Brasília, a ilha da fantasia, da mordomia, da hipocrisia, agora, pela mediocridade, é da não hierarquia

Arruda já era uma concessão ou uma agressão à ética, por causa do passado. Violou o painel do Senado, ia ser cassado, renunciou. Refez a caminhada, deputado, governador, já começava a se “sentir” reeeleito.

Aí surgiu dentro dele mesmo, a idéia da nova violação, não do painel, mas da ética, da dignidade, dos dinheiros públicos. Perdeu a segunda chance, não terá a terceira.

Mas abriu chance para o mais desolador e desagregador lote de “candidatos”, que já trabalham para se elegerem. O mais insistente é Joaquim ARRUDA Roriz. Assumindo como senador, renunciou a 7 meses e meio de mandato para não ser cassado. Alguma semelhança com Arruda?

Esse Roriz já fez acordos e combinações para ser o sucessor de Arruda. Dinheiro não falta, e ingenuidade dos eleitores também. Estarrecedor. Mas ainda pior, se é que citando esses nomes podemos situar o pior.

Joaquim ARRUDA Roriz terá que disputar com seu antigo suplente para quem deixou o mandato inteiro. E enquanto o ex-governador (muitas vezes) arrisca tudo, o suplente em exercício não arrisca nada. O mandato que “herdou” do próprio Roriz vai até 2014.

Assim, se ganhar, vira governador. Se perder, fica com o mandato do próprio Roriz, pode até fazer oposição a ele. Não, isso não.

Como esse “senador” começou como vendedor de automóveis, podem fazer a ele a pergunta que faziam a Nixon, quando foi candidato a presidente pela primeira vez e perdeu: “Você compraria um carro usado desse homem?”.

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