Apenas 1,1% dos advogados brasileiros consideram ‘rápida’ a Justiça no país.

Roberto Monteiro Pinho

As pesquisas apontam a surpreendente negatividade dos serviços jurídicos como um todo. A prova disso está no resultado de um levantamento realizado no segundo semestre de 2011, pela Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da USP de Ribeirão Preto (SP), indicando que apenas 1,1% dos advogados brasileiros, consideram “rápida” a Justiça do país. Dos 98,9% restantes, 30,4% definiram-na como “lenta” e 68,5%, como “muito lenta”.

No primeiro semestre de 2011, o índice de confiança fora de 32,7%. Seis meses depois, a confiança dos advogados na Justiça caiu e foi estimada em 31,2%. Na pesquisa anterior, o indicador melhor avaliado era justamente o que sondava a evolução da justiça para os próximos cinco anos.

Porém, com redução de -10,2%, a percepção da melhor evolução caiu de 48,2 para 43,3 pontos, ficando desta vez na segunda posição. Na segunda edição do ICAJ/Fundace, o indicador rapidez continuou sendo o pior avaliado com uma queda de -8,4%, chegando aos 10,9 pontos.

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