Cai a vantagem de Hollande na França e Netanyahu é imbatível em Israel

As agências de notícias divulgam que as primeiras pesquisas sobre a intenção de voto nas eleições presidenciais da França após o debate  mostram redução na vantagem do socialista François Hollande para o presidente conservador Nicolas Sarkozy, no segundo turno do próximo domingo.

De acordo com o instituto CSA, Hollande tem 53%, contra 47% de Sarkozy, diminuindo a vantagem de oito para seis pontos comparado com o último levantamento, de 26 de abril. O Harris Interactive apresenta os mesmos números, apesar da redução ter sido maior, de dez para seis pontos.

A diferença é menor no estudo da OpinionWay, em que o socialista aparece com 52,5% e o conservador, 47,5%. A pesquisa ouviu 2.009 pessoas na quarta-feira e nesta quinta, sendo quase metade delas antes do debate de 3 horas na TV, na quarta-feira, e as demais após seu término.

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NADA DE NOVO EM ISRAEL

Reportagem de Guila Flint, da BB Brasil, mostra que, poucos dias antes da votação do Parlamento israelense por sua autodissolução, pesquisas indicam que o atual primeiro-ministro Binyamin Netanyahu será reconduzindo ao cargo no pleito previsto para setembro.

Para analistas, a crise entre dois partidos da coalizão governista e um cálculo político do primeiro-ministro, de se adiantar aos resultados da campanha eleitoral americana, seriam os motivos para a provável convocação de novas eleições.

Nesta quinta-feira, o chefe da bancada governista no Parlamento, Zeev Elkin, do partido Likud (ao qual Netanyahu é filiado), anunciou que já existe um acordo entre os partidos da coalizão concordando com a dissolução e a convocação de eleições para 4 de setembro.

De acordo com uma pesquisa de opinião publicada nesta quinta-feira pelo instituto Dialog, 48% dos israelenses consideram Netanyahu a pessoa mais adequada para liderar o país.

Em segundo lugar fica a líder do Partido Trabalhista, Shely Iachimovitz, com apenas 15% das intenções de voto. O terceiro colocado é o ministro das Relações Exteriores, Avigdor Lieberman, do partido de extrema-direita Israel Beitenu, com 9%.

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