Considerações sobre soberania, entreguismo, religião e política no Brasil e no mundo

Paulo Solon

É o Brasil um pais soberano? Absolutamente! São os conservadores da direita radical e entreguista que gostariam que o contrário fosse verdade. Conservadores da direita sionista que se instalaram não só no Brasil, como também aqui nos EUA. No Brasil, fazem isto através das ONGs que proliferam, e por intermédio de templos burrificadores, fazedores de cabeça, os chamados templos evangélicos.

Ha mais de 10 anos me interesso por esses templos da traição nacional e do entreguismo. Frequento, pesquiso e analiso o substrato filosófico dos chamados pastores, a teocracia que eles praticam, absolutamente contrários a qualquer tipo de democracia. A exaltação, a satisfação e o orgasmo quando pronunciam o nome Israel.

Todos, invariavelmente, praticam a seguinte e estúpida mensagem: “O Deus de Israel fala através dos profetas. Seja repreendido todo espírito contrário, ou ideia contrária, presente aqui neste templo. Seja ele excluído da eterna gloria dos escolhidos, sendo atirado, ao contrário, no eterno fogo do inferno“.

Isto é puro e simples assédio. Assalto. Autêntico tormento por parte das igrejas supostamente propagadoras do evangelho, do cristianismo.
Mas não propagam nem praticam o cristianismo. Foram treinados a seguirem a ideia básica contida nos Protocolos dos Sábios do Sião, que preconiza o sionismo como movimento internacional, deixando claro que cristianismo é anátema. Algo que é desgostoso e altamente detestável. Algo que deve ser evitado.

Como os pastores, diferentemente dos padres católicos, não possuem cultura alguma (muitos só leram a Bíblia protestante), não possuem qualquer percepção sensorial mental, ou mesmo extrassensorial, vou citar um exemplo da mistificação sionista que ocorre agora, em decorrência da retirada das tropas estadounidenses do Iraque. Antes, no entanto, é bom lembrar que religião e política sempre estiveram coligadas, com interesses justapostos, ou antagônicos e conflitantes.

A administração Obama está enfrentando significante dilema sobre o que fazer com os detidos remanescentes aprisionados pelos militares dos U.S. no Iraque.

Como exemplo, temos o caso do prisioneiro Ali Musa Daqduc, um libanês suspeito de ser atuante do Hezbollah, que é acusado de ajudar a orquestrar um reide praticado pelos militantes xiitas em 2007, que resultou na morte de cinco soldados americanos.

Pesquisas mostram que o povo americano apoia, de 3 para 1, a retirada das tropas do Iraque. É claro que o Sr. Obama, como candidato em 2012, precisa faturar de olho nessas pesquisas, se é que deseja ser reeleito. Mas os sionistas instalados no Partido Republicano pressionam a atual administração democrata a trazer prisioneiros como o Sr. Daqduc para Guantánamo. Querem usar tal decisão como quebra de promessa do Sr. Obama, que disse que fecharia o citado calabouço em Cuba, prejudicando assim sua reeleição.

O dilema é este: seguir os ditames dos sionistas é entregar a vitória nas mãos dos Republicanos da direita radical; libertar, ou entregar prisioneiros iraquianos ao governo do Iraque poderá ser propaganda de vitória para o Irã e para os xiitas do Iraque, quando estão em jogo significantes interesses.

De qualquer modo, não resta dúvida de que a atual administração está ciente que o governo iraquiano, depois da retirada das tropas invasoras, irá libertar todos os prisioneiros. Esta certeza é que está gerando a calma aparente da resistência iraquiana, calma semelhante à que ocorre antes do furacão.

Temos no horizonte a vitória da religião islâmica xiita sobre a religião judaica sionista. Que tem isto a ver com soberania? Oficiais da administração americana disseram ao The New York Times (segunda-feira, 12/12/2011) que a solução de expatriar do Iraque os supracitados prisioneiros seria uma proeminente quebra da soberania do Iraque, destruindo a relação estratégica em um momento em que o objetivo principal é relegar a guerra e a ocupação ao passado, e estabelecer uma espécie de relação diplomática normal existente entre dois estados soberanos.

Diplomacia normal entre dois ESTADOS SOBERANOS? A conclusao é do leitor.

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