Charge do Sponholz

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2 thoughts on “Charge do Sponholz

  1. Pesquisa do DIEESE – mês de abril

    Cesta básica em São Paulo é a mais cara do Brasil – R$344,30 -, o equivalente a 55,20% do salário mínimo. Segundo a pesquisa houve variação de 2,39% em relação ao mês anterior, no ano um acúmulo de 12,92% e, em 12 meses 24,18%. Informa ainda que é necessário o assalariado trabalhar 111h43m para adquirir a cesta básica.

    A cesta básica mais barata é a de Aracaju – R$247,72.

    O salário mínimo foi reajustado em 1º de janeiro em 9%.

  2. Brasil cai em ranking de competitividade

    Infraestrutura, produtividade industrial e eficiência do governo influenciaram no resultado

    Mais uma vez o Brasil perde espaço no cenário competitivo internacional. Divulgado em 30 de maio de 2013 pelo International Institute for Management Development (IMD), o Índice de Competitividade Mundial 2013 (World Competitiveness Yearbook – WCY) aponta que o País caiu cinco posições em relação a 2012, ocupando o 51º lugar no ranking geral.

    Considerado um dos mais renomados e abrangentes guias sobre competitividade do mercado mundial, o World Competitiveness Yearbook, publicado anualmente desde 1989, avalia as condições de competitividade de 60 países a partir da análise de dados estatísticos nacionais e internacionais e uma ampla pesquisa de opinião realizada com executivos. No Brasil, a pesquisa e a coleta de dados são conduzidas pela Fundação Dom Cabral.

    No topo da lista das economias mais competitivas do mundo estão Estados Unidos, Suíça e Hong Kong. Esse é o terceiro ano consecutivo em que o Brasil cai no ranking. Em 2010, ocupava o 38º lugar. No ano seguinte, caiu para a 44ª posição. E, em 2012, desceu à 46ª colocação. Na edição 2013, o Brasil caiu cinco posições e está no 51º lugar. Para Carlos Arruda, professor da Fundação Dom Cabral e responsável pela coleta e análise dos dados da pesquisa relacionados ao Brasil, o País está pagando um preço alto pelo não crescimento.

    “A recuperação do crescimento da economia e da competitividade brasileira vai exigir um compromisso definitivo com a melhoria das condições produtivas, redução dos custos e o melhor desempenho da infraestrutura, além de uma diminuição significativa da carga tributária e uma melhor qualidade nos gastos públicos. O relatório deste ano nos mostra um Brasil pouco comprometido com o investimento em setores críticos como infraestrutura, educação e inovação, bem como com a melhoria da produtividade e da eficiência”, aponta o especialista.

    (transcrito do site do IBPT)

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