meus inimigos, e eu nunca tive tanta certeza disso. Muito prazer, senhoras e senhores: sou seu mais fiel inimigo. Contem sempre comigo.

    *

    Os parágrafos acima, sobre a sacrílega e – não nos esqueçamos – criminosa manifestação das vadias foram RETIRADOS PELO FACEBOOK por conta de denúncias acerca de seu ‘caráter ofensivo e de incitação ao ódio’. Eu, obviamente, como bom cidadão observante das leis correntes, REPUBLIQUEI O TEXTO, sem a imagem. Agora, no blog, torno a anexar a imagem.

    Mas essa é a liberdade que nos exigem, entenderam? É a liberdade de não denunciar, de não reagir, de não discordar. Um crime é um crime é um crime. Mas dizer que o crime é crime, pelo jeito, isto sim é sério. Estamos perdendo a possibilidade mesma do debate público, e a linguagem já não serve mais para descrever as coisas, mas para acobertá-las.

    Há quem pense que eu exagero e escreva: “Opinião interessante”. Interessante é a pasmaceira, a sonsice, a preguiça moral que acomete uns e outros. A linguagem ideológica é exatamente isso: dizer as coisas ‘para não dizê-las’. Dizer as coisas com a intenção de escondê-las.

    Se é com a linguagem que descrevemos (e pensamos) a realidade, a deterioração dessa linguagem e seu uso politicamente correto provocam uma espécie de esvaziamento semântico. Depois de não muito tempo, as palavras não passam de sons carentes de sentido. Feito isso, basta ‘recarregar’ os signos com os significantes/significados que interessem e está feito: um crime não é um crime. Dizer que um crime é crime é que passa a ser ‘o’ crime.

    A situação é gravíssima, e só mesmo dois tipos de pessoas podem alegar desconhecimento: os canalhas e os… canalhas. Ignorância já não se justifica mais. O tempo da ignorância já passou.

  13. Mônica,
    O teu pensamento futurista/femista que levará às mulheres para condições muito piores que essas que tu reclamas, também não me interessa!
    E, o que escrevo, não se reporta somente ao homem, sinal que não queres dialogar, mas impor a tua vontade de fazer o que queres e sem seres cobrada por isso.
    Ledo engano.
    O teu comportamento, o teu modo de levar a vida, não é tão independente quanto imaginas, pois se vives em sociedade deves considerar modos e costumes, moral é ética vigentes. Ou tu te adaptas a tais determinações e convenções ou, caso contrário, crias uma tua, mas distante desta.
    O que fazem os naturistas, Mônica?
    Andam pelados, mostrando suas partes pudendas nas ruas, paradas de ônibus, repartições públicas?!
    Claro que não!
    Eles respeitam as pessoas e são respeitados porque formam o seus núcleos longe das cidades ou em locais privados e andam como querem e, mesmo, assim, não cometem insanidades como as vistas nesta Marcha das Vadias e da mulherada que não tem o que fazer, que não se preza, não se respeita, não se dá o devido valor!
    Pergunta se eles e elas precisam desfilar seus traseiros e mamas descobertas para chamar à atenção quanto ao direito de andar como querem, pergunta?
    Mais a mais, se o sexo entre homem e mulher traz consigo o ápice da satisfação, do prazer, que deve ser íntimo, em local apropriado, e que entre o casal uma vez havendo consentimento e não constrangimento – voilá – que façam o que a imaginação proporcionar!
    Mas não há necessidade da exposição do corpo desta forma agressiva, de querer romper com pressupostos à decência, à dignidade, e à própria sexualidade!
    E, Mônica, as mulheres na sua absoluta maioria não pensam como tu, neste caso.
    Quantas abiloladas se manifestaram “fora da casinha”?
    Meia dúzia, uma, duas, no máximo.
    Ora, o Brasil possui mais da metade da sua população composta por mulheres, cerca de NOVENTA E CINCO MILHÕES e, no entanto, onde elas estavam?
    Aposto que aquelas que estavam juntos de seus homens e, coincidentemente, estavam se relacionando sexualmente, enquanto que as doidinhas balançavam as tranças, mamas e nádegas frouxas, estavam rindo das doidetes, das que pensavam estar quebrando tabus com crucifixos no lugar do pênis!
    Vamos e venhamos, que extremo descalabro e falta de imaginação, além do ridículo que passaram pelo desespero, viesse o consolo de onde viesse!
    Que assunto mais idiota!
    Duvido que essas mulheres que se mostraram estúpidas e que desejam matar seus filhos quando grávidas sabem fazer mamadeira!
    Vai ver que é esta a razão do desejo mórbido.

  14. Femismo é o contrário de Machismo que prega a superioridade das mulheres sobre os homens.

    JÁ O FEMINISMO É A IGUALDADE DE DIREITOS, jamais prega a superioridade sobre quem quer que seja. Não misture as coisas!

    Sobre o aborto: a proposta é ATÉ 12ª semana quando a “criança” não passa de um embrião sem cérebro e “nervos” que causem dor. Há mães que fizeram aborto por absoluta incapacidade psicológica de cuidar de um futuro bebê. E nem pensem por que ela não tomava contraceptivo ( e mesmo que ela não tivesse tomado! Ela tem todo o direito sobre o seu corpo!)OU que que seja fácil dá-lo para adoção depois que nasce: há muita burocracia e a mulher que não desejava ser mãe ainda pode ser acusada de abandono de incapaz. Enfim: muita desinformação e por causa disso, preconceito de sobra. O que já é um procedimento LEGAL E SEGURO em países de primeiro mundo, até por suas histórias de lutas sociais, como a França, por exemplo, no Brasil é visto como pecado e assassinato. Fato é que mulheres continuarão abortando clandestinamente: ou morrem pelo péssimo atendimento e desinformação ou pagam clínicas clandestinas bem equipadas.

  15. Darcy,
    Certamente tu estavas na Marcha das Vadias, balançando as tuas ancas enormes de mula, e dando os teus coicinhos.
    O ambiente era propício prá ti, pois diante das tuas fartas circunferências usavas que tipo de objeto para te deliciar?
    Certamente não eram crucifixos, mas a cruz inteira!
    Bom, naturalmente eu produzo, sim, matéria fecal, sem dúvida.
    Porém, o que nos diferencia é que tu és o efeito, tu és o bolo alimentício falante, o excremento travestido de muar, haja vista que a tua cara já deve ser de ânus, pois tens o teu sistema anatômico invertido, eu já disse.
    O que deveria estar em baixo está em cima e vice versa, razão pela qual dos teus textos nada se aproveita, a não ser questionar a Biologia pelo fenômeno de um rebosteador escrever, mesmo que duas ou três palavras!

  16. Mônica,
    Agora tu entras na seara adequada, a preservação da mãe sobre o feto e os riscos que este corre em certas circunstâncias.
    Mas a discussão não é esta, haja vista eu concordar em gênero, número e grau, a respeito da saúde da mulher.
    O problema reside nestas 12 semanas, TRÊS MESES que, em tese, a mulher poderia abortar.
    Os estudos dizem exatamente o contrário!
    Lê, abaixo, por favor, a seguinte transcrição:

    Escrito para o BabyCenter Brasil
    Aprovado pelo Conselho Médico do BabyCenter Brasil

    O rosto do seu bebê começa a ter uma aparência mais humana, embora ele tenha apenas 5,5 centímetros de comprimento do topo da cabeça até o bumbum, e pese menos de 15 gramas.
    Os olhos, que antes ficavam nas laterais da cabeça, já se aproximaram um do outro. As orelhas estão quase na posição normal. O fígado produz bile e os rins secretam urina na bexiga.
    O feto se mexe se alguém cutuca a sua barriga, mas você ainda não consegue sentir os movimentos dele. As células nervosas fetais se multiplicam rapidamente, e as sinapses (conexões neurológicas no cérebro) estão se formando.

    O bebê adquiriu mais reflexos: se alguma coisa encosta na palma da mão, os dedos fecham; se alguma coisa encosta na sola do pé, os dedos se curvam; e, se alguma coisa encosta nas pálpebras, os músculos dos olhos se contraem.

    O médico já consegue sentir a parte superior do útero, também chamada de fundo uterino, na parte de baixo da barriga.

    http://brasil.babycenter.com/desenvolvimento-fetal-12-semanas-de-gravidez#ixzz2akb7Yg00

    É este ser pequeno que não tem dor, cérebro e nervos??!!

  17. Francisco, eu já vi a foto de um feto de 12 semanas. Não se parece ainda com um bebê e outra: não sou eu quem está dizendo que um embrião de até 12 semanas ainda não sente dor. Esta tese que vc apresentou já foi rebatida. Novamente digo que o estado, aliado ao conservadorismo religioso, não deveria “meter o bedelho” no corpo de uma mulher.

  18. Eu louvo a sanção do projeto que é um DEVER de um estado LAICO e não o governo Dilma, que ao que parece, só sancionou o projeto por que sua popularidade está em baixa. Vai continuar a não ter o meu voto (teria, se tivesse fechado o congresso com a apoio do povo e do exército, assim como o Brizola, antes do golpe de 64) . Aliás, já não voto no PT desde a segunda eleição do Lula E NEM no PSDB.

  19. Mônica,
    Sem agressão (Preciso desenhar?)
    Estamos debatendo em alto nível, que continue.
    O que me foge à compreeensão e mais convicto me torno, é que as defensoras do aborto em quaisquer condições e não àquelas consideradas de exceção, esquecem que, desde o primeiro instante que é fecundada, a vida brota dentro de si.
    Um dia, dois, uma semana, 10 dias… ora, se aquele feto se desenvolve, passa a se formar, se definir, como é que podem alegar que PODE SER MORTO POR QUE NÃO SENTE DOR?!
    Sofrendo ou não, a questão é moral, ética, humana!
    A intenção é malévola, repugnante, ao arrancar de seu ventre uma vida em crescimento, uma pessoa!
    E a dor do remorso?
    Da atitude radical?
    De ser a causadora de um assassinato?
    Também não existe?
    Bom, então seria uma mulher egoísta, má, sem sentimentos, vítima de suas próprias sensações enquanto seu corpo for este agente, incapaz de amar, de ter carinho e afeto por uma criança, uma mulher que repudiou a si mesma e menosprezou o seu corpo como SAGRADO, pela deferência que a Natureza lhe outorgou em ser o receptáculo da Humanidade enquanto período gestacional!
    Simplesmente é renegar a importância da mulher como tal; rasgar o seu papel de quase divindade; é violentar este corpo ao permitir que lhe arranquem outro que depende daquele para vir a este mundo; é cometer um crime duplo, pela introdução de objetos ou ingestão de medicamentos abortivos, altrando-lhe o funcionamento saudável para posterior erradicação de uma vida, de um ser em formação, de um inocente e indefeso.
    Salvo exceções já mencionadas, que devem ser comprovadas, jamais me curvarei à liberação do aborto, pelo simples fato de não haver no ser humano felicidade maior que proporcionada por um filho, e não haver poder maior neste mesmo ser humano, que se aproxima de Deus neste momento, de ser pai ou mãe, de procriar, de poderem trazer uma vida para este mundo.
    Matar não faz parte da nossa natureza humana.

  20. Eu também estou debatendo (ou procurando debater) em alto nível, mas há coisas que para mim são tão lógicas que não consegui sair sem essa do desenho. As feministas, das moderadas às radicais ( radicais, como aqueles da cruz nos órgão sexuais, performance bestial, na minha humilde opinião), rejeitam este rótulo da maternidade r sagrada. Vocês homens, sabem o que sentimos? Ignoram as nossas angústias enquanto mães? Por acaso sabem o que é DPP? Algumas destas alusões mostram que este sagrado, que a sociedade patriarcal imputa à mulher e que por isso a escraviza, a enche de culpa, não é algo que todas sentimos. Há mulheres que simplesmente NÃO querem ser mães. O que há de mal nisso? E ainda assim, por um acidente de percurso, falha do anticoncepcional, por exemplo, engravidam sem desejar. Eles defendem um embrião que nem sabem se vai vingar, mas esquecem da MULHER que está viva e quer viver e NÃO deseja ser mãe. Isso que eu posso chamar de mesquinho e desumano. Eu posso ser contra para mim, mas jamais julgarei as decisões da mulher que assim desejar fazer o aborto.

  21. Como eu escrevi antes, aqui, não é TÃO fácil dar o bebê para adoção. Esta atitude esbarra em uma grande burocracia e a mulher ainda pode ser acusada de abandono de incapaz. Além do enorme sentimento de culpa de ter doado a criança.

    Quanto a esterilização: bem que elas gostariam de fazer laqueadura, mas elas também esbarram em burocracia pelo SUS. Tem que ter pelo menos 2 filhos ou idade. Se não me engano. Não é tão fácil ser mulher neste país, ainda mais se for pobre.

  22. Não há NADA de errado em ser desfavorável OU contra o aborto Francisco. O que não podemos é arbitrarmos sobre sobre as decisões e os corpos daquelas mulheres que decidem,sejam por quais razões forem, pelo aborto. Eu sou pelo direito de escolha, mesmo que não concorde para mim.

    A exposição dos corpos é política e tem a função de mostrar que o corpo É da mulher e embora EU jamais tivesse coragem (rsrs), compreendo muito bem e aceito. O que não concordei foi com a performance do casal que participava da Marcha. Por outro lado, compreendo bem quem não concorda e respeito. Abraço também e boa noite!

  23. No meio de tanta escuridão, mais sabedoria e menos estupidez.
    Bolinha,

    —————————————————————
    Autor Lewton:

    VADIAS – PROFANANDO A IMAGEM, OFENDENDO A RELIGIÃO OU EXIBINDO A PRÓPRIA ESTUPIDEZ?

    As cenas das VADIAS profanando os símbolos do Cristianismo representam muito mais do que estamos presenciando sobre o esgotamento moral e civilizatório de um país. Assistimos a máxima expressão da ignorância sócio-religiosa de um grupo de pessoas, que representa uma AMOSTRA do recesso da educação e cultura de um povo. A questão é que nem na CRUZ e nem nas IMAGENS, que ornamentam as igrejas, estão os SANTOS. Os estudiosos chamam estes símbolos de ÂNCORAS.

    Desde as primeiras pinturas rupestres (1) quando a humanidade começava a “tentar” representar suas experiências, visões e personagens, em face da curiosidade que temos de saber a fisionomia das pessoas e a aparência das coisas, isto há uns 40.000 anos antes de Cristo, indo pelas vivências dos Patriarcas da Bíblia (Pai Abraão), em cerca de 2.000 e 1.500 antes de Cristo, e espraiando na tecnologia da fotografia, culminante por volta de 1826 depois de Cristo, temos tido esta CURIOSIDADE de conhecer a fisionomia das pessoas e a aparência das coisas.

    Portanto, em 41.826 anos desde a datação das pinturas rupestres encontradas em cavernas, da pré-história, até hoje aos nossos celulares e câmeras de fotografias digitais, nossa CURIOSIDADE plena e natural de saber como é a aparência das pessoas, suas vidas, seus cotidianos e os formatos das coisas, vem invocando a descrição visual de tudo que nos envolve e que nos conjuga nas atividades humanas. É desta forma uma CURIOSIDADE até de saber como é o ídolo que acorda pela manhã, o que ele come no café, como se faz um modelo de algum objeto servível, onde mora o prefeito, quem é a namorada de Juca Pesqueiro e etc.

    Esta CURIOSIDADE foi marcada ao longo da história por pinturas (rupestres, por exemplo), objetos esculpidos em madeira ou modelados em barro, nos quadros medievais e do renascimento, dos heróis, dos reis e imperadores, dos mensageiros do SENHOR, dos SANTOS, de DEUS e de JESUS. As crianças sempre perguntaram, desde a alvorada da humanidade, como é tal coisa e pessoa. E como descrevê-las ou se transmitir suas formas e fisionomias, ao longo dos tempos? E quando a tecnologia material não existia?

    Como um César romano iria mostrar seu perfil a todo o império, se não por pinturas ou estátuas? E mostravam seus perfis até nas moedas que eram cunhadas pelo sistema financeiro de Roma.

    Desde Constantino, quem “oficializou” o Cristianismo como religião do império romano, e tomando emprestada a prática de transmissão de formas e fisionomias por meio de imagens em pinturas ou estátuas (grandes e pequenas imagens), a CURIOSIDADE factual perante aos personagens da história do Cristianismo e do Velho Testamento, veio forçando o uso de pinturas, desenhos em papel, estátuas de madeira, de barro ou de bronze. Constantino acabou, no entanto, por entrar na História como primeiro imperador romano a professar o Cristianismo, na sequência da sua vitória sobre Magêncio na Batalha da Ponte Mílvio, em 28 de outubro de 312, perto de Roma, que ele mais tarde atribuiu ao Deus cristão. Segundo a tradição, na noite anterior à batalha sonhou com uma CRUZ, e nela estava escrito em latim: In hoc signo vinces — “Sob este símbolo vencerás”. (https://pt.wikipedia.org/wiki/Constantino).

    Da CURIOSIDADE com os perfis e bustos dos imperadores romanos, até considerados como DEUSES, na antiga Roma, surgiu a intensificação do CULTO À PERSONALIDADE, secularmente muito comum em sistemas e regimes ditatoriais, socialistas e comunistas. Até as ideologias produziram cultos às personalidades. As propagandas incrementam o aprofundamento psíquico nos militantes, correligionários, seguidores e nos próprios líderes – falsos mestres, falsos profetas e falsos doutos, em geral.

    E tais símbolos, como a CRUZ, e tal crença, se cristalizaram entre todos os seguidores de JESUS CRISTO. Até hoje, quando o Cristianismo se mostra proximamente como o VENCEDOR. Lembremos que JESUS venceu o mundo… E o vaticínio de Constantino “Sob este símbolo vencerás”, a CRUZ, firma para os fiéis do Cristianismo que seus seguidores vencerão…

    Então, os símbolos do Cristianismo tiveram uma expansão em todas as regiões do império romano, indo além, às regiões periféricas, e além dos séculos. A missão primordial dos símbolos não foi a de criar DEVOÇÃO por objetos representativos do Cristianismo e nem CULTOS às personalidades. Mas, para firmar, como ÂNCORA, a concentração dos fiéis sobre os elementos e personagens do próprio Cristianismo.

    Como alguém que se inicia numa religião, ou empreendimento escolástico, vai emitir atos oracionais sem ter uma ÂNCORA visual que possa ajudar na sintonia com a divindade ou a santidade? Assim a divindade, e a santidade, nunca estiveram inseridos nestes objetos, uma vez que elas não estão presentes nos mesmo – são apenas peças que “facilitam o acesso mental” dos fiéis, às salas celestiais de suas concepções oracionais.

    A aguçada CURIOSIDADE das crianças, a perda de lembranças e de memória dos idosos, a dispersão mental dos jovens e adultos, em face da vida cotidiana conturbada, requerem a presença de uma ornamentação, de pinturas, imagens, estátuas e cruzes para que suas orações possam ter um direcionamento visual-mental, com os pensamentos ANCORADOS em símbolos de sua fé. E que não são as santidades e nem as divindades que estão ali a absorverem as orações e petições.

    O que as VADIAS e os VADIOS fizeram foi apenas mostrarem a ESTUPIDEZ extrema, a indigência socio-religiosa e o espírito satânico de violação ao dever e respeito à religião alheia. Embora tamanha aberração de automutilação espiritual, nenhum cristão lhes fez agressões. E nem JESUS os interpelou por ação de forças angélicas – Perdoai-vos PAI, eles não sabem o que fazem!

    As VADIAS e os VADIOS possuem, também, por suas vezes, símbolos, imagens, bustos, estátuas e objetos de adoração. Posto tratar-se de escola de culto coletivo e de fornicações. Lógico que seus objetos são de prazer hedonista e de lascívias luxuriantes – partes de coisas, de pessoas, de animais, de vegetais e outros membros e orifícios de perdição moral e espiritual. Por isso algumas VADIAS colocaram os símbolos do Cristianismo em suas vaginas, como ofensa e desrespeito ao Cristo e a seus seguidores…

    São as únicas orações que sabem fazer, e muitas vaginas irão ficar “ressecadas” e infertilizadas por agravos bizarros nas próprias almas das VADIAS – uma séria somatização de conflito moral.

    (1) A primeira fotografia reconhecida remonta ao ano de 1826 e é atribuída ao francês Joseph Nicéphore Niépce. Contudo, a invenção da fotografia não é obra de um só autor, mas um processo de acúmulo de avanços por parte de muitas pessoas, trabalhando, juntas ou em paralelo, ao longo de muitos anos (https://pt.wikipedia.org/wiki/Fotografia). Não se sabe precisamente quando Abraão teria vivido, mas a Idade dos Patriarcas Bíblicos é normalmente localizada temporalmente na Idade do Bronze – 2000-1500 a.C (http://www.infoescola.com/biografias/abraao/). Arte rupestre, pintura rupestre ou ainda gravura rupestre, são termos dados às mais antigas representações artísticas conhecidas, as mais antigas datadas do período Paleolítico Superior (40.000 a.C.) gravadas em abrigos ou cavernas, em suas paredes e tetos rochosos, ou também em superfícies rochosas ao ar livre, mas em lugares protegidos, normalmente datando de épocas pré-históricas (https://pt.wikipedia.org/wiki/Arte_rupestre).

    Lewton

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *