Bolsonaro precisa de um certo isolamento para conseguir planejar seu governo

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Jair Bolsonaro precisa se recolher para depois emergir 

Waldemar Valim

É preciso sedimentar o terreno para os brasileiros que confiam e acreditam em Jair Bolsonaro e também para aqueles que não votaram no candidato do PSL, mas continuam a torcer a favor do Brasil, não importa quem esteja à frente do governo. Na esteira da continuidade dos resultados obtidos nas urnas, agora é preciso oferecer ao futuro presidente um voto de confiança de que continuamos a acreditar e estamos certos de que novos rumos benfazejos este país irá usufruir.

Para que isso ocorra, é necessário promover um certo isolamento do novo chefe do governo, para que tenha paz e tranquilidade no planejamento de sua administração, não tendo que se preocupar com os problemas da China, da capital de Israel e dos médicos cubanos que ainda estão entre nós.

QUESTÃO DE OPÇÃO – O presidente Bolsonaro precisa se ver como um bom estrategista, como ficou provado em sua vitoriosa campanha, feita sem espaço na TV e sem os generosos recursos públicos oferecidos aos grandes partidos políticos.

Haverá tempo para que Bolsonaro se dedique à política externa, para elevar o país a um patamar acima da situação atual, em que se procura fazer do Brasil um mero quintal, aniquilando suas potencialidades e colocando o país numa atitude de subserviência, com seu povo em baixa estima e complexo de inferioridade.

No momento, porém, é hora de concentrar esforços para resolver os principais problemas internos do país. Por isso, faria muito bem ao presidente eleito conquistar seu isolamento das mídias impressas e televisivas.

ÉTICA E MORAL – Os dois principais problemas do Brasil são de ordem ética e moral, que provocam desigualdade de renda, falta de hospitais, criminalidade, insegurança e todas as mazelas que nem é preciso citar. Quando o governo mostrar sua disposição para moralizar a administração pública e a política, o presidente não precisará temer a ninguém. Se explicar ao povo os meandros da política, os partidos serão pressionados a colaborar e nada impedirá a retomada do desenvolvimento socioeconômico há muito esperado.

Nesta escalada, teremos sempre em tempo real a informação através da nova mídia que elegeu o presidente, e daí saberemos das tentativas de fisiologismos, achaques e manobras nada republicanas, se assim ocorrer, o que é muito provável.

Com a verdade coadunada com o povo, que fará sua principal armadura, o governo Bolsonaro tem tudo para ser bem sucedido, inclusive porque conta com apoio das Forças Armadas, cujas equipes especializadas podem colaborar com o governo de uma forma mais direta. E assim o Brasil será um grande país acordado e nunca mais um país inconsciente e corrompido.  

11 thoughts on “Bolsonaro precisa de um certo isolamento para conseguir planejar seu governo

  1. Para muitos que votaram no Bolsonaro, não foi, nem de longe, um ato de fé.
    Foi na verdade a tábua de salvação, que muitos viram, para não morrer no pântano do petismo.
    Agora, é esperar e torcer para que este governo que já começa se inserir na paisagem política do pais, de um mínimo de resultado prático.
    É bom que o presidente eleito, escute e muito certos setores das atividades públicas e privadas, e faça uma desPeTização total do governo, ou então terá de conviver com uma caveira de burro, enterrada na frente do planalto.
    Acho que em 4 anos, não sera possível reconstruir o pais, a partir dos escombros deixados pelo PT, porém se começar a limpeza, já terá feito muito.
    Ao Bolsonaro, vamos dar o crédito de que é bem intencionado e também já devemos preparar o “lombo”, porque o sucesso do seu governo, passa invariavelmente, pelo “arrocho” que imporá a população, até porque governo algum produz riqueza, vai buscar toda ela, no bolso do contribuinte.

    • E lá vem outra vez o velho discurso 171 de mil novecentos e bolinha, da famigerada ditadura militar, “não há mais o que fazer senão impor mais sacrifícios ao povo contribuinte, não prometemos a ninguém inícios e finais de anos sem aperturas “. E tome “Massa Falida”, Duduca e Dalvan. Ora, essa quem na tem capacidade criativa que não se estabeleça como governante. Como é que em sã consciência se cai outra vezes num conto de vigários desses ?

    • Qualquer pessoa com o mínimo de bom senso, dada a esculhambação e degradação deixada pelo PT, sabe que não será fácil. Mas não pode ser difícil apenas para a população em geral enquanto que alguns tenham que viver em situação de “penúria” com salários na casa dos 30 mil reais mais penduricalhos. Isso que é duro.
      Mas a petralhada achava tudo normal com a roubalheira institucionalizada, violência desenfreada, saúde e educação na sarjeta, degradação das instituições, etc. Agora tudo é ruim, as escolhas do Mito são péssimas, o caos vai surgir. Só quero lhes lembrar do seguinte: Lula está preso, babacas! Kkkkkkkk

  2. Esta estorinha do verbalismo popular pode explicar o porquê de o eleitorado ter escolhido Bolsonaro como plano B. Ou aliás, os eleitores não exerceram o livre arbitrio; foram compelido a votar no captain.
    -Um transeunte passava numa campina todos os dias: o único oásis que nela havia era uma moita de espinhos, até então, uma tábua de salvação repulsiva pro passante.
    Numa dada ocasião, o sujeito foi atacado por um touro bravio; não lhe restando outra opção, o camarada incursionou moita adentro. Passado o perigo, pintou um dilema: “Como sair deste espinheiro sem me ferir?” Ao perceber o alarido de uma caravana, gritou por socorro. Aí que um dos caminhantes perguntou ao sitiado: “Queres sacar fora?” Sim, é o que mais desejo agora!”. Logo a galera que ali passava formou um palheiro ao redor da moita e ateou fogo. Quando sentiu a chapa esquentar, o embrenhado sacou em disparada sem sofrer um arranhão.
    -Moral da estoria: um mal maior torna um menor desprezível. Na figura: o PT seria o touro, e Jair Bolsonaro a moita de espinhos. Aqui, tocar fogo na moita, seria os petista mordidos e os bolsonarianos já decepcionados, os deverim lotar as ruas, na tentativa de provocarem o abortamento da posse.

  3. EXCETO A RPL-PNBC-DD-ME, que desfilou nas ruas do país em Junho de 2013, nada de novo no velho front, agora com 129 anos de mais dos me$mo$, direita, esquerda e centro, volver. Portanto, continuo ouvindo o eco do destino gritando desesperadamente nas ruas do país desde Junho de 2013:” Leão, Leão, Leão, Revolução, a Mega-Solução.” A verdade como Ela realmente é, como diria o saudoso Nelson Rodrigues. Hélio Fernandes, uma lenda ainda viva do jornalismo nacional, matou a cobra, mostrou o pau e a cobra morta:“A História do Brasil é inundada e conspurcada por golpes e mais golpes. O primeiro aconteceu em 1889, quando República foi dizimada por dois marechais cavalarianos, que mal podiam subir num cavalo.” O fato é que a republica que ai está, infelizmente, já nasceu 171, com dois tumores malignos a tiracolo que não a deixam fazer outra coisa na vida senão cuidar das suas doenças congênitas, tipo massa falida, tais sejam o golpismo ditatorial e o partidarismo eleitoral manivelados por seus tentáculos, velhaco$, e o resto que fique para as calendas gregas resolverem. E agora, cada vez mais nivelada por baixo, surge sob o teto da dita-cuja, em pleno século 21, terceiro milênio, mais impostor político temporal, bipolar ao que parece, um cruzamento de capitão com deputado carreirista do baixo clero, paraquedista, que, como tal, usando até o santo nome de Deus em vão, atirou-se de paraquedas não da ponte Rio-Niteroi ao mar, mas, isto sim, sobre as nossas cabeças, com o PT-PCdoB-PSOL-PDT dando-lhe o maior apoio enquanto escada do mesmo. E o pior de tudo, com os votos de 57 milhões de gente sem noção nenhuma do processo político histórico, ao que parece, dando conta de que a dita-cuja 171 não tem mais jeito mesmo, sob o teto da qual nem orar e rezar adianta mais, até porque quanto mais se reza e se ora mais assombrações 171 aparecem. E daí a gente chega à conclusão de que realmente chegou a hora de passarmos este país à limpo, via Revolução Redentora, da política, da nação e da população, tendo em vista a necessária extirpação radical dos cânceres congênitos da nação, como nos pede o pedido do destino que continua gritando: ” Leão, Leão, Leão, Revolução, a Mega-Solução “. A república 171 dos me$mo$, chegou a um ponto de degradação e de transpiração de decadência terminal por todos os seus poros que não podemos perder mais tempo com governos que sabemos de antemão que implicará apenas em mais tempo perdido, tendo em vista que massa falida afeiçoa-se à titica com a qual, sem erradicá-la da sala, quanto mais mexe mais fede.

      • Embarcamos todos espontaneamente naquele memorável movimento de Junho de 2013, avisando o $istema podre, estamos esgotados de vocês. Daí vem Dilma com aquela “estória” 171 de “Governo Novo, Ideias Novas”. Na sequência vem os delinquentes do Cunha, Temer e CIA, com a tal “Ponte 171 para o Futuro”, agora vem esse, da turma do baixo clero capachos do Cunha, com mais essa “estória” 171, “Brasil acima de tudo, Deus acima de todos”. Pelo amor de Deus, isso tem que ter um basta, chega dos me$mo$, fora todo$.

  4. Boa tarde.

    Com toda contradição que poderemos defrontar e acrescidos de ataques inoportunos agravados pelo curto lapso temporal e ainda mais com as grandes corporações que não deixarão a GLOBOLIXO falir, é que tentarão a todo custo através da mídia atacar JAIR BOLSONARO. “Vamos deixar o homem trabalhar”!!!

    Ele não é anjo, mas tampouco para usar de eufemismo, não é um desumano. Como muitos torcem para sê-lo.

    Quaisquer palavras agora antecipadas é oposição ferrenha e aí sim, desumana, ou diabólica. Em nada adiantará. O destino do Brasil é não possuir mais currais eleitorais com migalhas para pombos, como no Nordeste, e se transformar em uma grande Nação.

    A falta de esperança de muitos é doença mesmo, sem deboche, mas para muitos é maldade pois tanto pior, melhor para seus interesses umbilicais.

    A partir de hoje, Valim Filho, se o prezado Carlos Newton assim permitir. Carlos Newton, as pequenas mudanças do texto ACONTECEU, nada de demais donde veio.

    • Blá-blá-blá, enrola, mas não enche barrica de ninguém, a não ser dos espertalhões que o praticam, que perfazem a confraria da bezerrada de ouro que mama no erário há 129 anos, ao ponto de levar a dita-cuja república 171 dos me$mo$ à bancarrota, dando toda pinta de que agora vai exigir ainda mais da população contribuinte que já dá de si mais de 5 meses de trabalho por ano só para a manutenção da dita-cuja e seus marajás, cheios de poder, armas, dinheiro, vantagens e privilégios, sem limite$, sobre o sangue, suor, lágrimas e vidas da população contribuinte, inventando sempre 171 a mais, à paisana ou fardado.

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