Cuba denuncia à ONU e demais organizações internacional o “golpe” no Brasil

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Charge do Sponholz (sponholz.arq.br)

Ricardo Froes

Em um email enviado na manhã desta quinta-feira, 1º, para o mais alto escalão de entidades como a ONU, Unicef, Organização Mundial da Saúde, Organização Mundial do Comércio, Organização Internacional do Trabalho e dezenas de outras, o governo de Cuba alertou em inglês e espanhol que a cassação de Dilma foi um “ato de desacato à vontade soberana do povo”, assumindo assim uma campanha internacional contra o governo de Michel Temer.

O texto denuncia “energicamente o golpe de Estado parlamentário-judicial” contra Dilma Rousseff. O comunicado alerta aos diversos organismos sobre a mudança de política externa que ocorrerá no Brasil e a aproximação do Itamaraty aos “grandes centros do poder”.

### DECLARAÇÃO DO GOVERNO REVOLUCIONÁRIO CUBANO

O Governo Revolucionário da República de Cuba rechaça energicamente o golpe de Estado parlamentar-judicial que foi consumado contra a presidenta Dilma Rousseff.

O afastamento da presidenta do governo, sem que fosse apresentada evidência nenhuma de delitos de corrupção nem crime de responsabilidade, e com ela do Partido dos Trabalhadores (PT) e outras forças políticas de esquerda aliadas, constitui um ato de desacato à vontade soberana do povo que a elegeu.

Durante os governos de Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff, ganhou impulso um modelo econômico-social que permitiu ao Brasil dar um pulo em seu crescimento produtivo, com inclusão social, a defesa de seus recursos naturais, a geração de emprego, o combate à pobreza, a saída da miséria de mais de 35 milhões de brasileiros, que viviam em condições desumanas e a elevação da receita de outros 40 milhões, ampliação das oportunidades na educação e a saúde do povo, incluídos setores até então marginalizados.

Neste período, Brasil foi um ativo impulsor da integração latino-americana e caribenha. A derrota do Acordo de Livre Comércio para as Américas (ALCA), a convocatória à Cúpula da América Latina e o Caribe sobre a Integração e Desenvolvimento (CALC) que levou à posterior criação da Celac e a constituição de Unasul, são acontecimentos transcendentais na história mais recente da região, que demonstram o destaque desse país.

Igualmente, sua projeção focalizada nas nações do Terceiro Mundo, especialmente da África; sua ativa liderança no grupo Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e a África do Sul) e seu desempenho no âmbito da Organização das Nações Unidas, a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO) e Organização Mundial do Comércio, entre outras, constituem um reconhecimento à sua liderança internacional.

Merece elogio, também, a trajetória brasileira sob os governos do PT, em temas cruciais da situação internacional em defesa da paz, o desenvolvimento, o meio ambiente e os programas contra a fome.

São amplamente conhecidos os esforços de Lula e Dilma por reformar o sistema político e ordenar o financiamento dos partidos e suas campanhas, bem como no apoio às investigações que foram abertas contra a corrupção e à independência das instituições responsáveis por elas.

As forças que agora detêm o poder anunciaram medidas privativas em relação às reservas petrolíferas nas águas profundas e cortes nos programas sociais. Igualmente, enunciam uma política exterior que privilegia as relações com os grandes centros de poder internacionais. Não poucos daqueles que julgam a presidenta estão sob investigação por atos de corrupção.

O acontecido no Brasil é mais uma expressão da ofensiva do imperialismo e a oligarquia contra os governos revolucionários e progressistas da América Latina e o Caribe, que ameaça a paz e a estabilidade das nações, na contramão do espírito e a letra da Proclamação da América Latina e o Caribe como Zona de Paz, assinada na 2ª Cúpula da Celac, em janeiro de 2014, em Havana, pelos Chefes de Estado e de Governo da região.

Cuba ratifica sua solidariedade com a presidenta Dilma e o companheiro Lula, com o Partido dos Trabalhadores e expressa sua confiança em que o povo brasileiro defenderá as conquistas sociais conseguidas e se oporá com determinação às políticas neoliberais que lhe tentem impor e ao despojo dos seus recursos naturais.

### NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG Aguarda-se agora a resposta de um trator diplomático chamado José Serra. (C.N.)

27 thoughts on “Cuba denuncia à ONU e demais organizações internacional o “golpe” no Brasil

  1. Bem típico de um país que se curvou aos US porque o comunismo não põe comida na mesa. Esta papagaiada típica de comunista burguês que adora champagne com caviar e falar mal de quem produz reflete exatamente o comunismo na américa. E quem dá bola, para Cuba? Só os petistas que adoram fumar um cubano.

  2. Ora, com tantos problemas para resolvermos em nosso país vamos perder tempo com republiquetas de 3ª categoria?
    Cuba falando em ” golpe de Estado parlamentar-judicial”, certamente, deve ser efeito etílico.
    Cortar acordos lesivos ao nosso país, cobrar as dívidas existentes e se fazer respeitar, são atitudes que o governo brasileiro deve tomar, IMEDIATAMENTE.
    Acordos comerciais sempre são e devem ser possíveis. O demais, deve ser liquidado, antes que sumam e deixem as contas a apagar.
    Diplomaticamente, devem ser mandados “à merda”.

  3. O dinheiro facil era sempre bem recebido pelos cubanos, agora que a fonte secou tem que gritar ao mundo inteiro , coitado do Raul …quem vai fazer as obras deles agora? Deve ser terrivel ser comunista sem grana…kkkkkk

  4. Mimimis para manter um discurso pseudo ideológico dos dois lados. A Venezuela não é mais nada economicamente e Cuba virou uma passarela para desfiles de moda, na semana que vem recebe o primeiro voo comercial direto dos EUA… Falta de assunto.

  5. ANNE FRANK ORA REDIVIVA

    No dia 30 de abril de 1941, um judeu em Amsterdam escreveu uma carta desesperada para um amigo americano, pedindo ajuda de emigrar para os Estados Unidos.

    “Os EUA são o único país para onde eu poderia ir “, escreveu ele. “É para o bem das crianças, principalmente.”

    Um voluntário encontrou este pedido de ajuda ajuda em 2005, quando estava classificando velhos arquivos da II Guerra Mundial sobre refugiados em Nova York. Percorreu inúmeros outros arquivos, até que viu os nomes das crianças.

    “Oh meu Deus”, disse ele, “este é o arquivo de Anne Frank .” Juntamente com a carta haviam muitos outros pedidos de Otto Frank, freneticamente buscando ajuda para fugir da perseguição nazista e obter um visto para os Estados Unidos, Grã-Bretanha ou Cuba – mas não chegou a lugar algum por causa da indiferença global para os refugiados judeus.

    Nós todos sabemos que as crianças Frank foram assassinadas pelos nazistas, mas o que é menos conhecido é que o destino de Anne foi selado por um medo insensível aos refugiados, que eram as pessoas mais desesperadas do mundo.

    Soa familiar?

    O Presidente Obama prometeu admitir 10.000 refugiados sírios – um número pequeno, apenas um quinto de 1 por cento do total – e Hillary Clinton sugeriu tomar mais. Donald Trump os tem repetidamente execrado sem qualquer vontade de acolher sírios e pediu restrição à imigração de muçulmanos. O medo do terrorismo fez com que os refugiados muçulmanos fossem percebidos comotóxicos no Ocidente, e quase ninguém os quer mais, tanto quanto nenhum país queria uma adolescente alemã-holandesa chamada Anne.

    “Ninguém leva sua família a esconder-se no coração de uma cidade ocupada a menos que não haja outra opção”, observa Mattie J. Bekink, consultor da Casa de Anne Frank, em Amsterdã. “Ninguém leva seu filho em um barco frágil para atravessar o Mediterrâneo, a menos que eles estejam desesperados.”

    O filho de um refugiado da Segunda Guerra Mundial passou anos pesquisando a histeria anti-refugiados dos anos 1930 e 40. Como Bekink sugere, os paralelos aos dias de hoje são impressionantes.

    Para a família Frank, uma nova vida nos Estados Unidos parecia viável. Anne tinha estudado razoavelmente o Inglês, e seu pai falava Inglês, viveu na West 71st Street, em Manhattan, e tinha sido um amigo de longa data de Nathan Straus Jr., um funcionário da administração de Franklin Roosevelt.

    O obstáculo era uma desconfiança americana para com os refugiados que ultrapassava a simpatia. Depois de 1938 a pesquisa Kristallnacht sobre os judeus oprimidos, a descobriu que 94 por cento dos americanos desaprovavam o tratamento nazista aos judeus, mas 72 por cento ainda se opuseram a admitir grande número de judeus nos Estados Unidos.

    As razões para a oposição, reveladas na pesquisa, foram as mesmas que os norte-americanos têm para rejeitar sírios ou hondurenhos hoje: Não podemos permitir isso, devemos cuidar dos americanos em primeiro lugar, não podemos aceitar todos, eles vão ter empregos americanos, eles são perigosos e diferentes de nós.

    “Os Estados Unidos, continuar a ser matéria de asilo e asilo do mundo, logo destruirá a sua vida presente econômica”, advertiu a Câmara de Comércio de New York em 1934.

    Alguns leitores se opõem: ! Mas os judeus não eram uma ameaça à forma como refugiados sírios estão agora. Nos anos 1930 e 40, no entanto, uma guerra mundial estava em andamento e os judeus foram amplamente vistos como potenciais comunistas ou até mesmo nazistas. Havia temores generalizados de que a Alemanha iria infiltrar os EUA com espiões e sabotadores sob a cobertura de que eles eram refugiados judeus.

    “Quando a segurança do país está em perigo, parece plenamente justificável resolver eventuais dúvidas em favor do país, em vez de em favor dos estrangeiros”, como o Departamento de Estado instruiu em 1941. The New York Times, em 1938 , citou a neta do presidente Ulysses S. Grant alertando sobre “os chamados refugiados judeus” e sugerindo que eles eram comunistas “vir a este país para se juntar às fileiras daqueles que odeiam as nossas instituições e querem derrubá-las.”

    Organizações de notícias não fizeram o suficiente para humanizar os refugiados e, em vez, tragicamente, ajudaram a disseminar a xenofobia. The Times publicou um artigo de primeira página sobre os riscos de judeus se tornarem-se espiões nazistas, e The Washington Post publicou um editorial agradecendo ao Departamento de Estado por impedir a entrada de nazistas infiltrados como refugiados.

    Neste ambiente político, funcionários e políticos perderam toda a humanidade.

    “Que a Europa cuide de sua própria”, argumentou o senador Robert Reynolds, North Carolina , Democrata que também denunciou os judeus . O representante Stephen Pace, de uma Geórgia Democrata, deu um passo adiante, introduzindo uma legislação exigindo a deportação de “todos os estrangeiros nos Estados Unidos.”

    Um funcionário do Departamento de Estado, Breckinridge Longa, apertou sistematicamente regras em matéria de refugiados judeus. Neste clima, Otto Frank foi incapaz de obter vistos para os membros da sua família, que foram vítimas, em parte, da paranoia americana, como também da demagogia e da indiferença.

    Rimas de história : a relutância do presidente Obama para fazer mais para tentar acabar com a matança na Síria lança uma sombra sobre o seu legado, e simplesmente não há desculpa para o fracasso coletivo do mundo para garantir que as crianças refugiadas sírias nos países vizinhos, pelo menos, comecem sua escolaridade.

    Hoje, para nossa vergonha, Anne Frank é uma menina síria.

    • O diário de Anne Frank é uma falácia. conforme se provou posteriormente. Foi escrito com esferográfica Bic, que não existia na época. Serve para fazer filmes, apenas.
      Fica igual Deus falando com humanos, só que não há video-tape para contestar.

    • Visitei o museu Anne Frank em Ameterdan e para minha surpresa e lá está escrito: No início da dominaçao nazista o pai da Anne Frank não quis ir para a Espanha para se livrar da perseguição, preferindo correr o risco e manter o negócio com a família escondida. Foi esta a melhor opção?

      • Sim, os mesmos ávidos por dinheiro da Holanda eram os mesmos que exploravam os diamantes dos negros da África do Sul. Não diferem muito de Dilma. Mentem, mentem e mentem.
        Mentiam nos primórdios dos tempos e continuam assim.
        Devemos acreditar sempre no que falam. Pois, sim …

  6. Só posso achar muita graça das reclamações de Cuba quanto ao impeachment de Dilma, pois a ilha caribenha é exemplo de democracia para o mundo!

    O povo cubano tem fartura de comida, goza de um conforto como poucos países conseguem dar para seus povos, sua indústria compete com a alemã, inglesa e americana, seus direitos humanos são modelos a serem seguidos, e os cubanos elegem seus mandatários a cada quatro anos, e nenhum presidente cubano sofreu de impedimento!

    A Venezuela não fica atrás da exemplar administração cubana, oferecendo à população um país próspero, altamente produtivo, sem inflação, estabilidade política, Constituição obedecida, um povo feliz, e logo entrará para os mais ricos do mundo!

    Da mesma forma a Bolívia, que constrói as suas próprias refinarias de petróleo, um país que possui as melhores estradas da América, uma saúde pública modelar, educação primorosa, altamente exportador, um presidente carismático, democrático, uma nação estupenda!

    Dito isso, Serra precisa romper com essas nações o quanto antes e chamar de volta nossos embaixadores, de modo que não sejam contaminados pelo desenvolvimento notável que Cuba, Venezuela e Bolívia desfrutam, e sentirem-se diminuídos por serem brasileiros!

  7. Mais uma operação da PF na Operação Mar de Lama em Governador Valadares, um exemplo suprapartidário…

    Relação dos vereadores envolvidos segundo as investigações:[33]
    Ricardo Assunção (PSB)
    Adauto Carteiro (PROS)
    Ananias Camelô (PSB)
    Zangado (PROS)
    Chiquinho (PSDB)
    José Iderlan (PPS)
    Leonardo Glória (PSD)
    Cezinha Alvarenga (PRB)
    Milvinho (PROS)
    Levi Vieira (PMN)
    Geovanne Honório (PT)
    Cabo Isá (PDT)

  8. Mais Almas Santas, agora em Ribeirão Preto..

    01/09/2016 09h53 – Atualizado em 01/09/2016 12h44

    Presidente da Câmara de Ribeirão Preto é levado para a sede da PF

    Walter Gomes (PTB) é alvo da Operação Sevandija, que apura fraudes.
    Oito vereadores do PSD, PTB, PPS, PMDB e PP prestaram depoimentos

  9. Se o presidente Temer souber dessa posição do grande país cubano é bem capaz de dar meia volta. Terá vergonha de ser visto na China por dignitários de pequeninos países como EUA, França, Reino Unido.

  10. Não sei onde o Arnaldo Jardim acha que o Temer vai encontrar essa ‘popularidade’…

    Uma crise chega ao fim com a decretação do impeachment de Dilma Rousseff, condenada por crime de responsabilidade por 61 dos 81 senadores da República. Há, porém, causas mais profundas desta crise. Venho apontando aqueles que acredito terem sido os erros mais graves do antigo Governo Federal.

    Primeiro, artificialismo e medidas casuístas na condução da economia. Ficou evidente que isto introduz um fator de perturbação e paga-se um preço muito alto por isso. O controle dos preços dos combustíveis e da energia foram evidências dessa postura, além de uma série de outras políticas intervencionistas que trouxeram instabilidade e desequilíbrio nos preços relativos.

    O segundo erro foi Dilma aprofundar e perpetuar políticas sociais que se tornaram assistencialistas, e não emancipatórias, como devem ser. Transformou os brasileiros economicamente desfavorecidos em dependentes e desestimulou a busca de inserção no mercado regular de trabalho.

    Terceiro erro foi durante seu governo chegarmos ao auge da manipulação partidária do poder público. Ou seja, uma ocupação comprometedora de uma tal forma que o Governo Federal e toda sua estrutura estivessem a serviço de um projeto de poder iniciado por Lula em 2003. Esses são os três pecados capitais de Dilma Rousseff.

    Assim, agora temos a expectativa de que a sociedade caminhe para recuperar os preceitos da estabilidade econômica. Que sejam pensadas políticas sociais que realmente emancipem, capazes de promover as pessoas à cidadania. E a questão da prioridade à educação é fundamental para isso, inclusive como instrumento mais eficaz de distribuição de renda.

    Finalmente, recuperar o caráter meritocrático como critério de ocupação do Estado. Para que pessoas capazes sejam nomeadas para cargos públicos, com desempenho comprometido com o interesse público e não com interesses localizados. O Governo não pode ser usado como cabide de empregos. Tem que ter eficiência na condução da máquina e do dinheiro públicos.

    O presidente Michel Temer tem grandes desafios pela frente. O primeiro deles será fazer um governo que seja para valer, que não transija, que tenha ousadia. Um governo que rapidamente tome iniciativa nas reformas estruturais – como a da Previdência.

    O segundo desafio é ser um governo firme na gestão da política econômica para que realmente o reequilíbrio fiscal possa ser estabelecido. Um bom primeiro passo foi dado ainda durante a interinidade com as nomeações de nomes notoriamente capazes de promover essa estabilidade – como o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, e o presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn.

    É extremamente necessário que a economia seja encarada como prioridade. É por meio dela que os governos são capazes de promover as transformações sociais tão necessárias ao Brasil. Precisamos, de forma urgente, reverter os números negativos de nosso Produto Interno Bruto (PIB), por três anos retraído. Nossa economia encolheu 0,6% no segundo trimestre de 2016 e 3,8% em um ano.

    É um claro sinal de que precisamos de intervenções sérias, nem sempre agradáveis. São quase 11,8 milhões de brasileiras e brasileiros desempregados. Pessoas que querem tirar do seu trabalho digno e honesto o dinheiro para honrar seus compromissos. Um lar economicamente desestabilizado pode gerar problemas mais graves.

    Gera questões de ordem psicológica como a depressão e o desespero de um pai de família que não consegue sustentar seus filhos e esposa. Um caso triste e extremo aconteceu no Rio de Janeiro no último dia 29, quando um empresário matou os dois filhos e a esposa, se suicidando em seguida, motivado por dificuldades financeiras. Isso não pode voltar a acontecer.

    Uma atitude oportuna e necessária é que o presidente Michel Temer deixe claro desde já que não será candidato à reeleição. Esse posicionamento gera uma condição de conforto para promover essas mudanças tão importantes para o nosso País. Demonstraria claramente desde seu primeiro dia de presidente efetivo que suas ações não fazem parte de uma campanha presidencial para 2018 e ampliaria suas condições de angariar apoio às medidas necessárias.

    O novo presidente precisa pacificar e unir o Brasil, promover mudanças estruturais. Reconstruir o País!

    31/08/2016

    Arnaldo Jardim é deputado federal licenciado (PPS-SP) e secretario de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo

  11. Fico impressionado que se fale tanto em reforma da Previdência, Reforma da CLT, porém não vejo a mesma insistência em se cobrar uma Reforma Política. Por que será, hein, será que alguém teria a coragem de responder?

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