Decepção! TV CNN Brasil será um “puxadinho” da Record para apoiar o governo

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Charge do JR Mora (Arquivo Google)

Deu no Portal Imprensa

A CNN Brasil anunciou nesta segunda-feira (dia 11) mais três integrantes de sua estrutura. Os jornalistas Leandro Cipoloni e Virgilio Abranches serão, respectivamente, vice-presidentes de jornalismo e de programação e multiplataforma. O jornalista Fabiano Falsi será o chefe de redação. A dupla será responsável pela gestão editorial a operacional da emissora em todas as plataformas. Abranches deixou a Record TV, onde estava desde 2014, para se juntar ao novo projeto.

EX-RECORD – Cipoloni era diretor de jornalismo tanto do portal R7 quanto da TV. Ele comandava a estrutura técnica e operacional de 11 horas de telejornalismo na emissora e também liderou o núcleo investigativo da casa tendo sido responsável pelas reportagens que culminaram com a renúncia da antiga presidência da CBF e que originaram o livro “O Lado Sujo do Futebol”, finalista do prêmio literário Jabuti. A dupla atuará junto ao vice-presidente de conteúdo, Américo Martins, anunciado no cargo na semana passada e que trabalhou na RedeTV e na EBC.

Falsi também trocou a Record TV pela CNN Brasil. Nos três últimos anos, ele foi responsável por comandar o jornalismo da Record na Bahia. Antes, teve passagens pelas rádios Globo e Eldorado, jornal Agora, portal Terra e pelas TVs Globo e SBT.

Até o momento, única emissora nacional afetada pelas movimentações com a chegada da CNN Brasil, a Record TV inicia a semana promovendo mudanças em seu departamento de jornalismo.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
É mais uma decepção. Quando se pensava que estava surgindo uma nova emissora de TV no Brasil, o fato é que a CNN não passa de um “puxadinho” da TV Record, pois será dirigida por Douglas Tavolaro, o “biógrafo” de Edir Macedo.  A esperança da Record com a CNN Brasil é enfrentar a GloboNews, que jamais teve sua hegemonia ameaçada pela RecordNews. Na verdade, o jornalismo brasileiro precisa de veículos independentes, mas a CNN Brasil será uma emissora criada exclusivamente para agradar e apoiar o governo Bolsonaro, de olho nas verbas publicitárias que serão parcialmente retiradas do grupo Globo. Isso nada tem a ver com jornalismo. (C.N.)

12 thoughts on “Decepção! TV CNN Brasil será um “puxadinho” da Record para apoiar o governo

  1. Completamente desmoralizada e desacreditada nos EUA, a CNN desce o morro e vem parar em Pindorama….

    CNN, traduzindo para o português: O CRUZEIRO, nos seus últimos anos de existência, 80% da verba promovendo o Estado Militar…

    CNN: acende o charuto e redige o que o general mandar…
    Até o Dória vai querer uma CNN pra 2022!
    Voltada á promoção de jaulas deluxe….

    Brasil! lagartas acima das couves! Deus, assistindo tudo!

    Vai ser do balacobaco! O ‘homofóbico com orgulho’ deve usar pra transmitir a cartilha dele!
    Costumes S.A.

    Turminha do Balão Mágico, essa…

  2. FALANDO EM RECORD: Ignorando critérios éticos fundamentais para o exercício do jornalismo, como escutar o outro lado, a reportagem intitulada “A Polêmica dos Sem Terrinha” arremete contra as crianças do MST (com inequívoca tática de criminalização da entidade). Apresenta “especialistas” em direitos da criança, mas não entrevista qualquer representante de entidades oficiais de defesa da infância e juventude, como destaca Erivan Hilário, membro do setor de educação do movimento: “O Brasil é referência de entidades promotoras e de defesa dos direitos das crianças e adolescentes, no entanto, nenhuma dessas entidades com reconhecimento internacional foi ouvida”. https://www.brasildefato.com.br/2019/02/11/tv-record-ignora-criterios-jornalisticos-e-ataca-criancas-sem-terra/

  3. Estranha aliança essa de uma emissora americana tida como ícone do liberalismo-secularismo-progressismo, etc., com um grupo televisivo brasileiro controlado de fato por evangélicos pentecostais. Deve ser dessas maravilhas que o dinheiro produz.
    Normalmente prefiro assistir a Band News, que infelizmente sofreu uma grande perda com a morte de Boechat. A Globo não dá pra ver, pelo conjunto da obra, nem a Record, com o insuportável Paulo Henrique Amorim.

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