Declarações de renda de Cunha e Machado mostram o aparelhamento da Receita

Charge do Fred (fredcartunista.blogspot.com.br)

Willy Sandoval

Que vergonha, Eduardo Cunha! Quantos erros contábeis primários? Qualquer contador de esquina de periferia faria com que suas declarações apresentassem continuamente aumento patrimonial Até mesmo a abertura de contas no exterior poderia – e principalmente deveriam – ser declaradas, pois a principio não é crime abrir e movimentar contas no exterior, desde que sejam devidamente declaradas! É muito primarismo contábil, caro deputado.

Portanto, apesar de Cunha ser uma raposa política, não passa de um analfabeto contábil-fiscal. O mesmo se aplica ao Lula e também a Dilma, a que declara um patrimônio pessoal de somente uns 500 mil reais, após anos como ministra e presidente. E o Lula, que fica escondendo patrimônio embora declare ter recebido mais de 30 milhões com consultorias? É muita boçalidade e incompetência juntas!

FAMÍLIA MACHADO – E as declarações à Receita  feitas por Sérgio Machado e dos filhos? Ele declara renda um pouco superior a R$ 100 mil no ano, quando seu salário era superior a isso. Seus filhos simplesmente declaram renda de trabalhador carente, abaixo do limite de isenção, embora tenham confessado que movimentaram milhões de dólares e de reais.

Cadê a Receita Federal, tão onipresente para nos pegar em detalhes de despesas médicas e outros gastos típicos de pessoas de bem que estão nas classes baixa e média? Resposta: a Receita está aparelhada desde que a Dilma botou a secretária Lina Vieira para correr e colocou em seu lugar o capacho, digo, o Otacílio Cartaxo, o homem envolvido nas maracutaias do Conselho Superior de Contribuintes do Ministério da Fazenda (Carf), maracutaias essas desvendadas pela Operação Zelotes! Jorge Rachid é apenas continuação desse estado de coisas!

11 thoughts on “Declarações de renda de Cunha e Machado mostram o aparelhamento da Receita

  1. Depois que o BC do Meirelles deixou surgir um banco fantasma, tudo é possível….
    O Paulo Costa chegou a operar 1.716 contas, sendo 1.615 no Banco do Brasil e ninguém sabe ninguém viu ….

  2. Por falar em Machado, como a Lava Jato vai investigar a sua delação, a do Odebrecht, a do Pedro Corrêa e a Operação Turbulência até dezembro ???
    Operação abafa a todo vapor .

  3. Este famigerado imposto já é, no próprio nome, uma mentira. Quem paga imposto no País é a classe trabalhadora – imposto sobre SALÁRIOS, isto sim. É de ruborizar a incompetência do fisco. Como disse o articulista, no nosso, vêm quente a toda hora: estão aptos a demonizar nossa vida por qualquer mísera inconsistência. No deles – os rentistas e trupe do colarinho branco – neca de pitibiritibas. Aliás, é de estranhar que a magnitude da roubalheira dos cofres da União e Estatais, com os recursos da informatização, não tenha sido detectada pela Receita Federal. Isto sugere cooptação.

  4. Para declaração de imposto de renda de pessoas física existe uma Tabela de Código da Natureza da Ocupação e uma categoria de Membros superiores e dirigentes do poder publico deve ser excluída da malha fina, pois você ja ouviu falar de qualquer cidadão que se enquadra nessa tabela cair em malha fina?

  5. O mestre de cerimônias Henrique Alves ..

    ” Na delação, Fábio Cleto conta que conheceu Funaro em 2010, por meio de Alexandre Margotto. Que estreitaram uma relação pessoal em razão de trabalho conjunto com operações financeiras. Até que Funaro avisou, em 2011, que o PMDB tinha cargos no governo, entre eles um na Caixa, e que pensou em indicá-lo em razão do histórico profissional – Cleto se formou em administração e trabalhou no banco Itaú. Segundo o ex-executivo da Caixa, nessa época, sabia que Funaro tinha ligação com Eduardo Cunha.

    Fábio Cleto foi avisado que a indicação tinha contrapartida e que algumas operações aprovadas teriam pagamento de propina e que isso seria dividido. O nome dele foi levado por Eduardo Cunha ao então líder do PMDB na Câmara, Henrique Eduardo Alves, que repassou o nome ao governo e ele foi entrevistado para o cargo pelo então ministro da Fazenda, Guido Mantega. Segundo ele, “a conversa foi técnica”.

    O ex-executivo também narrou que manteve relacionamento “estreito” com Funaro e que eles foram viajar juntos para o Caribe. Nesta viagem, conheceu o empresário Joesley Batista, que era amigo de Funaro.
    ( G 1 )

  6. Talvez seja por isso que os Auditores fiscais lutam por independência funcional, porque parece que hoje eles somente podem fiscalizar quem o chefes determinam. E ai daquele que entrar no imposto de renda de pessoas politicamente expostas

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