Brasil não tem esquema para enfrentar derramamento de petróleo

Carlos Newton

O acidente ecológico protagonizado pela Chevron expõe as vísceras da irresponsabilidade com a extração de petróleo no Brasil, em pleno debate sobre os royalties a serem ganhos por Estados que nada produzem nem correm risco de acidentes. 

Da mesma foram como aconteceu há alguns anos com um vazamento da Petrobras na Baía de Guanabara, não houve providência concreta alguma. O petróleo pode vazar à vontade, como aconteceu no Golfo do México com a British Petroleum, e ficará tudo por isso mesmo.

Se a Chevron não tem como enfrentar o derramamento, a Petrobras precisaria mostrar serviço, mas não o faz. Lava as mãos em óleo cru, literalmente.

A Petrobras paga uma fortuna mensal à multinacional Alpina, que mantém um grande galpão com barcos, pseudos especialistas e muitos equipamentos na Baía de Guanabara, mas quando ocorrem vazamentos, eles não fazem nada. Esse contrato com a Alpina precisa ser imediatamemte cancelado. Mas isso ocorreria se estívéssemos num país sério.

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