Acordo militar entre EUA e Egito dá muito lucro à indústria militar norte-americana

Deu no OperaMundi

Nesta semana que passou, com a eclosão de uma onda de repressão promovida pelo governo egípcio, que assumiu o poder após a derrubada do presidente Mohamed Mursi, os Estados Unidos se posicionaram cortando parte da ajuda ao país do Norte da África e pedindo o fim da violência.

Caças do exército egípcio, vendidos pela gigante do setor militar Lockheed Martin, custaram quase 260 milhões de dólares.

“Nossa tradicional cooperação não pode continuar da mesma forma enquanto pessoas estão sendo mortas”, afirmou o presidente norte-americano, Barack Obama. Ele disse que Washington não vai cumprir acordos de exercícios militares conjuntos com o Cairo – previstos desde 2012 – enquanto o país não restabelecer a ordem.

No entanto, a transferência de 1,3 milhões de dólares para fins militares não foi suspensa. E o banho de sangue continua.

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