A Espanha, favoritissima, volta ao passado de sempre, eliminadissima

Ninguém esperava que os EUA chegassem à semifinal. Italia absoluta, depois Egito, nos calculos os EUA nem apareciam. Pois apareceram. Só que os especialistas lamentavam: “Teve a sorte de chegar, mas de que adianta, se vai enfrentar a Espanha?”.

Sempre adianta.

Unanimidade para a final Brasil – Espanha, agora já completamente desfigurada. Pois os maiores comentaristas não têm duvida, a final será Brasil – EUA. Durmam tranquilos e amanheçam não tão otimistas. (Pelo menos Dunga está atento).

Joel Santana, cumprimentando respeitosamente a extraordinaria figura de Mandela, mostrava confiança e ganhou um sorriso e um aperto de mão de confiança.

E se a final for entre EUA e Africa do Sul? Pode não ser um sucesso de bilheteria. Mas será certamente de critica e de satisfação. Até para mim, por Joel Santana e principalmente por Mandela.

O Brasil ainda tem muito para ganhar.

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