Celso Amorim: o chanceler “três patetas”

Sozinho ele vale por todos. A inacreditável recepção e hospedagem de um golpista como Zelaya, é obra dele. Unicamente dele. Agora, quando o governo eleito de Honduras, faz esforço para manter a paz no país, o ex-presidente decide contra o novo presidente e os que o elegeram.

Quando o país caminha para a pacificação, Zelaya se insurge, complica as coisas e tem o apoio de Celso Amorim. Perguntinha ingênua, inócua e inútil: o chanceler fala sem o conhecimento de Lula ou com autorização dele? As duas não são absurdas ou impossíveis.

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