De fato o país vive “uma esculhambação” sem tamanho!!!

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Charge do Nani (nanihumor.com.br)

Silvia Zanolla

É tão surreal a política brasileira que não raro temos a sensação de sermos coadjuvantes de um filme de ficção psicodélico, em que os protagonistas (autoridades) são deuses e semideuses que têm o poder de determinar o próprio roteiro histórico sem observar regras, técnicas, metodologias, escalação, cenário… como se seu poder ultrapassasse os limites da própria história!!
Uma estética esquizofrênica, egóica, prepotente… totalmente fora de qualquer propósito coletivo ou racionalidade previsível!!
Em 48 anos, nunca imaginei presenciar tamanha estultice dos políticos e juristas brasileiros. Espero que daqui a alguns anos as próximas gerações possam se lembrar deste momento como efêmero; que as cicatrizes dessa dolorosa ferida política se fechem o quanto antes e que possamos de fator partir para o que interessa: a vida plena.
Se não bastasse, há ainda a insustentável sensação de tolerância com a corrupção da parte daqueles que deveriam combatê-la… O país está mesmo virado do avesso sem que se distinga o côncavo do convexo!!!

ANONIMATO – Tentando ser breve, sobre os pseudônimos na internet, penso que as pessoas têm seus motivos para se abrigar no anonimato. Não sejamos ingênuos. Hoje o aparelhamento político beira à perseguição totalitária do fascismo clássico! Quem sofreu com isso sabe!
São duas opções: se expressar ou se calar para se autopreservar. As pessoas têm histórias complexas, vinculações de poder institucionais hierarquizadas, e… precisam sobreviver a tudo isso.
Não vejo o anonimato como covardia, sim como possibilidade de gritar ao mundo aquilo que está sufocado na garganta e que denuncia o silêncio bárbaro a que nos impõe um sistema persecutório, cruel e implacável para com seus adversários.

5 thoughts on “De fato o país vive “uma esculhambação” sem tamanho!!!

  1. É tão surreal nosso Páis.
    Um policial federal as voltas com o crime de “receber caixinhas” para passar muambas do Jaspion do Paraguai usando “tornozeleiras para criminosos ainda trabalhar e acompanhar outros criminosos ladrões do dinheiro público também usando tornozeleiras para criminosos.”.
    Seria cômico se não fosse t´ragico.

    Dona janaina, where are you.?

    Alô Cabral, prepare as Caravelas já estou indo á elas.”.

  2. Quer esculhambação maior que o fatiamento? Quando li sobre o fatiamento em http://epoca.globo.com/tempo/especial-impeachment/noticia/2016/09/como-foi-costurado-o-acordao-para-salvar-os-alvos-da-lava-jato.html, onde se afirma que “. A articulação chegou ao Palácio do Planalto no início da semana passada. Oficialmente, o presidente, Michel Temer, enviou o recado de que ficou possesso com a tramoia. Mas, na coreografia que se viu no Senado no dia da votação, tal tese se torna difícil de ser assimilada. Um sinal inequívoco é a passividade de Romero Jucá, o principal instrumento de Temer naquele ambiente.”, chego à conclusão que a parte decente deste país deve aderir urgentemente a um novo FORA TEMER.
    Não o dos escrotos que perderam suas boquinhas e espaços onde faziam suas safadezas e calhordices com o dinheiro público. Mas a parte da nação brasileira que tem ojeriza a qualquer conluio com os mal feitores e assaltantes do dinheiro público, que exige respeito e atuação digna de seus representantes na defesa de seus interesses.
    Quem estiver participando nesse momento das “tenebrosas transações” para livrar os quadrilheiros, ou sendo omisso a esse respeito, merece o nosso mais veemente repúdio.
    Nesse sentido, a maior autoridade pública desse país não pode se omitir, pestanejar ou participar dessa confraria nefasta.
    Sem um gesto claro do Presidente, então vamos voltar às ruas, agora com o FORA TEMER dos decentes!

  3. Os três poderes que constitui o tripé que governa o Brasil de norte a sui del de leste a oeste é uma espécie de plutocracia monárquica onde os cargos são transmitidos por herança aos familiares de 1º, 2º e 3ºgraus e aos fidalgos da corte que pululam nos nobres salões da corte. Quando os vassalos de rango inferior protesta, eles lhes oferecem pão e circo e um bufão da corte para ridicularizar os fidalgos. Uma mutação genética nessa plutocracia monárquica só ocorrera, talvez, com o nascimento da 6ª geração

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