BIodiesel, solução brasileira cada vez mais viável, precisa ser incentivada pelo governo

O comentarista Carlo Germani nos envia essa entrevista feita pleo jornalista gaúcho Políbio Braga com Erasmo Batistela, da empresa BSBios, de Passo Fundo (RS), sobre a importância da decisão de aumentar de 5% para 7% a mistura de biocombustível ao diesel.

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A reunião com a Agência Nacional do Petróleo, no Rio, está mesmo determinando a elevação de 5% para 7% na mistura do biodiesel ao diesel?

– É um dos pontos de discussão do marco regulatório para a atividade de biodiesel. A reunião tratará de todo o guarda-chuvas que regulará a área.

– Mas poderá sair a elevação para os 7%?

Sim. Teremos um marco regulatório para dez anos. A ANP fará audiência pública dia 16, em Brasília, para discutir mudanças nas especificações do biodiesel, que melhorará de qualidade. Esperamos que em março a Presidente edite a Medida Provisória com as mudanças.

– O Rio Grande do Sul lidera a produção de biodiesel.

– Sim, com 34% do total. O Estado que mais consome é São Paulo, com 35%.

– Dá para elevar a mistura para 7%, sem novos investimentos na indústria?

– Temos capacidade ociosa para cobrir a diferença, como também temos produção de matéria-prima e mercado, porque o diesel é importado e a mistura diminuí a importação.

– E a exportação?
 
– Não exportamos. Para sermos competitivos, precisaremos de políticas públicas mais definidas e diferentes, como melhoria do tratamento tributária. Eliminar a Cide (Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico, um tipo de imposto) é vital.
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