Aumenta a campanha difamatória contra Joaquim Barbosa. Só falta ser comparado ao juiz Nicolau, digo, Lalau.

Carlos Newton

É impressionante. Ele não é político nem se diz candidato, mas todos os presidenciáveis o temem. Enquanto a imagem dos políticos tradicionais vem descendo a ladeira, os protestos nas ruas tiveram o efeito colateral de aumentar a popularidade dele. E ninguém sabe o que fará o ministro Joaquim Barbosa. Se sairá candidato ou não.

Daqui para frente, porém, toda pesquisa eleitoral terá de incluir o nome dele, caso contrário os resultados vão parecer mais falsos do que uma nota de três dólares. Mesmo sem se lançar, já conta com a intenção de voto de significativa parcela do eleitorado. E o resultado do crescimento de seu prestígio já provoca fortes reações na internet, onde floresce uma sólida campanha contra Barbosa.

APARTAMENTO EM MIAMI

Como todos os presidenciáveis o temem, ninguém sabe de onde está surgindo essa onda de ataques à probidade do ministro Joaquim Barbosa. Aqui no Blog da Tribuna, por exemplo, é um verdadeiro festival. Todo dia são postados ácidos comentários denegrindo a honorabilidade dele. Os mais recentes dão conta de que Joaquim Barbosa comprou “um apartamento luxuoso em Miami”, segundo uma matéria da Folha.

Assinada por  Matheus Leitão e Rubens Valente, a reportagem dá conta de que Barbosa realmente comprou um apartamento em Miami, avaliado em R$ 1 milhão. O que causa estranheza é que essa matéria está sendo reproduzida na web como se fosse um grande escândalo. Tal repercussão  -mais do que exagerada –  mostra a que ponto chegamos, porque apartamento por R$ 1 milhão, em Miami, só pode ser um quarto e sala.

O fato é que a campanha contra Barbosa é implacável. O pente fino que estão passando em sua viva/carreira é de um rigor raramento visto na mídia brasileira. Está sendo pior do que a situação vivida por Leonel Brizola no início do regime militar, quando teve sua trajetória política e pessoal vasculhada de alto a baixo, sem que nada encontrassem de desabonador.

Detalhe importantíssimo: essa perseguição a Barbosa está tendo efeito contrário. Ao invés de desestimulá-lo a disputar a eleição, está motivando-o a concorrer. E não faltam partidos a assediá-lo. Mas ele tem tempo. A legislação permite que magistrado somente se desincompatilize e se filie a algum partido quatro meses antes da eleição. Ou seja, até o dia 4 de junho de 2014.

Até lá, Joaquim Barbosa pode continuar presidindo o Supremo e mostrando serviço, fora da disputa, enquanto os outros presidenciáveis se digladiam, abrindo caminho para sua atropelada por fora, como se diz na linguagem turfista.

 

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51 thoughts on “Aumenta a campanha difamatória contra Joaquim Barbosa. Só falta ser comparado ao juiz Nicolau, digo, Lalau.

  1. Li a noticia da Folha. Não vejo ilegalidade que um cidadão que disponha de bens legalizados possa dispor deles da forma que bem desejar. O problema é que o personagem é ministro do STF, a mais alta corte de justiça do Brasil, os interesses do Brasil nem sempre são afinados e dóceis a sanções políticas e comerciais unilaterais impostas pelos EUA mundo afora, o STF é o último recurso em questões de litígios internacionais, todos nos sabemos que os EUA podem negar vistos a quem contrarie SEUS INTERESSES sem a obrigação de dar satisfação, assim como CONGELAR bens e dinheiro de pessoas jurídicas e físicas estrangeiras que CONTRARIEM SEUS INTERESSES. Espero que o articulista tenha entendido minha preocupação com os interesses nacionais.

  2. Sr. Newton, O Ministro JB, até o momento, tem apresentado atitudes que honram a Srª Justiça, tão desacreditada pela Nação, por sua lentidão nos processos dos Cidadãos, e acusações a Exmºs Juízes.
    Infelizmente a politicagem praticada no Brasil, não aceita, quem cumpre seu DEVER com Ética e Moral, é o que acontecerá ao Ministro JB, será denegrido com boatos e infâmias, pelos corruptos de nosso País.
    Só nos resta apelar a DEUS, que ilumine os Homens de Bem, e que esses, lembrem-se de Luther King: o que preocupa não é o barulho e corrupção dos maus, mas o silêncio dos bons, acrescento: omissão.

  3. A ignorância da lei é uma tragédia. A questão não é a compra, mas a constituição de empresa tendo o ministro como sócio único, o que é vedado pelo Estatuto do Magistratura:
    LEI COMPLEMENTAR Nº 35, DE 14 DE MARÇO DE 1979
    Art. 36 – É vedado ao magistrado:
    I – exercer o comércio ou participar de sociedade comercial, inclusive de economia mista, exceto como acionista ou quotista;
    II – exercer cargo de direção ou técnico de sociedade civil, associação ou fundação, de qualquer natureza ou finalidade, salvo de associação de classe, e sem remuneração;
    Qualquer semi-alfabetizado é capaz de entender isso.

  4. O apartamento tem 73 metros quadrados, um quarto, sala, cozinha e banheiro. Fica no 22º andar de um edifício que faz parte de um condomínio, composto por três torres às margens do Rio Miami, na região central da cidade.
    Se fosse na zona sul do Rio de Janeiro, seria considerado um “cafofo”.

  5. É impressionante a falta de qualquer razoabilidade nos “ataques” da claque petista ao JB. Não toleram sua “insubordinação” em não ter protegido os cumpanhero no mensalão. Já há nas redes sociais uma intensa tropa de choque para se contrapor aos desqualificados ataques, na qual me incluo. Os petistas de hoje afiguram-se como zumbis…

  6. Quer dizer que apurar, descobrir e revelar fatos verdadeiros que colocam a reputação do Sinistro Barbosa no mesmo patamar dos que são julgados por ele é difamação!!! Receber honorários sem trabalhar (R$700.000,00 da UERJ),incorporar benefícios (legais porém IMORAIS) contra os quais já havia se manifestado (R$580.000,00 em auxílios diversos) e possuir, através de artifícios contábeis no mínimo anti éticos, bens através de empresa que, por ser do serviço público ele não poderia ter no Brasil(apartamento de U$ 1.000.000,00)é normal é aceitável? Estou impressionado com a maleabilidade moral do articulista!

  7. Meu caro Jornalista Newton.
    Não será medo do Joaquinzão,que providenciaram,rapidinho,a volta do Franklin Martins? Nota-se,que a partir do momento que o jornalista citado voltou,começou uma avalanche de denúncias,não comprovadas,sobre o Ministro.
    E o Franklin,já chegou promovendo o Joaquim a ser o “alemão” da reeleição e se tratando do jornalista,vem mais sujeiras por ai!
    Barão

  8. Aos prezados críticos do JB,

    se a vida dele está este “escândalo” todo, fico imaginando como será suas reações ao verem as fichas dos demais concorrentes. Ou vão votar neles, porque é mais aceitável político roubar do que juiz?

  9. Lúcido comentário, mas derrapou no termo “denegrindo”… DENEGRIR: “manchar de negro”. È sabido a “origem” racista e “preconceituosa” do termo. A campanha insidiosa que se arma contra o cidadão Joaquim Barbosa está em consonância com a “origem” do verbo. Estaria a “minoria branca” que com põe a elite brasileira temerosa de um NEGRO probo chegar à presidência da Republica, sem as amarras dos financiamentos privados da campanha eleitoral? Visto que, se eleito sem os recursos financeiros de bancos, empreiteiras e outros que sugam o Erário público, o “futuro presidente” Joaquim instauraria de fato, a República (res publica) no Brasil.

  10. Não é difamação de foma nenhuma. São informações comprováveis. E todas legais. Quanto a serem absurdas, não é culpa dele. Absurdo é ele ter condenado J Dirceu SEM provas. Absurdo é a imprensa ter crucificado o Palloci por ter cobrado por consultorias, quando não era ministro. Todo dia tem acusações surgindo, contra tudo e contra todos, o problema é que na grande maioria dos casos, acusa-se, SEM provas.

      • Esse bando de petista vagabundo que escreve aki e ainda por cima defendendo Dirceu e cia merecia ir para o paredão isso sim !!!
        Franklin Martins é um pilantra,safado petista sem vergonha, comunista vagabundo assim como todos os petistas !!!
        O que ele vomita não se deve passar nem por perto pq ngm aguenta o cheiro !!!

  11. Walter, “nosso parente” não escreveu o artigo da Folha e já está sendo arrastado para uma suposta campanha contra o ministro JB. Já o jornalista Newton poderia chamar “nota de três reais” – seria mais brasileiro…

  12. O Dr. Joaquim Barbosa ganha o seu dinheiro dos Tributos dos brasileiros. Deveria comprar apartamento no Brasil. Geraria emprego no Brasil. Não é ilegal receber salário do contribuinte e aplicar no estrangeiro; só não pega bem.

  13. Outra coisa: dizer que o que Barbosa passa hoje, comparado ao que passou Brizola, só pode ser devaneio. Barbosa, simplesmente, é bajulado acríticamente (pleonasmo), pela grande mídia. Brizola era massacrado e atacado, muitas vezes, até por esta Tribuna, esqueceu? Brizola cresceu cintra a grande mídia. Barbosa foi inflado por ela.

  14. Pelo que transcrevo, abaixo, a meu ver, o jornal Folha de S. Paulo agiu tendenciosamente, com a intenção de atingir negativamente a imagem do ministro JB.
    O que diz a Lei 8112, que “Dispõe sobre o regime jurídico dos servidores públicos civis da União, das autarquias e das fundações públicas federais”:
    Art. 117. Ao servidor é proibido:
    ( … )
    X – participar de gerência ou administração de sociedade privada, personificada ou não personificada, exercer o comércio, exceto na qualidade de acionista, cotista ou comanditário;
    ( … )
    Art. 122. A responsabilidade civil decorre de ato omissivo ou comissivo, doloso ou culposo, que resulte em prejuízo ao erário ou a terceiros.
    Art. 128. Na aplicação das penalidades [art. 127] serão consideradas a natureza e a gravidade da infração cometida, os danos que dela provierem para o serviço público, as circunstâncias agravantes ou atenuantes e os antecedentes funcionais.

    O que diz o site:
    http://www.egov.ufsc.br/portal/conteudo/o-servidor-p%C3%BAblico-e-proibi%C3%A7%C3%B5es-de-exerc%C3%ADcio-do-com%C3%A9rcio-de-ger%C3%AAncia-e-de-administra%C3%A7%C3%A3o-de-

    “O tipo proibitivo refere-se, com efeito, ao exercício (i) da gerência (responsabilização pelo expediente e desenvolvimento dos serviços da empresa ou sociedade civil) ou da administração (gestão macro de serviços, recursos humanos, matéria prima e produção) de sociedade privada, personificada ou não personificada, ou (ii) do comércio, como empresário, comerciante, ou funcionário, comerciário.
    Há na prescrição duas figuras típicas, quais sejam a participação (decorrente do núcleo “participar”) como gerente ou administrador, em sociedade privada e o exercício (decorrente do núcleo “exercer”) do comércio, condutas estas que requerem concreção fática e habitualidade para a caracterização. Contrapôs-se, nessa medida, o interesse público ao interesse particular, importando depreender que os interesses visados por sociedades privadas, ou empresários individuais, aquelas personificadas ou não personificadas e estes formalizados ou não formalizados, podem ser conflitantes com o interesse público buscado pela Administração estatal.
    Deve-se entender por concreção fática a ação efetiva do servidor como gerente, administrador ou comerciante, denotando as condutas palpáveis e perceptíveis de decisão, de mando, independentemente do teor do contido nos atos constitutivos da sociedade privada. Deste modo, não basta figurar como administrador ou gerente em contrato social, se, de fato, não administra ou gerencia a empresa. Do mesmo modo, mesmo que o agente público figure no contrato social como não administrador ou gerente, mas, em concreto, atue com essas qualidades, viola a norma em voga, infringindo a proibição. Prima-se pela realidade das ações, princípio da primazia da realidade.
    Por habitualidade considera-se a regularidade profissional da conduta. SIMPLES ATOS ISOLADOS OU ESPORÁDICOS NÃO CARACTERIZAM O TIPO EM COMENTO”.(grifei).

  15. Por Paulo Moreira Leite

    O mito do jornalismo chapa branca
    De vez em quando, leitores escrevem para reclamar que me consideram um blogueiro chapa branca em função de minha avaliação positiva das mudanças ocorridas no país depois de 2003, quando Luiz Inácio Lula da Silva assumiu a presidência da República.

    Minha primeira observação é que boa parte dessas críticas refletem um comportamento interesseiro e seletivo. Essas mesmas pessoas não me chamariam de “chapa branca” se eu tivesse a mesma avaliação do governo Fernando Henrique Cardoso – ou mesmo da gestão do PSDB em São Paulo. Tentariam desqualificar argumentos, rebaixar uma discussão que é acima de tudo política, pois envolve valores e prioridades nas políticas públicas? Claro que não.
    Não custa lembrar, na verdade, que o critério “chapa branca” não serve e nunca serviu como termômetro para se avaliar o trabalho de um jornal nem de um jornalista.

    Em 1964, um único jornal de relevo, a Última Hora, era chamado de chapa branca. Os demais, adversários duros de João Goulart, jamais poderiam ser chamados assim. No 31 de março, todos estavam alinhados com o golpe militar que atirou o Brasil numa ditadura de 21 anos. Quem estava certo?

    Três dias antes do golpe, o Correio da Manhã, que era favorável a Jango, mudou de lado e se alinhou com os adversários. No dia 31 de março, no célebre editorial “Basta!”, o Correio escreveu:

    “O Brasil já sofreu demais com o governo atual. Agora, basta!”

    No 1 de abril, quando Goulart ainda se encontrava no país e a vitória dos golpistas estava consolidada, o Correio publicou o editorial “Fora!” Disse: “Só há uma coisa a dizer ao sr. João Goulart: saia.”

    Pergunto quem errou: o jornal que hoje seria chamado chapa branca ou aqueles que faziam oposição e ajudaram na correnteza que levou ao golpe?

    Os inúmeros defeitos que se podem apontar no governo Goulart justificavam que se assumisse uma postura de oposição feroz e golpista?

    Muitos leitores têm dúvidas sinceras sobre o papel do jornalismo e dos jornalistas ao longo da história do país. Há motivos antigos – como 1964 — e recentes – como 2005 – para isso. Há oito anos, como se recorda, a partir da denúncia do mensalão, criou-se um ambiente de confronto e polarização entre o governo Lula e os meios de comunicação, que atravessou duas eleições presidenciais e chegou aos protestos de junho de 2013.

    Para entender o que acontece hoje, é instrutivo ler o que escreviam nossos jornalistas – aqueles que não eram chapa-branca — de meio século atrás. Há antecedentes lamentáveis e surpreendentes.

    Vamos citar um dos mais influentes, Helio Fernandes, que dirigia a Tribuna da Imprensa e acusava Jango de promover a “pré-sovietização do país, que se processava num ritmo alucinante”. Convém prestar atenção à linguagem empregada para se referir aos aliados de Jango: “Na maioria das vezes são traidores. Outras, são mercenários; outras ainda, carreiristas; outras mais, negocistas satisfeitos.”

    Dez anos antes, na conspiração que levou Getúlio Vargas ao suicídio, os grandes jornais brasileiros estavam unidos contra o presidente. Naquele contexto da Guerra Fria entre Estados Unidos e União Soviética, os jornais do Partido Comunista Brasileiro, hoje PPS, também atacavam o governo e denunciavam a “ditadura” de Vargas. Eles também não eram “chapa branca.”

    Confiando que a revolução sob inspiração de Moscou estava a caminho, os comunistas trabalhavam pela derrubada de Vargas, a quem definiam como marionete dos “patrões americanos,” como recorda Mário Magalhães na biografia de Carlos Marighella. Quando Carlos Lacerda sofreu o atentado da rua Toneleros, o jornal do PCB uniu-se a oposição conservadora para emparedar o presidente: “Vargas responsável pelo covarde crime.” No dia em que Vargas deu o tiro no peito, a imprensa do PCB chegou as ruas com manchetes em tom celebrativo e acabou empastelada por uma massa de trabalhadores indignados.

    Décadas depois, com uma coragem rara, José Gregori, então líder dos estudantes da Faculdade de Direito da USP que queriam a deposição de Vargas, admitiu em seu livro de memórias que em 1954 participou de uma “revolução errada,” feita às costas do povo.

    Teria o ex-ministro de FHC se transformado num chapa branca retardatário? Ou foi um memorialista honesto, respeitando a própria lucidez?

    Poderíamos falar de outros exemplos, dentro e fora do país, mas estes dois casos ajudam a mostrar o caráter abstrato e absurdo dessa discussão.

    Foi Millor Fernandes quem cunhou uma frase que muitos repetem até hoje. Disse Millor: “Imprensa é oposição. O resto é secos e molhados.”

    Podemos até admitir que Millor, um raro caso de intelectual libertário (no sentido antigo da palavra) por convicção pessoal e inegociável, estivesse convencido de que sua frase podia ser empregada a todo momento, sob qualquer cenário. Mas seu sentido real envolve o período da ditadura militar.

    Depois de auxiliar na derrubada de um governo constitucional, os jornais foram colocados sob pressão do regime dos generais. Um pouco mais tarde, apesar daquelas palavras tão veementes, Helio Fernandes foi confinado em Fernando de Noronha depois de escrever um artigo que desagradava os generais. Outros jornalistas enfrentavam a censura e também engoliam imposições típicas de um regime de força. Alguns prestavam serviço auxiliar aos órgãos de informação da ditadura e não mostraram sequer a decência de proteger profissionais cuja integridade era colocada em risco pelo aparato de repressão e tortura.

    Ao falar que “imprensa é oposição” o grande Millor alimentava a dignidade e a coragem do jornalismo num momento muito delicado.

    Mas será que isso é válido, a todo momento? É preciso ser oposição, sempre, sob o risco de comprometer o bom jornalismo?

    Ao lutar dentro da VEJA para ter direito usar as páginas da revista para manifestar seu apoio a eleição de Leonel Brizola em 1982, num conflito que levou a seu afastamento da publicação, o próprio Millor deixou claro que não tratava todos os políticos, em todas as circunstancias, da mesma maneira. Não só fez questão de defender sua liberdade pessoal mas também deixou claro que era mais oposição a uns do que a outros.

    A vida política, que é o ambiente principal onde o jornalismo se situa, é fabricada pela conjuntura, que exige respostas novas a situações imprevistas, que não podem ser rebatidas com frases prontas – ainda que sejam ótimas, em outras situações. A crítica maior ou menor a um governo não é fruto de um critério abstrato e fixo, mas envolve uma avaliação do momento e do papel que cada governante pode cumprir em cada circunstância.

    É claro que Fernando Henrique Cardoso sempre seria melhor tratado pela maioria dos meios de comunicação do que Lula ou Dilma. Isso porque, do ponto de vista político, ele representava opções que os donos e executivos dos meios de comunicação consideravam mais adequadas ao país. FHC foi alvo, sim, de jornalistas interessados em apurar as mazelas de seu governo. Mas havia limites a este espírito crítico. Embora Fernando Henrique tenha vencido duas eleições presidenciais em primeiro turno, os executivos de jornal jamais sentiram-se na obrigação moral de auxiliar a oposição de Lula com o argumento de que estava muito “fraquinha.”

    A rigor, não me lembro das preocupações com “chapa branca” durante os oito anos de governo tucano. A principal crítica era ao “denuncismo”, conceito que que servia para tolher reportagens – verdadeiras ou falsas, – que poderiam prejudicar governo FHC. Até Paulo Maluf foi poupado para evitar-se um ambiente que pudesse estimular outras investigações. Isso confirma o caráter interesseiro do debate. Fala-se em “chapa branca” quando se quer atacar o governo. Em “denuncismo”, quando se quer impedir que seja atacado.

    Não acho que exista um governo imune a critica e a uma avaliação capaz de apontar defeitos e incoerências. Mas é errado fingir que não há diferenças entre os governos. Há valores e perspectivas. Os números alcançados pelo país, na ultima década, traduzem um esforço inédito para reduzir a desigualdade social e elevar a condição dos brasileiros mais pobres.

    Você até pode ensaiar uma disputa pedante sobre direitos autorais de quem teria tido as melhores idéias mas não pode negar quem demonstrou mais empenho e capacidade para reduzir a pobreza e ampliar as oportunidades de quem se encontrava nos degraus mais baixos da pirâmide social. A luta contra a desigualdade, para mim, é o valor prioritário num país como o nosso. Ela define o caráter da democracia que queremos e do futuro que se pretende entregar as novas gerações. E eu considero que é a partir deste angulo que se deve examinar o conjunto de um governo.

    Os sinais e prioridades se alteram ao longo do tempo para lembrar que o debate sobre “chapa branca” sempre surge numa situação específica, a partir de vozes que pretendem desqualificar interlocutores que têm outra visão do país e seus problemas.

    Habituadas ao universo autoritário do pensamento único, algumas pessoas são tão conformistas, tão submetidas à hierarquia e à divisão entre trabalho manual e intelectual – que também se expressa na hierarquia das redações — que não conseguem ouvir uma voz diferente com naturalidade.

    Ficam inseguras, receosas. Num esforço para silenciar o debate, que todos fingem estimular fora do expediente, algumas vozes não resistem e perguntam, num chamado a ordem, numa espécie de porrete ideológico, onde parecem perguntar: mas o dono não está vendo?

    Na essência, essa reação nada mais é do que um esforço vergonhoso para reprimir o direito de opinião política. Isso e apenas isso.

    Talvez seja por coerência, e não por pura coincidência, que, em horas decisivas, essa postura acabe perfilada a forças capazes de ações extremas como um golpe de Estado.

    Trata-se, em situações diferentes, de um mesmo combate contra valores democráticos.

    Deu para entender?

  16. Que tipo estranho de fazer jornalismo, ao …como todos os presidenciáveis o temem,……. ninguém sabe de onde está surgindo essa onda de ataques à probidade do ministro Joaquim Barbosa……………….. Aqui no Blog da Tribuna, por exemplo, é um verdadeiro festival. Todo dia são postados ácidos comentários denegrindo a honorabilidade dele.
    Como assim ninguém sabe de onde está surgindo? Por acaso não existem mais jornalistas investigativos? Não existem mais jornalistas que exponha as verdades? Jornalistas com raciocínio dedutivo? Só existe jornalista a favor? Um horror! É rima sem solução.

  17. É por este tipo de postura, que nos últimos meses, blogs como o Diário do Centro do Mundo, o Tijolaço, o Viomundo e o Cafezinho, deram um banho na Tribuna, inclusive em furos, como a sonegação da Globo.

  18. Não vejo campanha difamatório, são fatos, o mesmo valeu para o Zé Dirceu. As aparencias de trafico de influencia. Pode haver ai um prenconceito, possivelmente. Mas neste tempo de cotas raciais, PROUNI, 100 milhóes que deixaram a pobresa, o Barbosa está num lugar de destaque que procurou ele merecer ser apedrejado tanto quanto o Dirceu…, se é o caso.

  19. Walter Martins, saudações,
    Gosto muito deste espaço democrático oferecido pela Tribuna da Imprensa, pois entendo a necessidade que temos de nos manter informados e conhecedores do pensamento do povo.
    Conforme tua afirmação a respeito de haver blogs melhores que este, fui vê-los, de modo a constatar onde perdíamos de forma tão humilhante.
    Em princípio, todos têm publicidade, diferentemente do “nosso”.
    Por outro lado, se as notícias são o destaque, a Tribuna é incomparável pelo enaltecimento que proporciona ao seu comentarista.
    Não há outro blog que possibilite a importãncia que ela dá ao seu frequentador, à sua opinião, à forma como ela apresenta o texto de quem expõe o seu pensamento, idéia, conceito e interpretação.
    Ora, eu quero ser bem tratado, que o meu comentário tenha o destaque que desejo, que seja amplo na página, portanto, se os demais priorizam o blog em si, a Tribuna considera o seu leitor e participante como mais importante que os furos jornalísticos, haja vista que a maioria dos jornais do País os tem em on line, que nos apresentam os acontecimentos quase que instantaneamente, sem a necessidade de procurarmos em blogs as notícias mais recentes.
    A Tribuna, a meu ver, é especial por esta dimensão que ela proporciona aos nossos textos, debates, discussões, que a caracterizam como incomparável, um local específico para gente amadora, porém interessada no Brasil ou mais preocupada com a política que defendem, mesmo que esta vá de encontro aos interesses nacionais.
    Após consultar os blogs que informaste, Walter, mais eu aprecio a Tribuna, justamente por este destaque que temos do que escrevemos, e que não encontramos em qualquer outro espaço, portanto, na razão direta deste enaltecimento a mim e demais frequentadores, a minha predileção e reverência ao Newton e Hélio que, sem eles, seríamos apenas mais um na estatística dos blogs chapas brancas ou opositores, somente isso, mais um, e nada mais.

  20. Oh Carlinhos,

    Eu acho que vc deveria esta escrevendo para o jornal O Globo, Estadao, etc. Suas opnioes beiram a linha editorial desses jornais. O tal ministro que vc sai em defesa, e pra la de sujo. Alem de receber da UERJ sem trabalhar, frequenta camarote de apresentador de televisao cujo o papai tem um escritorio com VARIOS processos pendentes no Supremo. Mas como vc parecer nao saber, a elite Brasileira e um clubinho que dispoe de um GRANDE BALCAO DE FAVORES para seus frequentadores. Ate emprego para filho, o negao foi pedir ao super-heroi. Vale a pena observar outro engano seu (vc ta muito mal informado pra um jornalista), com um milhao de reais vc compra um tremendo apartamento em Miami, e com mais de uma quarto sim. Talves vc nao inclua assuntos estrangeiro no seu cardapio jornalistico, mas o mercado imobiliario aqui ainda segue sofridinho!!!!

  21. Sr. Carlos Newton, Mais uma vez o que observamos é aquele velho modo de fazer político, sempre com os mesmos candidatos, muitos até trocando ou saindo de um partido e fundando outro, tudo com o objetivo de chegar ou continuar no poder e se aparece alguém que ameaça como no caso do ministro Joaquim Barbosa que não é político e não se diz candidato, isso não interessa, para as mesmices o que interessa é desmoralizá-lo seja lá quem for para que fique fora de qualquer pretensão.
    O povo já estar cansado, saturado, chega de políticos partidários, que só têm o objetivo de chegar ao poder. O Art. 1º , da CF 88, Parágrafo Único diz que “Todo poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos diretamente ou indiretamente”, entretanto os políticos deveriam ficar de orelhas em pé, pis ouvimos e assistimos nas manifestações de junho, a frase “ESSES POLÍTICOS NÃO ME REPRESENTAM”. Sabiamente o povo brasileiro que estava sonolento assistindo tudo calado não aguentou mais e começou a acordar.
    A reforma tem que haver nos três poderes, com o fim de seus privilégios e regalias. Quanto à reforma políticas, tem que ser um reforma do povo para o povo e pelo povo, porque quando se fala em reforma política, os políticos pensam em uma reforma de privilégios que não contempla o anseio do povo mais sim os seus, muitos sonham logo em colocar nessa reforma não política, mais dos políticos o financiamento público de campanha, ou seja, pensam em aumentar os gastos com o dinheiro do povo.
    O que o Brasil precisa é de diminuir os gastos existente para que seja investidos no que o povo precisa, saúde, educação, segurança, transportes e outros.

  22. Lembro, aqui, que o “impoluto” Joaquim Barbosa pleiteou e conseguiu que seu filho, Felipe Barbosa, formado em comunicação social, entrasse para a equipe de produção do programa Caldeirão do Huck, na Rede Globo, conforme publicou a jornalista Keila Jimenez, em sua coluna no diário “Folha de S. Paulo”. Curiosamente,
    a Globo e fontes na produção da atração negaram a contratação de Felipe. Disseram que ele foi apenas fazer uma “visita” ao Projac, no Rio. Mais tarde, a emissora confirmou a contratação. Por que todo essa tentativa de esconder o fato? Em que Barbosa teria favorecido a Globo, para obter esse “prêmio”?
    Quero recordar, ainda, o empenho de Joaquim Barbosa em apagar os rastros do grande financiador do Mensalão, o banqueiro e escroque Daniel Dantas, excluindo-o do processo e remetendo o seu caso, sem justificativa, a um tribunal de primeira instância – o mesmo Daniel Dantas que disse abertamente que “resolvia” tudo nas altas esferas da Justiça brasileira. Como será que ele “resolveu” a salvação de sua pele com Joaquim Barbosa? O povo brasileiro sem dúvida desejará saber isso.

  23. Estou verificando que nenhum comentarista até o momento levou em consideração a informação prestada pelo TERCEIRO COMENTARISTA., isto é, O ARTIGO 36, DA LEI COMPLEMENTAR NÚMERO 35, DE 14 DE MARÇO DE 1979. ATENÇÃO ARTICULISTA. A lei veda ao ministro (magistrado) constituir empresa, como a que adquiriu o imóvel em Miami para os efeitos fiscais de lá que não vem ao caso. Portanto, o meu argumento de preocupação com interesses nacionais manifestado no primeiro comentário é superado agora por uma questão legal. Confesso que desconhecia a lei, mas o ministro magistrado não pode ignorar a lei da magistratura.

  24. PELO ESTATUTO DO SERVIDOR, JOAQUIM BARBOSA NÃO PODE SER SÓCIO DE EMPRESA.

    A ignorância da lei é uma tragédia. A questão não é a compra, mas a constituição de empresa tendo o ministro como sócio único, o que é vedado pelo Estatuto do Magistratura:
    LEI COMPLEMENTAR Nº 35, DE 14 DE MARÇO DE 1979

    Art. 36 – É vedado ao magistrado:
    I – exercer o comércio ou participar de sociedade comercial, inclusive de economia mista, exceto como acionista ou quotista;

    II – exercer cargo de direção ou técnico de sociedade civil, associação ou fundação, de qualquer natureza ou finalidade, salvo de associação de classe, e sem remuneração;

    Qualquer semi-alfabetizado é capaz de entender isso.

  25. Acontece que aqui no blog os partidários só aceitam a imposição da lei contra seus contrários. No caso do tema, são partidários do ministro, que eles consideram o messias salvador, e não querem aceitar que a constituição de uma empresa por um ministro magistrado é proibida pela lei complementar número 35/79.

  26. Iaco Silva, certeiro e irrepreensível seu argumento. Parabéns! Pode até ser que haja campanha difamatória, embora eu creia que não. Mas, se há, cabe ao jornalista apurar se é difamatória ou não. Por essas e outras, este blog está ficando para trás, em relação a outros. Infelizmente, pois já o considerei a melhor coisa da internet.

  27. Bonitão, quer dizer que agora vale ser “meio honesto”, e por favor, não compare com Leonel Brizola, absolutamente sem propósito, duas figuras sem o mínimo de afinidade… o tio Briza era aberto, não era hipócrita, nada a ver com “tradição, família e propriedade”. Fui eleitor dele com muito entusiasmo, inclusive contra essa camarilha do PT. Menos, bem menos!!

  28. Queria saber o que a podre mídia desse país e o Sr. Carlos Newton diriam se fosse divulgado que foi José Dirceu que criou uma empresa para comprar um imóvel em Miami. O que diriam o que diriam, o que diriam? O que vocês acham que diriam? Hein? Hein?

  29. Prezados..Prezados…Todos aqui sabem que nosso “sistema” já foi pro buraco da podridão há tempos…Todos aqui sabem que o nosso “stf” é uma “camarilha” onde cada um busca seus interesses ( e votos para serem eleitos lembram ? ), portanto vamos esperar o que mais de um ministro que diz que o parlamento não pode isso ..ou não pode aquiloutro ? Como podemos esperar algo mais de um “stf” totalmente podre e corroido pelos interesses pessoais “ocultos e malignos de seus membros” ? onde há ministros “pedindo” votos para seus filhos “mamarem cargos em tribunais “, Deprimente ver um ministro, no intuito de “levar vantagem ..na lei de gerson” torna-se empresário p/comprar bem para não pagar impostos, e ainda tenta nos enganar dizendo que seu apartamento tem 73 metros quadrados ( HA..HA..HA..HA..HA…..dividendos ao nosso amigo Hélio Fernandes ).

    Mas, a vida segue..esse é mais um ..na cartilha da lei de gerson ..e nada vai mudar o tal “gigante” continua deitado eternamente em berço…(nada explendido ).. Ha.ha..ha..ha..ha

    E ainda há pessoas querendo o tal “iluminado” que pede vaga na rede “merda” para o filho ainda seja o futuro presidente ….E tenho que engolir isso ..afinal tudo é ” Brasil “.

    YAWHE SEJA LOUVADO…

    Carlos de Jesus – Salvador -Bahia

  30. HOJE, NO BLOG O CAFEZINHO, PROVAS DOCUMENTAIS E NÃO AS FOFOQUINHAS DE LAVADEIRA DO CARLOS NEWTON, MOSTRAM A MANOBRA FEITA POR JOAQUIM BARBOSA PARA COMPRAR POR APENAS US$10,00 DEZ DÓLARES MESMO! UM APÊ EM MIAMI. CADÊ A PROPAGANDA DIFAMATÓRIA?

  31. Prezados…Não sei não?!?!
    Eu estava lendo um post no face sobre o JB e sem querer acabei entrando nesse blog, que acabei lendo quase todos os comentários, que por sinal, muito interessantes e inteligentes.
    Sabem, cansei de salvadores da Pátria! Acho que esse País só vai mudar quando a gente parar de sonhar! Parar de achar que alguém virá nos salvar das mãos dos inimigos!…Temos vários exemplos recentes: Collor, Lula e muitos outros, caçadores de marajás, sindicalistas pobres que iriam mudar o País, etc…
    Precisamos começar acompanhando como são gastos os recursos nas escolas de nossos filhos(colocando nossos filhos em escolas do municipio, cobrando e participando das melhorias), utilizando os Hospitais da rede pública para também fiscalizar e exigir melhorias! Pois, se dependermos das camadas mais desabastadas, essas nunca exigirão melhorias do sistema! acompanhar as obras em nossos bairros, assistir as audiencias nas câmaras de vereadores, cobrar a prisão dos condenados e por final, chegando até Brasília! Sem fiscalizar essa cambada, logo teremos vários bandidos e ladrões cuidando de nosso interesses.
    Obs.: Ainda sem candidato, mas apreensivo em relaçãoa ao JB…Se não estou enganado, foi indicado pelo Lula?

  32. Walter Martins,concordo quando dizes que é diferente o tratamento da mídia em relação ao ministro Joaquim Barbosa e Brizola. Newton deu apenas um exemplo, não fez comparação entre Brizola e Barbosa. Mesmo porque Brizola era um político que assombrava os americanos, militares, latifundiários, e toda a oligarquia brasileira comprometida com o capital internacional. É verdade que Brizola foi investigado minuciosamente durante toda sua vida de político e nada encontraram que desabonasse sua conduta moral. Barbosa tem veleidades políticas já dizia o ministro Peluso. Ficou “marcado” o arranca-rabos entre ele e Gilmar Mendes. No dia seguinte todos vimos Barbosa desfilando pela avenida Rio Branco sorridente, recebendo e distribuindo cumprimentos como se fora um candidato. Depois solenemente seguiu pela rua Carioca e entrou no Bar Luis e tomou diversos copos de chope, que ninguém é de ferro. Falando em sede, Barbosa bebe como um camelo. Nada de mais,não é todo dia. Quanto a ser candidato, não acredito que seja, os óbices serão muitos. E será uma incógnita se for eleito: O Brasil não terá penitenciárias suficiêntes para abrigar tanta gente. Independente de tudo Barbosa não é imune a críticas. Veja o caso da Tribuna: O processo chegou às suas mãos depois de vinte e sete anos e ele engavetou por mais de três anos. Hélio Fernandes na última “Tribuna Impressa”, fez um artigo arrazador protestando. Barbosa fez beicinho e disse que fora ofendido e não julgaria mais o processo. Celso de Melo ministro, em quinze dias despachou o que Barbosa engavetara por três anos. Eu pessoalmente me curvarei a vontade do povo. Seja que seja eleito será empossado e ficamos torcendo para que faça um bom governo. Quanto ao Blog Tijolaço, é uma vergonha; a bajulação chega a ser doentia.

  33. Ora, quem publicou a matéria, foi a Folha, que nunca foi aliada do Pt ou governo.
    Segundo, se o cara não tem nada que desabone sua conduta, saia do silêncio, vai na mídia e esclareça.
    Agindo da forma que ele está fazendo, podemos concluir sim que tem caroço neste angú!
    Tem que ser investigado sim, além de ter que ser investigado porque ainda não andou o processo de sonegação da Globo, que se chegar no STF, o Joaquim tem que ser impedido de julgar por ter filho empregado na Globo!
    O erro e mazelas do PT não podem justificar os erros grosseiros do Presidente do STF.
    Nós somos do povo, somos os zés-ninguém, tudo tem que ser investigado, não aguentamos mais jogos de cena e corrupção!

  34. Então não se pode pedir esclarecimentos para os procedimentos do “impoluto” Ministro JB, mas contestar a “tapioca” do Orlando Silva pode? Faz-me rir!!kKkkkkkkkkkk

  35. Vergonha, comentario sr. Ricardo sales, contumaz acusador e
    condenador noutros casos semelhantes, neste defende vergonhasamente, tentando amenizar, para o protegido barbosao, com
    enfase no tamanho do ap de miame. Dois pesos, duas medidas, para sermos criticos, no minimo, temos que sermos justos …
    Lamentavel!!!!!!!!!!!!!!!!

  36. Parece-me que a estratégia do PT, frente a devastadora situação moral em que se encontra, é denegrir a imagem de todo e qualquer possível concorrente.
    Parece evidente a tentativa de provar que todos são corruptos e desonestos, logo ele próprio, o PT, somente agiu como todos agem.
    Preocupante este estado de coisa, como não é possível escapar as acusações e incompetência administrativas buscam arrastar a todos para o mesmo buraco.
    Pobre Brasil, nunca antes em sua história…

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