Bolsonaro recebe o filho Flávio no Alvorada e ninguém sabe como foi a conversa

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Flávio foi explicar ao pai situações que não podem ser explicadas

Deu em O Tempo
(Estadão Conteúdo)

O deputado estadual e senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), deixou na tarde deste sábado o Palácio da Alvorada, após visita ao pai. O presidente Jair Bolsonaro deve viajar amanhã à noite para Davos, na Suíça, onde participará do Fórum Econômico Mundial.

Ontem, em entrevista gravada ao Jornal da Record, Flávio afirmou que quanto mais seu ex-assessor parlamentar Fabrício Queiroz “demora” para esclarecer acusações, mais ele o prejudica. O senador eleito também acusou o Ministério Público (MP) do Rio de investigá-lo ocultamente desde meados de 2018. Segundo ele, o MP se utilizou de “vários atos ilegais, sem a devida autorização judicial”, para investigá-lo.

ACUSAÇÕES – Queiroz é alvo de investigação sobre movimentações financeiras atípicas detectadas pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf). Também ontem à noite, o Jornal Nacional, da TV Globo, publicou reportagem apontado que trecho de um relatório do Coaf mostra que em um mês quase 50 depósitos em dinheiro foram feitos numa conta de Flávio Bolsonaro.

A suspeita, segundo a reportagem, é que funcionários dos gabinetes devolviam parte dos salários, numa operação conhecida como “rachadinha”.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
Ninguém sabe o que os dois conversaram. O que se sabe é que, com filhos desse nível, Bolsonaro nem precisa de inimigos, a própria família se encarrega de destruí-lo. Conforme já assinalamos aqui na “Tribuna da Internet”, a grande dúvida é se Bolsonaro pai sabia e concordara com o pedido do filho Flávio ao Supremo. Se sabia, a conversa foi de um jeito; se não sabia, foi de outro jeito, e vocês nem queiram saber o que foi dito. (C.N.)

13 thoughts on “Bolsonaro recebe o filho Flávio no Alvorada e ninguém sabe como foi a conversa

  1. A engrenagem Globo-Freixo está construindo uma narrativa para dizer que, quando aparecerem os bilhões que a rede dos Marinhos devem o Tesouro, foi perseguição.

    E a comunistada ainda vem com a velha palavra-de-ordem: “o povo não é bobo abaixo a tv globo”.

    É preciso ser muito abestado pra acreditar que aqueles súditos do PSOL têm alguma credibilidade.

    Essa perseguição descarada ao filho do Bolsonaro só está servindo para desnudar a mídia fuleira que está com os dias contados.

    Todo mundo sabe dos milhões que os parasitas Marinho devem ao Tesouro do povo brasileiro. Eles não vão pagar, eles vão sumir! Bye, bye, Globosta!

    Vão morrer atirando, como aqueles bandidos dos filmes de bang bang.

    Não vencerão.

    Lula vai morrer na cadeia, a Globo vai acabar e o PSOL não vai prosperar porque maconheiros não servem pra nada!

  2. Até o próprio presidente da república caiu nessa de querer surfar em um grão de areia. Será se ele, Bolsonaro, ainda não percebeu que essas acusações microscópicas contra o seu filho, são latidos para desestabilizar a administração do pai? Encontrar-se com o filho para tratar de algo tão frívolo, significa dar corda aos sabotadores!
    Acuerda hombre?

  3. Relatório do Coaf mostra que Flávio Bolsonaro pagou título de R$ 1 milhão
    Coaf diz que não conseguiu identificar o favorecido. Novo trecho do documento, obtido pelo JN, cita operações muito parecidas com as de Fabrício Queiroz, mas com outras diferentes.
    Por Arthur Guimarães e Tatiana Nascimento, Jornal Nacional

    19/01/2019 20h38 Atualizado há uma hora

    Coaf cita pagamento de R$ 1 milhão em relatório sobre Flávio Bolsonaro
    Coaf cita pagamento de R$ 1 milhão em relatório sobre Flávio Bolsonaro
    Um novo trecho do relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), sobre movimentações bancárias atípicas de Flávio Bolsonaro, aponta que ele fez um pagamento de R$ 1.016.839 de um título bancário da Caixa Econômica Federal. O Coaf diz que não conseguiu identificar o favorecido. Também não há data e nenhum outro detalhe do pagamento.
    O documento, obtido com exclusividade pelo Jornal Nacional, cita que o senador eleito tem operações muito parecidas com as feitas por Fabrício Queiroz, seu ex-assessor, apesar de as datas serem diferentes.
    Em comum nos dois relatórios do Coaf:
    os depósitos e saques eram feitos em caixas de autoatendimento dentro da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj);
    as operações eram em espécie;
    os valores era fracionados.
    O novo relatório do Coaf analisa movimentações de Flávio Bolsonaro entre junho e julho de 2017. Foram 48 depósitos na conta do então deputado estadual, agora senador eleito pelo PSL do Rio.
    Todos os depósitos foram no mesmo valor: R$ 2 mil – o limite permitido em dinheiro nos caixas automáticos da Alerj. No total, foram R$ 96 mil em cinco datas:
    9 de junho de 2017: 10 depósitos, no intervalo de 5 minutos;
    15 de junho de 2017: mais 5 depósitos, em 2 minutos;
    27 de junho de 2017: outros 10 depósitos, em 3 minutos;
    28 de junho de 2017: mais 8 depósitos, em 4 minutos;
    13 de julho de 2017: 15 depósitos, em 6 minutos.
    O relatório que analisou as operações na conta de Flávio Bolsonaro foi um desdobramento do primeiro documento do Coaf. Nesse levantamento apareciam as movimentações do ex-assessor de Flavio, Fabrício Queiroz.
    Queiroz movimentou, entre janeiro de 2016 e janeiro de 2017, R$ 1,2 milhão. Ele recebeu 59 depósitos em dinheiro em valores fracionados que somavam R$ 216 mil. Entravam na conta dele no mesmo dia ou pouco dias depois do pagamento dos salários dos servidores. Queiroz também sacou R$ 159 mil em caixas automáticos dentro da Alerj.
    Os relatórios do Coaf que citam Queiroz e Flávio dizem respeito a períodos diferentes. No caso do senador eleito, a maioria dos depósitos também foi feita perto da data pagamento na Assembleia.
    O Coaf diz que não foi possível identificar quem fez esses depósitos, e que o fato de serem valores fracionados desperta a suspeita de ocultação da origem do dinheiro. Isso com base na circular do Banco Central que trata de lavagem de dinheiro: “a realização de operações que por habitualidade, valor e forma configuram artifício para burlar a identificação dos responsáveis e dos beneficiários finais”, diz a circular.
    Suspeita de devolução de salários
    O Ministério Público do Rio pediu ao Coaf para ampliar o levantamento sobre os funcionários da Alerj porque suspeita que eles devolviam parte dos salários.
    O MPRJ disse que recebeu os dados brutos do Coaf e se ateve aos fatos que indicavam possíveis irregularidades. Só depois dessa análise, é que pessoas poderão ser investigadas.
    O MP esclareceu ainda que tomou cuidado para que nada fosse divulgado antes do processo eleitoral, para que nenhum parlamentar fosse prejudicado. E que deu prioridade a fatos investigados de acordo com a hierarquia das autoridades políticas e servidores.
    Fabrício Queiroz era assessor de Flávio Bolsonaro — Foto: Reprodução/JN Fabrício Queiroz era assessor de Flávio Bolsonaro — Foto: Reprodução/JN
    Fabrício Queiroz era assessor de Flávio Bolsonaro — Foto: Reprodução/JN
    Flávio não era investigado, mas conseguiu suspender temporariamente no Supremo Tribunal Federal a investigação contra Queiroz, que citava o parlamentar.
    O senador alega que o Ministério Público do Rio se utilizou do Coaf para criar atalho e se furtar ao controle do Poder Judiciário, e que burlou as regras constitucionais de quebra de sigilo bancário e fiscal.
    O MP explica que não houve quebra de sigilo, e que o relatório de inteligência do Coaf apresenta apenas as movimentações consideradas atípicas.
    Decisões do Supremo e do Superior Tribunal de Justiça confirmaram que o MP pode obter informações do Coaf sem necessidade de pedido à Justiça, e se baseia ainda numa norma do Conselho Nacional do MP que permite a solicitação de relatório de inteligência ao Coaf.
    22 investigados pelo MP
    Com base na análise dos dados do Coaf, o MP abriu 22 investigações contra funcionários e ex-funcionários da Alerj. Todas relacionadas a movimentações bancárias suspeitas.
    O Jornal Nacional procurou a assessoria de Flávio Bolsonaro, mas não teve resposta.

  4. 23:59 —-> É a NOVA ERA, borraaa !!! Acabou a velha política, garalhooo !!!!

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    00:00 —-> Mas TODO MUNDO pratica caixinha de gabinete, qual o problema, garalho ???

    (Escrito em MODO BOLSONETE VOLÚVEL / HISTÉRICA / PELANCUDA)

  5. Matéria de Lauro Jardim de o globo, Queiroz movimentou R$ 7 milhões, como pode, ainda tem duvidas, o líder do PSL tem ofende o mprj de covarde, porque está descobrindo falcatruas, está cumprindo o dever e o vice Gal. Mourão acredita na versão do filho de Bolsonaro, quando não é vidraça pode atacar, mas quando é, tudo não passa de intriga da oposição, está documentado pelo COAF.

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