A CIA, o Brasil e o terrorismo

Mauro Santayana (JB)
As denúncias feitas pela Folha de São Paulo, de que agentes da CIA norte-americana atuam livremente no Brasil, em franca “colaboração” com policiais brasileiros assustam muito menos do ponto de vista da atuação dos agentes estrangeiros do que da de seus “parceiros” brasileiros.
Afinal, os espiões norte-americanos estão cumprindo o seu papel: vigiar de perto um país que tem uma extensão territorial contínua maior que os próprios Estados Unidos; que conta com 200 milhões de habitantes; que é a sétima maior economia do mundo; e o terceiro maior credor individual dos Estados Unidos; além de membro dos BRICS, uma aliança que o une à China, Rússia, índia e África do Sul, deve mesmo ser uma prioridade para a CIA.
Assim como interceptar emails e telefonemas da Presidente Dilma é prioridade de outra agência do complexo de inteligência dos Estados Unidos, a NSA, já sabemos.
O que não podemos entender, já que estamos sendo ridicularizados no mundo inteiro, é como  esses agentes externos tem o seu trabalho banalizado e facilitado pelo próprio governo brasileiro, dentro do nosso território, como se fosse a coisa mais comum do mundo eles entrarem e saírem de instalações responsáveis pela nossa segurança interna e se deslocarem em nosso território como se estivessem dentro das fronteiras dos Estados Unidos.
“COLABORADORES”
Espertos, os EUA contam com a ignorância e o cabotinismo deslumbrado e tupiniquim de muitos de seus “colaboradores”. Afinal – pode-se imaginar, depois de tantos anos de “colaboração”, quantos policiais brasileiros não terão tido a oportunidade de chegar em casa – ou de se sentar com os amigos depois do expediente – e comentar ter participado de uma reunião com “agentes” da DEA ou da CIA, para conversar sobre o “combate ao tráfico de drogas” – a primeira fachada para a assinatura de convênios – ou, depois do 11 de setembro, como se informa agora, sobre o combate ao “terrorismo”.
E quantos espiões norte-americanos devem ter rido de seus “colegas” brasileiros, a propósito da “guerra contra o terror”, tomando um uísque no bar do hotel, antes de ir para a cama.
Trata-se, muitas vezes, de uma questão cultural. Quantos dentre esses agentes da lei brasileiros, não cresceram e não aguçaram a sua vocação vendo – como milhões de outros brasileiros de sua geração – programas policiais e de espionagem norte-americanos na televisão? E quantos não se imaginaram, em suas fantasias de criança, viajando pelo mundo, combatendo os malvados “terroristas” que ameaçam a liberdade e a democracia ocidental e os próprios Estados Unidos?
Bom seria se da formação informal de alguns de nossos profissionais da área, além de suas lembranças de séries como Miami Vice, CSI New York, Missão Impossível, fizessem parte também cursos sobre relações internacionais, geopolítica e o lugar do Brasil, hoje, no mundo.
Assim, seria mais fácil que eles – e também muitos de nossos diplomatas e até gente de outras áreas do governo – percebessem que o Brasil não corre risco de sofrer ataques “terroristas”.
Nossa República – graças a um dispositivo constitucional que propugna o princípio da não intervenção – não se mete em assuntos internos ou externos de outros países.  E o faz para que outras nações – e grupos, armados ou não, e de qualquer orientação ideológica – não se metam conosco, nem oficial, nem sub-repticiamente, como faz os Estados Unidos.
“TERRORISMO”

Quem é vítima do “terrorismo” são países que, como a Espanha e Israel, por exemplo, atuam como servidores de segunda classe dos EUA em lugares como a Líbia, o Iraque, o Afeganistão, enviando tropas e aviões para combater ao lado dos ingleses e norte-americanos em defesa de seus interesses.

Afinal, o termo “terrorismo” não pode ser usado apenas, como se faz usualmente, contra os inimigos dos EUA. Se terrorismo é matar um inocente em Madrid ou Nova Iorque, não existe outra palavra para qualificar o fato de se assassinar uma criança, usando um avião não tripulado em Cabul, Bagdá ou Islamabad.
O Brasil só estará sujeito a ser atacado, se continuar, justamente, a estreitar seus laços com os serviços de segurança norte-americanos, colocando-se como inimigo de grupos e organizações que não têm nenhuma razão ou interesse de atuar em território brasileiro. O Brasil não tem problema com países árabes – temos aqui grandes colônias de palestinos, sírios, libaneses – e os judeus estão em nosso país desde a Descoberta, de que participaram.
A CPI que investiga a espionagem cibernética norte-americana deve estender a sua atuação para a imediata apuração da atividade de agentes norte-americanos no Brasil. É necessário identificar e romper esses convênios; desmontar as instalações – muitas financiadas com dinheiro norte-americano – a que esses senhores têm acesso e “convidá-los”, educadamente, a deixar, imediatamente, o território nacional. ´

Como se viu com o tiroteio em Washington, os Estados Unidos – com os inimigos internos e externos que cultivam – não terão paz enquanto acreditarem que receberam licença divina para tutelar o planeta. Saiamos – antes que seja tarde demais – da “colaboração” com os EUA na área de segurança. Administremos nossos próprios problemas, que já não são poucos. E eles que cuidem dos deles.

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41 thoughts on “A CIA, o Brasil e o terrorismo

      • Caro Reginaldo. É verdade. Ocorre, porém, um fato: a parceria entre a CIA e a PF é de inteiro conhecimento do governo. O acordo foi firmado no governo petista! Não se trata de espionar nossos policiais, mas de trabalharem juntos monitorando grupos terroristas e guerrilheiros das FARC.

        Grupo guerrilheiro que é um braço da KGB na América Latina, e que conta com o total apoio do ex-presidente Lula e do PT através do FORO de São Paulo.

        Não tivesse o Brasil instituições bem estabelecidas, e o Lula já teria transformado o Brasil em uma grande Cuba. Ou em uma Venezuela. A intenção do PT é esta – cubanizar toda a América Latina.

        Talvez seja por isso que os americanos estejam tendo tanto interesse em nos monitorar. “Lula é o cara”, disse Obama. E é mesmo! O cara que quer instalar o comunismo/socialismo no Brasil e em toda a América Latina.

        Pesquise sobre o FORO de São Paulo. É real!

        • Foro de São Paulo

          Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

          O Foro de São Paulo (FSP) é uma organização criada nos anos 1990 a partir de um seminário internacional convocado pelo Partido dos Trabalhadores do Brasil, juntamente com Fidel Castro, ex-presidente de Cuba, convidou outros partidos e movimentos sociais e revolucionários da America Latina e do Caribe para discutir alternativas às políticas neoliberais dominantes na América Latina da década de 19907 8 e promover a integração econômica, política e cultural da região.

          Segundo a organização, atualmente mais de 100 partidos e organizações políticas participam dos encontros. As posições políticas variam dentro de um largo espectro, que inclui partidos social-democratas, organizações comunitárias, sindicais e sociais inspirados pela Igreja Católica, grupos étnicos e ambientalistas, organizações nacionalistas, partidos comunistas e grupos guerrilheiros. Esses últimas, porém, a exemplo das FARC, embora não tenham sido formalmente banidos do Foro,9 têm tido seu acesso eventualmente dificultado.

          O Forum foi criado em 1990 pelo Partido dos Trabalhadores, em São Paulo, onde a reunião realizou-se pela primeira vez. Desde então, o FSP tem acontecido a cada um ou dois anos, em diferentes cidades: Manágua (1992), Havana (1993), Montevidéu (1995), San Salvador (1996), Porto Alegre (1997), Cidade do México (1998), Manágua (2000), Havana (2001), Antígua (2002), Quito (2003), São Paulo (2005), San Salvador (2007), Montevidéu (2008), Cidade do México (2009), Buenos Aires (2010), Manágua (2011), Caracas (2012) e São Paulo (2013).

          • Foro de São Paulo, 23 anos depois

            A decisão do governo federal de trazer médicos cubanos ao Brasil é apenas uma manobra do Foro de São Paulo para financiar a indústria de “missões humanitárias” de Havana.

            Em entrevista exibida pela Globo News em 2009, Luiz Felipe Lampreia, ex-ministro das Relações Exteriores, diagnosticava: “O que explica a confusão da América Latina é o Foro de São Paulo”. E ele tinha razão!

            O Foro de São Paulo é uma organização que reúne de maneira promíscua partidos políticos legais, organizações terroristas e grupos narcotraficantes. Ele foi fundado em 1990 por Lula e Fidel Castro, que prometiam reconquistar na América Latina o que se havia perdido no Leste Europeu. Seu objetivo era traçar estratégias comuns e lançar “novos esforços de intercâmbio e de unidade de ação como alicerces de uma América Latina livre, justa e soberana”. A unidade estratégica dessas organizações visava tomar o poder em todo o continente, criando uma frente de governos socialistas em oposição aos Estados Unidos.

            Hoje, duas décadas depois, o Foro de São Paulo governa 16 países, nos quais aplica a mesma agenda de aparelhamento do Estado, de limitação das liberdades civis, de relaxamento no combate ao narcotráfico, de perseguição à oposição e à imprensa livre.

            O “Plan de Acción” aprovado e publicado nas atas do seu 19.º Encontro, ocorrido em São Paulo no começo deste mês, confirma e reforça o pacto estratégico e o compromisso solidário estabelecidos 23 anos atrás. Os efeitos práticos dessa solidariedade política ficam claros quando observamos a submissão do governo petista às diretrizes do Foro, em detrimento dos interesses nacionais, como ilustram alguns casos da nossa política recente.

            Em 2005, o representante das Farc no Brasil, Olivério Medina, foi preso numa ação conjunta entre a Polícia Federal e a Interpol. Medina era procurado na Colômbia por diversos crimes – homicídio, sequestro e contrabando de armas – e o governo colombiano pediu sua extradição. O presidente Lula não apenas lhe negou o pedido como concedeu ao terrorista o status de refugiado político. Logo depois, a esposa de Medina, Angela Maria Slongo, foi ocupar um cargo de confiança no Ministério da Pesca, a pedido de Dilma Rousseff, então ministra da Casa Civil.

            Em maio de 2006, Evo Morales estatizou duas refinarias da Petrobras na Bolívia, depois de ocupadas e tomadas pelo exército boliviano. O governo brasileiro respondeu com um afago e, dois anos depois, Lula anunciava um empréstimo de US$ 332 milhões a Morales, para a construção de uma rodovia.

            Em 2011, Dilma Rousseff anunciou mudanças no Tratado de Itaipu, atendendo a um pedido de Fernando Lugo, presidente do Paraguai e membro do Foro de São Paulo. A senadora Gleisi Hoffmann, do PT, foi a relatora da matéria no Senado e defendeu a aprovação das alterações, que fizeram triplicar a taxa anual paga pelo Brasil ao Paraguai pela energia não usada da Usina de Itaipu, saltando de US$ 120 milhões para US$ 360 milhões.

            A decisão do governo federal de trazer médicos cubanos ao Brasil é apenas uma manobra do Foro de São Paulo para financiar a indústria de “missões humanitárias” de Havana. Segundo dados levantados pela jornalista Graça Salgueiro, mais de 20 países recebem serviços médicos de Cuba. Os países-clientes pagam pelo serviço ao governo cubano, que repassa apenas uma pequena parte do dinheiro aos médicos. Raúl Castro arrecada nada menos que US$ 6 bilhões anuais com o envio de médicos ao exterior. Calcula-se que o Brasil enviará centenas de milhões de dólares aos cofres cubanos com a importação dos médicos. O dinheiro que poderia ser investido no sistema público de saúde brasileiro vai financiar uma ditadura comunista.

            Quando o filósofo Olavo de Carvalho começou a denunciar o Foro de São Paulo, políticos, empresários e jornalistas preferiram ignorá-lo, acreditando que o bicho era manso. Mas o bicho era bravo e agora cresceu formidavelmente; já não sabemos se ainda é possível derrotá-lo.

            Publicado no jornal Gazeta do Povo.

            Silvio Grimaldo de Camargo é sociólogo e editor.

            (transcrito da Mídia sem Máscara)

        • Sejam conveniados com a PF, monitorando as FARC ou seja lá o que for, é claro que os americanos vão espionar também outras coisas. Ou melhor, vão espionar tudo o que puderem, incluindo o que possa beneficiar seus interesses comerciais. De qualquer forma, como patriota, sou absolutamente contrário à presença dessa turma em nossa nação. Simplesmente por uma questão de exercício de soberania nacional. Entretanto, lamentavelmente nossos governantes parecem pensar bem diferente.

          • Reginaldo, parece que você ainda não entendeu a questão: o problema não é a CIA aqui, o problema é o plano político de Lula e do FORO de São Paulo que irão implodir o regime democrático brasileiro e de todos os outros países da América Latina e instalar o regime comunista/socialista.

            Entenda homem de Deus! O problema é muito maior do que um monitoramento que ocorre com ou sem CIA aqui no nosso país.

            Por favor, pesquise sobre o assunto e veja a gravidade da situação política que estamos vivenciando. Entenda os resultados que advirão em decorrência disto.

            Por favor!

  1. O último colaborador vivo de Stalin no mundo e ainda escreve no JB e na TI.
    Com vocês o zumbi-soviético Mauro Santayana.
    Aguardem, daqui a pouco seu colaborador Leonardo Boff aparece. As últimas noticias dele, é que está no 13º Congresso de Prêmios Nobel na cidade de Udmúrtia. No encontro será discutido a emissão de gazes tóxicos pelo orifício dos libertadores e o prejuízo na camada quântica na cara dos bandidos.

  2. “Nossa República – graças a um dispositivo constitucional que propugna o princípio da não intervenção – não se mete em assuntos internos ou externos de outros países. E o faz para que outras nações – e grupos, armados ou não, e de qualquer orientação ideológica – não se metam conosco, nem oficial, nem sub-repticiamente, como faz os Estados Unidos.”
    O preclaro escritor? Santayanna surtou!?
    E os episódios recentes do Paraguai e Honduras?
    E quanto a presença de espiões cubanos, russo, chineses, FARCS et caterva há muito entre nós? Faça-me o favor, meu caro. A quem pensas que enganas?

  3. Foi com uma infiltração, com marines disfarçados, que conseguiram depor Salvador Allende, um presidente legitimamente eleito pelo povo chileno.
    E isto foi claramente mostrado por Costa Gravas em seu filme “MISSING” (Desaparecido). O ator principal, o extraordinário Jack Lemmon, ao saber da verdadeira história do filme, disse para a imprensa, chorando: “Eu não sabia que o meu país era capaz disso”.
    ELES estão em toda parte. Mas já se nota uma resistência a este sistema fundamentado na Tortura e na Morte, dentro do território deles mesmos. Eles começaram a se matar. E isto vai crescer e crescer. Derrubaram muitas e muitas torres no mundo; só perderam duas (até agora).
    Não esqueçamos, não esqueçamos!!! O filme ARGO, ganhador do Oscar deste ano, já começa assim (voz em off); “Os terroristas somos nós mesmos. Nós invadimos países e espalhamos a discórdia, a desunião, acabamos com as famílias, torturamos e matamos …”.
    Este artigo é simplesmente muito esclarecedor. Mas … já já teremos que nos cuidar muito, mas muito mais ainda, pois os ianques vão querer nos invadir mesmo, de todas as outras maneiras possíveis e imagináveis. O processo já começou, por enquanto é “só” espionagem e monitoramento de TUDO. Depois … podem muito bem querer impor (mais ainda) a ditadura exploradora, cruel, torturadora e sanguinária deles aqui … como já fizeram com toda a América Latrina (como eles nos denominam, desde sempre).

  4. O leitor Adriano Magalhães,O leitor Adriano Magalhães, no uso da liberdade de manifestar seu pensamento,revela o que na psiquiatria se classifica como “paranóia” que nas suas diversas variações consiste em projetar seus sentimentos no comportamento dos que os cercam. Assim,o cleptomaníaco, vocacionado a se apropriar de utensílios próximo acredita que todos os que o cercam também esperam por um descuido para furtar. No caso dele é presumível que,inconformado em ser enganado indaga, logo ao jornalista que revelou quem era Bradley Manning:”A quem pensas que enganas?”A paranóia assume, dentre outras, a forma do auto engano para criar explicações para o que não consegue entender.

  5. De CIA santayana entende. E muito bem. Passou alguns anos trabalhando num daqueles países cativos da URSS e todos sabemos da presença da KGB em todas repartições da cortina de ferro.

  6. Nas democracias todos são livres para expor sua opinião. Aproveita-se disso o pessoal que quer destruí-la e repetem seus defeitos, que existem em qualquer lugar do planeta, ad eternun. Lavagem cerebral diária que captura fácil os sensíveis e desinformados com palavras emocionantes.
    Tudo isso para implantar um regime totalitário, onde tudo é perfeito e não tem imprensa livre, pois quem abrir a boca para apontar defeitos vai preso e pode nunca mais sair da cadeia vivo.

  7. É inacreditavel. Agora a culpa é do Santanya? Ele faz uma uma justa critica a uma situação gritante e a situação é subvertida da tal forma q a critica é dirigida ao jornalista. Lamentavel.

    O pior é que esses que o criticam cabem direitinho no esteriótipo do reacionário do entreguista e do lambe botas. Nós somos subjugados o tempo todo. e quando vem uma opinião acerca do assunto, querem culpar o noticiante e não o real culpado. chega a ser surreal.

  8. É inacreditável como é infinito o número de pessoas que acredita no seu semelhante.
    Eu não acredito nem em mim. Ou seja, no que minha mente cria ou produz.
    Esse papo de CIA cansa qualquer pessoa informada que sabe que o interesse dos EUA pelo Brasil é praticamente nenhum. Mas essa gente precisa de um inimigo para sobreviver á sua condição de escravo.

  9. Ao preclaro internauta, Luciano Pereira Lopes, que se pretende o Philippe Pinel moderno, demonstrando que a cauda é quem balança o cão, lhe indago : a quem pensas que enganas?

  10. Pancada? Covarde? Eu não vou discutir com recalcado. Basta olhar a sua insistencia com que posta apenas nesse canal e é possível ter ideia do seu perfil

    Ninguem acata seus argumentos. È de dar pena. Nem vou mais me dar ao trabalho de responder. Tudo o que vc quer é arrumar confusão e impor suas idéias.

    Boa tarde pra vc

  11. Esta questão levantada por Santayana de colaboradores infiltrados no pais, deve ser respondida por ele mesmo, pois Santayana é um divulgador comunista a serviço de Stalin. Tudo bem que é o último propagandista comunista no mundo. É um morto-vivo, mas ainda pode saber melhor que ninguém com se dá o trabalho de cabotinagem, infiltração e linguagem subliminar nas redações do jornais.
    Sabe até que antes de irem para a cama os espiões tomam uísque!

    O Santayana acredita que os Estados Unidos tem licença divina para tutelar o planeta.
    E declarou guerra bolivariana contra os EUA.Deve ter aprendido isto nos Almanaques do Elixir Paregórico. Muitos aqui seguem esta corrente filosófica.
    Pior a Dilma indo na conversa dos comunistas dos miolos moles Marco Aurélio, Rui Falcão e Frankilin Martins. O Brasil vai virar Venezuela!
    A Petrobras(PTbras) dançou, e a China vai afundar o Brasil mais ainda na merda petista.

  12. A liberdade de opínião é sagrada. Mas tem escriba neste espaço cuja
    paranoia beira ao ridículo. Falar em comunismo nesta altura do campeonato,
    nem Freud explica.
    Acreditar nas boas intenções americanas, no seu desinteresse pelo Brasil,
    é o mesmo que acreditar em cegonha.
    Esses caras são inocentes uteis, ou são mais americanos do que a coca-cola.
    Enfim, é melhor ler isto do que ser cego.

  13. A linguagem política, destina-se a fazer com que a mentira soe como verdade e o crime se torne respeitável, bem como a imprimir ao vento uma aparência de solidez
    George Orwell

    Aviso Importante: Estou devendo grana para a mãe de um cara aqui. Assim que der pago, pare de ficar cobrando, ou vou no Procon.

  14. Exatamente. Aqui tem mais parnóicos e inimigos dos americanos que no Vietnam que lutou contra eles. Inclusive, o Vietnan já reatou relações com com os EUA.

    Quem alcança meus pensamentos sabem que sou cético. Só fatos concretos me interessa.
    Não me interesso por outro país que não o Brasil, que diga-se de passagem, virou quintal da Bolívia, Venezuela e Cuba com esse governo corrupto do PT, que tem pretensão clara de domínio totalitário do país.

  15. O desconhecimento de dados fundamentais da condição humana, leva muitos aqui a serem vítimas das próprias mentiras e pior, da dos outros.

    Ficam histéricos quando um cético como eu, que não caio nas mentiras da minha própria mente, bota o dedo na ferida. Mostra fatos.

    Essa gente, com esta falha fundamental, definitivamente está condenada a cumprir o papel de escravo até a morte.

  16. Então tem um aqui que queria ser minha namorada. Mas isto não é comigo. Sai prá lá.

    Ela, quero dizer ele, delira o tempo todo. Sua argumentação é toda sentimental. Ainda há pouco ela, digo ele, disse que Allende tomou um tiro na boca dos americanos.
    Já o laudo, presenciado pela própria filha de Allende, mostrou que ele se suicidou.

    Meu negócio é fato e não posição partidária.
    Detesto mentiras.

  17. Santayana, seu artigo, é esclarecedor. O ideal, seria essa CPI que investiga a espionagem,
    incluísse as ONGs estrangeiras que infestam o Amazonas. Todo golpe militar em países da América Latina, teve participação fundamental do EUA, através da CIA. Na época o chavão era contra o comunismo e a corrupção. Como hoje não existe mais comunismo, salvo em uns poucos países, alguns até mantém boas relações com o EUA, criou-se um novo chavão: “O terrorismo”. Após o golpe de 64, comunismo era a palavra usada para calar a boca de quem defendesse as reformas de
    base, principalmente a reforma agrária e a lei de remessa de lucros, ouvia-se logo:. Então você é comunista, se fosse argumentar corria-se o risco de Ser preso. Não se podia falar mal dos americanos,ficava caracterizado para eles que você era do lado dos russos.
    Nessa época fui funcionário Da CSN, eu era sindicalizado e vivi e presenciei essa coisas, era a
    maneira covarde de calar quem defendesse os interesses nacionais

  18. Sou a favor dos interesses nacionais. Estes que trazem benfício ao povo.
    Mas tem alguns aqui que o interesse nacional é: “o meu pirão primeiro”

    Como são fracos esses crentes. Pensam que todo mundo é igual a eles.

  19. “MEU PIRÃO PRIMEIRO” – FATOS:

    A Vale quando era do pessoal do “meu pirão primeiro” tinha alguma coisa como 10 mil funcionários, que viviam as custas dessa estatal. Só trabalhavam o pessoal das minas.
    Agora tem quase 100 mil empregos e acabou a boca da turma do “meu pirão primeiro”

    Na telefonia, somente 20 a 30% tinham telefones, inclusive um malandro aqui confessou que auferia uma renda esperta com o aluguel de um deles.
    Hoje todos tem telefones. Todos mesmos. Esse povão que a turma do “meu pirão primeiro” detesta.

    A EMBRAER hoje, é uma das maiores do mundo. Quando a turma “do meu pirão primeiro” apossava ela, estava quebrada.

    “O petróleo é nosso, mas a conta bancária é deles” (Millôr Fernandes).

  20. Então, Mauro Júlio, a questão é que vc é um ignorante, manipulador, e subestimador da inteligência alheia. Por trás da capa de cético, vc na verdade é um fascista, reacionário e anti-nacional. Aos outros, digo: esse negócio de Foro de São Paulo é coisa de hitlernauta, esse negócio de dizer que as FARC – que estão em acelerado processo de desmantelamento na Colômbia, inclusive com ajuda do Governo Brasileiro – somos nós e não os colombianos que somos chamados a salvar os reféns da FARC pelo governo colombiano – é coisa de hitlernauta – e você, Mauro Júlio, devido ao seu rançoso e invejoso anti-santayanismo, é o hitlernauta de plantão neste pedaço. Parece que o Mauro Santayana, criador do termo, o inventou na medida para você, embora eu não acredite que ele frequente este nobre veículo.

    • A pessoa se manter ignorante em relação a um assunto… tudo bem. Mas daí, querer dar denominações aos que conhecem, negando a sua própria condição de ignorante. É muito boçalidade!

      O FORO de São Paulo é uma realidade que completou 23 anos de existência. Acorda, meu filho!

      Antes de opinar, vá atrás da informação. Informe-se e depois dê a sua opinião. A questão das FARC não é em relação desmatamento porcaria alguma. É tráfico de droga, de armas, de revolução política que influência direta em nosso país. Com total apoio de Lula, do PT e dos partidos comunistas brasileiros.

      Vou te dar uma dica: procure no You Tube os vídeos de Olavo de Carvalho. Procure o site Midia sem Máscara, Nota Latina da Graça Salgueiro, e veja com os seus próprios olhos o que a mídia convencional não fala pois já está “tudo dominado”.

      Pare de ser ingênuo, ou ignorante! Faça-me o favor!

      • Conspiração é o Foro que te pariu! – O mínimo que você precisa saber sobre o Foro de São Paulo

        Fundado em 1990 por Lula e Fidel Castro — por ideia de Lula, como ele mesmo revelou em maio de 2011 [ver Vídeo 3] —, o “Foro de São Paulo é a mais vasta organização política que já existiu na América Latina e, sem dúvida, uma das maiores do mundo. Dele participam todos os governantes esquerdistas do continente. Mas não é uma organização de esquerda como outra qualquer. Ele reúne mais de uma centena de partidos legais e várias organizações criminosas ligadas ao narcotráfico e à indústria dos sequestros, como as Farc e o MIR chileno, todas empenhadas numa articulação estratégica comum e na busca de vantagens mútuas. Nunca se viu, no mundo, em escala tão gigantesca, uma convivência tão íntima, tão persistente, tão organizada e tão duradoura entre a política e o crime”, como escreveu o filósofo Olavo de Carvalho em 2007.

        Por quase duas décadas, a imprensa brasileira ignorou — para não dizer escondeu — a existência do Foro de São Paulo, e quem quer que ainda fale a respeito é acusado de “teórico da conspiração”, seja por “idiotas úteis” (como Lenin se referia a seus colaboradores inconscientes), seja por militantes cínicos, de modo que, se não há mesmo cura para os segundos, os primeiros ao menos, diante das provas aqui reunidas, precisarão escolher se serão tão cínicos quanto eles, ou se finalmente admitirão a própria idiotice — etapa fundamental do seu processo de cura.

        Trechos da mensagem de Lula:

        “Em 1990, quando criamos o Foro de São Paulo, nenhum de nós imaginava que em apenas duas décadas chegaríamos onde chegamos. Naquela época, a esquerda só estava no poder em Cuba. Hoje, governamos um grande número de países e, mesmo onde ainda somos oposição, os partidos do Foro têm uma influência crescente na vida política e social. Os governos progressistas estão mudando a face da América Latina. (…) Em tudo que fizemos até agora, que foi muito, o Foro e os partidos do Foro tiveram um grande papel que poderá ser ainda mais importante se soubermos manter a nossa principal característica: a unidade na diversidade. (…) Sob a liderança de Chávez, o povo venezuelano teve conquistas extraordinárias, as classes populares nunca foram tratadas com tanto respeito, carinho e dignidade. (…) Tua vitória será a nossa vitória.”

        Hugo Chávez confessa ter conhecido o presidente Lula e um dos então comandantes das Farc Raúl Reyes — cuja eliminação pelo Exército colombiano no nordeste do Equador ele lamenta e furiosamente critica — na reunião do Foro de São Paulo de 1995, em San Salvador, capital de El Salvador, na América Central:

        “Recebi o convite para assistir, em 1995, ao Foro de São Paulo, que se instalou naquele ano em San Salvador. (…) Naquela ocasião conheci Lula, entre outros. E chegou alguém ao meu posto na reunião, a uma mesa de trabalho onde estávamos em grupo conversando, e lembro que colocou sua mão aqui [no ombro esquerdo] e disse: ‘Cara, quero conversar com você.’ E eu lhe disse: ‘Quem é você?’ ‘Raúl Reyes, um dos comandantes das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia.’ Nós nos reunimos nesta noite, em algum bairro humilde lá de El Salvador. (…) E então se abriu um canal de comunicação e ele veio aqui (…) e conversamos horas e horas. Depois, em uma terceira e última ocasião, passou por aqui também.”

        III.

        FARC & PT, SEGUNDO RAÚL REYES

        Em entrevista à Folha de S. Paulo de 27 de agosto de 2003, Raúl Reyes dera, entre outras, as seguintes declarações:

        Folha — O sr. conheceu Lula?

        Reyes — Sim, não me recordo exatamente em que ano, foi em San Salvador, em um dos Foros de São Paulo.

        Folha — Houve uma conversa?

        Reyes — Sim, ficamos encarregados de presidir o encontro. Desde então, nos encontramos em locais diferentes e mantivemos contato até recentemente. Quando ele se tornou presidente, não pudemos mais falar com ele.

        Folha — Qual foi a última vez que o sr. falou com ele?

        Reyes — Não me lembro exatamente. Faz uns três anos.

        Folha — Fora do governo, quais são os contatos das Farc no Brasil?

        Reyes — As Farc têm contatos não apenas no Brasil com distintas forças políticas e governos, partidos e movimentos sociais…

        Folha — O senhor pode nomear as mais importantes?

        Reyes — Bem, o PT, e, claro, dentro do PT há uma quantidade de forças; os sem-terra, os sem-teto, os estudantes, sindicalistas, intelectuais, sacerdotes, historiadores, jornalistas…

        Folha — Quais intelectuais?

        Reyes — [O sociólogo] Emir Sader, frei Betto [assessor especial de Lula] e muitos outros.”

        IV.

        A MENTIRA DE VALTER POMAR SOBRE FARC E FORO

        Em 18 de agosto de 2010, saiu no Estadão Online:

        “O secretário executivo do Foro de São Paulo, Valter Pomar, do Partido dos Trabalhadores (PT), negou hoje (18) qualquer vínculo desse grupo de partidos da esquerda e da centro-esquerda latino-americanas, criado em 1990, com as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc). ‘As Farc não participam e nunca participaram do Foro de São Paulo’, disse Pomar, em entrevista a correspondentes brasileiros em Buenos Aires, onde se realiza o 16.º encontro da organização.

        A Agência Estado insistiu na indagação sobre se nem em 1990, ano da criação do grupo pelo PT, na capital paulista, houve a participação no Foro de algum partido político ligado às Farc. ‘Eu estava lá. Não participou nem como um setor de partido’, afirmou. Segundo ele, todos os representantes da Colômbia que participam das reuniões do Foro pertencem a organizações e partidos legais. O secretário executivo do Foro disse que esse assunto voltou à tona por causa da declaração do candidato a vice-presidente na chapa do tucano José Serra, Indio da Costa (DEM), sobre a ligação entre PT e Farc.”

        Olavo de Carvalho escreveu na ocasião:

        “Quer dizer então, ó figura, que o Raúl Reyes mentiu ao dizer que presidira a uma assembleia do Foro ao lado de Lula? Quer dizer que o Hugo Chávez estava delirando ao dizer que conhecera Raúl Reyes e Lula numa reunião do Foro? Quer dizer que o expediente da revista América Libre é todo falsificado? Quer dizer que as atas do Foro foram inventadas por mim, que ainda tive o requinte de escrevê-las em espanhol? Ora, vá lamber sabão.”

        V.

        DISCURSO DE LULA DE 2 DE JULHO DE 2005 – 15 ANOS DE FORO

        Pronunciado na celebração dos 15 anos de existência do Foro de São Paulo e reproduzido no site oficial do governo, de onde depois seria retirado, ficando acessível apenas nos blogs que o reproduziram, este discurso é, segundo Olavo de Carvalho, “a confissão explícita de uma conspiração contra a soberania nacional, crime infinitamente mais grave do que todos os delitos de corrupção praticados e acobertados pelo atual governo; crime que, por si, justificaria não só o impeachment como também a prisão do seu autor”:

        “Em função da existência do Foro de São Paulo, o companheiro Marco Aurélio [Garcia] tem exercido uma função extraordinária nesse trabalho de consolidação daquilo que começamos em 1990… Foi assim que nós, em janeiro de 2003, propusemos ao nosso companheiro, presidente Chávez, a criação do Grupo de Amigos para encontrar uma solução tranquila que, graças a Deus, aconteceu na Venezuela. E só foi possível graças a uma ação política de companheiros. Não era uma ação política de um estado com outro estado, ou de um presidente com outro presidente. Quem está lembrado, o Chávez participou de um dos foros que fizemos em Havana. E graças a essa relação foi possível construirmos, com muitas divergências políticas, a consolidação do que aconteceu na Venezuela, com o referendo que consagrou o Chávez como presidente da Venezuela.

        Foi assim que nós pudemos atuar junto a outros países com os nossos companheiros do movimento social, dos partidos daqueles países, do movimento sindical, sempre utilizando a relação construída no Foro de São Paulo para que pudéssemos conversar sem que parecesse e sem que as pessoas entendessem qualquer interferência política.”

        Olavo de Carvalho escreveu na ocasião:

        “(…) O sr. presidente confessa, em suma, que submeteu o país a decisões tomadas por estrangeiros, reunidos em assembleias de uma entidade cujas ações o povo brasileiro não devia conhecer nem muito menos entender.

        Não poderia ser mais patente a humilhação ativa da soberania nacional, principalmente quando se sabe que entre as entidades participantes dessas reuniões decisórias constam organizações como o MIR chileno, sequestrador de brasileiros, e as Farc, narcoguerrilha colombiana, responsável, segundo seu parceiro Fernandinho Beira-Mar, pela injeção de duzentas toneladas anuais de cocaína no mercado nacional. (…)”

        VI.

        PT/FARC/FORO – SEQUÊNCIA DE FATOS

        Em 24 de setembro de 2007, Olavo de Carvalho publicou o artigo “O perigo sou eu”, no qual pede mais uma vez ao leitor — já o tinha feito em “Relendo notícias”, de 2003 — a gentileza de examinar brevemente esta sequência de fatos:

        “· Abril de 2001: O traficante Fernandinho-Beira Mar confessa que compra e injeta no mercado brasileiro, anualmente, duzentas toneladas de cocaína das Farc em troca de armas contrabandeadas do Líbano.

        · 7 de dezembro de 2001: O Foro de São Paulo, coordenação do movimento comunista latino-americano, sob a presidência do sr. Luís Inácio Lula da Silva, lança um manifesto de apoio incondicional às Farc, no qual classifica como ‘terrorismo de Estado’ as ações militares do governo colombiano contra essa organização.

        · 17 de outubro de 2002: O PT, através do assessor para assuntos internacionais da campanha eleitoral de Lula, Giancarlo Summa, afirma em nota oficial que o partido nada tem a ver com as Farc e que o Foro de São Paulo é apenas ‘um foro de debates, e não uma estrutura de coordenação política internacional’.

        · 1º de março de 2003: O governo petista estende oficialmente seu manto de proteção sobre as Farc, recusando-se a classificá-las como organização terrorista conforme solicitava o presidente da Colômbia, Álvaro Uribe.

        · 24 de agosto de 2003: O comandante das Farc, Raul Reyes, informa que o principal contato da narcoguerrilha no Brasil é o PT e, dentro dele, Lula, Frei Betto e Emir Sader.

        · 15 de março de 2005: Estoura o escândalo dos cinco milhões de dólares das Farc que um agente dessa organização, o falso padre Olivério Medina, afirma ter trazido para a campanha eleitoral do sr. Luís Inácio Lula da Silva. O assunto é investigado superficialmente e logo desaparece do noticiário.

        · 2 de julho de 2005: Discursando no 15º. Aniversário do Foro de São Paulo, o sr. Luís Inácio Lula da Silva entra em contradição com a nota de 17 de outubro de 2002, confessando que o Foro é uma entidade secreta, ‘construída para que pudéssemos conversar sem que parecesse e sem que as pessoas entendessem qualquer interferência política’, que essa entidade interferiu ativamente no plebiscito venezuelano e que ali, em segredo, ele próprio tomou decisões de governo junto com Chávez, Fidel Castro e outros líderes esquerdistas, sem dar ciência disto ao Parlamento ou à opinião pública.

        · 9 de abril de 2006: O chefe da Delegacia de Entorpecentes da PF do Rio, Vítor Santos, informa ao jornal O Dia que “dezoito traficantes da facção criminosa Comando Vermelho — entre eles pelo menos um da Favela do Jacarezinho e outro do Morro da Mangueira — vão periodicamente à fronteira do Brasil com a Colômbia para comprar cocaína diretamente com guerrilheiros das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc). Os bandidos são alvo de investigação da Polícia Federal. Eles ocuparam o espaço que já foi exclusivo de Luiz Fernando da Costa, o Fernandinho Beira-Mar”.

        · 12 de maio de 2006: O PCC em São Paulo lança ataques que espalham o terror entre a população. Em 27 de dezembro é a vez do Comando Vermelho fazer o mesmo no Rio de Janeiro.

        · 18 de julho de 2006: O Supremo Tribunal Federal, sob a pressão de um vasto movimento político orquestrado pelo PT, concede asilo político ao falso padre Olivério Medina, agente das Farc.

        · 16 de maio de 2007: O juiz Odilon de Oliveira, de Ponta-Porã, divulga provas de que as Farc atuam no território nacional treinando bandidos do PCC e do Comando Vermelho em técnicas de guerrilha urbana.

        · 12 de fevereiro de 2007: As Farc fazem os maiores elogios ao PT por ter salvo da extinção o movimento comunista latino-americano por meio da fundação do Foro de São Paulo.

        · Agosto de 2007: Nos vídeos preparatórios ao seu 3º. Congresso, o PT admite que seu objetivo é eliminar o capitalismo e implantar no Brasil um regime socialista; e fornece ainda um segundo desmentido à nota de Giancarlo Summa, ao confessar que o Foro de São Paulo é ‘um espaço de articulação estratégica’ (sic).

        · 19 de setembro de 2007: Lula oferece o território brasileiro como sede para um encontro entre Hugo Chávez e os comandantes das Farc.

        Entre esses fatos ocorreram outros inumeráveis cuja data não recordo precisamente no momento, entre os quais o fornecimento maciço de armas às Farc pelo governo Hugo Chávez, uma campanha nacional de mídia para desmoralizar o analista estratégico americano Constantine Menges que divulgava a existência de um eixo Lula-Castro-Chávez-Farc, os tiroteios entre guerrilheiros das Farc e soldados do Exército brasileiro na Amazônia, as denúncias de que as Farc davam treinamento em guerrilha urbana aos

        militantes do MST e, é claro, várias assembléias gerais e reuniões de grupos de trabalho do Foro de São Paulo.

        A existência de uma ligação profunda, constante e solidária entre o PT e as Farc é um fato tão bem comprovado, que quem quer que insista em negá-la só pode ser parte interessada na manutenção do segredo ou então um mentecapto incurável. (…)”

        Trechos do discurso de Lula, em que ele lembra de quando teve a ideia do Foro e do dia em que conheceu Fidel Castro, admite que Chávez tentou um golpe na Venezuela, e mostra como os participantes da entidade foram conquistando o poder em toda a América Latina, país por país (além, é claro, de soltar todas as suas bravatas eleitoreiras):

        “(…) Querido companheiro Daniel Ortega, presidente da Nicarágua, e sua companheira Rosario [Murillo]; querido companheiro [Ricardo] Alarcón [de Quesada], representando aqui o extraordinário povo cubano; querido companheiro [Nicolás] Maduro, chanceler da Venezuela, queridos companheiros latino-americanos e convidados para essa 17ª reunião do Foro de São Paulo.

        Eu tenho sempre a preocupação, querido [José Manuel] Zelaya, de participar desses Foros e falar em português. [Trecho inaudível…] não entende nada do que ‘yo hablo’. [Risos.] Eu tenho um tradutor que é um cubano naturalizado brasileiro. Se precisar o tradutor pode traduzir para que todo mundo entenda o que estou “hablando”. Se entende… Bom, se não entender, eu não tenho culpa.

        Eu queria dizer a todos vocês que eu tô emocionado porque faz muito tempo que eu não participo de uma reunião do Foro de São Paulo. Parece que a última foi no Bar Latino em São Paulo em 2005, mas muito de passagem. E eu lembro quando tivemos a ideia de construir o Foro de São Paulo. Em 1985, eu fiz uma entrevista para um jornal brasileiro, e eu dizia que não era possível um metalúrgico chegar à presidência pelo voto e disputando democraticamente uma eleição. Quatro anos depois, eu fui à primeira disputa presidencial, fui para a segunda volta [turno], e terminei as eleições com 47% dos votos. O PT saiu muito fortalecido daquela eleição. Os partidos de esquerda que estão aqui, brasileiros — não sei se estão todos, mas o PCdoB, o PSB, não sei se estão… o PDT — que estiveram juntos comigo, todos nós saímos muito fortalecidos.

        E aí então veio a ideia, conversando com os companheiros cubanos num primeiro momento, de fazermos uma reunião da esquerda latino-americana. E fizemos em São Paulo, no Hotel Danúbio que já não existe mais, em junho de 1990, a nossa primeira reunião. Havia, meu querido Maduro, tantos partidos de esquerda na América Latina e tantas divergências, que só da Argentina compareceram 13 partidos políticos, e a única coisa que unificava os argentinos eram os gols de Maradona na Copa do Mundo de 1990. [Risos. Aplausos.] Havia um processo de desconfiança muito grande entre toda a esquerda latino-americana. Nós não tínhamos ainda aprendido uma lição básica que iria permitir que a esquerda chegasse ao poder. Nós temos um brilhante educador brasileiro, que já morreu, um dos mais importantes, que muitos latino-americanos conhecem, Paulo Freire, e ele dizia: ‘Juntar os diferentes para derrotar os antagônicos.’

        E nós fomos aprendendo a conviver entre nós, e fomos construindo uma relação democrática difícil, complicada, muitas vezes era necessário muita paciência. Eu lembro que uma vez na reunião do Foro de São Paulo em El Salvador, nós não deixamos o Chávez participar, porque Chávez tinha tentado o golpe na Venezuela e nós não deixamos ele participar. Era muito difícil. Havia um processo de desconfiança entre nós muito grande. E de coração eu quero dizer pra vocês que uma das forças políticas que mais contribuiu para que nós chegássemos a construir o que nós construímos foram os companheiros do partido comunista cubano, que sempre tiveram paciência e experiência de nos ajudar. Não posso desmerecer o trabalho do companheiro Marco Aurélio Garcia, que hoje está no governo, não está aqui, mas que participou de quase todas as reuniões do Foro de São Paulo.

        Eu fico imaginando que algumas pessoas não estão mais aqui entre nós. E eu queria saudar aqueles que não estão aqui entre nós, homenageando o companheiro Schafik [Handal], da Frente Farabundo Martí, que não está entre nós. [Aplausos.] Nós estamos um pouco mais velhos. Quando começou o Foro, eu não tinha nenhum cabelo branco. Tomaz Borges tinha todo o cabelo na cabeça. [Risos] Daniel Ortega era cabeludo. [Risos] Ou seja: nós estamos cansados, mais do que quando começamos o Foro. Mas o caminho que nós percorremos não pode perder a importância das nossas conquistas. Nós estamos falando de 21 anos. Vinte e um anos é o tempo de maturidade de um jovem ou de uma jovem. E nesses 21 anos, olhemos a fotografia da America Latina de 1990 e olhemos a fotografia da America Latina de 2011, e nós vamos perceber que um verdadeiro furacão de democracia passou pelo nosso continente. Um verdadeiro furacão.

        Eu fico olhando a América do Sul. Quando cheguei à presidência em 2002, só tinha o Chávez. Mesmo assim, tinha sofrido um golpe. Depois, veio [Nestor] Kirchner. Depois de Kirchner, veio eleições no Paraguai. Depois, no Uruguai, com Tabaré [Ramón Vázquez Rosas]. Depois veio no Equador. E nós fomos fazendo uma mudança extraordinária que culminou com a eleição do companheiro Evo Morales na Bolívia. [Aplausos.] É a demonstração mais viva dessa evolução política da esquerda latino-americana. [Aplausos.]

        Porque esses meninos, e eu digo meninos porque tive o prazer de participar no dia 19 de

        julho de 1980 do primeiro aniversário da Frente Sandinista quando o orador principal foi Tomás Borges, o dia em que eu conheci Fidel Castro e fomos comer uma lagosta na casa não sei de quem, e eu lembro perfeitamente bem que, depois de chegar ao poder por uma revolução, no momento certo a Frente Sandinista não teve medo e convocou eleições democráticas. Perdeu. Daniel é o único ser humano do planeta que perdeu mais eleições do que eu. Eu perdi três eleições. Daniel perdeu quatro eleições. [Risos.] Quatro eleições. Entretanto, por nenhum momento, por mais acusado que esse companheiro fosse, ele deixou de acreditar que o caminho da democracia que a Frente Sandinista tinha optado era o melhor para a Nicarágua. E agora está o companheiro de volta para a presidência da República pela via do voto direto. Eu, como vocês estão percebendo, tenho muita dificuldade de fazer qualquer discurso de oposição depois de oito anos de governo.

        Mas vou dizer uma coisa à nossa querida companheira [Aída ‘Mocha’ García Naranjo] tratada carinhosamente de ‘Mocha’. Uma coisa que nós fizemos no Brasil e poderia ser feito [sic] no Peru era provar que aquele discurso de que primeiro a economia tem que crescer para depois distribuir é apenas meia verdade. Porque na maioria dos nossos países a economia cresceu e não foi distribuído. E no Brasil nós provamos que fazer ao inverso deu resultado. Primeiro distribuir pra fazer a economia crescer. [Aplausos.] Nós provamos três coisas no Brasil. Primeiro: de que é possível distribuir e essa distribuição fazer com que os pobres se transformem em cidadãos. Segundo: combinar exportação com importação. Porque no Brasil historicamente se falava que quando você exportava você diminuía o mercado interno, e quando você fortalecia o mercado interno você diminuía as exportações. No Brasil, nós crescemos o mercado externo e fortalecemos o mercado interno. Terceira derrota que nós impusemos à tese de que era preciso crescer para distribuir: diziam que não se podia aumentar o salário dos trabalhadores e nem o salário mínimo que causava inflação. Nós aumentamos o salário mínimo em 62% no meu governo, e durante oito anos 87% dos trabalhadores tiveram ganho real de salário acima da inflação. Geramos 15.300.000 empregos formais em oito anos de mandato. Desapropriamos 47 milhões de hectares de terra. Assentamos 590 mil pessoas. E dobramos o financiamento para agricultura familiar. Dobramos o [inaudível] crédito. Nós saímos de 70 milhões de trabalhadores com contas bancárias para 115 milhões de trabalhadores. Ou seja: 45 milhões de trabalhadores em 8 anos viraram cidadãos com acesso à bancalização.

        E tudo isso, querida Mocha, eu conversava muito com meu amigo [Alejandro] Toledo e conversava muito com Alan García. Quantas e quantas vezes eu dizia: ‘Companheiro, a coisa mais fácil, a coisa mais barata, o que custa menos pa

        ra um governo é gastar dinheiro com o pobre, porque o pobre custa muito pouco para o Estado.’ E quando nós criamos o Bolsa-Família, até alguns companheiros da esquerda no meu pais diziam que era política assistencialista. E as pessoas não sabem o milagre que uma mãe faz com 40, ou 50, ou 60 dólares na mão. Um rico dá de gorjeta depois de tomar um uísque. Mas uma mãe pobre, ela é capaz de levar comida para um filho para muitos dias com pouco dinheiro. E nós, no meio da crise, colocamos praticamente 52 milhões de brasileiros, ou 13 milhões de famílias

        , pra receber uma ajuda mínima. E essa gente se transformou em consumidor, se transformou em gerador de emprego, e se transformou em pessoas que ajudaram a economia a crescer. Um dado importante: no auge da crise de 2008, a classe C da região mais pobre do Brasil, que é o Nordeste e o Norte, consumiram mais do que a classe A e a classe B da região sul do país, numa demonstração que quando o pobre tem um pouquinho de dinheiro na mão, ele não deposita no banco pra especular. Ele vai comprar comida, ele vai comprar roupa, ele vai fazer com que a roda da economia comece a girar. É por isso que, em apenas 8 anos, nós tiramos 28 milhões de brasileiros da extrema pobreza e colocamos 36 milhões na classe média. Eu acho que poucas vezes foi possível um país sofrer um processo de evolução, de transformação econômica que nós sofremos no Brasil. (…)”

        VIII.

        FORO DE SÃO PAULO ESTÁ POR TRÁS DAS MANIFESTAÇÕES NO BRASIL – JUNHO/2013

        Notas de Olavo de Carvalho:

        “O movimento arruaceiro foi lançado pelo Foro de São Paulo, como confessou o sr. Valter Pomar, para forçar um ‘upgrade’ do processo revolucionário, passando da fase ‘de transição’ para a de ‘ruptura’. Como sempre acontece nessas ocasiões, alguns líderes da primeira fase teriam de ser sacrificados, caso não se adaptassem rapidamente ao novo ritmo das mud

        anças. A presidenta Dilma Rousseff e até o PT como um todo apareciam no cardápio como fortes candidatos à posição de cabeças cortadas. A “Constituinte” de Dona Dilma é apenas um recurso desesperado a que ela faz apelo para salvar o próprio pescoço, mostrando serviço ao Foro para provar que, em vez de ser passada para trás, pode tomar a dianteira do processo e tornar-se sua condutora em vez de sua vítima. Evidentemente, isso implica atenuar um pouco o sentido da ‘ruptura’ e esticar um pouco a fase de ‘transição’, criando uma etapa mista que assegure a sobrevivência, no poder, de pelo menos uma parte da primeira geração de líderes revolucionários, tradicionalmente a candidata maior ao exílio ou ao cemitério quando chega a fase da ‘ruptura’. Como todo governante ‘de transição’, Lula e Dilma sempre viveram de arranjos e acomodações, aos quais agora o Foro de São Paulo queria dar um ‘basta’. A reação ‘de direita’ que se viu nas ruas mostrou que a ‘ruptura’ era um tanto prematura demais, e isso, de certo modo, devolveu a iniciativa do processo ao governo ‘de transição’. Meno male. Em todo caso, o fator agente decisivo é, agora como antes, o Foro de São Paulo. Dilma é o rabo que jamais abanará o cachorro.”
        (Olavo de Carvalho)

        “TODA REVOLUÇÃO COMUNISTA É FEITA PELA ESQUERDA CONTRA A ESQUER

        DA. A REVOLUÇÃO É UM MONSTRO QUE SE ALIMENTA DE SI MESMO. FOI SEMPRE ASSIM, NUNCA SERÁ DE OUTRO MODO. A PRIMEIRA LEVA DE REVOLUCIONÁRIOS É SEMPRE SACRIFICADA. ISSO É UM DADO HISTÓRICO FUNDAMENTAL, MAS MUITO IGNORADO NO BRASIL.”
        (Olavo de Carvalho)

        “A esquerda inventa mil novas propostas, mil novas leis, mil novos programas, sabendo que uns irão adiante, outros serão barrados, mas TODOS manterão a direita ocupada em discussões sem fim enquanto o poder do Foro de São Paulo cresce de um modo ou de outro. Por exemplo, se o casamento gay é aprovado, é uma vitória. Se é rejeitado, dá ocasião a novos protestos. E assim por diante. Do mesmo modo, o Foro ganha com o sucesso do PT, que amplia os seus meios de ação, ou com o fracasso do PT, que é capitalizado como argumento em favor da ‘ruptura’. Hegemonia é isso: é dominar o tabuleiro e ganhar pelos dois lados. CHEGA de discutir propostas uma a uma. O que é preciso é queimar a raiz de onde TODAS elas nascem.

        (Olavo de Carvalho)

        “Aviso: Não peçam meu apoio a nenhum movimento que seja ‘contra a Dilma’, ‘contra o PT’, ‘contra os corruptos’ ou coisa assim. Só apóio o que seja:
        CONTRA O COMUNISMO
        CONTRA O FORO DE SÃO PAULO
        Estou muito velho para perder meu tempo com VEADAGENS CÍVICAS.”
        (Olavo de Carvalho)

        “O negócio não é ‘Não vote no PT’. É NÃO VOTE EM COMUNISTA. Em nenhum comunista, seja do PT ou de onde for, seja ostensivo ou camuflado. Coisas como PSTU e PSOL são INFINITAMENTE PIORES do que o PT.
        NÃO VOTE EM COMUNISTA.
        NÃO VOTE EM PUXA-SACOS DO COMUNISMO.
        NÃO VOTE EM CÚMPLICES DO COMUNISMO.”
        (Olavo de Carvalho)

        “Impeachment da Dilma para que? Para trocá-la por outro membro do Foro de São Paulo?
        AUDITORIA NO FORO DE SÃO PAULO – JÁ!”
        (Olavo de Carvalho)

        “Em vez de lutar contra infindáveis PECs, PLs, decretos, etc., tentando matar baratas pelo método de jogar uma naftalina na cabeça de cada uma, vão direto ao ponto:
        AUDITORIA NO FORO DE SÃO PAULO – JÁ!”
        (Olavo de Carvalho)

        “Sou a favor da manifestação contra o Foro, porém o mais urgente é persuadir o Ministério Público — ou uma CPI — a investigar as finanças dessa instituição cujos recursos, misteriosíssimos, parecem ser ilimitados.

        AUDITORIA NO FORO DE SÃO PAULO – JÁ!”
        (Olavo de Carvalho)

        “Chega de discutir pontos particulares do programa comunista. É preciso acertar no coração do bicho em vez de apenas roer-lhe as unhas.”
        (Olavo de Carvalho)

        “Também chega de discutir lindas ‘propostas positivas’ para um Brasil melhor enquanto a praga comunista não for extirpada. Quando uma jovem está sendo estuprada, não é hora de sonhar com um lindo casamento, filhinhos, uma casa própria etc. É hora de parar o estuprador.”
        (Olavo de Carvalho)

        “Já escrevi que, na infância, eu tinha um tremendo complexo de burrice, achava que todo mundo entendia tudo e só eu era o cego perdido no tiroteio. Adotei como objetivo da minha vida entender e explicar — se possível — o que se passa. Não sou líder de merda nenhuma, não tenho ideologia definida, não tenho nenhum programa de ação a oferecer. Mas posso fornec

        er, aos interessados, algumas informações e análises históricas para que, no devido tempo, descubram o que fazer — e façam. Como diria o Pernalonga: That’s all, folks.”
        (Olavo de Carvalho)

  21. A senilidade de santayana já está descarada.
    Quando ele fala dos brasileiros foram criados assistindo filmes americanos, que o mundo inteiro também assiste, ele se omite de que aqui o estado nunca forneceu educação de qualidade ao povo para servir de defesa contra qualquer cultura inútil ou nociva.

    O bobinho fala de espionagem entre países, o que sempre existiu, mas não fala quando um estado como os nazistas e comunistas fazem, Cuba, contra seus cidadãos, colocando em cada rua um agente do governo disfarçado em vizinho para prender e até matar cidadãos que ousam exercer seu direito à opinião.
    Esta sim, é a espionagem que atenta contra os direitos humanos.
    A outra é normal, pois entre países só existem interesses e não amizade.

    Enfim, num país com esta educação não é de admirar que um bobinho tenha tantos adeptos.

  22. Como se vê, esse pobre coitado alberto rodrigues é mais um daqueles que se beneficia de sua crença, como qualquer um dirigente, sacerdote ou mentor.

    Essa canalha, e já está provado, quer é ficar no bem bom enquanto o povo se ferra como em Cuba e aqui nas favelas.

    Um tipo asqueroso como qualquer outro, que usa clichês para sustentar suas mentiras.
    Só fica no xingamento.

  23. A senilidade de santayana já está descarada.
    Quando ele fala dos brasileiros foram criados assistindo filmes americanos, que o mundo inteiro também assiste, ele se omite de que aqui o estado nunca forneceu educação de qualidade ao povo para servir de defesa contra qualquer cultura inútil ou nociva.

    O bobinho fala de espionagem entre países, o que sempre existiu, mas não fala quando um estado como os nazistas e comunistas fazem, Cuba, contra seus cidadãos, colocando em cada rua um agente do governo disfarçado em vizinho para prender e até matar cidadãos que ousam exercer seu direito à opinião.
    Esta sim, é a espionagem que atenta contra os direitos humanos.
    A outra é normal, pois entre países só existem interesses e não amizade.

    Enfim, num país com esta educação não é de admirar que um bobinho tenha tantos adeptos do tipo alberto rodrigues.

  24. Desculpe, Wagner, mas como sou médico, não como mer da, não rasgo dinheiro e nem leiio Olavo de Carvalho. Coisa que também recomendo aos meus pacientes, para o equilíbrio psicológico e mental deles. O Foro de São Paulo é uma organização multilateral como qualquer outra. Os Estados Unidos cansaram de patrocinar foros parecidos, tipo Comissão Interamericana, a Aliança para o Progresso, e outras, nos seus tempo de poder colonial por aqui, e continuam fazendo isso por meio de dezenas de organizações, umas mais conhecidas, outras menos, na internet, auxiliados por gente desinformada ou manipulada, ou claramente informada e de extrema má fé, que age a serviços deles. Daqui a pouco vai aparecer mais uma organização, talvez chinesa, talvez indiana, nós vivemos em uma democracia. Vcs defendem a liberdade de expressão e de organização quando é do seu interesse. Aprendam a conviver com as diferenças, e parem com essa paranoia fascista. Quem ganhou a Guerra Fria não foram os russos, nem os americanos. Foram os chineses, que estão passando o pano na bunda deles.

  25. Essa canalha, e já está provado, quer é ficar no bem bom enquanto o povo se ferra como em Cuba e aqui nas favelas….

    Obrigado, Mauro Júlio, mas esse canalha aqui ao qual vc se refere – que vc acha que está no bem bom – pelo jeito frustrado que vc fala vc deve estar numa miséria danada – não nenhum idiota e sabe muito bem como vive o povo em Cuba, e como vive por aqui. Falar nisso, vc viu quantos empregos foram criados neste mês? Já viu o custo de uma faxineira, cara? De um pedreiro, de um encanador ? Vc sabia que com os 100 reais, que em média cobra um autômomo desse, dá pro cara comprar 45 quilos de arroz por dia? Que um brasileiro que trabalha assim uma semana consegue comprara comida que ele consome individualmente, durante um ano ? E vem falar que esse povo, com 5,7% de desemprego, está passando dificuldade, rapaz ? Já entrou numa casa de favela ultimamente? Sabe quantas casas fora construídas para essa genbte só nesse ano, pelo minha casa minha vida ? Quase um milhão, até agora, cara. Acho enfgraçado como vocês abgrem essa boca de caçapa de vocês para generalizar que o povo brasileiro está mal. Quem está mal é gente como você, que pelo jeito quje se expressa deve estar muito mal. Quem está bem não tem o rancor frustrado e invejoso que vc tem. Vai fazer um curso no PRONATEC e vê se arranja uma ocupação.

  26. A diferença entre um escravo e um indivíduo livre é que o primeiro carrega determinismos impostos por ele mesmo ou pelos outros. Ou os dois juntos.
    Aqui um desses já disse que faz isso ou aquilo como não lê um fulano que não gosta.
    Este fato mostra a sua condição sob limites. Submissa.

    Já o indivíduo livre não carrega preconceitos. Vive o palpável e o visível para orientar seu rumo.

    Fatos.
    Só fatos interessam a esse tipo de pessoa. Não interessando quem os mostre, seja Deus ou o Diabo.

    Céticos não acreditam nem na própria mente, pois sabem que a mente mente. Perceberam sua fenomenologia. O que dificilmente o é para a maioria, que, seguramente, serão capturados por uma ideologia ou religião.

    Aí ficam com essa de “isso eu faço e isso eu não faço”, não por escolha própria, mas por submissão a crenças que os escravizam.

  27. Que tipo de médico ordinário e sem beira é este que indica a seus pacientes o que eles devem ou não ler? Qual o motivo desta preocupação?

    Não recomendo aos meus pacientes a leitura de Olavo de Carvalho.
    O Foro de São Paulo é uma organização multilateral. O estrago proposto pelo Foro de São Paulo é pior do que se pensa.

    O CFM deve saber disto para tomar as devidas providências contra os falsos médicos aparelhados e infiltrados a serviço de Cuba e do FSP. Ou seria o caso da policia apurar falsidade ideológica.

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