A ponta do iceberg

Mauro Santayana

Um agente da ABIN, identificado como Igor Pouchain Matela, foi preso no dia 18, em manifestação no Rio de Janeiro,  ao tentar  impedir a prisão de Carla Hirt que atirava pedras contra a polícia, e estava em sua companhia. A informação sugeriu novas indagações a propósito da infiltração, nas manifestações, de grupos organizados.

Tão grave quanto a presença de um agente federal de inteligência, teoricamente treinado para defender as instituições, estar presente em uma passeata que terminou de forma violenta, nas cercanias da residência de um governador, é o fato de a ABIN, em nota oficial, admitir que não tinha informações prévias da manifestação, e dela soube  pelos jornais.

O mínimo que se espera, por parte da área de inteligência, é que esses eventos sejam monitorados, ou, pelo menos, que deles tenha  prévio conhecimento: qualquer pessoa com acesso a um computador é capaz de fazê-lo. Como sabemos, é mediante as redes que se marcam as manifestações.
 Deve ser do interesse da ABIN, assim como da Polícia Federal e das organizações policiais dos estados, saber o que está ocorrendo. Essa previsão é necessária, não para reprimir os protestos pacíficos, garantidos pela Constituição, mas pela constante presença de grupos organizados de arruaceiros, interessados em destruir o patrimônio público e privado, e em provocar a repressão das forças policiais – com desastrosas conseqüências para a governabilidade.
O episódio da prisão do agente da ABIN, no Rio de Janeiro, se soma a outro fato curioso, no contexto das manifestações: recordemos aqui a denúncia de um cidadão que se intitula integralista, Marcio Hiroshi, de que o movimento do qual participa estaria usando grupos de “carecas” para tumultuar as passeatas, atacando militantes de partidos e as forças policiais.
Pelo noticiário, pelo menos um membro da PM de São Paulo teria sido visto quebrando com pesada pedra o pára-brisa da própria viatura, e um fuzileiro naval detido, durante a frustrada invasão do prédio do Itamaraty.VANDALISMO
Finalmente, esta semana, algumas centenas de manifestantes mascarados dos Black Blocs partiram mais uma vez para a violência, quebrando 13 agências bancárias na Avenida Paulista. A arruaça contribuiu para paralisar a cidade com  engarrafamento de dezenas de quilômetros.
Estranhamente, embora ocorrida em São Paulo, a manifestação de sexta-feira estava dirigida principalmente contra o Governador Sérgio Cabral, do Rio de Janeiro. Compreende-se que o Governador Sérgio Cabral, com apenas 12% de aprovação nas últimas pesquisas, não esteja vivendo, neste momento, uma fase de grande simpatia por parte do público.
Mas, com certeza, não é mero fruto do acaso ter sido ele o primeiro dirigente político a merecer manifestações contrárias fora de seu estado, e ao mesmo tempo, ter sido o primeiro governador a  designar uma Comissão Especial para investigar os atos de vandalismo que têm ocorrido no Rio de Janeiro.
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15 thoughts on “A ponta do iceberg

  1. Gente da pior espécie infiltrada, descaradamente, no jornalismo, como santayana, Jânio de F, Mino, faz o seu papelzinho sujo como chapa-branca que é.
    Escreve insistentes artigos tentando desqualificar o STF, principalmente na pessoa de Joaquim Barbosa, por esta instituição, pilar da democracia, condenar o bando do PT que queria destruí-la.
    Agora, aí em cima, santayana faz o mesmo com as legítimas manifestação desse povo massacrado pelo fortíssimo e corrupto estado brasileiro, que agora está sob o comando do PT, seu partido, lançando mão de tudo que é factóide para anulá-las.

  2. Perigosa época mundial

    Lá no primeiro mundo, a devastadora crise do capitalismo prossegue, desde 2008, fazendo milhares de desempregados, inclusive, grandes demissões de funcionários públicos, reduções nos salários de aposentados e de trabalhadores que conseguiram manter-se em seus empregos. Em paralelo a essa infernal crise mundial, surgem distúrbios, depredações, vandalismos e violentas revoltas com muito sangue pelo Oriente Médio, com impudente inofensivo nome “primavera árabe”. É muito sadismo.

    Apesar de toda a grande crise mundial, aqui no Brasil, graças as políticas de Lula/PT e de Dilma/PT, estamos indo em frente, com os mais baixos índices mundiais de desemprego. A inflação que andou dando sinais, já está controlada. Apesar disso, continuam as manifestações de ruas que surgiram num passe de mágica, simultaneamente por todo o Brasil, compostas por pacíficos despolitizados jovens de classe média, mas sempre, acompanhados de grande turma de mascarados fazendo inacreditáveis badernas e vandalismos, bem debaixo do nariz da polícia, inexplicavelmente inoperante, compondo junto com a grande “mídia livre”, estranho quadro de muita tolerância diante de tamanhas bandalheiras, vandalismos e saques. Tudo muito esquisito.

    Os responsáveis pelas continuadas baderna, atos de vandalismos, depredações de bancos e de concessionárias de veículos, roubos e pilhagens de lojas, especialmente no Rio de Janeiro e em São Paulo, parecem decididos a empurrar o principal eixo econômico e financeiro do Brasil, para o abismo do caos econômico. A julgar pelos atos de selvagerias apresentados, custa a acreditar em suas pregações de combate a velha grande corrupção. Não pode ser. Há algo de errado nisso.

    Roubar pouco dá cadeia. Sabe-se também, que roubar muito não traz problemas algum desde que devidamente partilhado com poderosos bandidos. Por conta dessa cruel realidade do sistema capitalista, há que indagar se esses baderneiros e saqueadores de lojas, na verdade, estariam reivindicando o direito de participar (quem sabe, de continuar) na grande pilhagem dos recursos públicos e privados.
    Se isso é verdade, menos mal. Fazer o que. Afinal, já temos muitos corruptos e ladrões, livres e impunes, e um pouco a mais, não vai alterar a pesada carga sobre os trabalhadores. Cínica e cruel verdade. Agora, se isso não é verdade, mas sim, coisa muito pior. Algo do tipo trama montada e dirigida pela CIA, contando com a traição de indivíduos daqui. Então, o nosso holocausto “primavera brasileira” está bem as nossas portas. E, caso não apareça poderosas forças nacionalistas para dar um basta a esses covardes traidores da Pátria, em breve as cidades do Brasil passaram a ser campo de devastadoras batalhas e destruições, com milhares de mortos, feridos e mutilados. O desemprego e as selvagens violências tomarão conta da Nação. Rumaremos para a tragédia que tomou conta do Iraque, Líbia, Afeganistão, Síria, Egito e outros.

  3. Perigosa época mundial

    Lá no primeiro mundo, a devastadora crise do capitalismo prossegue, desde 2008, fazendo milhares de desempregados, inclusive, grandes demissões de funcionários públicos, reduções nos salários de aposentados e de trabalhadores que conseguiram manter-se em seus empregos. Em paralelo a essa infernal crise mundial, surgem distúrbios, depredações, vandalismos e violentas revoltas com muito sangue pelo Oriente Médio, com impudente inofensivo nome “primavera árabe”. É muito sadismo.

    Apesar de toda a grande crise mundial, aqui no Brasil, graças as políticas de Lula/PT e de Dilma/PT, estamos indo em frente, com os mais baixos índices mundiais de desemprego. A inflação que andou dando sinais, já está controlada. Apesar disso, continuam as manifestações de ruas que surgiram num passe de mágica, simultaneamente por todo o Brasil, compostas por pacíficos despolitizados jovens de classe média, mas sempre, acompanhados de grande turma de mascarados fazendo inacreditáveis badernas e vandalismos, bem debaixo do nariz da polícia, inexplicavelmente inoperante, compondo junto com a grande “mídia livre”, estranho quadro de muita tolerância diante de tamanhas bandalheiras, vandalismos e saques. Tudo, muito esquisito.

    Os responsáveis pelas continuadas badernas, atos de vandalismos, depredações de bancos e de concessionárias de veículos, roubos e pilhagens de lojas, especialmente no Rio de Janeiro e em São Paulo, parecem decididos a empurrar o principal eixo econômico e financeiro do Brasil, para o abismo do caos econômico. A julgar pelos atos de selvagerias apresentados, custa a acreditar em suas pregações de combate a velha grande corrupção. Não pode ser. Há algo de errado nisso.

    Roubar pouco dá cadeia. Sabe-se também, que roubar muito não traz problemas algum desde que devidamente partilhado com poderosos bandidos. Por conta dessa cruel realidade do sistema capitalista, há que indagar se esses baderneiros e saqueadores de lojas, na verdade, estariam reivindicando o direito de participar (quem sabe, de continuar) na grande pilhagem dos recursos públicos e privados.

    Se isso é verdade, menos mal. Fazer o que. Afinal, já temos muitos corruptos e ladrões, livres e impunes, e um pouco a mais, não vai alterar a pesada carga sobre os trabalhadores. Cínica e cruel verdade. Agora, se isso não é verdade, mas sim, coisa muito pior. Algo do tipo trama montada e dirigida pela CIA, contando com a traição de indivíduos daqui. Então, o nosso holocausto “primavera brasileira” está bem as nossas portas. E, caso não apareça poderosas forças nacionalistas para dar um basta a esses covardes traidores da Pátria, em breve as cidades do Brasil passaram a ser campo de devastadoras batalhas e destruições, com milhares de mortos, feridos e mutilados. O desemprego e as selvagens violências tomarão conta da Nação. Rumaremos para a tragédia que tomou conta do Iraque, Líbia, Afeganistão, Síria, Egito e outros.

  4. Mauro Júlio,

    Você sempre destila veneno contra o Satayana, não importa
    sobre o que êle escreva, Seytrym está correto, nao contra-argumenta.
    Por ódio, ou me pareçe que seu verbo é curto mesmo.
    Seu caso é patológico, parece paixão não correspondida, procure
    um psiquiatra, não sei quantos anos possui, mas a esperança e cura para todos.

  5. Mauro Santayana, é um comunista que hoje bate no peito e proclama que a hora chegou! Mas, reflexivo percebe que ainda falta muito para a perfeição do “sistema” sonhado. Depois de 10 anos de poder algo está tomando forma, e não(pensa ele, com ternura) estamos para brincadeiras, pois no fundo, ao demonstrar indignação, está aplaudindo a baderna alimentada por gente do PT, do governo petista e do Foro de São Paulo. Como todo “bom” comunista Mauro Santayana é uma laranja podre no cesto social, muitos o seguem entusiasmados pelos progressos da administração do PT, não em prol do Brasil, mas em prol de uma cartilha ideológica escrita por um bando de cretinos que estão nadando em beneficio próprio. Atraindo assim, a simpatia de grande numero de seguidores e adoradores em sua defesa. Sobre isso, Sidney Silveira, do blog Contra Impugnantes faz a seguinte observação:
    O genuíno idiota só consegue ter certezas coletivas.
    As suas verdades são de caráter numérico, razão pela qual sente-se psicologicamente confortável apenas no rebanho a que adere.
    O idiota sempre eleva a opinião da maioria ao plano das verdades intocáveis, daí ser pessoa incapaz de real diálogo e grandemente intolerante para com as objeções ou o convívio com os desiguais. Ele conduz qualquer discussão a uma infernal mistura de premissas e assuntos diversos, que reunidos compõem uma massa amorfa e avassaladora à qual é impossível responder detidamente.
    O idiota é o homem-massa que idolatra a si mesmo ao querer pasteurizar tudo e todos à sua imagem e semelhança.
    Qualquer certeza — por fundamentada que seja — proclamada por alguém de fora de seu grupo é tida pelo idiota como pretensão desmedida, a ser escarnecida de todas as formas.

    O espírito de grupo do idiota é a prova material de sua incapacidade de elevar-se ao nível das certezas teoréticas, fruto de reflexões continuadas e paciente estudo. Seu ódio à excelência costuma esconder-se por trás das bandeiras “democráticas” com que tem a sensação vertiginosa do heroísmo e da superioridade moral e intelectual sobre os adversários.

    Opinar contrariamente às evidências é prática comum do idiota, razão pela qual o melhor que uma pessoa de bom senso deve fazer é não prosseguir jamais na discussão com ele.
    Seria idiotice imperdoável.
    O idiota é a prova cabal do mistério que há entre o céu e a terra.
    Agora, para o caso patológico da corrente doutrinaria de Mauro Santayana, recorro ao filosofo Olavo de Carvalho que assim o descreve e pode explicar melhor sua maneira de operar e divulgar o mal:
    Antes de analisar qualquer coisa que o sr. Mauro Santayana escreva, é preciso saber que ele trabalhou como comentarista político da Rádio Praga, órgão oficial do governo comunista checo, e foi nada menos que redator-chefe das emissões em português da Rádio Havana. Essas estações nunca praticaram o jornalismo, no sentido normal do termo. Eram órgãos de desinformação, partes integrantes da polícia política comunista. A segunda ainda é. Chamar o sr. Santayana de “jornalista” tout court, sem esclarecer o uso específico que ele faz dessa fachada profissional, é sobrepor um formalismo burocrático-sindical à realidade substantiva do trabalho que ele exerce. Ele é, sob todos os aspectos possíveis e imagináveis, um agente de influência comunista. O jornalismo é o canal, não a substância da sua atividade.

    Um agente de influência não faz propaganda comunista. Mantém-se numa posição discreta, equilibrada, e só procura influenciar as autoridades e os formadores de opinião em pontos determinados, precisos, para induzi-los a decisões que sirvam à estratégia comunista sob pretextos que não pareçam comunistas de maneira alguma. Esse esforço só se intensifica e sobe de tom quando se trata de medidas urgentes, vitais para a sobrevivência do movimento comunista. É só aí que o lobo perde a compostura ovina, rosna, mostra os dentes e sai mordendo.

    No momento a coisa mais urgente e vital para o comunismo na América Latina é afastar a ameaça de uma investigação fiscal no Foro de São Paulo. É urgente e vital porque há 23 anos essa entidade gasta fortunas incalculáveis, transportando incessantemente centenas de políticos, intelectuais, militantes e terroristas entre todas as capitais do continente, hospedando-os nos melhores hotéis, sem jamais informar à população de onde veio o dinheiro. O envolvimento de alguns de seus membros mais prestigiosos no narcotráfico é fato notório, comprovado por depoimento do traficante Fernandinho Beira-Mar e pelos computadores do ex-comandante das Farc, Raul Reyes, apreendidos pelo exército colombiano.

    O Foro de São Paulo é o comando estratégico do movimento comunista latino-americano. Faz e desfaz governos, interfere na política interna de dezenas de países, decide os destinos do continente, fornece cobertura a terroristas e narcotraficantes e, segundo confissão do seu fundador e nosso ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva, faz tudo isso de modo calculado para que “as pessoas não percebam do que estamos falando” (sic). Chamar isso de conspiração não é portanto uma “teoria”. É usar o termo apropriado para definir um fato tal como descrito pelo seu autor principal.

    Durante dezesseis anos o Foro cresceu em segredo, sob a proteção da mídia cúmplice que negava a sua existência e que, quando não pôde mais fazer isso, passou a mostrá-lo sob aparência maquiada, como um inofensivo “clube de debates”. A desconversa não pegou, é claro, em primeiro lugar porque nenhum clube de debates emite resoluções unânimes repletas de comandos a ser seguidos pelos participantes; e, em segundo lugar, porque o próprio fundador da coisa deu com a língua nos dentes, no discurso que pronunciou no décimo-quinto aniversário de fundação da entidade.

    A simples ajuda mútua entre os partidos legais e as quadrilhas de terroristas e narcotraficantes que o compõem já bastaria para fazer do próprio Foro, como um todo, uma organização criminosa no sentido mais estrito e legal do termo, mesmo sem levantar a hipótese, praticamente inevitável, de que a troca de vantagens políticas importasse em benefícios financeiros ilícitos para qualquer das partes.

    No entanto, entre tantos segredos que preenchem a história do Foro, as finanças são ainda o mais bem guardado. Mesmo depois que, forçado pelas circunstâncias a passar do silêncio ao exibicionismo histriônico, o seu atual dirigente Valter Pomar decidiu embelezá-lo como entidade transparente e aberta ao público, nem uma palavra veio à sua boca em resposta à pergunta decisiva e proibida: Quem paga a festa? Quem pagou durante 23 anos? As Farc? O governo brasileiro? O petróleo do sr. Hugo Chávez? Cadê os recibos? Cadê as notas fiscais? Cadê as autorizações de despesa?

    Quem lançou essa pergunta, semanas atrás, fui eu (v. http://www.olavodecarvalho.org/semana/130626dc.html). Esperava que, como todas as anteriores que coloquei no ar, ela caísse em ouvidos moucos. Para minha surpresa, alguns grupos de jovens, que não conheço e que não me consultaram em nada, deram-lhe atenção e fizeram dela uma das bandeiras do seu movimento “Marcha das Famílias”. Embora a passeata que organizaram contra o comunismo reunisse não mais de cem pessoas, ela espalhou pelas ruas e pela internet o mais óbvio, inegável e legítimo dos pedidos: auditoria no Foro de São Paulo, já!

    Aí, é claro, foi o pânico. Antes mesmo que qualquer solicitação formal de uma investigação fosse enviada ao Ministério Público ou à Receita Federal, era preciso criar contra ela uma predisposição hostil para dissuadir as autoridades, a priori, da tentação de atendê-la.

    Primeiro veio então a página do “Opera Mundi” que, naquele tom lacrimejante próprio dos crocodilos, se queixava de que o Foro “sofria ameaças violentas”. Coitadinho. Ele só tem, para defendê-lo, os exércitos de Cuba e da Venezuela, as tropas das Farc e a militância armada do MST e da Via Campesina, sem contar o governo brasileiro. Não é mesmo para ficar aterrorizado ante umas dezenas de estudantes que o xingam pela internet?

    Mas logo depois dessa palhaçada entrou em cena, como era de se esperar, o sr. Mauro Santayana. E veio com uma conversa muito mais interessante. Veremos no próximo artigo.
    A concatenação das frases é calculada para injetar na mente do leitor uma conclusão pela qual o sr. Santayana, se espremido contra a parede, poderá em seguida se isentar de toda responsabilidade.

    O apelo hipócrita à retórica antinazista como escudo de proteção é aliás um dos traços mais velhos e inconfundíveis da desinformação comunista.

    O sr. Mauro Santayana, escrevendo na Carta Maior do dia 14 (http://cartamaior.com.br/templates/colunaMostrar.cfm?coluna_id=6197), não vem com choradeiras: esbraveja, ameaça, pede prisão para toda uma categoria de indivíduos que ele rotula genericamente de “hitlernautas”, mas dos quais não cita um nome sequer nem fonte onde se possa encontrá-los.

    Pelo artigo entende-se, no máximo, que fizeram uma passeata e escrevem contra o Foro de São Paulo nas suas páginas da internet.

    Os “hitlernautas”, segundo ele, são todos uns belos neonazistas, e seus websites constituem “o espelho de certas organizações fascistas internacionais” (sic), das quais ele também não cita nenhuma.

    Investindo contra alvos tão indefinidos, o sr. Santayana está livre para acusá-los do que bem entenda e até para lhes imputar crimes cometidos sete décadas atrás, quando eles ainda não haviam nascido e a internet não existia: “Sob seus olhos frios, seus gritos carregados de ódio, milhões de inocentes foram torturados, levados às câmaras de gás, e incinerados, em Auschwitz, Maidanek, Birkenau, Dachau, Sachsenhausen – e em dezenas de outros campos de extermínio montados por ordem de Hitler.
Os hitlernautas não devem ser subestimados.”

    Ele pode, é claro, alegar que não quis dizer isso, que apenas fez um paralelo histórico. Mas a concatenação das frases é calculada para injetar na mente do leitor uma conclusão pela qual o sr. Santayana, se espremido contra a parede, poderá em seguida se isentar de toda responsabilidade. Digo mesmo que isso é um dos traços característicos da sua maneira de escrever. Por exemplo: a palavra “espelho”. Quer ela dizer que as páginas acusadas apenas se parecem, na imaginação do sr. Santayana, com as de “certas organizações fascistas internacionais”, ou que seus autores têm alguma ligação com essas entidades? É quase impossível que o leitor, se tem algum respeito pelo sr. Santayana, não aposte nesta segunda hipótese. Mas o próprio articulista, se alguém lhe exigir as provas que ele evidentemente não tem, será o primeiro a alegar que só quis insinuar uma vaga semelhança, sem acusar ninguém de coisa mais substantiva. O estilo é o homem: o sr. Santayana parece um lobo feroz, mas é um lobo esculpido em sabonete, pronto a escorregar, diluir-se e desaparecer ao primeiro sinal de perigo.

    Para não dizer que tudo no seu artigo é insinuação vaga, ele informa que os referidos saem de casa levando coquetéis Molotov (um hábito notoriamente direitista, como se vê pelo nome), jogam pedras na polícia, quebram prédios públicos, saqueiam lojas e põem fogo em carros da imprensa.

    Em vista de tão nefandos crimes, conclui o articulista: “Cabe ao Ministério Público, com a ajuda da Polícia Federal, identificá-los e denunciá-los à Justiça, para que sejam julgados e punidos, em defesa da democracia.”

    Se ele permanece mudo quanto aos nomes dos acusados, não é porque não os conheça: é porque sabe que entre os agitadores infiltrados na massa de manifestantes e responsáveis pelo atos acima referidos não há um único “direitista”, seja isto lá o que for – só militantes de partidos de esquerda e funcionários da Presidência da República. O silêncio, pelo menos nessas horas, é mesmo de ouro.

    Eu, porém, que não sou pago para defender uma agenda específica e sim para escrever livremente o que bem deseje, posso tranqüilamente citar algumas fontes onde o leitor encontrará os nomes e os fatos que o sr. Santayana lhe sonega:

    · http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2013/06/1295714-servico-secreto-da-pm-diz-que-psol-recruta-punks-para-protestos.shtml

    · http://globotv.globo.com/globo-news/jornal-das-dez/v/policia-identifica-suspeitos-de-liderar-manifestacao-de-sexta-feira-14-em-brasilia/2640187/

    · http://blogs.estadao.com.br/selecao-universitaria/politicos-pagam-fianca-de-manifestantes-presos-em-fortaleza/

    · http://jornaldehoje.com.br/filho-do-vereador-marcos-do-psol-e-detido-com-coquetel-molotov-diz-pm/

    Viram quem saiu às ruas levando um coquetel Molotov? Viram quem contratou e pagou punks para destruir prédios públicos, bater na polícia, etc.? Viram quem apadrinha e protege os vândalos? Entendem por que o sr. Santayana não pode apontar nomes e fatos, apenas escondê-los e achincalhar a multidão genérica dos inocentes sob o rótulo fácil e boboca de “hitlernautas”?

    O apelo hipócrita à retórica antinazista como escudo de proteção é aliás um dos traços mais velhos e inconfundíveis da desinformação comunista. E não uso a palavra “desinformação” como um vago insulto, como o fazem os próprios comunistas (o sr. Valter Pomar, por exemplo). Uso-a no sentido técnico e estrito da palavra, para designar operações de engodo estratégico como aquela montada pelo governo soviético nos anos 30: alimentar e fortalecer o poder nazista para jogá-lo contra as potências ocidentais e depois posar de defensor do mundo contra o “flagelo nazista”. A coisa foi um sucesso: deu a Stálin o domínio sobre meia Europa e ainda forneceu a gerações de mentirosos profissionais comunistas um chavão de fácil manejo e uso praticamente ilimitado: chame o adversário de nazista e instantaneamente ele parecerá culpado de tudo o que os comunistas fazem. E o emprego desse ardil não foi só literário: para dar-lhe mais credibilidade, a Stasi, polícia secreta da Alemanha Oriental comunista, criou, subsidiou e espalhou na Alemanha Ocidental dezenas de organizações neonazistas para fins de diversionismo e camuflagem. Com a unificação das Alemanhas, o “neonazismo”, é claro, definhou um bocado.

  6. Essa gente governista morre de raivinha quando alguém traz fatos que contraria suas crenças.

    Alguns vêm nisso um perigo de perder privilégios.
    Gente religiosa precisa de sacerdotes ou mentores e, santayana está aí para dar o que querem.

  7. Mauro Santayana, é um comunista que hoje bate no peito e proclama que a hora chegou! Mas, reflexivo percebe que ainda falta muito para a perfeição do “sistema” sonhado. Depois de 10 anos de poder algo está tomando forma, e não(pensa ele, com ternura) estamos para brincadeiras, pois no fundo, ao demonstrar indignação, está aplaudindo a baderna alimentada por gente do PT, do governo petista e do Foro de São Paulo. Como todo “bom” comunista Mauro Santayana é uma laranja podre no cesto social, muitos o seguem entusiasmados pelos progressos da administração do PT, não em prol do Brasil, mas em prol de uma cartilha ideológica escrita por um bando de cretinos que estão nadando em beneficio próprio. Atraindo assim, a simpatia de grande numero de seguidores e adoradores em sua defesa. Sobre isso, Sidney Silveira, do blog Contra Impugnantes faz a seguinte observação:
    O genuíno idiota só consegue ter certezas coletivas.
    As suas verdades são de caráter numérico, razão pela qual sente-se psicologicamente confortável apenas no rebanho a que adere.
    O idiota sempre eleva a opinião da maioria ao plano das verdades intocáveis, daí ser pessoa incapaz de real diálogo e grandemente intolerante para com as objeções ou o convívio com os desiguais. Ele conduz qualquer discussão a uma infernal mistura de premissas e assuntos diversos, que reunidos compõem uma massa amorfa e avassaladora à qual é impossível responder detidamente.
    O idiota é o homem-massa que idolatra a si mesmo ao querer pasteurizar tudo e todos à sua imagem e semelhança.
    Qualquer certeza — por fundamentada que seja — proclamada por alguém de fora de seu grupo é tida pelo idiota como pretensão desmedida, a ser escarnecida de todas as formas.

    O espírito de grupo do idiota é a prova material de sua incapacidade de elevar-se ao nível das certezas teoréticas, fruto de reflexões continuadas e paciente estudo. Seu ódio à excelência costuma esconder-se por trás das bandeiras “democráticas” com que tem a sensação vertiginosa do heroísmo e da superioridade moral e intelectual sobre os adversários.

    Opinar contrariamente às evidências é prática comum do idiota, razão pela qual o melhor que uma pessoa de bom senso deve fazer é não prosseguir jamais na discussão com ele.
    Seria idiotice imperdoável.
    O idiota é a prova cabal do mistério que há entre o céu e a terra.
    Agora, para o caso patológico da corrente doutrinaria de Mauro Santayana, recorro ao filosofo Olavo de Carvalho que assim o descreve e pode explicar melhor sua maneira de operar e divulgar o mal:
    Antes de analisar qualquer coisa que o sr. Mauro Santayana escreva, é preciso saber que ele trabalhou como comentarista político da Rádio Praga, órgão oficial do governo comunista checo, e foi nada menos que redator-chefe das emissões em português da Rádio Havana. Essas estações nunca praticaram o jornalismo, no sentido normal do termo. Eram órgãos de desinformação, partes integrantes da polícia política comunista. A segunda ainda é. Chamar o sr. Santayana de “jornalista” tout court, sem esclarecer o uso específico que ele faz dessa fachada profissional, é sobrepor um formalismo burocrático-sindical à realidade substantiva do trabalho que ele exerce. Ele é, sob todos os aspectos possíveis e imagináveis, um agente de influência comunista. O jornalismo é o canal, não a substância da sua atividade.

    Um agente de influência não faz propaganda comunista. Mantém-se numa posição discreta, equilibrada, e só procura influenciar as autoridades e os formadores de opinião em pontos determinados, precisos, para induzi-los a decisões que sirvam à estratégia comunista sob pretextos que não pareçam comunistas de maneira alguma. Esse esforço só se intensifica e sobe de tom quando se trata de medidas urgentes, vitais para a sobrevivência do movimento comunista. É só aí que o lobo perde a compostura ovina, rosna, mostra os dentes e sai mordendo.

    No momento a coisa mais urgente e vital para o comunismo na América Latina é afastar a ameaça de uma investigação fiscal no Foro de São Paulo. É urgente e vital porque há 23 anos essa entidade gasta fortunas incalculáveis, transportando incessantemente centenas de políticos, intelectuais, militantes e terroristas entre todas as capitais do continente, hospedando-os nos melhores hotéis, sem jamais informar à população de onde veio o dinheiro. O envolvimento de alguns de seus membros mais prestigiosos no narcotráfico é fato notório, comprovado por depoimento do traficante Fernandinho Beira-Mar e pelos computadores do ex-comandante das Farc, Raul Reyes, apreendidos pelo exército colombiano.

    O Foro de São Paulo é o comando estratégico do movimento comunista latino-americano. Faz e desfaz governos, interfere na política interna de dezenas de países, decide os destinos do continente, fornece cobertura a terroristas e narcotraficantes e, segundo confissão do seu fundador e nosso ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva, faz tudo isso de modo calculado para que “as pessoas não percebam do que estamos falando” (sic). Chamar isso de conspiração não é portanto uma “teoria”. É usar o termo apropriado para definir um fato tal como descrito pelo seu autor principal.

    Durante dezesseis anos o Foro cresceu em segredo, sob a proteção da mídia cúmplice que negava a sua existência e que, quando não pôde mais fazer isso, passou a mostrá-lo sob aparência maquiada, como um inofensivo “clube de debates”. A desconversa não pegou, é claro, em primeiro lugar porque nenhum clube de debates emite resoluções unânimes repletas de comandos a ser seguidos pelos participantes; e, em segundo lugar, porque o próprio fundador da coisa deu com a língua nos dentes, no discurso que pronunciou no décimo-quinto aniversário de fundação da entidade.

    A simples ajuda mútua entre os partidos legais e as quadrilhas de terroristas e narcotraficantes que o compõem já bastaria para fazer do próprio Foro, como um todo, uma organização criminosa no sentido mais estrito e legal do termo, mesmo sem levantar a hipótese, praticamente inevitável, de que a troca de vantagens políticas importasse em benefícios financeiros ilícitos para qualquer das partes.

    No entanto, entre tantos segredos que preenchem a história do Foro, as finanças são ainda o mais bem guardado. Mesmo depois que, forçado pelas circunstâncias a passar do silêncio ao exibicionismo histriônico, o seu atual dirigente Valter Pomar decidiu embelezá-lo como entidade transparente e aberta ao público, nem uma palavra veio à sua boca em resposta à pergunta decisiva e proibida: Quem paga a festa? Quem pagou durante 23 anos? As Farc? O governo brasileiro? O petróleo do sr. Hugo Chávez? Cadê os recibos? Cadê as notas fiscais? Cadê as autorizações de despesa?

    Quem lançou essa pergunta, semanas atrás, fui eu. Esperava que, como todas as anteriores que coloquei no ar, ela caísse em ouvidos moucos. Para minha surpresa, alguns grupos de jovens, que não conheço e que não me consultaram em nada, deram-lhe atenção e fizeram dela uma das bandeiras do seu movimento “Marcha das Famílias”. Embora a passeata que organizaram contra o comunismo reunisse não mais de cem pessoas, ela espalhou pelas ruas e pela internet o mais óbvio, inegável e legítimo dos pedidos: auditoria no Foro de São Paulo, já!

    Aí, é claro, foi o pânico. Antes mesmo que qualquer solicitação formal de uma investigação fosse enviada ao Ministério Público ou à Receita Federal, era preciso criar contra ela uma predisposição hostil para dissuadir as autoridades, a priori, da tentação de atendê-la.

    Primeiro veio então a página do “Opera Mundi” que, naquele tom lacrimejante próprio dos crocodilos, se queixava de que o Foro “sofria ameaças violentas”. Coitadinho. Ele só tem, para defendê-lo, os exércitos de Cuba e da Venezuela, as tropas das Farc e a militância armada do MST e da Via Campesina, sem contar o governo brasileiro. Não é mesmo para ficar aterrorizado ante umas dezenas de estudantes que o xingam pela internet?

    Mas logo depois dessa palhaçada entrou em cena, como era de se esperar, o sr. Mauro Santayana. E veio com uma conversa muito mais interessante. Veremos no próximo artigo.
    A concatenação das frases é calculada para injetar na mente do leitor uma conclusão pela qual o sr. Santayana, se espremido contra a parede, poderá em seguida se isentar de toda responsabilidade.

    O apelo hipócrita à retórica antinazista como escudo de proteção é aliás um dos traços mais velhos e inconfundíveis da desinformação comunista.

    O sr. Mauro Santayana, escrevendo na Carta Maior do dia 14, não vem com choradeiras: esbraveja, ameaça, pede prisão para toda uma categoria de indivíduos que ele rotula genericamente de “hitlernautas”, mas dos quais não cita um nome sequer nem fonte onde se possa encontrá-los.

    Pelo artigo entende-se, no máximo, que fizeram uma passeata e escrevem contra o Foro de São Paulo nas suas páginas da internet.

    Os “hitlernautas”, segundo ele, são todos uns belos neonazistas, e seus websites constituem “o espelho de certas organizações fascistas internacionais” (sic), das quais ele também não cita nenhuma.

    Investindo contra alvos tão indefinidos, o sr. Santayana está livre para acusá-los do que bem entenda e até para lhes imputar crimes cometidos sete décadas atrás, quando eles ainda não haviam nascido e a internet não existia: “Sob seus olhos frios, seus gritos carregados de ódio, milhões de inocentes foram torturados, levados às câmaras de gás, e incinerados, em Auschwitz, Maidanek, Birkenau, Dachau, Sachsenhausen – e em dezenas de outros campos de extermínio montados por ordem de Hitler.
Os hitlernautas não devem ser subestimados.”

    Ele pode, é claro, alegar que não quis dizer isso, que apenas fez um paralelo histórico. Mas a concatenação das frases é calculada para injetar na mente do leitor uma conclusão pela qual o sr. Santayana, se espremido contra a parede, poderá em seguida se isentar de toda responsabilidade. Digo mesmo que isso é um dos traços característicos da sua maneira de escrever. Por exemplo: a palavra “espelho”. Quer ela dizer que as páginas acusadas apenas se parecem, na imaginação do sr. Santayana, com as de “certas organizações fascistas internacionais”, ou que seus autores têm alguma ligação com essas entidades? É quase impossível que o leitor, se tem algum respeito pelo sr. Santayana, não aposte nesta segunda hipótese. Mas o próprio articulista, se alguém lhe exigir as provas que ele evidentemente não tem, será o primeiro a alegar que só quis insinuar uma vaga semelhança, sem acusar ninguém de coisa mais substantiva. O estilo é o homem: o sr. Santayana parece um lobo feroz, mas é um lobo esculpido em sabonete, pronto a escorregar, diluir-se e desaparecer ao primeiro sinal de perigo.

    Para não dizer que tudo no seu artigo é insinuação vaga, ele informa que os referidos saem de casa levando coquetéis Molotov (um hábito notoriamente direitista, como se vê pelo nome), jogam pedras na polícia, quebram prédios públicos, saqueiam lojas e põem fogo em carros da imprensa.

    Em vista de tão nefandos crimes, conclui o articulista: “Cabe ao Ministério Público, com a ajuda da Polícia Federal, identificá-los e denunciá-los à Justiça, para que sejam julgados e punidos, em defesa da democracia.”

    Se ele permanece mudo quanto aos nomes dos acusados, não é porque não os conheça: é porque sabe que entre os agitadores infiltrados na massa de manifestantes e responsáveis pelo atos acima referidos não há um único “direitista”, seja isto lá o que for – só militantes de partidos de esquerda e funcionários da Presidência da República. O silêncio, pelo menos nessas horas, é mesmo de ouro.

    Eu, porém, que não sou pago para defender uma agenda específica e sim para escrever livremente o que bem deseje, posso tranqüilamente citar algumas fontes onde o leitor encontrará os nomes e os fatos que o sr. Santayana lhe sonega:

    Viram quem saiu às ruas levando um coquetel Molotov? Viram quem contratou e pagou punks para destruir prédios públicos, bater na polícia, etc.? Viram quem apadrinha e protege os vândalos? Entendem por que o sr. Santayana não pode apontar nomes e fatos, apenas escondê-los e achincalhar a multidão genérica dos inocentes sob o rótulo fácil e boboca de “hitlernautas”?

    O apelo hipócrita à retórica antinazista como escudo de proteção é aliás um dos traços mais velhos e inconfundíveis da desinformação comunista. E não uso a palavra “desinformação” como um vago insulto, como o fazem os próprios comunistas (o sr. Valter Pomar, por exemplo). Uso-a no sentido técnico e estrito da palavra, para designar operações de engodo estratégico como aquela montada pelo governo soviético nos anos 30: alimentar e fortalecer o poder nazista para jogá-lo contra as potências ocidentais e depois posar de defensor do mundo contra o “flagelo nazista”. A coisa foi um sucesso: deu a Stálin o domínio sobre meia Europa e ainda forneceu a gerações de mentirosos profissionais comunistas um chavão de fácil manejo e uso praticamente ilimitado: chame o adversário de nazista e instantaneamente ele parecerá culpado de tudo o que os comunistas fazem. E o emprego desse ardil não foi só literário: para dar-lhe mais credibilidade, a Stasi, polícia secreta da Alemanha Oriental comunista, criou, subsidiou e espalhou na Alemanha Ocidental dezenas de organizações neonazistas para fins de diversionismo e camuflagem. Com a unificação das Alemanhas, o “neonazismo”, é claro, definhou um bocado.

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