Autênticas, textuais e entre aspas

Do presidente de El Salvador: “Chávez não é modelo. É preciso apostar no crescimento e na estabilidade. Sem isso não se produz a riqueza para dividir”.

Que Chávez não é modelo nenhuma dúvida. Mas com o patrocínio das esquerdas, voltamos aos tempos calamitosos, “é preciso deixar o bolo crescer para depois dividir”. Tão perigoso quanto Chávez.

Manchete da Folha: “Câmara perdoa 85% das ausências”. Queriam dizer faltas, a linha do computador rejeitou. E não entenderam a grandeza e a isenção de Michel Temer. Podia perdoar 100 por cento, ainda pagou 15%, a ambição eleitoral (sem votos) foi mais forte.

Claudio Guimarães dos Santos, contestando o 7 de Setembro, (que só eu contestei), parabéns: “Em vez de um risonho verde-amarelo, os que têm olhos para ver, deveriam pôr-se de luto neste mês de setembro”.

A propósito: o presidente da França, único convidado do grito (Independência ou morte) vendeu 20 BILHÕES de armas. Que República, perdão, que 7 de Setembro.

Do presidente Lula: “É indispensável que o povo participe dos lucros do pré-sal”. Ah! presidente, o senhor proibiu a participação com o dinheiro do FGTS. E olha que em 10 anos, a participação do povo com esses recursos, não chegou a 2 por cento.

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