A grande cafetina alvissareira midiática, o blog da Tribuna, a questão do nióbio e os comentários.

Edson F. Carvalho

Vez sim, noutras não, o fundo-de-quintal do blog (espaço reservado democraticamente – que temeridade! – aos comentários dos leitores), embora sem o sempre providencial zás-trás e baba-de-quiabo das redações jornalísticas, reúne material com maior diversidade crítica e didática do que as pautas veiculadas por nossos moicanos da capa.

Presumir-se-á que um leitor, enquanto não duvidar da castidade da mãe-do-outro, pode até estuprar a língua pátria que nenhum de seus cães-de-guarda serão tolos o suficiente para o autoflagelo (suicídio, nem pensar). O máximo a que um leitor pode estar exposto é tornar-se refém das ressonâncias/incitamentos às penas-douradas, com conteúdos políticos/partidários, restando ao ilustre, não mais que o faz-me-rir de um cabo-eleitoral de tacape-na-mão em vias-de-fato com o multicolorido e poderoso/bilionário universo midiático…

Que os nossos ilustradíssimos e longevos comentaristas titulares fazem do fast food da grande imprensa as suas pautas aqui no blog é de dar-linha-na-pipa e se maldizer o nosso já frágil be-a-bá para sacar de coração puro qual é a desses pianos-afinados.

É um tal de dar-nome-aos-bois em tempos rasos que a polícia não precisa nem investigar o indigitado (via de regra do PT e seus pares).

Quem, igual-que-eu, vai direto para Chagas, não perde nada do Nery, e vai direto para Christian, Naveira, Fuchs, Barata, Solon. O que vem de fora, como a quente questão do nióbio, é o que faz a diferença, pois Carlos Newton, um-velha-guarda, anda ocupadíssimo com a missão sagrada e heróica de desconstrução de personagens aloprados, esquecendo-se que o de ontem é também o de hoje.

As grandes questões nacionais são mantidas nas sombras, dando-se destaques às pautas veiculadas pelo nosso circo midiático, a serviço muito mais do enriquecimento ilícito do que outra coisa menos lucrativa.

A grande imprensa não perde a viagem, mantém junto com o Legislativo/Judiciário/Executivo, o nióbio a sete chaves… Contrabando, lá existe!

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