A tecnologia do poder

Welinton Naveira e Silva

A atual crise do sistema capitalista, assustadora e sem solução a vista, aguça o lado selvagem dos EUA. Implacável predador. Os desesperados e sofridos povos do Iraque e da Líbia estão sentindo na própria pele o preço de suas fraquezas. Estão pagando muito caro, caro demais, por possuírem imensas jazidas de petróleo sem eficazes meios de defendê-las. Pelo visto, só acreditavam em armas convencionais. Puro engano.

Além desse estratégico petróleo, o Brasil tem mais outras tantas siderais riquezas concentradas na Amazônia e fora dela. Tais como água doce, extensão territorial, gigantescas florestas, biodiversidades, imensas áreas de terras férteis, inúmeros tipos de jazidas de minérios, inclusive estratégicas, além de incontáveis outras mais. Apesar de tudo que possuímos, ao que parece, ainda não demos conta do perigo que corremos por não termos força tecnológica militar adequada para desencorajar o poderoso predador.

Sabe-se de há muito, que a poder militar não pode ser estritamente convencional. O Iraque e a Líbia conhecem o assunto, como ninguém. Precisamos de forte liderança, muito patriotismo, muita coragem e forte união em torno dos maiores objetivos do Brasil e da América Latina. Grandes conflitos, econômicos e estratégicos, envolvendo interesses dos EUA, como petróleo farto e barato, por certo que resultarão em aberta truculência, inevitáveis por forças das palavras e das leis. Infelizmente. É a trágica lógica do poder nuclear. Acorda, Brasil!

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