Campanha pró-faxina dos políticos conta a história do barbeiro que fazia serviço comunitário e não cobrava cortes de cabelo

O comentarista Luiz Fernando Brito Pereira, sempre atento, nos envia uma curiosa mensagem que faz sucesso na internet, na defesa de uma faxina na política, sob o lema “Na próxima eleição troque um ladrão por um cidadão.

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O BARBEIRO

O florista foi ao barbeiro para cortar seu cabelo. Após o corte perguntou ao barbeiro o valor do serviço e o barbeiro respondeu:

– Não posso aceitar seu dinheiro porque estou prestando serviço comunitário essa semana.

O florista ficou feliz e foi embora.

No dia seguinte, ao abrir a barbearia, havia um buquê com uma dúzia de rosas na porta e uma nota de agradecimento do florista.

Mais tarde, no mesmo dia, veio um padeiro para cortar o cabelo.

Após o corte, ao pagar, o barbeiro disse:

– Não posso aceitar seu dinheiro porque estou prestando serviço comunitário essa semana.

O padeiro ficou feliz e foi embora.

No dia seguinte, ao abrir a barbearia, havia um cesto com pães e doces na porta e uma nota de agradecimento do padeiro.

Naquele terceiro dia veio um deputado para um corte de cabelo. Novamente, ao pedir para pagar, o barbeiro disse:

– Não posso aceitar seu dinheiro porque estou prestando serviço comunitário essa semana.

O deputado ficou feliz e foi embora.

No dia seguinte, quando o barbeiro veio abrir sua barbearia, havia uma dúzia de deputados fazendo fila para cortar cabelo.

Essa é a diferença entre os cidadãos e os políticos. Justamente por isso, o escritor Eça de Queiroz recomendava que “os políticos e as fraldas devem ser trocados frequentemente e pela mesma razão”.

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