Advogado critica “execração pública” e aciona STF para manter Alvim no cargo

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Roberto Alvim assume a responsabilidade por “erro terrível”

Vinícius Valfré
Estadão

Após uma forte pressão que resultou na queda do agora ex-secretário especial de Cultura Roberto Alvim por conta de vídeo parafraseando ministro de Adolf Hitler, um advogado saiu em defesa dele e apresentou ao Supremo Tribunal Federal (STF) um habeas corpus pedindo a anulação do ato que o exonerou e a reintegração ao cargo.

Alvim foi demitido pelo presidente Jair Bolsonaro na sexta-feira, 18, após aparecer em vídeo parafraseando Joseph Goebbels, ministro de Adolf Hitler. A menção repercutiu muito mal entre chefes de Poderes, na comunidade judaica e mesmo entre auxiliares mais próximos de Bolsonaro. O presidente cedeu à pressão e optou por demitir Alvim.

POLÊMICO – Autor do habeas corpus, Carlos Alexandre Klomfahs não atua em nome ou a pedido do ex-secretário. Conhecido por mover ações judiciais polêmicas, como contestar o reajuste salarial de ministros do STF, ele agiu em defesa de Alvim por conta própria.

O habeas corpus argumenta “constrangimento ilegal” na demissão por conta da “execração pública nacional e internacional” sem direito à ampla defesa e ao contraditório. “(O presidente) agiu em constrangimento ilegal ao não facultar a ampla defesa e o contraditório, haja vista a execração pública nacional e internacional (…) e por motivar (a exoneração) tão somente com a frase ‘um pronunciamento infeliz, ainda que tenha se desculpado”, escreveu o advogado.

SEM MOTIVAÇÃO – Na opinião de Klomfahs, ocupantes de cargos como os de ministro de Estado e de secretários de ministérios podem ser desligados sem que haja qualquer justificativa. Contudo, quando há uma motivação, ela não pode ser falsa ou inexistente, sob risco de tornar o ato nulo.

A demissão foi comunicada por meio de nota assinada por Jair Bolsonaro. O texto trazia como motivação para o corte a referência a um “pronunciamento infeliz” do então secretário. Para o advogado, a liberdade de expressão permite que mesmo o holocausto seja submetido “a todo tipo de revisões”.

POLITICAMENTE CORRETO –  Klomfahs também defende no habeas corpus a posição de que não pode ser encarado como verdade absoluta o fato de o nazismo ter gerado milhões de mortes. Segundo ele, a expressão das “ideias dominantes” e das “politicamente corretas” desrespeita “o direito de se pensar autonomamente”.

“Não se endossa apologia à guerra, extermínio físico de judeus ou qualquer ação contra grupos religiosos ou étnicos, mas tão só a liberdade de acesso à verdade histórica mundial”, frisou.

Após a polêmica referência a Goebbels ganhar ampla repercussão, Roberto Alvim, em entrevista ao Estado, disse, primeiro que a frase citada tinha “origem espúria”, mas que “assinava embaixo”. No fim do dia, pediu desculpas pelo “terrível erro involuntário”.

25 thoughts on “Advogado critica “execração pública” e aciona STF para manter Alvim no cargo

  1. Conduta execrável de Alvim.
    Foi ,Justamente, defenestrado do cargo. Lembrando que os especialistas em Goebel estavam de plantão para notíciar o fato e, com isso, mais uma vez , entre centenas de vezes, meter o cacete no governo.
    Será que se Alvim dissesse: A liberdade é uma coisa tão preciosa que devia ser racionada, haveria a mesma gritaria?

    • Meu caro, eu nunca tinha ouvido falar desse ministro, mas bastou assistir um vídeo dele para ter uma boa ideia de quanto o moço é bobo. É bobo nos seus argumentos tolos e hiperbólicos, é bobo na essência do seu discurso, na sua pose, na convicção que transpira do modo que vê o seu ouvinte. Um bobão!

  2. Interessantíssimo.
    Realmente, morrer na porta de hospitais por falta de leito, nas estradas por falta de manutenção, na segurança pública por soldados mal treinados, nas escolas com professores maltratados e sobrecarregados pela falta de saneamento tudo isto por ter sido o $ a fim, desviado para bolso de “canalhas” e protegidos até pelos hipócritas da câmara e do senado federal e subscritos pelo PR e stf, aí pode; aí vale tudo.
    Realmente somos uma sociedade já fracassada e no caminho da extinção.

  3. O correto nessa questão da demissão do Secretário de Cultura teria sido também Alvim sair preso do Planalto!

    Não concordo com a pretensa relativização que tentam fazer deste episódio lamentável e altamente prejudicial à imagem do Brasil no exterior.
    O uso irresponsável de partes do texto de Goebbels sobre cultura quando o nazismo dominava a Alemanha e já segregava judeus, poetas, intelectuais, jornalistas, escritores, cientistas, foi de extrema gravidade.

    E tornou-se um ato insano, surpreendente, pelo fato de ter como intenção velada a desestabilização do governo de Bolsonaro, se não se deram conta desse detalhe!

    Absolutamente inaceitável as desculpas de Alvim, pois preparou com requintes de detalhes, a mesma cena criada pelo nazista ao proclamar como seria a cultura germânica com a ascensão do nazismo ao poder.
    Mais:
    Como pano de fundo, entoava a ópera de Wagner – compositor preferido de Hitler – Lohengrin.
    Quer dizer, quadro mais nazista criado pela estúpida, idiota e imbecil cultura do Secretário somente pelo próprio Goebbels.

    Agora, os problemas sociais que temos, incluindo saúde precária, educação vexatória e segurança inexistente, convenhamos, sem qualquer conotação com essas áreas abandonadas há décadas, este fato gerado por um assessor direto do presidente da República!

    O objetivo deste advogado sobre Alvim é apenas e unicamente ter o seu nome veiculado na mídia, portanto, trata-se de outro mentecapto querendo defender uma liberdade de expressão falsa, pois altamente ofensiva às milhões de vítimas produzidas pelo nazismo!
    Desta forma, o causídico terá que se apresentar todas às vezes que a polícia prender os adeptos do nazismo existente no Brasil, exigindo suas liberdades por conta da livre expressão!

    Faltou Alvim citar os escritores nacionais e internacionais que o governo desaconselharia, em face da nova cultura nacionalista que pretendia empregar, e sugerir aos seguidores e eleitores de Bolsonaro que, se por acaso, tivessem em suas casas livros dos autores indesejáveis, que os queimassem!

    Se já somos um povo inculto e incauto, analfabeto absoluto e funcional; se já somos manipulados pelos poderes constituídos, delimitar a busca de leituras que não abordem política, então que o povo seja levado à força para que nele seja feita a lobotomia!

    Aliás, em se tratando de passividade, omissão e irresponsabilidade do brasileiro com o país e com ele mesmo, nossos cérebros já estão à mercê das vontades e desejos das elites, banqueiros e castas!

    • O correto seria o Alvim sair do Planalto preso? O comunismo matou mais 100 milhões de pessoas, não deveriam também todos os membros do PCdoB e de todos os partidos de esquerda serem presos também? Afinal de contas, os comunistas MATARAM mais e SÃO mais sanguinários que o deplorável nazismo. Mais de 10 vezes mais !!!

    • Caro Bendl, ao que tudo indica a vida imitou a arte e o ex secretário pode ter sido vitimado por conspiração por parte de sua própria equipe. Isto é o mais provável ao meu ver. Ressalto que, diferente do que disseste acima, a referida citação que motivou a trama é de 1933, muito antes de Hitler mostrar ao mundo o que seria o nazismo, que revelou-se a partir dos anos 1940. Até então a frase foi tão somente uma peça de propaganda nacionalista e não nazista.

      • Prezado Rodrigo Carvalho,

        Obrigado pelo comentário a mim dirigido.

        No entanto, acredito que, involuntariamente, tenhas cometido uns equívocos sobre o nazismo.

        Em 1.940, lembro que a Alemanha conquistara a França, e havia levado de roldão as regiões dos Sudetos, Bélgica, Holanda, Tchecoslováquia … simplesmente calcada na nova política implementada por Hitler.

        O nazismo foi uma corrente política surgida na Alemanha no final da década de 1910 e início da década de 1920, e se constituindo em uma das principais expressões do fascismo europeu durante o período entre guerras.

        Tendo como principal liderança o ex-cabo do exército alemão (nacionalidade austríaca) na I Guerra Mundial, Adolf Hitler, o nazismo construiu um Estado totalitário na Alemanha na década de 1930, sendo esse fato um dos principais motivos de eclosão da II Guerra Mundial.

        O nazismo, como uma das expressões do fascismo, também se caracterizou pelo nacionalismo, que colocava os interesses da nação como primordiais;
        pelo militarismo, radicando na ação militar a solução para os problemas econômicos e sociais do país, principalmente a garantia da estabilidade da ordem social;
        pelo autoritarismo, restringindo a participação política e centrando o poder na figura de um líder;
        pelo anticomunismo, apontando os comunistas como responsáveis pelos problemas sociais;
        e pelo idealismo e romantismo, estimulando a irracionalidade como meio de adesão às propostas políticas de solução dos problemas nacionais.

        O partido nazista originou-se a partir da Liga de Combate Alemã para a Destruição da Escravidão do Juro, formada em 1917. Em 1920, Hitler já havia se aproximado dessa organização, que alterou seu nome para Partido Nacional-Socialista Alemão dos Trabalhadores (NASPD). As iniciais do termo nacional-socialismo em língua alemã originaram o termo nazi, adotado pelo partido (Nationalsozialismus).

        Após o fim da I Guerra Mundial havia se formado na Alemanha a República de Weimar, caracterizada principalmente por uma profunda crise econômica e social, decorrente principalmente dos termos do Tratado de Versalhes, que impunham pesadas indenizações de guerra à Alemanha.

        Buscando a seu modo resolver essa crise, houve uma primeira tentativa de tomada do poder de Estado pelos nazistas em 1923, em Munique.
        A ação foi um fracasso, resultando na prisão de seus membros.
        Na cadeia, Adolf Hitler escreveu o livro Mein Kampf (Minha Vida), publicado em 1925, que continha os principais ideais do nazismo.

        Dentre suas afirmações, Hitler apontava também a democracia liberal como um dos fatores responsáveis pela crise socioeconômica alemã.
        A tomada do poder de Estado se justificaria para construir uma nova sociedade, mais coesa e de harmonia entre as classes sociais. O caminho para a tomada do poder passaria pela organização de grupos militares, milícias e exército.

        O nazismo, como os demais fascismos, pretendia assim utilizar da revolta contra a situação socioeconômica para a manutenção da ordem capitalista.

        O anticomunismo nazista indicava que o objetivo não era a formação de uma sociedade constituída por um igualitarismo, mas uma sociedade capitalista rigidamente hierarquizada e unida. Essa perspectiva explicou o fato de os nazistas conseguirem angariar apoio político e financeiro de inúmeros industriais e demais capitalistas alemães para concretizar seu projeto de poder.

        O nazismo, por outro lado, destacava-se dos demais fascismos por seu caráter racista. Afirmando existir uma raça superior, formada pelos chamados arianos, constituída por povos do norte da Europa e identificados nos povos germânicos, Hitler apontava a necessidade de excluir da sociedade os judeus, considerados responsáveis pelos problemas alemães e pelo comunismo, e também homossexuais e ciganos.
        Em relação aos povos do leste da Europa, principalmente os eslavos, Hitler pretendia transformá-los em escravos por serem considerados sub-homens.
        A escravização dos eslavos era afirmada ainda pela política do espaço vital, que consistia na expansão dos territórios alemães para o leste da Europa.

        Após sair da cadeia, Hitler e os demais membros do partido passaram a organizar milícias de enfrentamento de rua, principalmente contra os comunistas, denominadas SA, as tropas de assalto nazistas, chefiadas por Ernst Röhm.
        Além da SA, os nazistas formaram ainda a Gestapo, a polícia política, e as SS, a tropa de proteção de Hitler, que foi usada para eliminar inclusive os opositores internos do partido, organizados principalmente nas SA, em um evento conhecido como Noite dos Longos Punhais.
        Seu principal líder foi Heinrich Himmler.

        A força política dos nazistas começou a crescer principalmente no final da década de 1920, contribuindo para isso a Crise econômica de 1929. Apontando medidas de defesa da economia nacional como caminho para a saída da crise, os nazistas conseguiram a maioria das cadeiras do parlamento nas eleições de 1932, iniciando a ascensão nazista no poder. No mesmo ano, Hitler foi nomeado chanceler da Alemanha.
        O Reichstag, parlamento alemão, foi incendiado pelos nazistas e serviu de argumento para Hitler eliminar paulatinamente a oposição política. Em 1933, Hitler anunciou a criação do Terceiro Reich. Em agosto de 1934, passou a adotar o título de Führer.

        Para a ascensão ao poder e pela manutenção de um Estado totalitário, os nazistas utilizaram de uma extensa máquina de propaganda, comandada por Joseph Goebbels, que consistia na utilização do teatro, do cinema, do rádio, do teatro e da literatura para a difusão da ideologia nazista.
        O poder total aos nazistas abriu caminho para a militarização da sociedade, para o desenvolvimento da indústria bélica e dos demais ramos econômicos. Guetos e campos de concentração foram criados para isolar os judeus, tanto na Alemanha quanto nos territórios conquistados após o início da expansão territorial a partir de 1939.

        Logo, o nazismo surgiu bem antes de 1940, quando estava em pleno vapor a máquina de guerra nazista, contabilizando até 1941 uma série de vitórias que deixaram o mundo sobressaltado!

        Agora, peço perdão, Carvalho, mas não acredito que o secretário tenha sido vítima de um golpe de seus assessores.
        Uma pessoa que se apresenta como culta, conhecedora da cadeira que vai ser responsável, senta-se à mesa nos mesmos moldes de Goebbels, música alemã de fundo, bandeira nacional à sua direita como a bandeira nazista com o ministro da propaganda alemã, lê trechos do discurso nazista como se fosse de sua autoria, sinceramente, mas Alvim não possuía cultura alguma ou era ingênuo ou imbecil ou todas as opções que citei!

        Um forte abraço.
        Saúde.

  4. Eliel,

    Que dificuldade de entender e de discernir entre o que se deve ou não fazer, e o que é proibido dizer, sob pena de responder pela agressão!

    Che, respeitosamente, mas postaste uma falácia, uma comparação absurda e esdrúxula sobre este caso do secretário de Cultura.

    Quer dizer que, se o comunismo(?!) matou cem milhões de pessoas, a questão seria a “injustiça” de uma pessoa estar na cadeia por que matou “apenas” outro ser humano??!!

    A Segunda Guerra eliminou 70 milhões de pessoas.
    Mesmo havendo claros sinais que o maior conflito da história seria irremediável – a invasão japonesa na China, a Guerra Civil Espanhola …- o seu desencadeamento se deu após a falsa invasão polonesa em território alemão, no dia 1º de setembro de 1.939.

    Dois dias depois, França e Inglaterra, que mantinham com os poloneses um acordo de defesa de seus territórios, declaram guerra ao nazismo.

    Uma semana antes do conflito, Eliel, a Alemanha forma um Pacto de Não-Agressão com a União Soviética, chamado de Ribentrop-Molotov. Porém, dois anos depois, na operação chamada de Barba Roxa, em 1.941, Hitler invade o território soviético, pois o comunismo era o maior inimigo do nazismo!

    Logo, se os líderes soviéticos exterminaram milhões de compatriotas, o nazismo fez o mesmo tanto com os alemães como com dezenas de nações diferentes e suas populações!

    Portanto, Alvim cometeu um erro imperdoável ao fazer PROPOSITADAMENTE apologia do nazismo, ao copiar trechos do discurso do ministro da propaganda nazista, Goebbels, e sendo tocada uma ópera de Wagner – compositor preferido de Hitler, mas não que o genial autor fosse nazista -, Lohengrin.

    Desta forma, os cem milhões do comunismo, devem ser confrontados com os 70 milhões ocasionados pelo nazismo!
    O mais grave, entretanto, diz respeito a ofensa à comunidade judaica, que foi perseguida implacavelmente pelos nazistas, e onde milhões de mortos de membros religião foram exterminados em combates, e nos campos de concentração!

    Por que deixar impune Alvim, diante da sua agressão, ofensa e insulto às vítimas tanto do Holocausto quanto dos demais seres humanos aniquilados na Segunda Guerra?

      • Che, Piadinha, o que escreves é só piada.

        Burro, pois não entende os textos que leste, ainda me criticas por algo desconexo.

        Tu só poderias postar piadas de “mal gosto”, enquanto que eu, volta e meia, posto piadas de bom gosto!

    • Bendl, dificuldade nenhuma em entender ou discernir. Se o Alvim deve ser preso por parafrasear um nazista, quanto mais DEVE ser preso alguém que faz apologia ao comunismo e o que é pior, que declara “Eu sou comunista!” Isso segundo a tua medida.

      • Eliel, meu amigo,

        Vou me esforçar para que tu me entendas:
        Alvim era uma figura pública;
        precisava obedecer a liturgia do cargo, as formalidades decorrentes da função;
        o nazismo representa um dos maiores e mais graves conflitos que a humanidade se viu participante;
        ao copiar parte do ministro da propaganda nazista, DIRETAMENTE fez apologias ao regime, que foi um dos motivos principais da Segunda Guerra Mundial, e que ocasionou a morte de milhões de judeus e de outros cultos religiosos e povos.

        A diferença para o comunismo é que Stalin, Pol Pot, Mao, Fidel Castro … NÃO CRIARAM O COMUNISMO, mas o adulteraram, após terem sido responsáveis pela implantação desse sistema em seus países, e à força.

        Se vivemos em uma democracia, posso, sim, dizer que sou comunista, em face de que foi um filósofo que teoricamente escreveu o que aconteceria com a classe trabalhadora, do jeito que era explorada no século XIX.

        Lula, Dilma, Zé Dirceu, Tarso Genro, os “líderes” petistas, faziam juras de amor a Fidel, ao comunismo, pois tinham a maioria dos votos do povo, logo, o brasileiro admitia e concordava que, se fosse o caso, o comunismo fosse implantado no Brasil.

        Mas, jamais, foram enaltecedores do nazismo que, desde o seu início, se mostrou ser um partido RACISTA!

        Portanto, ao usar partes do contexto do discurso de Goebbels para a cultura brasileira, Alvim se declara favorável ao … RACISMO, à perseguição de raças julgadas inferiores ou culpadas pelo caos econômico, vivido à época que antecedeu à eclosão da 2ª Guerra.

        Claro que não foi o Comunismo o culpado pelos milhões de mortos!
        Os genocidas foram pessoas que se utilizaram do comunismo para tomar o poder e matar quem não concordasse com os novos governantes.

        Agora, o nazismo foi criação do próprio ditador que, à base do racismo, implantou o regime à força na Alemanha, e a levou para um genocídio jamais visto na história!

        Percebeste a sutileza da diferença, dos porquês o nazismo é mais odiado que o comunismo, mesmo tendo, EM TESE, matado menos seres humanos??!!

        Digo mais, se me permitires:
        Não fosse o nazismo invadir a União Soviética, os crimes de Stalin teriam ficado circunspectos ao seu território, e não haveria a expansão deste país quando Hitler foi derrotado.

        O nazismo foi o culpado pelo crescimento notável do comunismo, possibilitando que esse regime adulterado pelos líderes desde 1917, agregasse através da violência, as 17 outras Repúblicas que constituíram a Cortina de Ferro, incluindo a divisão da Alemanha.

        Logo, o falso conceito popular que o comunismo matou mais que o nazismo não é verdade. Os assassinos foram os comunistas e não a filosofia do comunismo, de Marx.
        O nazismo matou muito mais, pelo fato de o nacional-socialista era meramente um movimento político, quer tinha como pretensão a segregação, o racismo, um estado forte militarmente, e apenas um “guia”, o führer Adolf Hitler.

        Abração.

  5. “Advogado critica “execração pública” e nem assim um comunista “democrático e ecumênico”, restringe as ações de seus desnaturados agentes, nesta TI.

  6. Mas o advogado em tela só está exercendo o seu direito constitucional de, pleitear em juízo o que ele acha que se tratar de uma injustiça. Não devemos nos esquecer que dezenas, centenas de pessoas ingressaram na suprema corte com habeas corpus pedindo a soltura do 51, fazendo as mesmas alegações deste advogado. Acredito que a demissão, até tardia do dito Alvim foi mais do que merecida.

  7. Justiça não se faz com linchamento como quer o simplório. O que não é nenhuma surpresa vindo dele , pois em quase tudo que escreve, vê-se claramente um produto de suas convicções, que carecem de conhecimento, de dados concretos, para sustentar sua opiniões.

    Quanto ao lamentável episódio envolvendo o ministro, é preciso dar a ele o direito de defesa, coisa que não existe no nazismo e no comunismo.

    Ele pode muito bem ter sido vítima de uma armação da esquerdinha que aparelha vários órgãos da máquina pública como funcionários de carreira.

    Nisso ele até se mostrou incompetente para exercer o cargo, por não ter cultura suficiente para perceber o que pode um marxista fazer na sua doentia e eterna luta pela conquista do poder político absoluto.

    • Impressionante o teu delírio, Mario Jr, com relação aos acontecimentos.

      O secretário já se defendeu, e pediu até desculpas pelo erro que cometera.
      Agora, a paranoia que foi armação da esquerda, então Bolsonaro tem inimigos na trincheira e não os identificou ainda!

      O dia que me postares as diferenças entre comunismo, fascismo, nazismo, socialismo e capitalismo, e que as tuas definições estejam de acordo com a verdade, e não apenas através dos teus conceitos ridículos e insensatos, quem sabe poderemos debater tais questões.

      Até porque como me apelidaste de eu ser um simplório, que me agrada em demasia essa forma como me distingues, estou muito aquém dos teus conhecimentos registrados diariamente neste blog.

  8. “Mordaça, não”, diz Marco Aurélio Mello sobre ações contra Alvim
    O Antagonista

    Segundo o ministro Marco Aurélio Mello, do STF, medidas judiciais não são cabíveis contra Roberto Alvim, demitido hoje por Jair Bolsonaro após parafrasear Joseph Goebbels.

    “Do ponto de vista jurídico, temos a liberdade de expressão. Retrocesso cultural e democrático é inibir, proibir. Se alguém comprometer o governo, que o governo afaste-o. Mordaça, não.”

  9. Essa do papo furado de querer uma arte genuinamente nacional é velha.
    Lembram-se do Tupi or not Tupi?
    Esse negócio de cultura nacional é coisa de idealistas e fanáticos.
    Hoje países formados por emigrantes como o Brasil e os EUA, querer ter uma cultura nacional que ninguém sabe qual é e aí meia dúzia de pés no saco do estado a inventa como no tempo de Getúlio, que por exemplo determinou que a música nacional é o samba, é nisso que dá. Só merda.

    • Tens uma incontinência tamanha nos teus comentários que preocupa, pois está clamando por um especialista em analisar personalidades que têm mania de se desviar da realidade!

      Se o samba não é um ritmo brasileiro, então seria o jazz?
      Quem sabe a valsa?
      Ou, lá pelas tantas, o tango?
      E o bolero?
      A rumba?
      O calipso?
      O rock and roll?
      A polca?
      O blues, quem sabe, também originado dos afro-americanos no sul dos Estados Unidos?

      Credo, ainda bem que sou simplório!

      • Sr. Simplório eu falei que determinar o samba como a música nacional, foi no sentido de sê-la como a de todo o país(nacional), quando em países como o Brasil e os EUA tem centenas de ritmos diferentes e é até um desrespeito a populações de regiões que em suas origens não tem , por exemplo, o samba ou o Jazz.

        • Manhoso,

          O samba nasceu no Brasil, no Rio de Janeiro, um ritmo nosso.
          É a tal música raiz, palavra em moda atualmente.

          Claro que temos outro ritmos, mas Getúlio estava certo quando definiu o samba como genuinamente brasileiro, e não como escreveste:

          ” … que por exemplo determinou que a música nacional é o samba, é nisso que dá. Só merda.”

          Prefiro cada vez mais ser simplório!

  10. Marco Aurélio não sabe o que disse!

    Pronunciou-se de forma imbecil e idiota com relação à mordaça, que não há como estar vinculada ao episódio protagonizado pelo secretário de Cultura!

    Alvim não foi proibido de ler o seu “projeto” para a cultura brasileira.
    O secretário foi demitido por fazer alusões elogiosas ao nazismo, que tantos males gerou à humanidade, e consequentes ofensas aos milhões de seres humanos que foram vítimas de Hitler o do seu nacional-socialismo (názi).

    Ora, conforme o ministro do STF declarou – “Mordaça, não” -, se eu disser publicamente, e diante de um veículo poderoso de comunicação, a TV, que Sua Excelência é isso e aquilo, inclusive com palavras de baixo calão, Marco Aurélio deverá aceitar CALADO a minha liberdade de expressão!!!!

    Caso alegar que lhe faltei com o respeito, avisá-lo-ei que foi o mesmo que fez o secretário de Cultura, quando faltou com respeito às vítimas do nazismo!!

    A menos que o STF queira eliminar dos códigos nacionais a falta de respeito, liberando as agressões, ofensas e insultos, em nome da liberdade de expressão e porque não quer que as pessoas sejam então amordaçadas!

    Mas vai ser dúbio assim …

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