Aliados de Temer acham que ele poderá ser preso assim que deixar o governo

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Temer tem um encontro marcado com os federais

Denise Rothenburg
Correio Braziliense

Assim como o PT coloca o ex-presidente Lula como vítima de perseguição política, o MDB se prepara para usar o mesmo expediente em relação ao presidente Michel Temer. O ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun, por exemplo, tem dito que há irresponsabilidades por parte de procuradores e juízes de primeira instância e que, diante disso, teme que o presidente possa ser preso a partir de janeiro, quando terminar o mandato.

Para um ministro dizer isso é sinal de que o receio, realmente, é grande. A diferença entre a estratégia do PT e do MDB é que os petistas fazem reuniões, comícios, vão para a tribuna da Câmara e do Senado defender Lula.

Já os emedebistas não têm feito o menor esforço em defesa do presidente Temer. E, num ano eleitoral, não ele encontra muitos aliados dispostos a fazê-lo.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
O risco de Temer ser preso nos primeiros dias de janeiro realmente é muito grande, porque as acusações contra ele são abundantes e as provas (testemunhais e materiais) também se acumulam. Além das duas denúncias iniciais, que foram bloqueadas pela Câmara dos Deputados, caminha velozmente a terceira denúncia, sobre as ilegalidades cometidas para beneficiar empresas no Porto de Santos. O grupo Libra, um dos favorecidos por ele há décadas, já está negociando delação premiada.  (C.N.)  

6 thoughts on “Aliados de Temer acham que ele poderá ser preso assim que deixar o governo

  1. Lugar de bandido é na cadeia, preferencialmente pela eternidade, devido a gravidade de seus crimes!Estão reclamando de irresponsabilidade pq outros o seguirão, acabando o foro privilegiado!

  2. Qual a diferença entre Fundo Partidário e Fundo Eleitoral?
    Ambos os fundos são abastecidos com dinheiro público.

    By Equipe HuffPost

    UESLEI MARCELINO/REUTERS
    Fundo Eleitoral vai liberar R$ 1,7 bilhão aos partidos; verba do Fundo Partidário é de R$ 888 milhões.
    O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) divulgou nesta segunda-feira (18) o valor que cada partido receberá do Fundo Eleitoral para o financiamento de campanhas nas eleições de 2018.
    Além desses recursos, que somam R$ 1,7 bilhão, as siglas poderão usar dinheiro do Fundo Partidário nas candidaturas. Ambos os fundos são abastecidos com recursos do Orçamento da União. Ou seja, com dinheiro público.
    Mas, afinal, qual é a diferença entre esses dois fundos?
    Conhecido como Fundo Eleitoral, o Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC) foi criado em 2017 pelo Congresso Nacional para compensar o fim das doações por empresas, proibidas desde 2015.
    O Fundo Partidário, por sua vez, é uma das principais fontes de renda das legendas brasileiras, que recebem os recursos mensalmente para a manutenção da máquina partidária.
    Do total recebido de Fundo Partidário, cada sigla deve reservar ao menos 20% para a criação e manutenção de fundações (institutos de pesquisa ou educação política) e 5% para programas que promovam a participação feminina na política.
    Neste ano, R$ 888,7 milhões serão distribuídos pelo Fundo Partidário.
    A divisão do dinheiro é feita conforme determina a Lei dos Partidos Políticos: 95% são distribuídos às legendas na proporção dos votos obtidos na última eleição para a Câmara dos Deputados; os outros 5% são distribuídos em partes iguais a todos os partidos com registro no TSE.
    A divisão das verbas do Fundo Eleitoral segue outros critérios.
    O número de deputados e de senadores de cada sigla orienta a distribuição de 48% e 15% dos recursos, respectivamente. Outros 35% são distribuídos de acordo com a votação de cada legenda nas últimas eleições para a Câmara. Os 2% restantes são divididos igualmente entre os partidos.
    Dinheiro para campanhas
    Embora o Fundo Eleitoral tenha sido criado com o objetivo específico de financiar campanhas, verbas do Fundo Partidário também podem ser usadas nas eleições.
    O dinheiro, contudo, deve contemplar as candidaturas femininas, e a regra vale para ambos os fundos.
    Em decisão de março deste ano, o STF (Supremo Tribunal Federal) determinou que pelo menos 30% dos recursos do Fundo Partidário que eventualmente forem usados para financiar campanhas devem ser repassados às candidatas mulheres.
    O entendimento foi seguido pelo TSE, que em maio definiu que 30% do Fundo Eleitoral deve ser transferido às candidaturas femininas.
    O percentual está de acordo com a Lei das Eleições, que determina que pelo menos 30% das candidaturas de cada sigla seja de um dos gêneros.

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