Alckmin reafirma que quer ser candidato, mas a decisão deve ser ‘coletiva’

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Charge do Bira (Arquivo Google)

Deu em O Tempo
(Agência Estado)

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, admitiu o desejo de concorrer à Presidência da República pelo PSDB nas próximas eleições, em 2018, mas reconheceu que esta não é uma decisão unilateral, e sim, “coletiva”. A declaração foi feita pelo tucano em vídeo publicado no Twitter, em resposta a questões enviadas por internautas. “Candidatura a cargo majoritário, como presidente da República, não é uma decisão pessoal. É uma decisão coletiva que começa pelo partido, tem que ouvir as alianças, a sociedade. Este é o bom caminho”, disse Alckmin.

“Se você (internauta) me perguntar se quero ser [candidato], eu digo que sim e estou preparado para ser candidato. Não vai ser fácil o futuro, mas o Brasil tem tudo para se recuperar”, declarou.

POLÍTICA FISCAL – O governador citou como prioridade para o País, em seu eventual governo, “uma boa política fiscal, que deixe espaço para investimento; juros, como o mundo inteiro é baixíssimo e até negativo; e câmbio que permita ao Brasil jogar o jogo do século 21, com uma grande inserção internacional e no comércio exterior”. Ainda assim, ele ponderou que a decisão sobre a candidatura é, de fato, coletiva e deve ocorrer no final deste ano.

O modelo de financiamento de campanha também foi abordado por Alckmin em um dos vídeos. “Com 35 partidos políticos, não dá para ter financiamento público. Neste caso, é preciso ter financiamento privado, mas com regras para campanhas muito mais baratas. Numa campanha majoritária, o mais caro é televisão, é a cena externa”, explicou o governador, que sugeriu um modelo menos apoiado em marketing. “Defendo uma campanha mais verdadeira, é o microfone e uma mesa: em estúdio. O candidato expõe suas ideias, sem marquetagem. [Campanha] Muito mais verdadeira e muito mais barata.”

PARLAMENTARISMO – O financiamento público de campanha, como está sendo debatido na reforma política em tramitação no Congresso, é mais adequado, segundo Alckmin, no parlamentarismo. “Temos financiamento público geralmente no parlamentarismo, com poucos partidos e lista partidária”, declarou o tucano.

“O PSDB defende, no seu programa, o parlamentarismo. Ele dá estabilidade ao que deve ser estável, que é a chefia de Estado, e permite substituir, quando se perde a confiança, o chefe de governo. É um sistema que se adapta melhor a crises e tem bons resultados”, afirmou. Ainda assim, o governador lembrou que o modelo pressupõe partidos políticos com programas e fidelidade partidária, “coisa que o Brasil não tem hoje”.

Neste sentido, Alckmin defendeu como necessária uma reforma político-partidária, para que depois seja discutida a transição ao modelo parlamentarista. Ele refutou que haja um racha no partido e considerou como salutar a divergência entre alas do PSDB, o que permite debate de ideias para que sejam apresentados projetos positivos ao País.

PREVIDÊNCIA – Outra reforma defendida pelo tucano em uma das respostas na rede social é a da Previdência. “Ela é necessária e defendo um regime geral de Previdência, igual para o setor público e privado. A reforma da Previdência tem dois objetivos, o primeiro é justiça social e o segundo é acabar com o déficit”, declarou.

Alckmin lembrou que já implementou o modelo geral no Estado de São Paulo em 2011, fazendo com que novos funcionários públicos dos três setores se aposentem pelo teto do INSS, de R$ 5 mil. “A partir daí, é capitalização individual, previdência complementar e facultativa.”

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOGPelo andar da carruagem, dificilmente Alckmin será candidato a presidente. A vaga tucana já está nas mãos de João Dória, que só não será candidato se desistir, porque, além do PSDB, também o PMDB e o DEM estão de braços abertos para ele.  (C.N.)

5 thoughts on “Alckmin reafirma que quer ser candidato, mas a decisão deve ser ‘coletiva’

  1. PATETAS, PATÉTICOS, bobos da corte, vítimas, reféns e escravos do partidarismo-eleitoral, do golpismo-ditatorial e dos seus tentáculos, velhaco$, é o que somos nas mãos de um congresso que mais parece um sindicato de vigaristas que não representam nada e ninguém senão elle$ me$mo$, seus próprios interesses, e os interesses dos seus empresários bandidos, comparsas de estimação, parceiros nos esquemas lesa-erário, que fazem o país e população girarem entorno dos seus próprios interesses, com o estado e o mercado manipulados por bandidos, subversivos da ordem natural das coisas. Basta. Chega dos me$mo$. Fora todo$. Democracia Direta Já, com Meritocracia Eleitoral. É essa a reforma política que a população do Brasil está querendo desde Junho de 2013, quando saiu às ruas do país, do Oiapoque ao Chuí, aos gritos de “sem partidos, sem partidos, vocês não nos representam”, manifestações essas a partir das quais vossas excelências não passam de estupradores da vontade consciente, espontânea, livre e soberana do povo brasileiro, impostores políticos temporais, ditadores dos seus próprios interesses. Tivessem pelo menos vergonha na cara, ouviriam o povo em plebiscito para saber o que o povo de fato quer. Aliás, vossas excelências sabem o que a maioria da população quer, e até por isso não se dão ao dever de ouvir a população que, pelo menos em tese é a patroa, que paga os vossos custos a peso de ouro e as vossas contas excessivamente salgada, ao custo de muito sangue, suor e lágrimas. Criem vergonha na cara, oportunistas, aproveitadores, ouçam a população do Brasil, sobre o que fazer com o país, doravante, se é que vocês de fato representam o povo brasileiro. Que raio de democracia é essa, que não ouve o povo ? Isso não é democracia nem aqui e nem na China. Isso não passa de plutocracia putrefata, com jeitão de cleptocracia e ares fétidos de bandidocracia, mal e porcamente fantasiado de democracia, é isso que vocês representam. Vocês nos custam os olhos da cara, as nossas tripas, os nossos corações e as nossas vidas, e, no frigir dos ovos, não valem nada, pelo contrário são nossos algozes, nos mentem compulsivamente, nos enganam o tempo todo, a vida toda. Tirem as vossas mãos sujas do patrimônio público, tirem as vossas mãos sujas do dinheiro do povo brasileiro, dinossauros psicopatas, carnívoros. Basta. Chega dos me$mo$. Fora todo$. Democracia Direta Já. Evoluir é preciso. https://josiasdesouza.blogosfera.uol.com.br/2017/08/23/impasse-pode-produzir-frankstein-ou-miss-brasil/

    • Trata-se de uma ideia de Jerico 171. Isso é conversa mole pra boi dormir. De nada adianta tirar todos de lá e por lá gente igual ou pior, que é o que o modello 171 de politica propicia, apenas mais dos me$mo$, ou vc acha que algum partido vai apresentar o Projeto Novo e Alternativo de Política e de Nação que estrague o pesqueiro delle$.

  2. É assustador observar que esse cara$ não se dão por achados, não se fazem de rogados e nem pegos no flagra com as respectivas bocas nas botija$ do erário, nem mesmo delatados pelos seus comparsas e filmados pela Lava Jato.

  3. Loriaga, é a certeza da impunidade que gera esta arrogância toda.
    Não vejo saída pelos meios democráticos, infelizmente.
    Eles tem o poder de legislar e legislam em causa própria.
    Quando os Tizares, o rei de França, a Inglaterra em relação a sua colônia no novo mundo e etc… largariam o osso.!!!!

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