Autênticas, textuais e entre aspas

José Simão, na Folha: A salvação é privatizar a família Sarney”. Genial, a família já foi estatizada, estatelada e estraçalhada.

Ainda sobre a carta do advogado Jorge Rubem Folena (postada ontem, basta clicar aqui para ler) a respeito dos royalties do petróleo (incluindo o pré-sal e o óleo combustível) o comentário final deste repórter: “A conquista do pré-sal animou ainda mais os aventureiros da cobiça pública e particular”.

E para não deixar dúvida sobre personagens, a conclusão: Quanto ao governador Sérgio Cabral, bem, só defenderia o Estado do Rio, o direito sobre suas riquezas e a distribuição para a comunidade, se para isso tivesse que fazer muitas viagens para variadas partes do mundo”.

Na série de televisão “House” (dita a mais vista no mundo), há uma frase-conceito, admirável: “QUASE morrer não é nada. MORRER é tudo”. 90 por cento dos senadores deveriam verificar se estão política e eleitoralmente na primeira ou na segunda colocação-conclusão.

Luiz Inácio Lula da Silva, apressado, tão descuidado quanto os “aloprados” que condenou: “Precisamos adotar IMEDIATAMENTE nosso calendário de futebol, como o calendário da Europa. Além da “papagaiada” subserviente, nenhum estudo sobre a matéria. IMEDIATAMENTE só em 2011. Para 2010, tudo pronto menos o destino, o paradeiro e a obsessão do próprio Lula.

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