Bolsas: segunda do INFERNO ao CÉU, terça e hoje, quarta, voltando ao INFERNO

No primeiro dia desta semana, as bolsas davam a impressão de que não PARARIAM mais de subir. Montaram então uma campanha de OTIMISMO, para que não parecesse especulação. Dizem que o autor da idéia e da execução, teria sido Hupert Murdoch que tem hoje o maior império ou monopólio de órgãos de comunicação.

No Brasil se chamou, “DO INFERNO AO CÉU”. Acontece que os especuladores, jogadores, manipuladores querem saber de lucros todos os dias, não aceitam interrupção. Então, ontem, as matérias saíram antes das bolsas abrirem, assim que abriram, começaram a VENDER.

Resultado: no Brasil, a queda foi de 3 por cento cravado, nos EUA e na Europa, caíram menos, os patrocinadores, surpresos, ou melhor, ESTARRECIDOS.

Em São Paulo, com uma hora de pregão, as ações já caíam mais de 2 por cento. Às 14 horas vinha para 60 mil, menos 4,35%. Na volta do almoço, alternância e instabilidade, passava dos 61 mil, voltava, mas não saiu de maneira alguma, desses números.

Às 5 horas, faltando uma hora para fechar, tentavam dar a desculpa do IOF para explicar a queda. Acontece que nos EUA, Europa e Ásia, que não tiveram IOF, caíam com muita força. Jogaram muito, Paul Getty, grande ganhador, dizia sempre: “Bolsa não sobe sempre, Bolsa não desce sempre”.

O dólar operou o dia todo em alta, no fechamento atingira praticamente 2 por cento cravado, em 1,779. A Bovespa movimentou quase 7 bilhões, VENDERAM mesmo. Fechou no índice mais baixo do dia, menos 4,75% em 60.1722 pontos.

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