Assassinato de PC Farias teria sido crime passional?

Fernando Pawlow

O livro de Mario Sergo Conti “Notícias do Planalto” defende a tese do crime passional, baseando-se no seguinte:

1-PC estaria trocando Suzana Marcolino por uma senhora de sua classe social, Claudia Dantas, de família de usineiros. No jantar fatídico, o caso entre eles (PC e Suzana) seria encerrado

2- PC não estaria mais bancando os gastos de Suzana, os cheques estavam voltando (incluindo aí o cheque com o qual pagou o dentista Coleone)

3- Suzana teria comprado uma arma (de mesmo calibre da utilizada no crime) em churrascaria nos arredores de Maceió

4- Ela ja teria ameaçado se matar, segundo Conti apurou, entrevistando Claudia Dantas, a rival.

Não chego a qualquer conclusão, mas trata-se de dados que são sempre “esquecidos” quando se comenta deste crime, dados divulgados pelo jornalista que mais conversou com PC e que chegou a jantar uma vez com o casal da tragédia.

Por outro lado, como ignorar as conclusões de legistas?

Há, como observa Conti no livro, “um picadeiro” sobre o episódio, o qual acredito que jamais venha a ser elucidado.

Seria interessante ouvir Conti e outros defensores da tese de crime passional.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOGA tese do crime passional não prevaleceu. Os quatro seguranças é que são réus no processo. E também não se resolveu a morte misteriosa da ex-mulher de PC, Wilma Farias. Com tanto mistério, só chamando o Sherlock Holmes…

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