Contratação de médicos cubanos é um ato vergonhoso, que rebaixa o Brasil no plano mundial

Francisco Bendl

Em pequenos detalhes se percebem imensas contradições de Fidel Castro e sua política de manutenção no poder da ilha caribenha. A notícia dando conta de os valores que serão pagos aos médicos cubanos serão enviados diretamente a Cuba, em acordo internacional, e não aos profissionais que virão para cá, denota claramente o descaso nosso e deles pelo ser humano!

O enaltecimento falso e demagógico, ilusório e mistificador, de o socialismo cubano ser o sistema que menos injustiças sociais cometeria, cai por terra em forte impacto com esta forma de se manipular um cidadão e profissional, que se transforma em reles mercadoria e joguete nas mãos de líderes cruéis e insanos, incompetentes e despersonalizados.

Onde está o PT que não berra contra esta exploração odiosa? Onde estão os próceres petistas que não criticam esta medida absurda da sua presidente, que não consegue avaliar as consequências deste “acordo” que desconsidera o imigrante que virá para uma terra estranha, de idioma diferente, de usos e costumes próprios, e sem ganhar um tostão, pois o seu salário será embolsado pelos ditadores cubanos?

Não será por acaso, uma maneira de compensar os cursos de guerrilhas que foram feitos em Cuba, na década de sessenta, quando do regime militar brasileiro. Derrotados à época, mas agora no poder, encontraram uma forma de pagar tais “aprendizados” às custas de inocentes?

BENEFÍCIOS A FIDEL

A gestão petista, desde Lula, tem sido pródiga em benefícios a Fidel, em empréstimos, vendas de equipamentos, construções, exportação de alimentos, culminando com a “importação” de médicos cubanos e mais dinheiro dado aos irmãos Castro. Não seriam demonstrações indiscutíveis de atenções especiais e peculiares a tais ditadores?

A nossa presidente não estaria sujeita a sanções internacionais e até mesmo brasileiras por ter feito este “negócio” com seres humanos, e beirando a escravidão pelos salários que não receberão, pagos diretamente ao governo país de onde vieram?

Considero este ato do governo brasileiro verdadeiramente vergonhoso, escandaloso, deprimente, que nos rebaixa perante o concerto das nações, e que nos impede de criticar qualquer outro país que rejeite os direitos humanos, diante dessa nossa contradição explícita de se propagar o “social”, enquanto o ser humano é desprezado em nome de ideologias e interesses escusos!

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44 thoughts on “Contratação de médicos cubanos é um ato vergonhoso, que rebaixa o Brasil no plano mundial

  1. Até onde vai o interesse comercial. Rogo aos céus,que estes fdp que defendem esta reserva,tipo cachorro de açougue,não como mas não deixo ninguem comer, sejam mais cedo ou mais tarde,diagnosticados com problemas no fiofó. Aí entenderão que não se pode comer mais do que a capacidade de cagar.

  2. Em Cuba, os médicos recebem, mensalmente, cerca de 100 dólares. E olhem que, tirando os generais, é a melhor profissão naquele paraíso de livres pensadores. Pois é, um medico cubando ganha menos do que o salário mínimo brasileiro. Come sopa de fubá todos os dias e um ovo por semana. Eles estão vindo para o Brasil para ganhar os mesmos 100 dólares. Nem se importam que os jurássicos escravizadores irmãos Castro irão receber mais de 4.300 dólares às custas de cada um. Mas, é melhor ser escravo no Brasil do que em Cuba. Aqui, pelo menos, terão mais alegria, mais comida, embora continuem escravos. Ao chegarem irão declarar que estão vindo por solidariedade. Kuá! Kuá! Kuá! Mandaram-nos dizer isso, senão as suas famílias serão torturadas. Coitadinhos. Vamos assistir de camarote. Que venham os cubanos.

  3. Depois do advento da mente ou consciência, o ideal. O deslocamento da realidade palpável para a imaginaria. A farsa.
    Na ilusão da concretização do ideal aparecem as religiões ou ideologias, que são a mesma coisa. Sistemas de comportamento através de dogmas e doutrinas, com suas fantasias de mundo perfeito e falsa moral como o caminho para alcançar o paraíso.
    Nas religiões ou ideologias , quase sempre o hediondo tem justificativas para sua prática.
    Taí a escravidão de um povo em nome de sua salvação pregada pela religião marxista-leninista ainda praticada ao pé da letra na ilha prisão dos castros.
    A Oldebrecth faz obras em Cuba e paga 600 dólares aos empregados, que disso só recebem 20 ou 30 dólares. O resto vai para os castros.
    Agora os escravos médicos, que nem as famílias podem acompanhá-los, pois seguramente não retornariam ao inferno da ditadura que os massacram. Mas mesmo assim vão comer carne todos os dias,frutas, arroz e feijão, café, pão, essas coisas que é um luxo no tal paraíso marxista-leninista.

  4. Eu não quero politizar, porém sou favorável a vinda de médicos estrangeiros para trabalharem aonde não exista mão de obra de brasileiros.isto bem entendido com um salário digno.Quem conhece bem esse norte e Nordeste tem consciência que não existe nenhuma assistência medica,essa é uma verdade que infelizmente, não podemos fechar os olhos.No fundo todos nós queremos que venham mais médicos,porém que venham com salários dignos,este sim é o problema,o resto é balela….

  5. Caro Bendl:
    Muito bem explicitado esse caso incrível da importação de médicos cubanos. O acordo em si, não se justifica no plano da lógica cartesiana. Indo mais além, a terceirização, essa praga inventada pelos capitalistas para pagar menos salário e nenhum direito social aos trabalhadores, principalmente Plano Médico. Os irmãos Castro ficam o salário e repassam migalhas aos médicos cubanos, como ocorre em CUBA. Isso não é socialismo, nem aqui, nem em Cuba, em lugar algum. Pura mistificação para enganar os incautos.

    Entretanto, Bendl, se algum de nós formos questionar tal atitude, certamente irão dizer que trata-se de modernidade, da inserção do país na esteira da globalização e o mais importante: dirão que as populações distantes do país, nos extremos do norte terão médicos a disposição, apesar de faltar hospitais em condições de receber os doentes.

    E a terceirização trará desestímulo aos profissionais, o pior que poderia acontecer para todos.

  6. O governo brasileiro enlouqueceu! Ele será o MAIOR transgressor das nossas leis trabalhistas, aceitando e patrocinando o trabalho dos médicos cubanos em nosso território, porém sob condições análogas a escravidão, pois os profissionais terão como “empregador” o governo cubano. O qual reterá quase todo o salário (pago pelo Brasil), bem como manterá suas famílias sob vigilância, lá na ilha-prisão.

    É inaceitável! E também inacreditável! E ainda por cima ouvimos de “autoridades” do governo brasileiro que os cubanos ficarão sujeitos às leis trabalhistas cubanas. Ora essa, isso não existe! É inadmissível perante a nossa legislação, pois exercerão a profissão AQUI!

    Suponhamos até que os médicos cubanos tenham realmente adequada capacitação profissional, para o exercício da medicina básica, ou familiar. Pois então, por que nosso governo não os contrata segundo nossa legislação trabalhista? Contratando-os diretamente, segundo a CLT, com todas as garantias, e sem intermediação de entidade cubana alguma? Por que?

    Porque o governo brasileiro SABE que o governo cubano EXIGE poder explorar sua rica mercadoria: a mão de obra humana! E ele QUER se submeter a isso, para poder enviar uma verdadeira fortuna, em ajuda financeira, à Cuba. Pouco se importando com a condição escravagista à qual estarão submissos os médicos cubanos.

    Os governos petistas NADA fizeram pela saúde pública dos municípios mais afastados e pobres deste país. E agora, de repente, esse obscuro ministro da saúde resolveu implantar políticas altamente questionáveis e eleitoreiras, utilizando-se do SUS.

    O que estão fazendo com o Brasil?

  7. Médicos, entidades de classe e o próprio Conselho Federal de Medicina (CFM) estão inconformados. Fizeram todo tipo de oposição ao programa Mais Médicos e, agora, foram surpreendidos novamente com a notícia de que o governo federal trará quatro mil profissionais formados em Cuba, que atuarão em 701 municípios. Com essa importação, cidadãos brasileiros de áreas remotas que jamais viram um médico – e que jamais veriam, no que dependesse do corporativismo médico – poderão prolongar suas expectativas de vida, sendo diagnosticados e acompanhados no tratamento de patologias controláveis, como uma simples hipertensão.

    Se o programa vier a ser efetivamente implementado, o Brasil poderá caminhar para ter, a médio prazo, uma expectativa de vida semelhante à de Cuba. Sim, os cubanos vivem mais: 79,3 anos, um padrão semelhante ao de alguns países europeus e bem superior ao brasileiro, que ainda é de 73,8 anos. Lá, um dos fatores que explicam o sucesso é o alto investimento em saúde – 9,7% do PIB, contra 4,2% no Brasil. Outro é a disseminação de programas de saúde da família.

    De acordo com uma nota do Conselho Federal de Medicina, a decisão anunciada na semana passada é “eleitoreira” e coloca em risco a saúde da população. Ora, mas o que é pior? Ser atendido pelos profissionais cubanos ou continuar sem assistência alguma? Vale registrar que os 701 municípios que receberão os cubanos não atraíram o interesse de nenhum dos profissionais brasileiros, que tiveram prioridade nas inscrições do Mais Médicos.

    Na prática, o que o Brasil assiste hoje é à quebra de um monopólio – e, por isso mesmo, a gritaria é tão forte. Às entidades de classe interessa regular a oferta de profissionais no mercado e, assim, preservar uma situação que gera altos rendimentos a profissionais escassos. Aliás, exatamente por estarem altamente demandados nos grandes centros urbanos, onde a vida é mais agradável do que nas periferias e nos rincões, os médicos brasileiros desprezaram a grande maioria das bolsas oferecidas pelo Mais Médicos.

    A crítica conservadora dirá que o caso da saúde é diferente e não pode ser tratado como mercadoria ou qualquer outra atividade. Ocorre que a experiência cubana já aconteceu em vários países – e deu certo. Em Portugal, por exemplo, a população aprova a atuação dos profissionais.

    De acordo com nota do Ministério da Saúde, os médicos que virão ao País têm, em média, 15 anos de experiência. Certamente irão contribuir para resultados que, no futuro, farão com que a crítica atual seja lembrada apenas como um grito corporativo diante do fim de um monopólio.

  8. No último dia 12, a Folha de São Paulo publicou pesquisa Datafolha que deu conta de que, até então, o percentual dos brasileiros que aprovava a contratação de médicos estrangeiros para suprir a carência desses profissionais nas regiões empobrecidas tanto das cidades quanto do país, tornou-se majoritário. De lá para cá, esse apoio deve ter aumentado…

    54% dos entrevistados pelo Datafolha disseram, então, aprovar o programa “Mais Médicos”, do governo federal, que, agora, acaba de bater o martelo na “importação” de 4 mil médicos cubanos.

    Em junho, o índice de aprovação ao programa era de 47%. Por outro lado, diminuiu o índice de reprovação — de 48% para 40% no mesmo período.

    A pesquisa também mostrou que o apoio ao programa federal aumenta ou diminui de acordo com a classe social do entrevistado. Ou seja: as pessoas de classe social mais alta reprovam mais o programa, enquanto que as de classe social mais baixa aprovam mais.

    A explicação para o fenômeno é muito simples: os que não têm problemas para ser atendidos por médicos por terem maiores recursos financeiros se prendem ao aspecto político da questão e se solidarizam com uma classe laboral que, em um país como o Brasil, origina-se exclusivamente das classes sociais mais favorecidas.

    As entidades de classe dos médicos, então, declararam uma guerra ao programa “Mais Médicos” que, aparentemente, seria inexplicável.

    O “Mais Médicos” foi elaborado para suprir com médicos estrangeiros as regiões nas quais os médicos brasileiros não querem trabalhar, ou seja, nas periferias das grandes cidades ou nas regiões e cidades mais afastadas e empobrecidas do país. Ora, se trabalhar nas regiões mais carentes não interessa aos médicos brasileiros, por que, então, eles não querem que os estrangeiros trabalhem?

    Cobrados sobre tal contradição, os médicos tupiniquins trataram de conseguir uma explicação pretensamente plausível: estão preocupados com a população, que seria atendida por profissionais “despreparados” como seriam os tais médicos cubanos, apesar de Cuba ter índices na saúde que deixam os de um país como o Brasil no chinelo.

    Segundo os médicos brasileiros… Ou melhor, segundo a parcela gritalhona dos médicos brasileiros que declarou guerra o programa “Mais Médicos”, eles não trabalham nas regiões pobres porque elas não teriam a estrutura de que necessitariam para desempenhar a contento as suas funções.

    A “explicação”, porém, cai por terra quando se verifica que há um impressionante volume de hospitais bem montados, com equipamentos e tudo mais de que um médico possa precisar e que só não funcionam direito justamente por falta de médicos.

    Nesse aspecto, matéria recente da Agência Brasil, entre muitas outras, desmascarou a desculpa das entidades de classe dos médicos e da parte ruidosa de uma categoria que, mais adiante, veremos que tem razões muito diferentes das alegadas para não querer trabalhar nas regiões ermas e empobrecidas das urbes e do país.

    A matéria relata que a diretora do Hospital Pedro Vasconcelos, da cidade Miguel Alves, no Piauí, reclama da ausência de médicos no município apesar de ele ter um hospital equipado.

    Miguel Alves tem cerca de 32 mil habitantes. O hospital local tem, sim, estrutura mínima e pode, por exemplo, realizar um exame de raio-X a qualquer hora, pois o equipamento funciona 24 horas por dia. Contudo, por falta de um ortopedista em 80% dos casos há que encaminhar o paciente para a capital, Teresina, a 100 quilômetros de distância.

    A diretora desse hospital argumenta que especialistas ajudariam a tratar os casos menos graves e a fazer diagnósticos mais precisos, mas o centro cirúrgico do hospital está desativado por falta de profissionais.

    Nesse mesmo hospital, um outro exemplo: a sala de ultrassom está perfeitamente operacional, mas fica ociosa a maior parte do tempo. Funciona apenas uma vez por semana, no único dia em que o médico responsável pelo exame vai à cidade, quando vai.

    Na avaliação da prefeita de Miguel Alves, Salete Rego, “A dificuldade de fixar médicos, especialistas e generalistas está associada ao fato de o município ter 68% da população vivendo na zona rural. Quem é urbano, dificilmente quer viver em um ambiente rural“, disse.

    A assessoria do ministro da Saúde, Alexandre Padilha, garante que o Ministério da Saúde tem como demonstrar que esse problema se generaliza pelo país afora: haveria, sim, hospitais, equipamentos e tudo mais para atender boa parte das populações das regiões mais carentes. Segundo o MS, pode faltar equipamento em algumas regiões, mas naquelas em que há estrutura não há médicos que queiram trabalhar nelas.

    Com efeito, a falta de estrutura seria muito mais fácil de resolver do que a falta de médicos. Falta de equipamentos se resolve com dinheiro – é só comprar. Médicos, não. Mesmo pagando altos salários, os profissionais não querem se deslocar para regiões sem shoppings centers e ruas arborizadas, só para ficarmos num exemplo frugal.

    E ainda vale lembrar que os médicos – ou uma parcela expressiva deles –, desmascarados, procuram jogar a culpa pelo problema no governo federal por ter idealizado o programa que levará profissionais estrangeiros aonde os brasileiros não querem trabalhar. O fato, porém, é que saúde não é atribuição só do governo federal.

    Mas por que, então, os médicos brasileiros se opõem tão furiosamente a um programa que suprirá a falta deles em regiões em que não querem trabalhar? Nesse ponto, matéria recente do SBT dá uma pista. Alguns médicos chegam a se empregar em hospitais para a população humilde, sim, mas recebem sem trabalhar. Vão a esses hospitais, batem o ponto e vão embora em seguida.

    Confira, abaixo, a impressionante matéria do SBT.
    http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=x64YfPrSmkQ

    Eis, aí, uma das principais razões pelas quais uma parcela expressiva da categoria médica não quer “concorrência” estrangeira. Para fazer um “bico” em alguma região pobre, médicos ganham fortunas e nem têm que trabalhar de fato, atuando apenas quando não tem jeito. Não querem, pois, perder essas “tetas”.

    Claro que toda a generalização é burra. E não é porque a maioria apoia alguma coisa que ela está certa. Contudo, quem de fato precisa da saúde pública sabe que faltam mais médicos no Brasil do que estrutura. Sobretudo no Norte e no Nordeste, como mostra a matéria da Agência Brasil comentada acima. É por isso que os médicos cubanos, entre os de várias outras nacionalidades, deverão atuar, preferencialmente, nessas regiões.

    As desculpas dessa expressiva parcela da classe médica, portanto, não enganam o povo. Podem enganar pessoas das classes mais abastadas, que são minoria da minoria e não dependem da saúde pública. Mas a população que precisa, que é maioria esmagadora, conforme vai tomando conhecimento do “Mais Médicos” vai apoiando o programa.

    Apesar das desculpas esfarrapadas dos médicos e da facilidade com que podem ser descontruídas, essa expressiva parcela da categoria parece estar dopada pelas mentiras que propala.

    O nível de falta de noção dessa parcela expressiva desses profissionais é tão grande que não faz muito tempo uma manifestação deles saiu às ruas gritando que médicos são “ricos e cultos”, como que para “avisar” o governo para que “não mexa” com eles.

    Os médicos gritalhões e espertalhões, portanto, conspurcam a imagem de toda a categoria, apesar de, obviamente, haver nela gente decente e responsável.

    A classe médica, com o silêncio de sua parcela ética, está cometendo um verdadeiro suicídio de imagem pública. É visível que entre a população mais humilde os médicos estão se desmoralizando cada vez mais com essa cruzada contra um programa que pode salvar incontáveis vidas.

    Vale, pois, um alerta à parcela decente e responsável dos médicos – que se supõe que deve existir. Esses profissionais devem criar coragem e enfrentar o corporativismo da categoria dizendo publicamente que os gritalhões não os representam, pois o “Mais Médicos” vai fazendo cada vez mais sentido para uma maioria crescente dos brasileiros.

  9. Este artigo revela o mesmo sentimento da atual classe médica brasileira: elitismo,corporativista,racismo,preconceito e ignorância.O autor ao invés de contrapor com fatos e idéias, nota-se um tremendo preconceito com a gestão petista.Aquele mesmo ódio que a classe média leitora da Veja,Folha,Estadão e Globo revela.Fala de Cuba sem ter conhecimento nenhum do país nem do regime político do mesmo.
    Francisco Bendl está mais para “discípulo raivoso” de Reinaldo Azevedo,Augusto Nunes e Noblat da vida do que um verdadeiro jornalista.
    Parafraseando o teólogo Leonardo Boff:. São todos uns “RolaBostas”

  10. VERGONHOSO SR. BENDL, é o Brasil apos 513 anos, descontando os 503 sob o comando de ge nte da alta elite, ter deixado o Brasil chegar a esta situação. O resto é conversa fiada ciumes e corporativismo das entidades comerciais classistas que representam os medicos. No meu EStado, ao ser anunciado, a criaçao de cursos de medicina em grandes cidades do interior, no intuito de descentralizar a formaçao de pessoal medico, promovendo assim a fixaçao de recem-formados em suas regioes. Ate professores da universidade ficaram contra, com argumentos sem nenhum sentido. O presid. do CRM tambem trabalhou contra..Quem se forma na capital, jamais irá para o interior.. Isso é o BRasil! O que interessa é o lucro. Mais de 80 milhoes de brasileiros estao ansiosos por esses medicos. Nao interessa se sao cubanos, portugueses,africanos, ingleses, norteamericanos ou russos. O povo precisa é de assistencia. Sr. Bendl, se voce voltar um pouco e for analisar, esses medicos ja prestaram relevantes serviços ao Brasil em regioes remotas, claro em numero bem menor. Nao houve nenhum alarde, pois os governos da epoca nao eram ptistas. A causa desse alarde todo é so porque o governo atual é ptista e Cuba termina benefiando. Condiçoes de trabalhadores como escravos no Brasil temos é aas toneladas, praticadas por todos os tipos de empresas, nao vejo ninguem defendendo esses coitados…

  11. Faz muito tempo que eu li uma matéria na revista Catolicismo, denunciando que em Cuba os chamados médicos de quarteirão na realidade seriam obrigados a trabalhar como agentes secretos do sistema. Assim os ditadores irmãos Castro conseguiriam manter o regime de opressão. Além dos “médicos”, tem conselhos disso e daquilo, todos paus-mandados dos sistema cruel. O pobre cidadão cubano está em depressão por causa do sistema então procura o “médico”. Este, por sua vez, diz para o paciente candidato à vítima: “O que que você sente? abra-se comigo. Eu sou seu médico, seu amigo”. O pobre coitado cai na besteira de dizer “que não suporta mais a opressão do sistema”. No outro dia a polícia política bate à sua porta para saber qual a sua insatisfação com um “sistema tão bom”, havendo a necessidade de conduzí-lo a um local para ser reeducado.

  12. A importação de médicos é desculpa deste mesmo governo que vive a declarar “proezas” conseguidas nos últimos 10 anos (anos do PT no governo), mas não na área da Saúde, tempo suficiente para formar médicos, construir hospitais e postos de saúde avançados/móveis e instituir carreira na área para médicos.
    Com plano de carreira, valorização do profissional e estrutura, sim, médicos iriam atuar em regiões distantes.
    Por acaso nas carreiras fiscais, faltam auditores e fiscais tributários para zonas de fronteira ou com períodos em localidades afastadas?

  13. Antes de levar médicos é absolutamente necessário que se faça chegar aos postos médicos coisas elementares e simples e que estão em falta tais como: esparadrapo, gazes.blocos de receita, seringas, macas,luvas, leitos,lençóis,
    éter,algodao, alcool, luvas descartáveis material para curativos e pequenas cirurgias.
    É ainda necessário que se consertem com urgência urgentíssima as privadas que estão com vazamento, os tetos com goteiras, caindo e as parede com fungos.
    Depois disto, mas só depois disto, vamos chamar os médicos.
    Isto sim seria razoável.

  14. O Brasil socialmente sempre foi abaixo da crítica. Aqui mesmo sempre se praticou e pratica a escravidão no campo descaradamente. Os senhores de escravos ameaçam e até matam impunemente fiscais do ministério do Trabalho que flagram escravos em suas fazendas e que ousam multá-los, como em Unaí, MG, bem perto de Brasília. O estado do Pará é campeão de trabalho escravo, bem mais perto de Cuba que não nos interessa prioritariamente. Por que não lutam com o mesmo ardor contra a escravidão de brasileiros no Brasil? Será por questão ideológica?

  15. TRABALHO ESCRAVO NÃO É A QUESTÃO.
    .
    Leio demoradamente cada palavra do jornalista e blogueiro de grande audiência Reinaldo Azevedo:
    “No caso dos médicos cubanos, a mesma coisa. O que se vê, não há como dourar a pílula, é trabalho escravo”
    Quase sempre as palavras do Reinaldo refletem o pensar dos que pelo Blog dele transitam. O inverso é que seria anormal.
    No caso há um erro de enfoque. Perdão pelo estilo: concentrar a crítica no fato de que é “TRABALHO ESCRAVO” é cínica hipocrisia. Provavelmente contaminado pelo apressado efeito de se sentir “in”, contaminação pelo meio. Desatenção jornalística que sem dúvida não se pode atribuir a Reinado, mas…
    Não, não é este o âmago do que nos ofende. Esses senhores (“Médicos” de Cubão!) são bastante crescidinhos para bem escolherem e lutarem por seus particulares interesses. Empreendimento que certamente logrará prioridade nos pensamentos, atos, ações e omissões (culposos ou dolosos) deles.
    Se o Cubão vai embolçar esses milhões surrupiados dos PPP (Povo brasileiro) abestalhados também não vai ao caso. Menos importa o destino do furto que o próprio crime.
    Fatos;
    – desmoraliza a legalidade do exercício profissional destruindo mais este valor de uma economia de mercado que se apresenta no mundo como estágio final de toda uma antiga luta da hsitória universal (educação, especialização, divisão do trabalho e liberdade do exercício profissional);
    – depara-se com uma categoria médica completamente envolvida e desmoralizada pelo Estado com a convência cruel com os Planos de Saúde e pelo mercado que tem por mercadoria o que mercadoria não é, a saúde pública;
    – um Estado dominado por um grupo político incompetente, corrupto e insano que faz da luta pelo poder sua ideologia e própria razão de ser. Tudo é política.

  16. A questão da vinda dos médicos cubanos é simples, não existe no planeta nenhum lugar que possa enviar para qualquer parte do mundo profissionais em larga escala. Então acusar o governo brasileiro de ter um problema e ter como resolver e não resolver, é apenas má vontade. Ideologias, no mundo capitalista não existe, ou podemos comprar ou não, o governo brasileiro, tá com a burra cheia, logo as pesquisas dirão se foi tomadas as diretrizes corretas, e nós tristes pensadores que não temos votos teremos que aguentar os marqueteiros, bolsa família, como ficou provado, não é assistencialismo, é pura necessidade. Ainda na fala de alguns pensadores, o Brasil como na Carta de Caminha, em se plantando tudo dá, logo os médicos cubanos não irão tomar lugar dos médicos brasileiros e sim trazer uma visão humanista da medicina, uma vez que a praticada atualmente é alta qualidade mais não atende aos brasileiros de menor poder aquisitivo. Bem não poderia deixar de lembrar que bastaria o governo brasileiro, adotar o ensino de IOGA nos estabelecimentos de ensino e o país, em cinco anos, economizar, em segurança, saúde e educação, vamos discutir essa questão, meditação como solução, entre o empirismo e ciência, cultura todos conseguem aprender com a fala, mas ciência, só queimando a pestana.

    • A questão da vinda dos médicos cubanos é simples, não existe no planeta nenhum lugar que possa enviar para qualquer parte do mundo profissionais em larga escala???????????????

      Meu Deux! Será que um país com tantos médicos formados possui tantos e tantos pacientes para por em prática a medicina? E mais. Em quanto tempo se forma um médico lá em comparação com outros países?

  17. Prezado Sr. Francisco Bendl,

    Parabéns pelo importante registro de repúdio aos constantes ataques contra a democracia feita pelo PT em nosso pais, e agora com apoio de ditador Fidel Castro.

    Envio importante relato e reportagem de Darsi Ferrer médico cubano dissidente da “ilha!” do terror: http://www.elnuevoherald.com/2012/06/29/1239832/darsi-ferrer-llega-a-eeuu-como.html#player_id=dc1f02a3115d1d39eb46373a2e92000b&token=V0u1DbVUbPRNGrqMPO95C6j7rbjSlBnVEn&media_id=147447121&vmix_title=Darsi%20Ferrer%20llega%20a%20EEUU%20como%20refugiado%20pol%EDtico&vmix_credit=El%20Nuevo%20Herald&vmix_descrip=Darsi%20Ferrer%20llega%20a%20EEUU%20como%20refugiado%20pol%EDtico.%20Video%20Jos%E9%20Iglesias%20/%20.

    ………………………………………………………………………….

    JUAN CARLOS CHÁVEZ
    JCCHAVEZ@ELNUEVOHERALD.COM

    O médico Darsi Ferrer, um dos oponentes mais ativos da Cuba pacífica, veio para os Estados Unidos como refugiado político, após vários anos de trabalho intenso para as liberdades e direitos dos necessitados, na ilha individuais. No mesmo programa de refugiados também veio Caridad Caballero, das Damas de Branco, e ativistas José Antonio Bunting e Gustavo Pardo.

    Ferrer, 42 anos, chegou nas primeiras horas da noite de quinta-feira no Aeroporto Internacional de Miami. Hoje sexta-feira continuar sua viagem para a cidade de Chattanooga, Tennessee, para participar de sua esposa Yusnaimy Jorge Soca, eo filho Daniel, de 10 anos.

    “Eu deixei minha pátria, amigos e um longo pessoas que sofrem”, disse Ferrer visivelmente emocionado. “Mas eu manter viva a esperança de que Cuba será livre, porque cada vez mais o povo cubano é dada essa liberdade”.

    Ferrer informou que desde 2010 a Imigração e Nacionalidade Cuba consistentemente negou-lhe a permissão de sua esposa a deixar o país para viajar para os Estados Unidos. Jorge precisa de tratamento médico especializado. A mulher, de 30 anos, sofre de hipertensão intracraniana aguda, doença vascular cerebral que pode causar a perda da visão, vômitos e rigidez no pescoço, entre outros sintomas.

    Ferrer descrito recusa das autoridades cubanas a “chantagem” para fazer emigrar a ele por suas atividades de oposição e suas queixas de violação dos direitos humanos.

    “O importante agora é trabalhar para voltar a Cuba que a vida civilizada perdida há mais de 50 anos”, disse Ferrer. “Em qualquer caso, a oposição é uma força moral e uma vanguarda de unidade. As expectativas do povo cubano não tem nada a ver com os interesses da elite é o poder implacável. ”

    A pressão do governo sobre a onda de prisões e atos injustificados de assédio e ameaças contra membros da dissidência pacífica, Ferrer disse que esta é uma política desesperada do governo cubano.

    “Então, eu digo ao povo de Cuba para chegar lá e exercer os seus direitos”, disse Ferrer.

    Em 2006, Ferrer foi marginalizado a prática da medicina por suas críticas e chamadas de oportunidades democráticas para a sociedade civil. Apesar das limitações e perseguições por parte das autoridades, Ferrer foi capaz de promover serviços independentes de cuidados de saúde em áreas de maioria lida e negligenciada pelo governo cubano.

    “Eu não poderia prosseguir a minha carreira como médico”, disse Ferrer. “Isso, entre muitas outras formas de punição, sempre carrega uma grande dose de sofrimento e marginalização”.

    Em 2009, as autoridades da ilha ordenou a prisão de 11 meses contra Ferrer. O dissidente foi indiciado pelos supostos crimes de assalto e receptação de objectos roubados “sem permissão oficial.”

    Polícia cubana encontrado na casa de Ferrer, em Havana, dois sacos de cimento, janelas de alumínio e outros materiais de construção supostamente adquiridas no mercado negro. Ferrer disse que a operação foi motivada politicamente. Ele declarou uma greve de fome em protesto contra o tratamento de preso comum, ele foi submetido na prisão de Valle Grande, em Havana município de La Lisa.

    Ferrer fundada em Havana em Direitos Humanos Centro de Juan de Bruno Zayas. Desde 2006 organizou e liderou marchas pacíficas bravamente Villalon parque a cada 10 de dezembro. Como diretor do projeto Cubabarómetro ilegal, sem iniciativa política filiações que reúne adversários profissional e independente em Havana, Ferrer fez estudos aprofundados e pesquisas sobre a realidade da ilha.

    Um dos mais destacados relatórios Ferrer foi o estudo “Impacto dos subsídios e do nível de influência da economia de subsistência dos cubanos”.

    O relatório, realizado em 2010, concluiu que os habaneros alocar mais de 75 por cento do seu salário ou aposentadoria para pagar por produtos que subsidia o Estado cubano. Cubabarómetro destaque duas implicações importantes: primeiro, a necessidade de incentivar iniciativas de fortalecimento gradual ilha privada. Em segundo lugar, estabelecer medidas de liberalização para melhorar as condições do cidadão comum.

    Ferrer disse que estava satisfeito com seu ativismo e defesa das liberdades democráticas. Ele disse que desde o exílio forçado continuar a apoiar os esforços da oposição interna.

    “Eu tenho a satisfação de ter feito o que você pensa, submetidos a mudar a triste realidade do povo cubano”, disse ele.

  18. Prezado José A,
    Em nenhum momento abordei a questão da vinda dos médicos cubanos quanto ao trabalho que desempenharão, mas a forma como foram contratados, de exploração absoluta, de descaso pelo ser humano.
    Sobre a necessidade de termos profissionais da saúde em nossos rincões, este tema foi debatido à exaustão por nós mesmos a respeito das condições inexistentes de trabalho nesses locais para onde serão designados.
    Muito bom um médico no interior da Amazônia, entretanto, sem sequer ter seringas, antibióticos, gaze, algodão, vacinas… o mais rudimentar apetrecho para exercer a sua função, de que servirão os médicos cubanos a não ser diminuir sobre o governo a responsabilidade do atendimento péssimo do SUS?
    Obrigado pelo comnetário.

  19. Laco Silva,
    Muito bem questionado este aspecto da escravidão no Brasil.
    Se por questões ideológicas ou não, a verdade é que entra e sai governo e a situação no Pará não muda.
    Não seria, por acaso, por que se tratam de pessoas humildes, razão pela qual tanto os governos de direita quanto os de esquerda não se interessam por elas?
    Não estaria, então, o preconceito social acima da ideologia?

  20. A imprensa conseguiu entrevistar talvez no máximo uns 3 médicos cubanos que já desembarcaram no território brasileiro.

    Evidentemente os que aceitaram falar já dominam o tipo de discurso pronto exigido pela ditadura cubana.

    Falaram, dentre outras coisas, que o dinheiro não lhes é importante. Que são médicos por vocação, e não pela remuneração. E que já trabalharam em países com condições ainda piores do que as brasileiras.

    É claro que para o governo cubano a remuneração será OBRIGATÓRIA, e sem esta não haverá disponibilização de profissional algum! Cuba reterá quase todo o salário pago a cada trabalhador! E assim o discurso de teor “humanitário” dos entrevistados cai por terra!

    Sei que no Brasil há milhares de “esquerdistas amestrados”, daqueles que até usam iPhone com capinha do Che Guevara (vejam só que contradição!).

    Por que então esta turma não cobra do nosso governo a contratação dos cubanos através da nossa CLT, respeitando nossas leis trabalhistas? Por que não cobram que cada médico receba diretamente em mãos o seu salário, sem intermediação da ditadura cubana? Por que não repudiam essa contratação possuidora de inúmeras características escravagistas?

    Obviamente estas perguntas não terão respostas.

  21. Trabalho escravo Bendl? Veja a vida com realismo, livre-se do medo de Fidel. Ninguém virá ao Brasil confiscar nada de ninguém. Você bem sabe que todos os estrangeiros que aqui vivem mandam dinheiro para suas terras. Portuguêses,espanhois,italianos,e outros mandam para suas famílias. Libaneses, sírios,isralelenses mandam para suas famílias e também para seus governos e entidades. Acho, predõe-me, uma tempestade em copo d’agua. O que devia ser falado ou questionado é no acôrdo o Brasil negar por atecipação o direito de asilo para os contratados. Chama atenção também Bendl a falta de patriotismo dos médicos brasileiros que não querem trabalhar nas lonjuras do Brasil. Toma teu vinho calmamente Bendl, isso dá manchete, nada mais. Os médicos cubanos trabalham em todos os quadrantes do mundo e ninguém denuncciou a escravidão. Será que você não está exagerando? Não está correndo atrás de manada?

  22. Não, eles são economicamente fortes, extrativistas, pecuaristas, madeireiros criminosos com jagunços armados até os dentes a implantar a lei do cão em áreas que sequer lhes pertencem legalmente e intimamente relacionados com prefeitos e parlamentares brasileiros. O percentual é maior no Pará, mas seguido do Maranhão, Piauí e Mato Grosso. Em Rondônia o trabalhador rural nada vale e a grande imprensa se silencia. Há anos que projetos para expropriar as terras dessa gente flagrada se paralisa no Senado. Terras da família do presidente do PMDB do Rio, Jorge Picciani, na região centro oeste do país, já foi flagrada com trabalhadores escravos. E mais. No norte fluminense a situação não difere muito, como já se constatou. Essa gente tem bancada parlamentar forte no Brasil e simpatia de jornalões para, respectivamente, paralisar investigações e escamotear noticias sobre o tema.

  23. Caro Roberto Nascimento,
    Os aspectos que foram deixados de lado nesta “importação” de médicos cubanos foram tantos e importantes, que surpreendem não terem sido debatidos anteriormente.
    A impressão que a presidente Dilma deixa para nós é a da pressa em se aliviar das críticas quanto ao atendimento do SUS, colocando sobre as costas dos médicos brasileiros a culpa por esta deficiência, afora a oportunidade de cada vez mais estreitar as relações com o ícone do PT, Fidel Castro.
    Penso que a população brasileira a partir do momento que começar a ser atendida pelos profissionais cubanos terá duas queixas:
    1 – A continuação do péssimo atendimento do SUS quanto às baixas hospitalares e espera por consultas de especialistas;
    2 – Reclamar do coitado médico cubano que nada poderá fazer diante da sua dificuldade em obter recursos necessários à sua função.
    Em outras palavras:
    O nosso problema não reside na falta de médicos, basicamente, mas na ausência total de estrutura para atender a demanda no Brasil nesta área, principal e fundamentalmente, hospitais REGIONAIS devidamente aparelhados com salas de cirurgias e equipe especializada, afora laboratório de análise, para poderem dar a assistência necessária a fraturas, partos complicados, aneurismas, enfim, centenas de casos que não poderão ser atendidos porque o médico cubano nada poderá fazer nessas circunstãncias de não ter o suporte imprescindível para diagnósticos e um hospital perto para conduzir o seu paciente.
    O resto é demagogia e iludir mais uma vez a população brasileira.
    Um abraço cordial, meu caro Roberto.

  24. Meu prezado Aquino,
    Em princípio não bebo. Mesmo com om frio e chuva de hoje, o vinho está posto de lado.
    Quanto ao trabalho escravo dos médicos cubanos importante salientar que, o salário que lhes seriam pagos e acordados irão para Cuba, e não para seus próprios bolsos.
    Haverá médicos pedindo esmolas, na mesma situação da Venezuela, que foram da mesma forma convocados, enquanto que os seus ganhos de direito estarão abastecendo os cofres vazios da ilha caribenha.
    Sobre a negativa de conceder asilo político aos médicos cubanos, eis outro fator de escãndalo que não abordei, mas que confirma o jeito deplorável deste acordo entre Brasil e Cuba.
    Por outro lado, diante da possibilidade que eu teria, caso médico eu fosse em Cuba, para sair do país pela miséria enfrentada diuturnamente, eu não pensaria duas vezes para exercer a minha função em qualquer lugar deste planeta.
    E, meu caro Aquino não sigo a “manada”, tenho o meu jeito de pensar independente das outras pessoas que, neste caso, coincide com uma boa parcela de pensamentos que se igualam ao meu, de que esta contratação de médicos cubanos não foi com a intenção de favorecer a população brasileira, mas de aliviar o peso da responsabilidade do governo sobre a área da saúde, tão mal gerenciada e administrada pelo PT nesses anos que está no poder e que teria tido tempo suficiente para apresentar melhoras e aperfeiçoamentos neste particular, caso tivesse por ela o mesmo interesse que tem por Cuba e Fidel Castro, por exemplo.
    Aquino, meu caro, a minha admiração por ti e meu agradecimento pela tua participação neste tema tão importante.
    Um forte e cordial abraço.

  25. Antonio Santos Aquino não deve conhecer a legislação trabalhista brasileira. Pois através desta conseguimos SIM caracterizar essa contratação em massa de médicos cubanos (planejada por Cuba e Brasil) como análoga a escravidão!

    Ele até cita que outros estrangeiros que vivem no Brasil enviam recursos a suas pátrias. Porém enviam a seus familiares, e não a seus governos, ainda que paguem alguma tributação exigida em suas terras! Além do mais são envios opcionais, e não compulsórios, como ocorrerá com os profissionais cubanos.

    Antonio Santos Aquino também alega falta de patriotismo dos médicos brasileiros, porque não querem trabalhar nos municípios mais distantes e pobres.

    Digo-lhe que outras categorias profissionais trabalham SIM nessas áreas difíceis, porque há carreira de estado em sua profissões. Ou seja, boa remuneração, planos de cargos e salários, bem como infraestrutura adequada de trabalho. Como ocorre, por exemplo, com fiscais da Receita Federal, Agentes da Polícia Federal, ou mesmo oficiais militares.

    Mas o governo brasileiro recusa-se a oferecer carreira de estado aos profissionais de saúde! Alguém tem alguma resposta plausível para isto?

    Termino mostrando abaixo como é fácil cobrar patriotismo dos outros:

    – Você, Antonio Santos Aquino, por que não vai estudar Medicina, para mais tarde ir exercer sua nova profissão nas áreas mais distantes e carentes do Brasil???

    Pronto! Cobrei patriotismo do meu próximo! Fácil!

    Basta ter patriotismo e vontade, para se tornar um médico, e exercer sua profissão nas citadas regiões verdadeiramente carentes de saúde pública???

  26. Prezado Bendl:

    Você fez um golaço nesse comentário sobre os médicos cubanos. Nenhum analista foi capaz de refutar seus argumentos e os poucos que tentaram utilizaram o viés ideológico, certamente querendo defender o indefensável.

    Também compartilho de seu pensamento acerca da importância de mais médicos no interior do Brasil, entretanto, o acordo fechado com CUBA é questionável sob todos os aspectos:

    Primeiro, pela torpe terceirização, que já aflige um índice absurdo de trabalhadores no Brasil. Os nossos “Sindicatos” foram deixando acontecer, não brigaram, quedaram-se inertes e agora fingem que combatem. Aliás, comentarista Bendl vivemos sob o signo do “faz de conta”. Mentem de todas as formas sob os mais variados temas e como tu bem dissestes a importação de médicos veio para aplacar a ira santa das ruas do mês de junho, tão somente isto. Se os jovens não fossem para às ruas pedindo mais atendimento médico, tudo continuaria como antes no quartel de Abrantes e, portanto, nenhum de nós estaria a comentar essa absurda importação da forma como está sendo feita.

    Em segundo, a medida esdrúxula de mandar o dinheiro para CUBA e não aos próprios médicos na boca do caixa, após cumprido o mês de trabalho, suscitará o direito do trabalhador médico a procurar a Justiça para reparação do dano. Então, configura-se ao longo do tempo, o caso de um passivo trabalhista sem precedentes para o povo brasileiro. O estrangeiro irá aos fóruns internacionais pedir reparação e justiça. A OIT (Organização Internacional do Trabalho ) deve e precisa se pronunciar, ou será esse organismo uma cópia da inoperância da “Liga das Nações”?

    O exemplo da penúria em que vivem os médicos cubanos que prestam serviço na Venezuela já seria motivo suficiente para que nós colocássemos nossas barbas de molho, porém, falta um analista soberano no governo, daqueles que viviam a sombra dos Reis só para dar notícia ruim, para alertar suas majestades e faze-las refletir sob os destinos maléficos de decisões tomadas em cima do laço e na undécima hora. Mas, creio que falta um homem e uma mulher com coragem para colocar seus cargos em perigo. Ninguém quer arriscar a perda da boquinha, por isso levam esporro calados e com o corpo curvado. Quando chegam em casa descontam na mulher, nos filhos e até no cachorro. Que vida bandida e mesquinha!

    Um abraço Bendl.

  27. Meu Deus do Céu, isso é tão absurdo, que me sinto vivendo numa crônica surrealista de Gabriel Garcia Marques.
    Como podemos chegar a este ponto? Usar trabalho escravo de profissionais cubanos, que sequer falam nossa língua, sem uma prova de avaliação mínima que comprove que cursaram uma universidade, com um discurso ideológico anacrônico comunista??!! Meu Deus do Céu, ajude-nos!

  28. ELIO GASPARI

    Folha

    O advogado-geral de Fidel Castro
    Luís Inácio Adams nega preventivamente a cubanos um direito que protegeu e salvou muitos brasileiros

    O doutor Luís Inácio Adams informou que os médicos cubanos que vêm para o Brasil não terão direito a asilo político caso queiram se desvincular da ilha comunista. Nas sua palavras: “Me parece que não têm direito a essa pretensão. Provavelmente seriam devolvidos”.

    Num país que teve um presidente asilado (João Goulart) e centenas de cidadãos protegidos pelo instituto do asilo, Adams nega-o, preventivamente, a cubanos. Isso numa época em que o russo Vladimir Putin concedeu asilo a um cidadão acusado pelo governo americano de ter praticado crimes e a doutora Dilma tem um asilado na embaixada brasileira em La Paz. Noves fora a proteção dada a Cesare Battisti, acusado de terrorismo pelo governo italiano.

    A tradição petista vai na direção desse absurdo. A Polícia Federal já deportou dois boxeadores cubanos durante a gestão do comissário Tarso Genro no Ministério da Justiça. (Ele foram recambiados e fugiram de novo.)

    O próprio governo castrista já permitiu a saída de cidadãos para a Espanha. A vigorar a Doutrina Adams, o Brasil transforma-se numa dependência do aparelho de segurança cubano.

  29. Se já na fosse absurdo, o governo petista perdoar as dívidas de ditadores africanos. Agora, os governantes imundos do Brasil( Luladilma ), querem patrocinar o ditador socialista comunista Fidel Castro e sua atroz governança de desastrada postura.
    Os médicos(?) sequer podem trazer seus familiares, que ficarão na ilha como encarcerados do comandante, para que evite fuga em massa!
    O anão moral que está ensebando os cômodos do Piratini, deve estar de prontidão, pois não passa de um capataz do ditador da ilha do terror.
    Enquanto isso plantam que a “comandanta’ Dilma dá um rolé em cima da marca capitalista. Canalhas! Porcos! Imundos!
    Por Cuba Livre!Por uma Cuba livre da ditadura de Castro!
    Pela liberdade dos povos oprimidos e escravizados!
    Por um Brasil livre e soberano da ditadura comunista do Foro de São Paulo!

  30. Charles Dale,
    O teu comentário revela um sectarismo doentio pelo PT, afora seres um especialista sobre a gestão cubana e seus métodos de comandar um país e povo sem direitos individuais e coletivos, típico do modo petista de governar em se tratando de se manter no poder!
    A começar, escrevendo que sou “jornalista” quando, na verdade, sou um simples taxista, exatamente alguém que o PT menospreza, pois nada tenho a acrescentar para o partido.
    Portanto, não sou “discípulo” de ninguém, diferentemente de ti que vê em ditadores sanguinários qualidades admiráveis a serem seguidas e copiadas pelos nossos governantes incompetentes e incapazes, que buscam soluções falsas trazidas de outras nações comprovando o quanto são inábeis e insensíveis com os problemas nacionais.
    Por outro lado, talvez tenhas razão em copiares a expressão desrespeitosa de outro ícone petista, o ex-frei Boff, ao classificar os contrários à forma como o PT governa intitulando-os de “RolaBostas”, haja vista que tem sido somente excremento que o PT tem deixado como rastro de sua administração, razão pela qual a quantidade é tanta que somente nos cabe empurrá-la ou rolá-la para o lado porque não se dá conta de limpar tanta sujeira e fedor expelidos pelas gordas e flácidas nádegas dos mentirosos e enganadores petistas, a começar pelos seus sectários que demonstram como são “corajosos” contra os brasileiros, que se apresentam até com nomes falsos, ao invés de reclamarem o tratamento vil dispensado ao País e sua população pelo PT e seus representantes.
    Charles Dale, a tua falta de patriotismo é gritante, mas a ausência de honra e dignidade é uma característica que assimilaste extraordinariamente bem de teus companheiros de política, que nos conferem hoje uma condição desfavorável pela maneira como esses médicos foram contratados, à base de subserviência e exploração condenáveis, que tu tanto aplaudes e compactuas com este crime contra o ser humano, aliás, mais um dos tantos cometidos pelo teu ícone maior, Fidel Castro, muito bem assessorado pelos teus chefetes brasileiros, os ideólogos petistas, reles traidores deste Brasil!

  31. Prezado Laco Silva,
    Este assunto que abordaste mereceria artigos especiais a respeito, de modo que pudesse ser debatido e registrado até mesmo como denúncia pelo modo como as relações no campo e entre alguns empregadores estão estabelecidas com seus contratados ou explorados.
    Lamento haver questões a ser resolvidas no Brasil com relação a direitos trabalhistas e humanos, casos típicos que mencionaste com propriedade e conhecimento neste espaço democrático.
    Pois eis uma boa chance para ampliarmos este debate, haja vista este caso dantesco com os médicos cubanos que estão vindo sem quaisquer garantias de salários e, como escreveu o Aquino, sem poderem solicitar asilo político porque serão devolvidos, e sabe-se lá o que lhes acontecerá quando retornarem a Cuba!
    Lembra do Tarso Genro, o bizarro, quando era ministro da Justiça e mandou de volta os atletas cubanos para seu ícone e comandante Fidel, sem acolhê-los?
    Diferentemente quando admitiu proteger o assassino Battisti, condecorando-o depois de eleito governador do meu Estado, desgraçadamente, em pleno Palácio Piratini, uma espécie de escárnio pelos protestos recebidos tanto com relação aos atletas cubanos quanto às gentilezas concedidas ao meliante italiano!

    • Não me interessa Fidel e defesa de interesses estrangeiros.Quanto a Tarso Genro, trata-se de um picareta, para não dizer um palavrão, que podia muito bem estar em qualquer desses partidos aí. Nada tem de ideologia socialista, marxista, fidelista ou ista qualquer. Se o articulista-comentarista não sabe, fique sabendo que sua gestão no ministério da Justiça foi cruel para as vítimas da ditadura sem prestígios ou influências. Foi responsável por um montão de engavetamentos processuais de vítimas comprovadas e abandonadas, inclusive já anistiadas desde o período Sarney, que padeceram na miséria e/ou faleceram durante sua gestão sem nada receberem. Ele foi informado e não se importou. Além do mais, restringiu descaradamente, através de seu pau mandado garotão Paulo Abrão, direitos de anistiados. Esse tipo de gente já é manjado no Brasil em faturar politicamente acontecimentos ou desgraças alheias e jogar duplo. Gosta mesmo é de grana, vida boa para seus familiares, viagens grátis e estar na alta burocracia.

  32. 23/08/2013 16:12
    Presidenta, explique para nós. Coluna Carlos Brickmann
    (*) – ATENÇÃO: COLUNA EXCLUSIVA PARA A EDIÇÃO DOS JORNAIS DE DOMINGO, 25 DE AGOSTO DE 2013
    Há pouco mais de um mês, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, disse que o Governo tinha desistido da importação de médicos cubanos. De repente, não mais que de repente, arranjou quatro mil para pronta entrega. Será Padilha tão bom assim de negociação? Ou antes estaria, perdoe-nos a ousadia, mentindo?

    Cuba, comunista há mais de 50 anos, tem no planejamento centralizado a base de sua estrutura governamental. Como é que, de repente, aparecem quatro mil médicos disponíveis? Estará Cuba, em nome da solidariedade ao Governo brasileiro tão amigo, disposta a sacrificar o atendimento médico à sua população?

    O PT condena a gestão da Saúde por organizações sociais, a seu ver uma inaceitável terceirização. Saúde não deve dar lucro. Pagar um Governo estrangeiro para que envie profissionais de sua escolha e os remunere com parte do que recebe não é terceirização? O que sobra para o Governo cubano não é lucro?

    Grandes empresas do país já foram enquadradas na Lei do Trabalho Escravo porque terceirizaram parte de sua produção para outras, que pagavam abaixo do mínimo, obrigavam seus empregados a morar onde mandavam e aproveitavam-se de sua situação para explorá-los – ou aceitavam ou eram enviados de volta a seus países. Em que diferem os médicos cubanos, obrigados a morar onde Havana mandar, impedidos de optar por outra vida e ganhando aquilo que lhes for determinado pelo Governo cubano, dos imigrantes escravizados?

    São dúvidas razoáveis. E a presidenta com certeza dará respostas excelentas.

    Lula-lá

    Do presidente Lula, em 19 de abril de 2006, ao inaugurar o setor de emergência do Hospital Nossa Senhora da Conceição, em Porto Alegre (fonte, Agência Brasil): “Eu acho que não está longe da gente atingir a perfeição no tratamento de saúde neste país”. Seriam os médicos cubanos o toque que faltava para atingir a perfeição? Se eram, por que o Governo demorou tanto para trazê-los?

    Pensando no futuro

    Tanta gente chegando ao Brasil, em tão pouco tempo, faz surgir outra dúvida: imaginemos que alguns dos cubanos resolvam mudar de vida e pedir asilo político ao Brasil. Os pugilistas cubanos que se atreveram a isso foram presos e enviados de volta a Cuba num avião venezuelano. Já Césare Battisti recebeu asilo político. Qual dos exemplos será seguido se algum médico não quiser voltar?

    Dúvida final

    Por que os médicos cubanos não podem a trazer a família para o Brasil?

    Mate e ganhe

    Na folha de pagamentos do Tribunal de Justiça de São Paulo, a que esta coluna teve acesso, constam diversos desembargadores com vencimentos superiores ao teto constitucional, que equivale ao salário de ministro do Supremo Tribunal Federal.

    Mas há algo ainda mais intrigante: Marcos Antônio Tavares, condenado em decisão definitiva a 13 anos de reclusão pelo assassínio de sua esposa, consta na folha do TJ paulista como Juiz de Direito de Entrância Extraordinária, Fórum da Comarca de Jacareí. Seus vencimentos são de R$ 21.766,15 mensais. Tavares cumpriu quatro anos de sua pena de prisão em regime fechado e o restante em casa. Até 2009 recebeu aposentadoria por invalidez – anulada quando se comprovou, por suas atividades e por perícia médica, que a invalidez não existia.

    O Tribunal de Justiça de São Paulo com certeza poderá esclarecer como um assassino condenado continua recebendo rigorosamente em dia.

    Sem sobressaltos

    Após a desocupação da Câmara dos Vereadores do Rio, a situação voltou ao normal. Os vereadores já podem não trabalhar como sempre.

    Questão de idioma

    Mandar que a Câmara de Vereadores seja desocupada não será redundante?

    Achando os culpados

    Na verdade, ninguém pode se queixar. As últimas pesquisas para o Governo de Brasília indicam Joaquim Roriz na frente, com folga, seguido de José Roberto Arruda. Roriz renunciou ao Senado para não ser cassado por corrupção. Não pode se candidatar, pois é ficha-suja. Arruda, depois cassado pela Justiça, foi o primeiro governador do país preso por corrupção no exercício do mandato.

    Explique também, deputado

    O deputado federal Carlos Roberto, presidente do PSDB de Guarulhos, SP, quer ser candidato a prefeito em 2016. Já disputou em 1996, 2008 e 2012, sempre sem êxito. Mas antes de partir para a quarta candidatura majoritária – persistente, não desistirá até aprender – precisa resolver um problema na Justiça: o Supremo Tribunal Federal abriu inquérito para apurar a movimentação de R$ 21 milhões em sua conta bancária, entre janeiro de 2011 e outubro de 2012. Carlos Roberto é empresário, tem dinheiro, mas a Receita Federal considera que o valor mesmo assim é alto demais, incompatível com a receita de Sua Excelência. Um exemplo: em 2012, o parlamentar tucano declarou rendimentos de pouco mais de R$ 200 mil e movimentou pouco menos de R$ 15 milhões.

    Carlos Roberto, com certeza, explicará a distância entre o que diz que ganhou e o que movimentou.

    carlos@brickmann.com.br
    http://www.brickmann.com.br

  33. Uma boa pergunta fica no ar: Se a ilha propriedade dos irmãos Castro é “exemplo de democracia” para o mundo, por que, então, já estão antecipando que os “médicos” cubanos não terão direito a asilo político? Estranho, não?

  34. Não é só a máfia de branco que está ressentida com a contratação de médicos estrangeiros. Ressentidos estão os reacionários, eternamente choramingando pela derrota na invasão da Baía dos Porcos há cinquenta anos. Exatamente como aquele presidente que promoveu a invasão, fracassou e foi chorar no ombro de sua mulher.
    Falaram em catolicismo aí em cima? Fidel foi aluno dos jesuítas, Colégio Belém. Conheceu de perto a Companhia de Jesus, fundada por Inigo o Basco (Inácio de Loyola)De acordo com certo historiador espanhol: “Os Loyola! Uma das famílias mais funestas que a terra Basca já conheceu.”
    Até bem pouco tempo passado, quem quisesse se candidatar a ser jesuíta (havia o Papa Negro) tinha que demonstrar não ter sangue judeu por várias gerações.
    Criticam os irmãos Castro. Mas o radicalismo está presente em tudo e em todos os países. Agora mesmo a França, que iniciou as Cruzadas no século XI, está propondo a invasão da Síria. Graças às Cruzadas, O Islamismo e o Cristianismo são fundamentalmente irreconciliáveis. Não me emociono com nenhuma religião, principalmente com os três monoteísmos. Fui aluno dos beneditinos, e não tenho a menor simpatia por qualquer religião. Imagino que o fabuloso Sr. Fidel Castro tenha sentimentos equivalentes.
    O famigerado Abraão, que ouviu “vozes” na sua cabeça para assassinar o filho, com a finalidade de provar sua obediência a Deus, não ouviu nenhuma ordem para que ele praticasse haraquiri, furando sua própria barriga, com a mesma finalidade. Frequentam as igrejinhas e as igrejonas. Mas os igrejeiros (sem ofensa pessoal a nenhum) ficam arrepiados só de ouvir falar em Fidel Castro. Nem percebem que a França está propondo o Apocalipse.
    Aliás, não existe maior prova da ligação estreita entre religião e perturbação mental, que a falsa calma beatífica de João, ao proclamar o fim dos tempos quando foi para a ilha de Patmos.
    O insano autor do livro Apocalipse disse ter tido visões e sonhos proféticos. Tinha o terror dentro de si, mas não se imolou, como fazem hoje os assassinos suicidas.
    Criticam o comunismo de Cuba. Declaram que comunismo é materialismo puro. Mas, pensando um pouco livremente, o que não é materialismo no planeta Terra? Nem Jesus (se é que existiu) escapou da cretinice do materialismo bíblico, mandando os mamíferos que o seguiam ajuntarem tesouros no Céu, não na Terra, “onde a traça e a ferrugem corroem e onde os ladrões escavam e roubam. Jesus, mostrado na Bíblia como o fundador do socialismo, é facilmente identificável como materialista, já que aconselhou ajuntar riqueza em outra morada, onde não existem traças e ladrões (Mateus 6:19,21), além de mais adiante se revelar como o Salvador dos humildes. Terá sido pelo fato de Jesus ter chamado os judeus de “raça de víboras” que os jesuítas exigiam atestado de idoneidade no que se refere a pureza de sangue não judeu?
    Fidel Castro pode ter sido bastante malevolente, já que é apenas um mamífero humano educado pelos jesuítas. Mas não promoveu a derrubada de árvores “que não dão fruto”, como dizem que que falou o Salvador, o Príncipe da Paz. Será que nosso Salvador não sabia que árvores foram evoluídas para gerar sombra, atrair pássaros, oxigenar o ar, fornecer madeira, fixar o solo, entre inúmeras utilidades? Não existe prova mais evidente de que a Bíblia foi escrita por mamíferos humanos incultos.
    Como declarou Taylor Branch, grande parte dos amigos e seguidores do pastor Martin Luther King era composta de comunistas e socialistas seculares “que havia décadas estavam preparando o terreno para os direitos civis”.
    No Brasil, o cristianismo português de direita produziu a escravidão, que ainda persiste até hoje. Mas os portugas escaparam de serem levados à força para o norte da África pelos seguidores de Maomé, entre 1530 e 1780, como aconteceu com milhares de europeus.
    Não me consta que Fidel Castro tenha usado mulheres “para seu uso e conforto”, embora tenha aprendido no Colégio Belém que foi exatamente com essa finalidade que Deus clonou a mulher da costela de Adão.
    No chamado Novo Testamento, Paulo se recusa a honrar as mulheres, expressando por elas o mais profundo desprezo.
    Sou um absoluto não crente, que não acredita que para, os primos mais próximos dos gorilas adquirirem ética, tenham que seguir a Bíblia, ou o Corão.
    Dona Dilma está certíssima ao contratar médicos estrangeiros. Claro, seria melhor que fossem médicas.

  35. Me desculpe a franqueza, mas eu não entendo ou melhor eu sinto asco por os profissionais brasileiros estarem fazendo tanto alarde com os médicos Cubanos, afinal eles irão ocupar áreas remotas que ninguém quer ir.
    E essa implicância toda é devido ao exame revalida que os cubanos foram dispensados de fazer devido ao caráter de emergência pública que se encontra em nosso país, exame este que nem os nossos médicos o fazem… Aliás, queria ver o governo aplicando este mesmo exame aos nossos queridos médicos ai sim vamos ver o desastre da medicina brasileira e mostrar quem é capaz e quem não é!
    A primeira impressão que fico é que a grande maioria dos profissionais brasileiros estão mais preocupados em aplicar uma política de valores mercantilista e corporativista no qual a única preocupação é ficarem mais ricos, e a segunda impressão que fico é que a classe médica tendenciosa prefere ver o povo morrendo do que sendo atendido.
    Para quem não sabe os cubanos têm uma das melhores medicinas do mundo onde é conhecida e procurada para formação de muitos estudantes estrangeiros inclusive dos EUA e Canadá, a Cuba e seus médicos holísticos são reconhecidos em ter o menor índice de mortalidade infantil do mundo e olha que nem possuem tanta estrutura como os países de 1º mundo “A cada ano, 80 mil crianças do mundo morrem de doenças facilmente tratáveis. Nenhuma delas é cubana”. Pense nisso… Os médicos cubanos são humanizados e acostumados a lidar em países em guerra, catástrofes …, países onde as condições são muito mais muito mais precárias e piores que o nosso sistema em termos de estrutura e mesmo assim são reconhecidos em desempenhar um excelente trabalho, é lamentável ter gente que os julgue de despreparados… Certamente são aqueles que se intitulam melhores pq atendem no frescor do ar-condicionado, porcaria nenhuma… todo mundo ta cansado de saber que há Hospitais particulares que é um SUS de ar-condicionado, não vou citar nomes aqui, mas a uns dias fui no hospital do meu plano de saúde sentindo dores no tórax e tossindo passei mais de 2 hs para fazer um simples raio x mais 2 hs esperando o resultado para depois ser atendida e escutar do médico que eu estava com virose, hora essas.. tudo é virose? Ainda me passou uma penca de remédios e nda resolveu o meu problema…por sorte fui em outro médico que achou o que eu tinha (início de pneumonia) que graças a Deus foi descoberto a tempo de evoluir para um quadro mais grave. Isso fica claro que mesmo com tecnologia de ponta que havia no hospital do plano de saúde o médico incompetente não soube indentificar uma manchinha em meu pulmão nem muito menos agregar aos meus sintomas, isso só demonstra que o nosso sistema seja ele particular ou SUS existem criaturas que nem deveriam exercer a profissão e claro há exceções, penso que a situação ta ruim para todos os setores, acho até que os planos de saúde tbm deveriam aderir alguns médicos de fora quem sabe os profissionais daqui aprendem ao mínimo o básico que é a qualidade, solidariedade, respeito e humanização no atendimento.
    Os médicos estrangeiros sabem bem disso e esperamos que façam a diferença em nosso sistema de saúde, e claro que o governo libere mais infra-estrutura o povo não pode mais esperar e a saúde pública é muito mais urgente do que um pedaço de papel revalido!

    Então que sejam bem vindos os médicos hermanos !

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