A previsão é de uma disputa em 2014 com grande número de candidatos


Tereza Cruvinel
(Correio Braziliense)

A corrosão das intenções de voto na presidente Dilma e a supremacia do ex-presidente Lula sobre todos os candidatos já haviam sido revelados. A novidade da pesquisa Ibope/Estado de São Paulo, divulgada na semana passada, foi o crescimento acentuado de Marina Silva, que alcançou até mesmo um empate técnico com Dilma numa simulação de segundo turno .

Outra, o crescimento dos que, hoje, votariam em branco ou nulo,
somando 19%. Estes são sinais de que o eleitorado está procurando novidades e está disposto a experimentar. Por isso mesmo, no meio político já se aposta numa eleição com grande número de candidatos. Não tantos como em 1989, quando 22 se inscreveram, mas bem mais que os três ou quatro efetivamente competitivos dos pleitos seguintes.

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9 thoughts on “A previsão é de uma disputa em 2014 com grande número de candidatos

  1. CN
    Vou esperar até 23:59 hs para ver o total.
    Cara fiquei impressionado quando abri o blog, foi inacreditável os números que vi.
    Você ainda lembra quando eu te falei sobre o contador de acessos, começamos com menos de 5000, agora o blog tá bombando.Acredito que o jornalista Helio Fernandes esteja muito feliz.

    Abs… Ricardo Sales

  2. O tempo passa, o tempo voa e o Brasil não continua numa boa.
    .
    Vejo as pesquisas, independente da satisfação que me provoca, como a superfície do oceano, sempre indagando que segredos escondem. O que vale no número não é o que apresenta, é a interpretação e a força de quem a propõe como verdade.

    Superando, com imensa boa vontade, estas constatações passíveis de um significativo rol de interrogações, a angústia cresce. Tanto pela desordem crescente que apanha um governo desacreditado, portanto, sem autoridade; quanto por reconhecer que o sistema eleitoral é uma fraude que inicia numa Constituição viciada, atravessa a mentira de Partidos Políticos legalmente necessários a candidaturas e conclui por urnas desconfiáveis.

    Ninguém muda com o poder, simplesmente mostra o que era. É fato que a esta verdade sempre se impõe uma exceção. Contudo, o regime político vigente que comporta um presidencialismo autoritário, dificilmente facilitaria mudança de rumo por implicar num contrassenso, ou seja, abdicação do poder.

  3. O Lobisomem Lula pode afiar suas unhas, mas tem de tomar muito cuidado para não arranhar o C. na hora de se limpar da caganeira que vai sentir quando sentar no banco dos criminosos contra o erário publico.

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