Aceitar opiniões divergentes ainda é um grande desafio para o ser humano

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Charge do Jota A., reproduzida do Portal O Dia

Carmen Lins

Este interessante e educativo texto foi escrito em 2007, pelo jornalista Beto Trajano, mas serve perfeitamente como ensinamento a alguns participantes do blog, hoje e sempre:

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NÃO SOU IGUAL A VOCÊ

Topar de cara com realidades e ideologias diferentes da sua é algo estranho para qualquer pessoa. Nem sempre pode ser bom, mas sempre trará algum benefício. Crescer com as divergências, poder conhecer e aceitar diferentes formas de pensamento, ideologias e costumes é um grande desafio para o ser humano.

Saber que ao seu lado tem uma pessoa que pensa diferente de você e faz coisas que você não faz e vive outras realidades que nada tem a ver com a sua desperta emoções inesperadas em qualquer pessoa. Pode ser alegria, raiva, tristeza, amor etc. Não é possível prever como receberemos uma diferente forma de viver.

O que vale a pena quando o seu grupo entra em choque com outro grupo? Brigar, discutir, partir para a agressão – isso é fácil. Difícil mesmo é aceitar a ideia do outro e saber que, assim como você, o outro tem seus costumes, suas crenças e comportamentos e que ele vai defendê-los, assim como você defende os seus. Difícil é viver em paz com o vizinho totalmente diferente de você.

Se todos fossem iguais, a vida seria muito sem graça. Olhar para o lado e não ver nada diferente seria muito ruim. É um desafio para o ser humano conviver pacificamente com as diferentes formas de viver. Será que você consegue?

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PS – 
Não sou nenhum Virgilio, Bendl, Cesar, Dr. Béja. o editor do blog, Carlos Newton, e outros que deixo de citar, que têm o verbo fácil, por isso faço das palavras do jornalista Beto Trajano, as minhas.

E não vou responder mais nada a respeito. Vai perder tempo quem quiser continuar me atacando.

27 thoughts on “Aceitar opiniões divergentes ainda é um grande desafio para o ser humano

  1. ” Podem notar , geralmente achamos as pessoas de bom senso, aquelas que pensam igualzinho a nós” ( Millôr ).
    …..

    O nosso fino humor, geralmente engrossa quando achamos um mais fino ”

    ( Idem )

  2. Carmen Lins, doce Carmen Lins,

    se é dificil conviver e compreender o próximo que pensa, reage, enxerga, julga e faz tudo diferentemente de quem dele é consorte, consócio, estranho e /ou irmão, como é fácil tratar e conviver com quem tem tudo igual ao outro, como temos nós, você e nós, nós e você!

  3. Excelente texto, parabéns.
    É verdade, se todos nós agíssemos e pensássemos da mesma forma, a vida não teria graça, É preciso considerar, que todos nós temos razão, todos nós estamos certos, tudo de acordo com a índole e entendimento de cada um.
    .

  4. Não vou dizer que não fiquei emocionada ao ver o comentário que fiz, usando as palavras do jornalista Beto Trajano, porque fiquei e muito. Sou movida por emoções – Obrigada Carlos Newton, ilustre editor e jornalista da TI.
    Agradeço ao sempre atencioso Dr. Béja e ao esclarecido Virgilio, pelo gesto de compreensão para comigo. Minhas emoções são maiores que eu – estatura pequena. Obrigada.

      • Não sei quanto tempo se passou até aqui, entre os cantos das cigarras e dos bem-te-vis.
        Passou foi tempo, e como me ajudou a pensar, a ‘despensar’.
        Me fez rir. E rir é um prêmio.
        Como é agora a vontade de chorar.
        Chorar, pra quê? SEI LÁ.
        Emoção não se explica, não se entende, apenas sente-se.

        Ainda hoje, para contrariar a Carmen, e sem que eu ainda soubesse do seu texto (dela), assisti a um vídeo no Facebook em que um gatinho sobe pelo vidro para alcançar o cachorro do outro lado, e quando consegue fazer isto, são só alegria e mimos.

        A gente não sabe por que as coisas acontecem, por que entramos aqui e não ali. Talvez porque seja divertido, Talvez porque nos lembre alguém. São muitos talvez, deus meu, quantos.

        E de repente a gente se sente sem pai nem mãe, como se nos quisessem mal por termos ousado romper o que não sei dizer o que é. Mas que me agrada porque é diferente.

        Talvez minha loucura assim se expresse, como saber?

        Não entendo muita coisa ou quase nada às vezes. Mas é tão bom partilhar das letrinhas, que a gente se deixar ficar com muita pena de ir.

        Por que mesmo tenho que ir?
        Porque sou diferente? E daí?
        São só letrinhas. E do que não é letrinha eu não participo. E nem sei o que é esse outro lugar não- letrinha. Sei que não é pra mim.

        E sinto tanta pena que as minhas letrinhas não tenham este lugar pra ir, quando eu quiser, lembrar, tiver vontade de…
        Dói.
        Quem se importa?
        São só letrinhas!

  5. Minha querida Carmen Lins,

    Em se tratando de política, sempre pensaremos diferente um dos outros, e por motivos óbvios.

    O que deve ser coibido – e Newton age muito bem neste sentido – é a ofensa, a agressão pessoal, que impede a discussão e o debate.

    Inegavelmente o que se tem de mais difícil é admitir que pensamentos que diferem do nosso possuem mais razões, mais consistência, e somos obrigados a dar a mão à palmatória, em consequência.

    Ora, se entendêssemos que a essência de outras ideias que suplantaram as nossas também nos ensinam, no lugar de ficarmos ou frustrados ou decepcionados, haveria uma compreensão maior do próprio assunto que se debate, ocasionando que aumentaríamos a nossa bagagem sobre o tema em futuras discussões.

    Temos de aceitar que as pessoas podem saber mais do que nós, que nos ensinam, e devemos ser humildes para aprender e, desta forma, crescer como indivíduos, aumentando nossos conhecimentos e até mesmo agradecendo quem nos possibilitou a oportunidade em questão.

    Aprendi muito neste blog incomparável, que dele participo há mais de quatro anos!

    Confesso que, no início não foi tão fácil eu perceber que havia quem escrevesse melhor, quem apresentasse os fatos com mais requinte, quem era mais culto, quem sabia mais, efetivamente.

    No entanto, a partir do momento que dei o braço a torcer, fui observando que as falhas que eu cometia podiam ser corrigidas, bastava que eu visse com mais cuidados os detalhes, que me informasse mais antes de opinar, que ao escrever eu tivesse conhecimento do assunto.

    Tu, Carmen, tens esta sabedoria especial, de saber escrever e te comunicar muito bem com aqueles que pensam diferente.

    Assim, meus parabéns pelo tema escolhido, neste teu artigo importante e pertinente ao momento que hoje vivemos.

    Sou um admirador teu, tanto pelo respeito que te dedico, que não poderia ser diferente, quanto pelo reconhecimento que és um dos melhores comentaristas deste espaço democrático.

    Um forte abraço.
    Saúde e Paz!

    • Francisco Bendl, concordo com o que você disse, A gente vai aprendendo com as diferenças, por mais sutis que sejam elas. Só acho que em um ambiente virtual, sobretudo, há que se manter a elegância até quando discorda. Quando resvala para ofensas pessoais, complica. A gente tem que se segurar para não ficar igual. Mas um dia, quem sabe, enquanto se é vivo, há tempo para tudo, mas um dia vou me acostumar e ainda vou rir de tudo isso.
      Desejo muita Saúde – sempre e Paz durante esta vida. Obrigada.

    • Eu da Silva: uma frase que muito se lê na Internet, mas nunca ninguém pesquisou quem disse e irresponsavelmente atribui a Voltaire, o que é falso:
      “eu discordo do que você diz, mas defenderei até a morte seu direito de dizê-lo. Dizer sem ofender pessoalmente, é ser elegante.

      • O uso de quotations para dar suporte a uma opinião pode denotar fraqueza de argumentos. Sabe a senhora que Voltaire viveu maritalmente com uma sobrinha? Nem por Isso vou seguir o seu exemplo.

  6. Aécio era ‘mineirinho’, e Kassab ‘kafta’, diz delator da Odebrecht (Estadão).

    Meus pais tinham curso superior e minha avó e madrinha comprou uma pequena cama para mim, quando nasci. Nunca usei drogas. Acho que eu tinha berço.

    • Cesar, eu me referido ao seu comentário
      “Comentários desrespeitosos,ofensivos à Carmen Lins.Não estou mais entendendo a TI.” Achei você elegante. Que escreve bem, não vou negar.

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