A grande farsa da política está a exigir uma reforma mental, da consciência de cada um alta

Almério Nunes

Reforma Tributária… Reforma Agrária… Reforma Educacional…  Reforma Disso e Daquilo… Reforma da Reforma… Tudo isso junto não significa coisa alguma, já que nada acontecerá. O impostômetro montado e exibido em São Paulo mostra que pagamos cada vez mais… em menos tempo.

E se um dia taxarem os absurdos lucros dos bancos? E se um dia combaterem para valer os sonegadores? E se um dia houver efetivo interesse em tomarmos, todos, conhecimento do que acontece com esta montanha de dinheiro que o governo arrecada e dele não presta conta alguma, para ninguém, seriamente?

Por que será que os advogados especializados em tributos são regiamente pagos pelas empresas? Porque conhecem os caminhos das pedras, sabem como podem protelar as condenações de forma tal que prescrevem e… o país perde sempre.

 

POLÍTICAS PREDATÓRIAS

Adam Smith foi o pensador que primeiro falou em Economia, insurgiu-se tremendamente contra as políticas predatórias e destruidoras das sociedades,  que envolviam cobranças massacrantes e sufocantes dos povos, para o bem-estar dos reis e rainhas.

Voltando a nossos tempos… Para mudar este quadro, seria necessária uma lei. Quem faria esta lei? Quando seria votada? Seria aprovada? Quais seriam os legisladores? Tiririca, Maluf, Sarney, Collor, Garotinho, Barbalho, Renan, Bolsonaro, Lindbergh, João Paulo, Demóstenes e outros como eles. Chances … zero.

A verdadeira Reforma … seria a Reforma Mental de (quase) todo o povo brasileiro. A Reforma da Consciência. A lavagem cerebral imposta por este sistema é de tal ordem, que os roubados ainda são gratos aos seus ladrões e algozes, e neles permanecerão votando e apoiando até o Dia do Juízo Final.

Os congressistas brasileiros são (quase todos) canalhas e vagabundos, gente que nunca trabalhou e vive das sacanagens do dia a dia, em parceria com os governos. Mas, afinal … quem é o maior roubado e massacrado neste processo todo? De quem tiram este dinheirão todo? Do povo.

Se os municípios produtores, cheios de royalties do petróleo, repassassem pelo menos um pouco deste recursos…  seus cidadãos estariam ricos! Haveria escolas, comida, casas e hospitais para todos e ainda ficaria sobrando.

O município de Presidente Kennedy (estive lá), no Espírito Santo, é uma esquinazinha, apenas, mas recebe toneladas e toneladas de royalties. Milhões de reais! E o povo de Presidente Kennedy, como está? Sofrido, sem dinheiro para nada. É um filme velho.

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