Amazônia, fundo do mar, montanhas, Antártica, as grandes riquezas inexploradas

É preciso voltar ao tema das riquezas que o Brasil despreza, trata com desinteresse, só se lembra com a maior displicência. Antes, os interesses maravilhosos da Amazônia eram dominados por grupos os mais diversos, inteiramente voltados para o enriquecimento pessoal, ilícito, ilegal e ilegítimo.

Depois então, que o Supremo, de forma inesperada e imprudente, decidiu (?) que esse país identificado como Amazônia, podia enriquecer a todos e a qualquer um, menos ao povo, à coletividade, à comunidade, quase ninguém mais escreveu, falou, combateu, a favor do aproveitamento dessa riqueza, visível e imaginável mas de valor incomensurável, desculpem a palavra, mas é a única.

Cientistas, pesquisadores, geólogos, estudiosos dos mais diversos setores, juntam como AINDA NÃO EXPLORADAS, essas quatro riquezas que coloquei no título. E coloquei propositalmente, declaradamente, planejadamente, conscientemente, até angustiadamente, porque três delas estão no Brasil.

E a impressão que tenho e todos têm, é que não existem, os governos passam (ou ficam) e não se interessam, nem percebem que EXPLORANDO ESSAS FONTES milagrosas de enriquecimento, nos transformaremos em potências reais, apreciadas e respeitadas.

Presidentes supostamente intelectualizados, ou provadamente não-alfabetizados, desconhecem inteiramente as previsões sobre as RIQUEZAS ainda não dominadas ou aproveitadas. E não dão um passo no sentido do desenvolvimento por esse caminho, ou para desmistificar a afirmação jamais desmentida da existência dessas riquezas.

Para todos esses governos e governantes, no Império e na República, a omissão é muito mais graciosa e satisfatória do que a ação. FHC se conhecesse o assunto, trataria de transformá-lo em realidade, para DOAR essas riquezas aos grupos que sempre o manejaram. Em outras palavras, FHC PRIVATIZARIA a Amazônia, o fundo do mar, as montanhas, que seriam imediatamente globalizadas.

O presidente Lula não se lembrou ou então diria, “não sei nada sobre isso”. Se soubesse, seriam mais TRÊS ITENS para o Plano de Direitos Humanos, “aquilo que Dona Dilma vai executar EM NOME DO POVO”. Ou então vai recusar publicamente também “EM NOME DO POVO”.

Ninguém esquece que Lula e Dilma só pensam no povo, são generosos, desprendidos e nada ambiciosos. Atendem APENAS A APELOS POPULARES.

Helena Daltro Pontual, (da Agência Senado) fez matéria admirável sobre os 370 anos da posse da Amazônia Brasileira. Desculpe, Helena, são 370 anos perdidos, e agora esbanjados e desperdiçados com o aval do Supremo Tribunal Federal.

Podem ficar assombrados, perplexos, estarrecidos e revoltados: a Amazônia tem um patrimônio avaliado em 4 TRILHÕES DE DÓLARES, e é “AVALIAÇÃO POR BAIXO”. Sua riqueza potencial em biodiversidade e recursos naturais é indescritível. E gravíssimo: não sabemos O QUE É NOSSO, o que pertence a aventureiros, ou o que já foi vendido de “papel passado”, com recibos DADOS PELO Brasil.

É última área habitável do planeta com densidade demográfica espantosamente mínima. Ingênuos ou desinformados, podem continuar acreditando que toda a AMAZÔNIA É NOSSA, NÃO HÁ PERIGO NA COBIÇA DE GRUPOS OU DE PAÍSES ESTRANGEIROS.

* * *

PS – Neste momento, a retomada de um grande assunto, a tentativa de mobilização e do debate em torno dessas riquezas jogadas fora, ou mais lamentavelmente, D-E-S-C-O-N-H-E-C-I-D-A-S.

PS2 – E quero fazer um apelo aos que sempre se interessaram pela Amazônia, caminharam na linha do melhor exemplo, dado pelo barão do Rio Branco.

PS3 – Almirante Gama e Silva, generais Lessa, Agenor, Diógenes, ex-senador Bernardo Cabral, e tantos que sempre defenderam a Amazônia, não abandonem o Bom Combate. Escrevam, fale, se “internetizem”, usem todos os meios e modos, mas lembrem a todos, que da mesma forma que o petróleo, A AMAZÔNIA É NOSSA.

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