Corrupção e fraude: os pecados que abalam Brasília acontecem em Quissamã-RJ

Roberto Barbosa

A República brasileira não resistiria a 24 horas de investigação. O país, de cabo a rabo, está contaminado pela corrupção desenfreada. Os noticiários têm demonstrado que a maior parte da classe política, com raríssimas exceções, tem envolvimento com negócios privados. Utilizam do mandato para promover traficâncias no poder.

Político corrupto, geralmente, é filho da corrupção eleitoral. Ele conquista o mandato por meio de compra de votos, barganhas de empregos e outros expedientes que a Justiça Eleitoral tem se mostrado incapaz de coibir.

A corrupção corrói os alicerces da democracia. Os mecanismos de controle são ineficientes. A Justiça só enxerga sob pressão da opinião pública. Enquanto Brasília está em ebulição por conta do caso Cachoeira-Delta, aqui no Norte Fluminense, na zona produtora de petróleo da Bacia de Campos, na cidade mais rica desta região, acontece um festival de irregularidades.

Quissamã-RJ, com 20 mil habitantes, e um orçamento de R$ 260 milhões, é um exemplo de fraude em licitação, contratações milionárias com dispensa de licitação e outras coisas inacreditáveis. Se alguém acha que Brasília é um repositório de pecados, procurem conhecer Quissamã.

Começando por esta cidade, certamente, que os alicerces do Tribunal de Justiça, Tribunal de Contas do Estado e Tribunal Regional Eleitoral virão abaixo. Fica a sugestão de pauta. Qualquer dúvida, façam uma busca no google.

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