Amigo para essas coisas: Ministro Jos Eduardo Cardozo intercedeu por Paulo Maluf junto Interpol

Jos Carlos Werneck

Segunto matria do jornalista Rodrigo Vilela, publicada,no site “Dirio do Poder”, o deputado Paulo Maluf declarou ao programa Poder e Poltica, que o ministro da Justia, Jos Eduardo Cardozo, intercedeu por ele junto ao governo dos Estados Unidos para tirar seu nome da lista de procurados da Interpol.

Cardozo enviou ao governo norte-americano um comunicado perguntando a respeito da possibilidade de Maluf ser ouvido no Brasil sobre a acusao de usar instituies do pas no suposto desvio de dinheiro na construo da avenida gua Espraiada, atualmente, Jornalista Roberto Marinho, em So Paulo. O fato foi confirmado pelo Ministrio da Justia.

De acordo com o ministrio, o caso de Maluf foi o nico at agora com essas caractersticas: brasileiro, com residncia fixa e com aviso de procurado na Interpol para ser preso nos EUA, requerendo o direito de ser ouvido no Brasil, mas se outro cidado, nesta condio, solicitar ajuda ao governo, ser atendido.

Coincidentemente Maluf e seu advogado s procuraram o ministro Jos Eduardo Cardozo quando o deputado e seu partido, o PP, apoiaram a campanha do petista Fernando Haddad pela Prefeitura de So Paulo, em 2012. O deputado se encontrou com o ministro mais de uma vez nos ltimos dois anos para tratar do assunto, mesmo aps o governo norte-americano negar a solicitao de Maluf.

Paulo Maluf criticou a atitude do governo brasileiro. O que estranho que um brasileiro no tem a mesma defesa do governo brasileiro que teve o Cesare Battisti, este sim criminoso, assassino, matou gente na Itlia. Est condenado pela Justia italiana e recebeu asilo aqui”.

12 thoughts on “Amigo para essas coisas: Ministro Jos Eduardo Cardozo intercedeu por Paulo Maluf junto Interpol

  1. Parece que houve uma transmisso de pensamento entre mim e Guilherme de Almeida, pois eu gostaria de abordar a declarao de Israel em resposta crtica brasileira com relao exagerada desproporo de foras empregada contra o povo palestino.
    Simplesmente os judeus podaram a crista do Brasil neste particular, declarando que politicamente somos irrelevantes (sic)!
    , pode at ser, mesmo.
    Mas, os israelenses, no so to bem tratados em Israel quanto neste territrio, curiosamente.
    No temos terrorismo, tanto na condio de vtima quanto de causador;
    No temos dio tnico, como acontece na “terra santa”;
    rabes, judeus, brasileiros, turcos, armnios, japoneses, alemes, italianos … todos se do bem na Ptria brasileira!
    Os judeus so muito ricos neste canto da Amrica do Sul, principalmente no Brasil;
    Vivem em paz, com seus fihos frequentando escolas e sinagogas sem qualquer receio de atentados;
    So respeitados, e no existem atos de vandalismo como em vrios pases europeus com referncia a esta carnificina na Palestina (discutir genocdio ainda causa polmica neste espao democrtico);
    Podem professar a sua religio, tanto os ultraortodoxos quanto os moderados;
    Rabinos do palpites na poltica brasileira, e patrcios tm influncia em nossa Economia;
    A remessa de dinheiro do Brasil para Israel deve ser substanciosa, diante da quantidade de judeus que aqui NASCEU, VIVE E PROGRIDE;
    Ento, o palhao, o idiota, o mentecapto, que nos ofendeu, tem razo em afirmar que somos irrelevantes porque o Brasil ainda considera o ser humano mais importante que um pedao de cho; que o cidado deve ser mais considerado, no lugar de se oprimir os mais fracos; que se deve cuidar de mulheres e de crianas e no mat-los a sangue frio porque inimigos; pelo fato de conseguimos viver em harmonia, e os relevantes pases politicamente falando simplesmente ignoram esta matana generalizada que Israel pratica indiscriminadamente contra indefesos civs!
    O canalha israelense que nos considera irrelevante, deveria ter uma resposta altura dos judeus brasileiros ou, por acaso, vo se omitir convenientemente a esta estupidez?!
    Eu, brasileiro, que amo esta terra, no admito de quem quer que seja que diga que sou irrelevante, pois, pelo menos, NO SOU APTRIDA!

    • Prezado Francisco Bendl,

      Israel considera o POSICIONAMENTO do ministrio das relaes exteriores do Brasil “irrelevante” e no a nao brasileira. Tem razo. No somos membro permanente do conselho de segurana da ONU. No fazemos parte do G7 grupo de pases mais industrializados e desenvolvidos economicamente do mundo e estamos muito distantes dos problemas enfrentados diariamente por palestinos e judeus.

      abrao fraterno

      • Dorothy,
        Quanto a estarmos muito distantes dos problemas entre palestinos e israelenses, concordo plenamente.
        Somos INFINITAMENTE MELHORES!
        Nesta terra vive-se em paz, condio que as naes relevantes desconhecem, pois somente agem base do aniquilamento daqueles que os contrariam.
        Sobre o Conselho de Segurana da ONU, trata-se de uma pilhria, bastando que um dos pases seja contra a posio dos demais para que as sanes no sejam levadas a efeito.
        A verdade que no existem justificativas e tampouco explicaes sobre esta matana, esta carnificina, esta chacina contra os palestinos, principalmente mulheres e crianas!
        Um abrao, Dorothy.

        • Prezado Bendl,

          Ser que somos mesmo INFINITAMENTE MELHORES ?
          No Brasil milhes vivem miseravelmente e at parece ser poltica de estado o criminoso aniquilamento da populao. Sim, o Conselho de Segurana da ONU uma afronta aos
          demais pases mas no podemos esquecer o seu poder. Concordo que no existem justificativas e tampouco explicaes sobre a matana, carnificina e chacina contra qualquer povo, principalmente mulheres e crianas.

          abrao fraterno

          • Querida Dorothy,
            Pelo menos no os matamos a bombas e tiros de canho!
            Apesar de tambm convivermos com a misria alheia, e de no darmos a devida importncia a esse sofrimento, no existe o dio tnico no Brasil, as diferenas religiosas que matam, as segregaes, os preconceitos em nveis exacerbados.
            A questo Palestina exige muito mais diplomacia que violncia, muito mais tolerncia que radicalizaes.
            O atual estgio naquela regio de completo caos, cujo objetivo agora a destruio, o aniquilamento de um povo, seja ele massacrado atravs de suas mulheres crianas e idosos, e poucos combatentes.
            Pois est nessa desproporo de foras a indignidade mundial, que levar a novos embates e mais violentos por conta das mortes desnecessrias.
            Portanto, quando afirmo que somos melhores, quero dizer, minha prezada Dorothy, que os brasileiros no so inimigos de outros povos para querer elimin-los, trucid-los, dissip-los da face da terra.
            Em outras palavras:
            Temos defeitos, sim, Dorothy, minha querida, mas bem menores que judeus e palestinos!

  2. A pele desse Ministro Z da Justia vemelha, mas a alma dele toltamente franco-tucana-suia
    Desse jeito a matilha corrupta franco-tucana-suia agradece desde j, jamais um INIMPUTVEL passar um dia sequer tomando caf de canequinha na cadeia……

  3. De qualquer forma a saia justa, uma vergonha para o pas, porque Maluf procurado pela interpol e deputado federal, foi eleito pelo povo brasileiro , a justia eleitoral deixou que ele concorresse apesar das acusaes e de ser procurado pela Interpol. Semana retrasada os terroristas do rio centro foram perdoados. Se fosse nos EUA o Maluf no seria deputado e os terroristas estariam em Guantnamo no corredor da morte.

  4. Wikipdia

    Crime, em termos jurdicos, o mais grave entre os dois tipos de Infrao penal definidos no Brasil1 . Os crimes distinguem-se das contravenes por serem infraes penais as quais a lei comina pena de recluso ou de deteno, no importando se isoladamente, alternativamente ou cumulativamente com a pena de multa2 . O crime, assim como toda Infrao Penal, caracteriza-se como a prtica de conduta tipificada pela Lei Penal como ilcita3 . S se consideram crimes, as condutas praticadas por humanos.

    Em um sentido vulgar, crime um ato que viola uma norma moral. Num sentido formal, crime uma violao da lei penal incriminadora. No conceito material, crime uma ao ou omisso que se probe e se procura evitar, ameaando-a com pena, porque constitui ofensa (dano ou perigo) a um bem jurdico individual ou coletivo.

    Como conceito analtico, o crime pode ser dividido em duas vertentes: a causalista e a finalstica. A Teoria causalista da ao ou Teoria Clssica, observa o Crime como um fato tpificado como tal por lei e ilegal. Tal diviso baseia-se na premissa de que a culpabilidade um vnculo subjetivo entre a ao e o resultado de certa conduta e no considerada como quesito para caracterizar um crime, mas apenas dosar sua pena4 .

    Para a Teoria finalista da ao, a mais aceita pelos doutrinadores, uma conduta s ser considerada criminosa se for tpica, ilcita e culpvel, uma vez que os motivos e objetivos subjetivos do agente so analisados e decisivos para a caracterizao ou no da Infrao5 . A conduta s ser considerada criminosa se for reconhecido o Dolo na motivao do agente criminoso, ou a Culpa, quando a Lei Penal expressamente prever esta possibilidade6 .

    Desde as primeiras civilizaes, ao cunhar a lei, esteve presente um dos seus objetivos primordiais que limitar e regular o procedimento das pessoas diante de condutas amplamente consideradas como nocivas e reprovveis.

    Um dos escritos mais antigos o cdigo sumeriano de “Ur-Nammu” que data de aproximadamente 2100 a.C. no qual se vm arrolados 32 artigos alguns dos quais preconizando penas para atos delitivos. O Cdigo de Hamurabi que compilao maior e posterior, dentre outros regramentos penais contra o crime, adota a chamada Lei de Talio ou a conhecida lei do olho por olho, dente por dente, que concedia aos parentes da vtima o direito de praticar com o criminoso a mesma ofensa e no mesmo grau por ele cometida (ver: Codificao jurdica).

    Destaca-se tambm, na antiga Lei de Moiss, a cominao de penas severas. No haveria perdo por parte de Deus, sendo o criminoso (ou pecador) sujeito s sanes ditas divinas. Acredita-se que a teoria humanista de Jesus de Nazar, bem como a dura pena pela qual passou, tenha abrandado as formas de punio e introduzido o perdo na teoria criminal.

    At a idade mdia a noo de crime no era muito clara, frequentemente confundida com outras prticas reprovveis que se verificavam nas diversas esferas legais, administrativas, contratuais, sociais (stricto sensu), e at religiosas.

    At a consagrao do princpio da reserva legal em matria penal ou nullum crimen nulla poena sine lege (no h crime, no h pena, sem lei), crime e pecado se confundiam pela persistncia de um vigoroso direito cannico que s vezes confundia (e at substitua) a legislao dos Estados.

    Deve-se portanto quele princpio a formulao atual de vrias legislaes penais que, em verdade, no probem nenhuma prtica, mas simplesmente tipificam condutas e preconizam as respectivas penas queles que as praticam.

    Assim correto dizer que no h lei alguma que proba algum de matar uma pessoa. O que h uma lei que tipifica esta ao definindo-a como crime, e prescreve-lhe as diversas penas aplicveis quele que a praticou, levando em conta as diversas circunstncias atenuantes ou agravantes presentes em cada caso.

    Para a Hermenutica jurdica, a norma incriminadora tem a finalidade de repudiar e proibir condutas atravs de uma coao e represso, cominando penas que devem ser interpretadas e aplicadas conforme os Princpios do Direito Penal da Proporcionalidade e razoabilidade.

    Tipo penal
    Cada tipo penal gera um resultado danoso a algum bem jurdico diferente, e por isso a maneira de se planejar, executar e consumar so diferentes, alguns geram resultados mais severos e outros menos severos, alguns danificam bens materiais e financeiros, outros danificam o corpo humano, ou a sade mental, assim como a moral e os costumes de uma sociedade. Por isso para efeito de estudos e conforte as legislaes penais as condutas consideradas como crimes foram agrupados segundo o bem jurdico atingido.

    Assim, temos abaixo uma lista no-conclusiva sobre alguns dos principais grupos delitivos.

    Crimes contra a pessoa
    Ver artigo principal: Crime de tortura
    Homicdio – matar algum.
    Infanticdio – matar o prprio filho, durante o parto ou logo aps, sob influncia do estado puerperal.
    Homicdio culposo – quando no h inteno de matar, sendo a morte provocada por impercia, negligncia ou imprudncia.
    Homicdio doloso – quando h inteno de matar ou quando o agente assume o risco de causar a morte.
    Induzimento, instigao ou auxlio a suicdio.
    Aborto.
    Leso corporal.
    Abandono de incapaz.
    Omisso de socorro.
    Maus tratos.
    Crimes contra a honra[editar | editar cdigo-fonte]
    Ver artigo principal: Crimes contra a honra
    Injria (ofensa verbal, escrita ou encenada)
    Calnia (falsa atribuio de cometimento de crime a algum)
    Difamao (propagao desabonadora contra a boa fama de algum).
    Plgio (cpia de ideologias, textos e afins considerados graves de outro indivduo)
    Crimes contra o patrimnio[editar | editar cdigo-fonte]
    Furto – subtrao de coisa alheia mvel
    Roubo – subtrao de coisa alheia mvel mediante violncia
    Latrocnio – roubo seguido de morte. (Trata-se de crime contra o patrimnio porque a motivao do crime a subtrao imediata do patrimnio da vtima)
    Receptao – receptar algo ou produtos roubados
    Dano – danificao dolosa de coisa alheia (no havendo crime de Dano culposo)
    Extorso – quando se constrange algum com o intuito de receber vantagem econmica indevida.
    Extorso mediante sequestro – sequestrar pessoa com o fim de obter vantagem como condio do resgate.
    Usurpao – apropriar-se, no todo ou em parte, de coisa imvel alheia.
    Estelionato – obter para si vantagem ilcita por meio de erro ou ardil.
    Violao de direito autoral – uso no autorizado de obra alheia
    Violao do direito de marca – violar patente ou desenho industrial

    Crimes contra a administrao pblica
    Corrupo poltica, Crime do colarinho branco e Crime funcional
    Peculato

    S at aqui, porque diz respeito especficamente ao artigo.

    Ser que eu entendi ou a minha vista est me pregando peas?
    Quer dizer ento que, pelo seu particular cdigo de conduta, o ‘nobre’ deputado no se considera um criminoso, seno um cidado exemplar que contribui h anos para o progresso do pas e bem estar de seus cidados? E ainda por cima vtima, vtima ‘indefesa’ de uma estado totalitrio que defende criminosos estrangeiros e abandona os seus nacionais honestos, probos, ntegros, verdadeiras ‘ex(cresc)lncias’ , pilares da tica e da moral, sanha persecutria do malvado tio sam?! Que nojo! Com licena, vou “chamar raul.”

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