Comentaristas pedem que Helio Fernandes volte logo a escrever. Afinal, o Carnaval já passou.

Fábio Rodrigues:

Que dia o Helio Fernandes volta a escrever?

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Ofelia Alvarenga:

Há uma tal falta de humor neste blog que morro de saudade do Há!Ha!Ha! do Helio. Quando há um pretenso humor, não é humor, é grosseria disfarçada. Às vezes sinto vontade de comentar, às vezes não. Comento quando algo me parece diferente, importante mesmo.
Mas ler o mesmo blá blá blá de sempre é cansativo. Helio, quando você retornar, vou te dar uma boa folga, me ausentando dos comentários por algum tempo. Você não precisa deles. Bom retorno e boa sorte pra sorte da Tribuna.

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Lori:

O grande Helio….cadê você…  Eu vim aqui só pra te ler…

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Cao Zone:

Prezados/as, sei não, mas com esses textos e vinculados dessa maneira ao sr. Helio Fernandes, em seis meses acabam com o nome dele. Que levaram sessenta anos para ser construído. Falando sério. Abraços. Cao

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José Reis Barata:

Esse negócio do Helio na Justiça é café pequeno, cafezinho de esquina para o que é possível imaginar estar ocorrendo neste escuro e obscuro Poder Orelha de Freira.
Justiça oportunista e aproveitadora, que não julga e quando julga, escolhe o que quer, como e quando julgar, não é Justiça. Injustiça maior do que não ter justiça e só faz legitimar a desordem, a revolução por não respeitar o Estado de Direito.

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Francisco Berta:

E o Mestre Helio Fernandes, vai voltar? Terminou o Carnaval, disse que iria voltar pós-Carnaval. Isto que tem ou não tem, ele sabe tudo, se tem 13 ou não tem 13, ele sabe. Um abraço e considerações ao Sr. Helio.

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Roberto Nascimento:

Prezado Jornalista  Helio Fernandes.
Uma coisa é certa. A lentidão da justiça favorece àqueles que descumprem a lei. Os advogados são obrigados a cumprirem os prazos, contudo, os juízes demoram anos para prolatar uma sentença, salvo honrosas exceções. Não seria o caso de nossos luminares parlamentares editarem leis que os façam cumprir os prazos do processo. Por que só os advogados são obrigados a cumpri-los? Mas, duvido que o façam, afinal interessa o “status quo” atual.
Só um exemplo: Um jornalista que assassinou em São Paulo a namorada covardemente com tiros nas costas da vítima, passados mais de 10 anos do fato, ainda não foi levado ao Tribunal do Júri.
Mas, nem tudo está perdido, tenho esperanças de que o clamor da sociedade fará com que os recursos protelatórios sejam reduzidos pelo menos à metade.

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Antonio:

Mestre Hélio, como é bom saber que ainda podemos contar com seus artigos, sua opinião e sua luta. Volte e não nos deixe até que a morte nos separe! Guerreiro é guerreiro, mesmo contra a vontade. Um abraço!

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Julio Alves Ribeiro:

Concordo contigo, Antonio. O sr. C. Newton jamais poderia substituir o Helio Fernandes. Ele está sempre tendenciosamente tentando direcionar o sentido dos assuntos. O Helio nunca teve partido. Esse CN, todos já sabemos, ele tenta direcionar e tomar partido em todas as suas analises. O HF não merecia.

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José Antonio:

O Carlos Newton se propõe a um trabalho difícil: ser colunista e moderador ao mesmo tempo. A seu favor, registremos que ele publica as críticas ao que escreveu. Mais democrático impossível. Embora sinta-se a dificuldade de resistir à tentação de dar o troco.
Pessoalmente, não sinto muita falta de um jornalismo de diminutivos e de adjetivações depreciativas. Mas é uma opinião particular, não pretendo cooptar adeptos.

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José Reis Barata:

Ando pensando em procurar outro buraco para deixar meus dejetos kafkianos. Pelo menos, enquanto o Helio resolve essa pendência judicial dele.

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Paulo Natalino Melo:

Carlos Newton, sou leitor da Tribuna desde 1978, até quando esta não pôde mais ser editada. Mas graças a este blog posso ler Helio Fernandes até hoje. Aguardo a volta dele. 

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Luiz Neto:

Boa noite Carlos, será que não teria uma possibilidade do Sr. Helio fazer, extraordinariamente, uma análise sobre a vacãncia da cadeira do Scliar? E as chances (tomara que nenhuma) do Merval Pereira ?

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