Bolsonaro escolhe um amigo pessoal para ser o novo Secretário-Geral da Presidência

Jorge Antônio de Oliveira Francisco, Jair Bolsonaro e Floriano Peixoto Neto

Floriano Peixoto, Bolsonaro e o novo secretário-geral do Planalto

Deu em O Tempo

O advogado e major da Polícia Militar, Jorge Antônio de Oliveira Francisco, irá assumir a Secretaria-Geral da Presidência da República, no lugar de Floriano Peixoto Neto, que vai assumir a presidência dos Correios. O anúncio foi feito na manhã desta sexta-feira (21) pelo presidente Jair Bolsonaro.

Jorge Antonio de Oliveira Francisco será o terceiro ministro a comandar a pasta no governo Bolsonaro.  Antes de Jorge Antônio, passaram pela secretaria o advogado Gustavo Bebianno e o general Floriano Peixoto.

NA CASA CIVIL – O novo ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República trabalha desde o início do governo Bolsonaro à frente da Subchefia de Assuntos Jurídicos (SAJ) da Casa Civil, órgão que analisa a legalidade dos atos presidenciais.

Floriano substitui o general Juarez Cunha, que de acordo com Bolsonaro foi demitido por adotar um comportamento “sindicalista” ao se posicionar contrário a privatização dos Correios. O presidente disse, em coletiva a imprensa, que não pretende mudar “mais ninguém” no quadro de ministros.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
Infelizmente, o presidente Bolsonaro continua errando na escolha de ministros. O major Jorge Antonio de Oliveira Francisco tem como principal destaque no currículo o fato de ser amigo pessoal do chefe do governo. E em política todos sabem que nem sempre os amigos têm capacidade de assumir cargos de tamanha importância. No caso do major-advogado, foi ele o responsável na Casa Civil por vários erros jurídicos monumentais cometidos pelo presidente, que preferia consultar o amigo, que é advogado inexperiente, e deixava de consultar o ministro da Justiça, Sérgio Moro, que sabe tudo de direito. Depois a gente volta ao assunto. (C.N.)

2 thoughts on “Bolsonaro escolhe um amigo pessoal para ser o novo Secretário-Geral da Presidência

  1. Uau a meritocracia nos governos não existe, o que existe e sempre existiu e persiste é o famoso QI. O nomeado, indicado ou qualquer outra coisa não precisa ser competente, é preciso saber o nome de quem indicou, se é amigo do chefe então, melhor ainda.

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