Como combater a tática de Toffoli de desencorajar “novos Moros”?

pai dias toffoli

Fotomontagem sem assinatura (Arquivo Google)

Luciano Henrique Ayan
Site Ceticismo Político

É importante quando seus adversários deixam escapar os objetivos contidos em suas estratégias e táticas. Alguns ministros do STF deixaram escapar o interesse de Dias Toffoli investido na liberação absurda de Paulo Bernardo, conforme assinalou o Radar on-line:

Enquanto Moro sonha com o Supremo, integrantes da corte elogiam o colega José Dias Toffoli por ter soltado o ex-ministro Paulo Bernardo. Eles temem que mais juízes ganhem fama com ações contra políticos e se tornem “novos Moros”. Reservadamente, admitem dificuldade em reformar decisões do coordenador da Lava-Jato.

Ou seja, reservadamente os ministros do STF admitem dificuldades de reformar a aplicação da justiça, esta primorosamente feita pelo juiz Sérgio Moro, de Curitiba. Com isso, buscaram desestimular outras pessoas agindo como ele.

VOLUME DE ATRITO – O que os juízes do Brasil – envolvidos em operações inspiradas na Lava Jato – devem entender é que a única forma de vencerem o STF é por volume de atrito. Isto é, aplicando a lei, e forçando o STF a tentar libertar os presos petistas. Com isso, o STF será cada vez mais desgastado.

Como se sabe, os ministros do STF até conseguem tomar uma ou outra decisão justa aqui e ali, mas somente após a entidade que representam ser radicalmente desgastada perante a opinião pública. Enquanto estão na zona de conforto, a maioria deles só serve para “quebrar o galho” do PT.

FOCO NA JUSTIÇA – Por parte dos juízes que querem a aplicação da lei (como fez o juiz da Operação Custo Brasil, ao prender Paulo Bernardo), a melhor forma de desgastá-los é tomar decisões com foco na justiça. Quando os ministros do STF surgem com aberrações como a liberação do ex-ministro de Lula e Dilma – que hoje está solto, podendo apagar rastros e constranger testemunhas – é aí que surge o momento de desconstruir a entidade perante a opinião pública.

Logo, os “novos Moros” precisam ser incentivados a seguirem na aplicação de critérios justos (ao contrário do que sempre faz o STF), exatamente para que o povo brasileiro cada vez mais tenha a justa repulsa pela corte suprema. Aí sim é possível esperar algum resultado.

NÃO DESANIMEM – Mas se os juízes “desanimarem” e deixarem de trabalhar com foco no que é justo, então os ministros do STF vencem. Não podemos deixar isso acontecer, não é mesmo?

Quanto mais “novos Moros” surgirem, mais a monstruosidade moral do STF será exposta ao povo. É dessa exposição que precisamos.
                              (artigo enviado pelo comentarista Mário Assis Causanilhas)

15 thoughts on “Como combater a tática de Toffoli de desencorajar “novos Moros”?

  1. Pois é…..O Toffoli “ESTÁ NA BUSCA DE SERVIR À Srª JUSTIÇA, AINDA É NOVO NA IDADE, VAI TER LONGO TEMPO, PARA SERVIR AO BRASIL COM HONRA E GLORIA, SE ESPELHANDO NO SIGNIFICADO DE NOSSA BANDEIRA VERDE E AMARELA, COM SEU AZUL ESTRELADO E O LEMA “ORDEM E PROGRESSO””

    E teve Inocente que acreditou……
    kkkkkkkkkkkkk
    INOCEEEENTEEEE, TADINHO……KKKKKKK

  2. Toffoli a Geni dos baba ovos do Temer.kkkkkkkaaasss.
    E o processo do Renan que está parado há 1.253 dias ? Mas o Renan não será o relator do processo da CHAPA Dilma / Temer.
    Um jornalismo de instigação bem ultrapassado.

  3. Caro Jornalista,

    Vendo essa fotomontagem, fico pensando na possibilidade dos leitores poderem enviar esse tipo de imagem com os textos para a Tribuna.
    Muitas vezes as mensagens inseridas em fotografias são mais compartilhadas do que se estiverem puramente em um texto simples.

    Abraços.
    (claro que não sei o nível de dificuldade que isso geraria para o Administrador)

  4. Água mole em pedra dura, tanto bate até que fura.
    Os juízes de primeira instância, vão prendendo e os tribunais soltando, até que um dia, alguém cede.
    Acho que depois do “vendaval”, agora esta chegando a bonança para os corruptos. Os tribunais já se recuperaram do “susto” inicial e estão decidindo como sempre. Em Brasilia, sempre pro réu.

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