Charlie Hebdo faz piada com a morte do meinino Aylan Kurdi

Deu no Mirtiécen de Moscou

A revista francesa “Charlie Hebdo”, conhecida por suas caricaturas de material provocador, publicou foto do menino sírio que morreu afogado e cujo corpo apareceu em uma praia da Turquia. A imagem provocou uma enxurrada de críticas acerbas por parte da opinião pública mundial.

A capa da revista retrata a criança morta deitada de bruços na areia de uma praia turca e a inscrição: “Tão perto da meta”. Ao lado, vê-se um anúncio de um restaurante fast food com a seguinte promoção do dia: Refeição para duas crianças ao preço de uma.

A segunda caricatura ostenta o título: ” Eis a prova de  que a Europa é cristã” e mostra Jesus caminhando sobre as águas, e o menino se afogando ao lado dele de cabeça para baixo. O texto diz: “Os cristãos caminham sobre as águas, e os meninos muçulmanos se afogam”.

MUITAS CRÍTICAS

Diante disso, os usuários das redes sociais não pouparam críticas acerbas para condenar a revista francesa. Na Internet surgiram comentários de que essas caricaturas provam a “decadência moral da França”, e que a revista “Charlei Hebdo” ataca e escarnece de “indefesos, e não daqueles que estão em posição de mando”.

A comunidade de juristas negros da França ameaçou processar a revista “CHARLIE HEBDO” na Corte Internacional de Justiça.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
O texto, traduzido por Giovanni G. Vieira, foi enviado à TI pelo jornalista Sergio Caldieri, que não fez comentário, mas transcreveu um pensamento que está se concretizando:  “Com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil como ela mesma”. (Joseph Pulitzer – 1847/1911).

13 thoughts on “Charlie Hebdo faz piada com a morte do meinino Aylan Kurdi

  1. Quando temos razão de atacar a bossalidade de muitos muçulmanos fanáticos e assassinos, principalmente dos absurdamente bilionários do petróleo que não acolhem praticamente ninguém da mesma raça e/ou religião, só vivem financiando os terroristas, isso tudo não justifica de maneira nenhuma tripudiar em cima de uma pobre criança indefesa, totalmente vítima da estupidez dos poderosos do mundo.
    DEUS TENHA PIEDADE DE NÓS!

  2. Em termos budistas esse pessoal que faz a citada revista estão pegando um carma negativo brabísssimo. Tripudiar e faturar grana a partir da morte não apenas desse menino e de outras pessoas. As vibrações de muita dor e sofrimento desses milhares de imigrantes tb irão bater na porta do Charlie Hebdo e seus familiares … assim diz a Lei do Retorno. Oremos.

  3. Enquanto se comentam sobre a revista Charlie Hebdo os MUÇULMANOS fanáticos estão trucidando os muçulmanos de outras linhas e qualquer um que lhes cruze o caminho, tão criminoso como a expulsão de populações inteiras das áreas por essa corja controlados à destruição do patrimônio cultural da humanidade. Alias destruição de civilizações é coisa do Islã, desde que essa turma se juntou lá pelos idos do século VII d. C. que começaram a invadir e subjugar civilizações e impor seus (maus) costumes e sua língua, foi assim com o Egito, com a Síria, com o Iraque e Irã (antiga Pérsia) essa última ainda conseguiu manter sua língua original.
    Hoje os ditos seguidores do Islã, os árabes, podres de ricos que com seus petrodólares financiam o terrorismo sequer procuram amenizar o sofrimento dos seus semelhantes, são insensíveis aos gritos dos seus semelhantes. São tão “bons”que nunca deram asilo aos da sua etnia ou religião. Empurram para a Europa, mas tudo se explica, o que não conseguiram com suas invasões à península Ibérica a partir de 711 e séculos depois escorraçados da Europa, agora estão se beneficiando dessa horda assassina vulgo ISIS para infiltrar novamente seu veneno, quem garante que entre esses refugiados não se inclua um bando de terroristas para criar distúrbios na Europa?
    Vamos à frente e ver que o problema não são os refugiados, mas as pragas semeadas pelo Islã que agora estão fora de controle, gostaria de ver como reagiriam os clérigos seguidores de Maomé quando essa horda se voltar contra eles, hoje eles incitam os seguidores de Maomé a praticar o terrorismo onde quer que estejam.
    Então pode-se ver que a Europa não pode ser responsabilizada de nada, está apenas tentando absorver um problema criado pelos pacatos e moderados membros do ISIS, também seguidores de Allah.

  4. Evidente que fui contra a morte dos jornalistas dessa revista praticada por terroristas, que se sentiram ofendidos com as postagens contra Maomé.
    Também não apoiei as publicações, a meu ver absolutamente isentas de arte e muito menos direitos à liberdade de expressão, que não significa ofensa, insulto, agressão, substituir o sagrado para alguns com o profano ou vice-versa.
    Pois agora eu gostaria de ler as reações dos que defenderam radicalmente a postura dos “humoristas”, imolados porque ultrapassaram a barreira do respeito, e não que tal imprudência justificasse seus assassinatos, mas serviu como motivo para radicais de plantão.
    Trata-se de humor ou arte?
    Trata-se de liberdade de expressão ou permissão à ofensa, ao desrespeito?
    Ou nada de que valha a pena discutir esta forma de imprensa preconceituosa, irreverente, maldosa e insensível?
    Ou, lá pelas tantas, queremos outorgar à mídia concessões que, nós, os cidadãos, não temos como defesa de comportamentos exagerados e mal intencionados que firam a susceptibilidade alheia?
    Queremos conceder poderes ilimitados à falsa imprensa que não informa, não esclarece, mas causa revolta e indignação?
    Não entendo esta pretensiosa e injustificável liberdade de expressão como pressuposto à democracia, a direitos inalienáveis do ser humano, este proselitismo indecoroso de nos submeter à vontade de alguns em nome do que é abjeto, indecoroso, podre, detestável e totalmente descartável.
    Tripudiar sobre as religiões não é ser irreverente, mas uma pessoa grotesca, sem qualquer referência social, um ser humano que apenas obterá reações e manifestações ora de repúdio ora de ódio mortal, diante do menosprezo ao profano e sagrado, que se misturam e formam material altamente explosivo.
    Se Maomé não possuía a unanimidade mundial quando os jornalistas franceses foram assassinados, a criança síria representa a inocência desprezada, a morte violenta como natural a refugiados, a insensibilidade como característica de novos seres humanos, destituídos de sentimentos, solidariedade e compaixão.
    Seriam os franceses, da Igualdade, Fraternidade e Liberdade, aqueles que mais uma vez mudarão o curso do homem de sua própria natureza atualmente, ou seja, renegar a si mesmo?!

  5. Eles estao sendo ironicos e fazendo uma exibiçao politicamente incorreta da hipocrisia e da crueldade europeia.

    Demonstram pessimo gosto.

    Mas tambem sao necessarios e demonstram liberdade, independencia, provocaçao ao pensamento.

  6. Parece que os sobreviventes do Charlie estão querendo fazer companhia aos que se foram.

    Em que pese a hipocrisia em torno da morte de Aylan e em que pese a licença que se possa dar ao humor, dessa vez foram longe demais. As charges não são nem de mau gosto, mas sim de crueldade extrema.

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