Charge do Alpino

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12 thoughts on “Charge do Alpino

  1. Se não tinha votos nem para eleger Síndico de Prédio de Dois Andares, imaginem agora com essa patada da cabeça dos maricons.
    Enterrou-se e ainda por cima, enterrou o projeto do AeroTrem…

  2. NADA POSSO FAZER, NEM QUERO, CONTRA OS LGBTVXZ E TODO O ALFABETO. APENAS, COMO UM DIREITO QUE ME É CONCEDIDO PELA CONSTITUIÇÃO DESTE PAÍS, QUE ME ASSEGURA TER OPINIÃO PRÓPRIA, ACHO A HOMOSEXUALIDADE UMA ABERRAÇÃO DA NATUREZA E SUA EXIBIÇÃO EM PÚBLICO UM ACINTE ÀS PESSOAS NORMAIS.

  3. Nada contra a opção sexual de cada um, mas o que não se pode é querer
    que dois homens ou duas mulheres que vivem juntos, ter direito a um casamento
    legal, como se fossem marido e mulher, não deixa de ser uma aberração. Se querem
    viver juntos, vão a um cartório, que terão os mesmos direitos de uma união estável.
    As passeatas Gays, com os caras fantasiados de mulher, é uma propaganda querendo
    mostrar a sociedade que tomar no cu é bom, É uma situação que envergonha a todos.
    Sexo é coisa íntima de cada um, não é para fazer propaganda.

  4. A que ponto chegamos nessa coisa que tirar o direito de opinião de uma pessoa, mormente um candidato à presidência do Brasil… no caso, o senhor Levy, que deu a sua quando perguntado sobre a questão do casamento gay, indo ao detalhe de que casal de veados biologicamente não se reproduzem… alguma dúvida quanto a função do canal excretor?
    Sei não…
    Também tenho minhas restrições a essa forma de policiar a homofobia, abanando paetês e purpurinas como se fosse coisa natural, com o que não concordo, ainda mais por ser da velha guarda, quando ser chamado de veado era pior do que ser xingado de FDP…
    Sem maiores delongas, comungo com a opinião, integral, do leitor senhor Nélio Jacob.

  5. Brasil tem déficit primário recorde para agosto e fica ainda mais longe da meta

    O Brasil teve o pior resultado primário da história para meses de agosto, prejudicado pelo impacto da fraqueza econômica na arrecadação e aumento das despesas, e ficou ainda mais distante de cumprir a meta fiscal deste ano mesmo com manobras contábeis que o governo pretende fazer.

    O setor público consolidado –governo central, Estados, municípios e estatais– registrou déficit primário de 14,46 bilhões de reais no mês passado, pior desempenho para agosto, acumulando no ano saldo positivo de apenas 10,250 bilhões de reais, ou cerca de 10 por cento da meta para 2014, informou o Banco Central nesta terça-feira.

    Em 12 meses até agosto, a economia feita para pagamento de juros foi equivalente a 0,94 por cento do Produto Interno Bruto (PIB), pior resultado para a série, iniciada em 2001. A meta já ajustada neste ano de superávit primário é de 99 bilhões de reais, ou 1,9 por cento do PIB.

    O resultado de agosto foi o quarto mensal negativo seguido e foi pior do que a expectativa de analistas consultados pela Reuters, que esperavam déficit primário de 5,1 bilhões de reais.

    O chefe do departamento Econômico do BC, Tulio Maciel, reconheceu que ficou mais distante o cumprimento da meta fiscal.

    Mais cedo, no entanto, o secretário do Tesouro Nacional, Arno Augustin, argumentou que acontecerão “muitos eventos” até dezembro que ajudarão nas contas públicas.

    Augustin citou mais receitas extraordinárias pelo programa de refinanciamento de dívidas tributárias (Refis) e o uso de 3,5 bilhões de reais do Fundo Soberano do Brasil (FSB), ferramenta recentemente anunciada pelo governo. A estratégia de usar manobras fiscais para fechar as contas vem sendo adotada há alguns anos e acabou minando a confiança de agentes econômicos.

    Revisões sobre a política fiscal, acrescentou Augustin, somente em novembro, após as eleições presidenciais de outubro, pela qual a presidente Dilma Rousseff (PT) tenta a reeleição.

    O otimismo do secretário do Tesouro, contudo, dificilmente se concretizará. A venda de licenças para serviços de quarta geração de telefonia móvel nesta manhã garantirá 5 bilhões de reais aos cofres públicos, bem abaixo dos 8 bilhões de reais esperados pelo governo. E as empresas vencedoras do leilão ainda avaliam se pagarão pelas licenças à vista ou a prazo.

    GOVERNO CENTRAL

    O mau resultado de agosto veio sobretudo do governo central, com déficit primário de 11,951 bilhões de reais, muito acima do saldo negativo de 55 milhões de reais visto um ano antes. Os governos regionais tiveram rombo de 2,337 bilhões de reais no mês passado, enquanto que as estatais, de 173 milhões de reais.

    Com os dados de agosto, o déficit nominal –receitas menos despesas, incluindo pagamento de juro– ficou em 31,476 bilhões de reais no mês passado, enquanto a dívida pública representou 35,9 por cento do PIB, acima dos 35,5 por cento estimados em pesquisa da Reuters.

    Na segunda-feira, o próprio BC reconheceu que a política fiscal neste ano não é neutra, e que acabou pressionado a inflação.

    Em agosto, os cofres públicos foram beneficiados com a entrada de receitas extraordinárias do Refis, de 7,13 bilhões de reais, mas que não foram suficientes para evitar que a Receita Federal cortasse pela metade a previsão de crescimento real da arrecadação neste ano, para alta de apenas 1 por cento.

    “A erosão da postura fiscal está elevando a dívida líquida e bruta, o que, se continuar, aumenta o risco de rebaixamento do rating soberano. Além disso, o ativismo fiscal está minando a eficácia da política monetária em seus esforços para realinhar e ancorar a inflação atual”, escreveu em relatório o diretor de pesquisa econômica do Goldman Sachs para América Latina, Alberto Ramos.

    (Transcrito do Diário do Comércio)

    • Resultado do Governo Central:
      MÊS…………………………..VALOR………………. RESULTADO
      Janeiro……………………….R$12,9 bilhões…………..…superávit
      Fevereiro…………………….-R$3,1 bilhões………………déficit
      Março………………………..R$3,2 bilhões…………….…superávit
      Abril………………………….R$16,6 bilhões…………..….superávit
      Maio…………………………-R$10,5 bilhões…………..….déficit
      Junho………………………..-R$1,9 bilhões……………….déficit
      Julho………………………….-R$2,2 bilhões………………….déficit
      Agosto……………………….-R$10,4 bilhões………………..déficit
      ——————————————————————————–
      Total…………………………..R$4,6 bilhões…………….superávit

      A promessa do ministro Guido Mantega foi a de que o Governo Central faria um superávit primário de 1,5% do PIB, algo em torno de R$72,0 bilhões.

      Vá mentir assim lá nas cucuias!

      • Oi, senhor Wagner, saudações.
        Comentários e informações no momento certo, antes da eleição.
        Quanto ao magnânimo ministro da Fazenda, é outro mitômano… adquiriu essa naturalidade de mentir com o seu professor, mestre Lula… se entendem até no olhar.
        Grande abraço.

  6. Confiança da indústria cai pela 9ª vez e é a menor desde março de 2009

    A confiança da indústria se deteriorou ainda mais em setembro com avaliações negativas sobre o momento atual e expectativas ruins para os próximos meses, de acordo com a Sondagem da Indústria de Transformação, da Fundação Getulio Vargas (FGV).

    O Índice de Confiança da Indústria (ICI) recuou 2,8% entre agosto e setembro, passando de 83,4 pontos para 81,1 pontos. Após a nona queda consecutiva, o indicador registrou o menor patamar desde março de 2009, auge da crise financeira internacional, quando marcou 77,1 pontos. Também permaneceu bem abaixo da média dos últimos cinco anos, de 104,5 pontos. A prévia do indicador, contudo, apontava queda de 3,2%.

    “Ao final do terceiro trimestre, a atividade industrial mantém-se fraca. O setor se mostra insatisfeito com o ambiente de negócios e pessimista quanto à possibilidade de mudanças no horizonte de três a seis meses”, afirmou, em nota, Aloisio Campelo Jr., superintendente adjunto para Ciclos Econômicos da FGV/Ibre.

    Em setembro, houve deterioração tanto das avaliações sobre o momento presente quanto das expectativas em relação aos meses seguintes. O Índice da Situação Atual (ISA) cedeu 2,9%, para 80,3 pontos, e o Índice de Expectativas (IE) recuou 2,6%, para 81,9 pontos.

    A satisfação com o nível de demanda exerceu a maior influência na queda do ISA em setembro. Com queda de 6,1% sobre o mês anterior, para 72,9 pontos, o indicador teve o menor nível desde fevereiro de 2009 (71,9).

    As expectativas quanto à situação futura dos negócios tiveram impacto na queda do IE neste mês. O indicador recuou 7,3%, para 95,9 pontos, sua sétima queda consecutiva e o menor nível desde abril de 2009 (89,6).

    A sondagem mostrou também que a indústria está mais ociosa. O Nível de Utilização da Capacidade Instalada (Nuci) diminuiu 0,2 ponto percentual de agosto para setembro, de 83,2% para 83%, mantendo-se no menor patamar desde outubro de 2009 (82,6%).

    (Transcrito do Valor Econômico)

  7. SÓ DE BRONCA E DE ESTAR DE SACO CHEIO COM ESSE POLITICAMENTE CORRETO OU POLITICAMENTE CANALHA E/OU POLITICAMENTE PETRALHA VOU JOGAR MEU VOTO NO LEVY FIDELIZ , ATÉ MESMO PORQUE NÃO FAZ MUITO DIFERENÇA SE VOTAR NA MARINA OU NO AÉCIO. AINDA TENHO ESPERANÇA QUE NUM 2º TURNO AS PESSOAS DE BEM SE UNAM NUMA GRANDE CORRENTE PARA ESCORRAÇAR ESSA BANDIDAGEM QUE NOS GOVERNA E SÃO UM DOS INCENTIVADORES DESSA FORMA DE CENSURA CRUEL E ABJETA QUE VEM SE TORNANDO ESSES POLITCAMENTE PETRALHAS.

  8. Acredito que o Levy Fidelix expressou-se mal. O casamento é a união entre um home e uma mulher. Pessoas de mesmo sexo podem ter uma união homoafetiva. É nosso dever respeitá-los e sermos respeitados. Discordo radicalmente é de conceder adoção de uma criança a um par de homoafetivos. É retirar dessa criança a oportunidade de ser educada como todos nós fomos, ou seja, é o que conhecemos como família. Ninguém sabe como reagirá uma criança dessa criada nesse ambiente. Não podemos fazer de nossas crianças cobaias.
    Parabenizo o Nélio Jacob pelo seu comentário.

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