Com dois criminosos liderando as pesquisas, é preciso defender desesperadamente a terceira via

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Charge do Brum (Arquivo Google)

Carlos Newton

Dá um desânimo enorme à maioria dos brasileiros a forte possibilidade de estarmos condenados a ter de escolher entre dois candidatos de currículos emporcalhados na próxima eleição, em 2022. Nenhum dos dois merece reconquistar nas urnas o direito de governar um dos principais países do mundo, que tem a quinta maior extensão territorial, a sexta população e a nona economia.

Aliás. são dois personagens de péssimo caráter e conduta repelente, que sempre defenderam seus interesses pessoais e deixaram em segundo plano o interesse público. De tal forma, que tanto um quanto o outro deveriam ser considerados internacionalmente inelegíveis, para o bem da humanidade.

PERGUNTA-SE – Merece ser eleito um cidadão que, alçado ao governo, comandou o maior esquema de corrupção já implantado no mundo?

E que, ao assumir a Presidência, logo tratou de agradar a amante, pois teve a desfaçatez de criar um cargo público alto salário exclusivamente para nomeá-la, com luxuoso escritório, carro blindado, motoristas, assessores, secretárias? 

E que nomeou também a filha da amante para cargo público federal? E que, por fim, levou a amante clandestinamente com ele em 34 viagens internacionais, munida de cartão corporativo sigiloso, para fazer compras no exterior, com recursos públicos? Um cidadão dessa laia pode ter direito de voltar à Presidência?

MAIS PERGUNTAS – Merece ser eleito um cidadão que, alçado ao governo, utiliza repartições públicas, a Receita Federal e até a Agência Brasileira de Inteligência para blindar um dos filhos roedores e livrá-lo de processos judiciais?

E que, elegendo-se sob a bandeira do combate à corrupção, transformou o país no paraíso da impunidade, a ponto de a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), ter enviado uma delegação para permanecer no país investigando esse retrocesso institucional?

E que, em meio à pior pandemia dos últimos séculos, desprezou as recomendações científicas internacionais e defendeu a teoria da imunidade de rebanho, condenando cidadãos à morte a pretexto de salvar o restante da população? Um cidadão dessa laia pode ter direito de voltar à Presidência?

TERCEIRA VIA – Em 2022, os eleitores terão de escolher entre esses dois sinistros demagogos, caso não se chegue a um acordo sobre a histórica importância de se encontrar uma terceira via que possa tirar o país dessa crise medieval.

Em qualquer país minimamente civilizado, esse tipo de gente estaria cumprindo pena, em sistema de reclusão fechada. Mas aqui no paraíso dos trópicos, esses criminosos são aclamados por seus seguidores  e têm assegurado o direito de disputar novamente a Presidência, embora não tenham demonstrado sequer entender  o que significa agir de forma republicana.

Por tudo isso, amigos, vamos fortalecer a terceira via, antes que seja tarde demais.

18 thoughts on “Com dois criminosos liderando as pesquisas, é preciso defender desesperadamente a terceira via

    • Quem sabe Lázaro, o fugitivo baiano, não seria uma ótima Terceira Via, via matagal?
      Só ia haver um probleminha: é porque antes de assumir a presidência, ele já foi cassado, ou aliás, caçado!

      • Dizem as más línguas, que existem 400 policiais atrás deste bandido.
        Quem ele pensa que é, Lula??

        Mas, diante de ser um poderoso bandido, Gilmar Mendes está de plantão no STF, pronto para deferir o Habeas Corpus!!!

        • A sardinha está estragada, o cheiro de podre é sentido á léguas de distãncia..
          Precisa ser jogada imediatamente no esgotão do coveiro, entre as marginais, que antigamente chamavam de Rio Tietê…..

          abraços grátis.

  1. Não é necessário comentar o artigo em tela, do Editor.

    O título, “Com dois criminosos liderando as pesquisas, é preciso defender desesperadamente a terceira via”, tem a propriedade de sintetizar, com rara precisão, o momento atual da política brasileira.

    O eleitor necessita urgentemente se dar conta do perigo que o País corre, na eventualidade de Lula ou Bolsonaro vencer as eleições em 2022.

    Desta vez não haverá espaços para enganos ou ilusões, como nas vezes anteriores.
    Um ou outro criminoso eleito e admitirei, pela primeira vez, a culpa total e plena daqueles eleitores que possibilitarem a vitória para a reeleição de Bolsonaro ou o retorno de Lula.

    Nessas alturas, o povo deve estar sabendo que ambos são nocivos e nefastos à população e ao Brasil.
    Proporcionar que haja a continuidade de administrações lesivas e prejudiciais, teremos de arcar com a responsabilidade de nossa estupidez e idiotice no uso da única arma que dispomos, que serve para mudar esse estado caótico e deplorável que nos encontramos, que é o voto!

    Depois de quase um século é meio da existência de nossa República, temos de aceitar os efeitos de nossos erros nas urnas.
    O ano de 2022 será uma nova chance de nos livrarmos dos grilhões da incompetência, corrupção, desonestidade, improbidade, má fé e má intenção, dos presidentes que até agora foram eleitos.

    Torna-se obrigatório e crucial que tenhamos essa consciência cívica, caso quisermos mesmo nos desenvolver e viver em uma Nação que o futuro irá mais uma vez se se apresentar no horizonte!

    Parabéns, Newton, pelo artigo postado.

  2. Alex,

    E como classificas os danos e prejuízos do PT, enquanto Lula era o presidente do Brasil?!

    “Mera” distração com o dinheiro público??!!

  3. ENTENDA A POLÍTICA AO INVÉS DE ODIÁ-LA. CUIDADO, não se deixe enganar de novo pelas ditaduras midiática e partidária, mancomunadas, labiosas, 171. Não basta ser terceira via só da boca pra fora, tem que ser a Terceira Via de Verdade, antissistema, ou seja, tem que mostrar o megaprojeto novo e alternativo de política e de nação, como propõe a RPL-PNBC-DD-ME, a nova política de verdade, o novo caminho para o novo Brasil de verdade, com Democracia Direta e Meritocracia, porque evoluir é preciso, alicerçado na paz, no amor, no perdão, na conciliação, na união e na mobilização pela mega-solução, porque a marcha da história do nosso país conduzido até aqui pelo militarismo e o partidarismo, politiqueiro$, e seus tentáculos, velhaco$, nos impôs apenas duas opções, drásticas, a saber: ou sacrificamos a república 171 dos me$mo$, cuja cabeça cancerosa encontra-se instalada em Brasília, a Ilha da Fantasia dos me$mo$, ou perdemos definitivamente o Brasil para os bandidos do sistema apodrecido, da direita, da esquerda e do centro, à paisana e fardados. Não basta nos libertarmos da demência do bolsonarismo, temos que nos libertar tb da demência do lulismo, do demotucanismo e dos seus puxadinho$, e, sobretudo, da demência do continuísmo da mesmice do sistema apodrecido dos me$mo$. http://www.tribunadainternet.com.br/com-dois-criminosos-liderando-as-pesquisas-e-preciso-defender-desesperadamente-a-terceira-via/?fbclid=IwAR1tHr7fRYAU9J82LUHX4J1TWKo-GpRi4n53gDfKgi0WfphkJPvBwjhBSSg

  4. Só existe um adversário contra o Presidente Bolsonaro em 2022. Não, não é “o escolhido” da terceira via; não, não é o ladrão cachaceiro; é a fraude eleitoral.

    Lembro ao jornalista que, ao negar a eficácia da “teoria da imunização de rebanho”, está negando a própria eficácia da vacinação, cujo objetivo primário é acelerar a imunidade de rebanho da população. Pela sua experiência, deveria saber disto, mas o que importa mesmo é “criminalizar” o Bolsonaro.

  5. No meu pensar, os candidatos possíveis e melhores para compor a 3ª via para a Presidência e Vice Presidência da República para sair da polarização entre Lula e Bolsonaro, seriam o senador Randolfe Rodrigues (Rede Sustentabilidade) para Presidente e Alessandro Vieira (Cidadania) para Vice-Presidente da República.

    Ambos são lúcidos, de curriculum invejável, combativos, e com vasta experiência não só na vida parlamentar, e o senador Alessandro Vieira tem se mostrado ao mesmo tempo incisivos e ponderados durante a CPI do Senado. São honestos, competentes, inteligentes e jamais se envolveram em corrupção e atos ilícitos. O que não é o caso dos nomes que se apresentam de políticos que até agora (membros da política velha e corrupta) ou pessoas políticas de comportamento impulsivos, imprevisíveis e inestáveis, mudando de partidos a toda hora e com perfil agressivo tal qual Ciro Gomes. Note-se, também que pretensos candidatos de partidos mais antigos e sacos de gato tradicionais como o DEM, PSDB, MDB, por exemplo, têm sido pontuados nas pesquisas de opinião até o momento com apenas um dígito de intenção de votos, porque a população pesquisada já percebeu que estes não são o melhor caminho.

    Enfim, o que está claro para a maioria dos eleitores brasileiros, demonstrado em pesquisas, que mais de 60% da população pesquisada pelos mais acreditados institutos de pesquisa não desejam para as eleições de 2022 nem Bolsonaro nem Lula.

    • Pesquisa de intenção de voto para a Presidência da República realizada pelo instituto Paraná Pesquisas mostra o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) empatados tecnicamente.

      Em todos os cenários apresentados pelo instituto a diferença entre eles ficou dentro da margem de erro da pesquisa, de 2%. Foram ouvidos 2040 eleitores de 26 estados e do Distrito Federal, entre os dias 11 e 15 de junho.

      11:45 – 14/06/2021

      No primeiro cenário da pesquisa estimulada, Bolsonaro tem 34,3% da preferência do eleitorado, contra 32,5% de Lula. O apresentador de TV José Luiz Datena aparece nesse cenário com 7,5%, seguido por Ciro Gomes (PDT), com 5,8%, João Doria (PSDB), com 3,4%, Luiz Henrique Mandetta (DEM), com 3,2%, e Simone Tebet (MDB), com 1,1%. Nulos e brancos: 8,6%. Não sabem ou não responderam: 3,6%.

  6. Parabéns pelo artigo, a imprensa verdeiramente livre, que vocês tão bem representam, tem obrigação de esclarecer a população, mostrando os absurdos cometidos pelos dois candidatos radicais, que um atacando ao outro tentando polarizar a eleição com o objetivo de aparentar que só um deles pode derrotar o outro. Ambos fazem muito mal ao País e tem em comum um pavor da terceira via ou o caminho do meio, que não é o Dória, que é um personalista.

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