A intolerável fraqueza das nossas Forças Armadas diante da cobiça das riquezas brasileiras

Welinton Naveira e Silva

Num planeta de gente perigosa e armada com poder nuclear, possuir e ostentar siderais e diversificadas fortunas como a cobiçada Amazônia e suas fabulosas riquezas naturais, as mais diversas, dentre elas, minérios, estratégicos, biodiversidades, gigantescas reservas de água doce, petróleo, gás e outras infinitas potencialidades já catalogadas e ainda por catalogar, mas sem possuir os meios eficientes de defesa, é coisa intolerável e de gente suicida.

Como se toda essa fortuna já não fosse suficiente para despertar a cobiça e a ganância de poderosos bandidos, temos agora as gigantescas jazida de petróleo do Pré-Sal. É preocupante a nossa capacidade para dissuadir o inimigo, principalmente, o maior bandoleiro do planeta. Que o digam os desgraçados e humilhados povos do Iraque da Líbia.

Com tamanhas fortunas que temos, e ainda aos estratégicos interesses tecnológicos e comerciais da economia mundial de hoje, em plena decadência do capitalismo, faz-se necessário não ser imprevidente e burro. O preço a pagar será alto demais.

Dentre importantes providências no fortalecimento de nossa capacidade de dissuasão, encontra-se a conclusão do nosso submarino nuclear, iniciado ainda no governo militar. Nunca nos faltou competência tecnológica. Já demos incontáveis provas disso. Continua faltando é coragem, patriotismo e visão estratégica maior. Com a debilidade militar que temos, não se pode seguir acreditando que nada de ruim poderá nos acontecer.

Nem é possível continuar cumprindo o acordo de não proliferação nuclear assinado por FHC/PSDB, ato de traição aos maiores interesses e soberania do Brasil. Precisamos agir logo, enquanto há tempo, para que tenhamos condições de evitar semelhantes desgraças e humilhações que abateram sobre duas nações ricas em petróleo, mas desarmadas.

Só precisamos fazer a coisa certa, de modo inteligente e rápido, numa visão maior, de aspectos estratégicos militares e comerciais, do Brasil e da América Latina, com a maior honestidade exigida para com o dinheiro público. Mas quem se dispõe a fazer a coisa certa?

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