Autênticas, textuais e entre aspas

Muita gente que tem relacionamento com o repórter e com Ciro Gomes, (nada surpreendente) me diz: “O ex-governador do Ceará está exibindo uma satisfação fora do comum, mostra um bom humor além de qualquer expectativa, coisa rara nele”.

Declaração do próprio Ciro a um amigo do repórter, quando tomavam café da manhã: “A maior jogada política que fiz até hoje foi mudar meu domicilio eleitoral para São Paulo. Todos acreditavam que seria candidato a governador, sou favorito para presidente”.

(Tomavam café da manhã no “Talho Capixaba”, Ipanema, junto com a “Escola do Pão”, Jardim Botânico, os dois melhores locais para isso). “O deputado me pediu sigilo, não podia negar”.

Do jornalista Mauricio Azedo, presidente da ABI: “O importante não é o diploma, mas a formação dos jornalistas em escola de nível superior”. É a posição exata deste repórter, colocada no mesmo dia da decisão do Supremo.

Contestei o Supremo e sua determinação, com um único voto irrefutável. Defendi o título pelo efeito colateral e pelo relacionamento, mas ressalvando que os donos dos órgãos de comunicação, geralmente sem diploma, ficariam como “magistrados” na contratação e formação de suas redações. Quanto mais diploma, melhor, prova de estudo. Mas não é o diploma que enaltece o jornalista. Se isso fosse verdadeiro, Guttemberg teria inventado as máquinas de impressão inutilmente, pois não haveria jornalistas para fazer os jornais.

Do jornalista econômico George Vidor: “Os economistas gostam de usar alguns jargões. Há um certo economês. Eles falam muito para si mesmos”. Rigorosamente verdadeiro.

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