3 thoughts on “Charge do Sponholz

  1. FORA DILMA… O “POSTE” DEU ERRADO.
    Nós estamos cansados da traição dos partidos políticos, não existe nenhum programa nesses partidos, cujo objetivo principal é roubarem. Esse PT é uma vergonha todos são corruptos, traidores. Esse LULADRÃO TARADÃO era pra ser PRESO, mas o povo ainda vai pegá-lo é questão de tempo. Zé Dirceu, Genoíno, João Paulo Cunha, José Guimarães o dos dólares na cueca, lembram? são a representação, desse PT CORRUPTO, vejam o que aconteceu com o Celso Daniel e o Toinho do PT. Um dia eles vão pagar não resta dúvida. Aqui no Brasil não existe democracia, é só ver a questão da apreciação dos VETOS PRESIDENCIAIS, mais de 3.000 vetos e esses políticos pensando que o povo é BURRO. O FATOR PREVIDENCIÁRIO outro assalto aos trabalhadores há mais de dez anos esse PT é governo e o LULADRÃO TARADÃO ainda teve a ousadia de VETAR O PROJETO QUE ACABARIA com essa excrecência. A imprensa brasileira também é toda ela cooptada pelo GOVERNO CORRUPTO, essa REDE GLOBO lembram do Jornal Nacional do Willer Bonner com o LULADRÃO TARADÃO depois das ELEIÇÕES DE 2002? REDE GLOBO FACISTA, após puxar o saco de qualquer governo que está no poder, só fala em FUTEBOL, NOVELA, BBB, GAY, DANIELA MERCURY, IVETE SANGALO, FAUSTÃO, GALVÃO BUENO UNS VERDADEIROS ignorantes ludibriando o povo, é obvio que isso não pode durar uma ETERNIDADE, parece que as coisas estão começando a mudar. Temos que acabar com esses, SENADORES E DEPUTADOS FEDERAIS, vagabundos que só trabalham TRÊS DIAS NA SEMANA, traidores, corruptos, isso tem que ACABAR URGENTEMENTE, o povo não aguenta mais tanto desmando.

  2. Quem lucra com os protestos?

    Certamente não são aqueles emborrachados, quebrados, queimados e ensaNguentados…

    Produtores de bombas de gás lacrimogênio, a grande mídia que repete a sua falsidade identicamente aos tempos das “diretas já”, lucrando de modo desavergonhado com a audiência daqueles aos quais até pouco tempo condenava.

    Trata-se tão somente de capitalizar…

    Aliás, a inflação do tomate agora é a do óleo de peroba, sobretudo devido à escassez resultante da baixa produção quando comparada à enorme demanda de nossos políticos, principalmente chefes do Poder Executivo dos respectivos entes.

    Partidos políticos e sindicatos tentam se apropriar e se associar à imagem dos manifestantes.

    Capitalistas internacionais realizam seus lucros e anunciam o fim da festa, mesmo com todos os estímulos tributários e os convites para o seu retorno. Com a fuga de dólares a cotação dispara e tal fenômeno reverberará no processo inflacionário.

    Alguns associam os manifestos ao esgotamento do modelo inclusivo e a novas demandas que não seriam atendidas pelo governo do PT (creio eu que nem as demandas básicas foram atendidas pelo PTSMDB com tanto esgoto e com tanto corrupto e corruptor agindo a céu aberto).

    Há infinitas teorias conspiratórias e os maiores canalhas não imaginam a hipótese de considerar o movimento como algo sério e permanente. A farra continua, com pedido de seiscentos cargos comissionados para que sejam criadas migalhas de vagas para servidores efetivos; com titulares de serventias extrajudiciais garantindo o leitinho dos seus descendentes; com as velhas fraudes e os mesmos grupos privilegiados confiando no amanhã e na segurança das suas eternas regalias.

    Não se pode confiar nas pessoas, pois o cinismo impera e manipula e deseja lucrar de angariar poder por todos os lados. Vale até virar a casaca, mudar o discurso, dizer-se favorável àquilo que detesta. A grande questão é a fragilidade e a falta de direcionamento que aparentam fraqueza, típica de um modismo, da pobreza de discussão e da fabricação de massas de manobra.

    Entre os manifestantes, são requeridos direitos fundamentais, não mais apenas individuais, negativos, de primeira dimensão de Bonavides, representados pela “liberdade dos modernos” (Benjamin Constant) quando comparada à “liberdade dos antigos”; nem somente os direitos sociais de segunda dimensão, do entreguerras, como sentimos no toque da pedra no espelho d’água do sopro de socialização da Constituição de 1934.

    A fraternidade é a questão do momento, além dela, a busca pela democracia direta, pelos direitos de terceira, quarta e quinta dimensão. Pela não discriminação: pelo direito de ser igual quando a desigualdade prejudica e o direito de ser desigual quando a igualdade deprecia. O pluralismo político, que vai além dos partidos, que se assemelham mais a quadrilhas de oportunistas, sem representatividade, distantes do seu passado histórico e dos seus princípios, supera a alternância de poder e as eleições periódicas, abrangendo o respeito à diversidade e o direito de ser diferente. Os direitos transindividuais estão intrinsecamente conectados a essas demandas.

    Mais do que a legalidade, o que se exige é a moralidade, é a submissão aos princípios basilares no próprio processo legislativo, e também do poder constituinte reformador, no combate ostensivo e necessário à PEC 37.

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