“Democracia” sem representatividade

Antonio Pedro Soares de Moura Coutto:
“Muito bom seu artigo de hoje sobre a representatividade. É a raiz de tudo. A falta de representatividade acarreta queda de nivel acentuada, que está conduzindo o Parlamento e os parlamentares aos porões do Congresso.”

Comentário de Helio Fernandes:
Não há nem como duvidar, Antonio Pedro. Que representativade têm suplentes, sem votos, sem povo, sem urna? Já são mais de 20.

Qual a representatividade de senadores com 8 anos de mandato, ele se esquece do eleitor, o eleitor se esquece dele. Rui Barbosa queria 5 anos para senadores, ficou nos 6 por causa dos EUA. Em 1946 passaram para 8 anos, e 3 em vez dos 2 da Constituição de 1891.

513 deputados é também um exagero, proporcional à população dos EUA e da Europa, um absurdo. E a exigencia do VOTO DISTRITAL , dando validade à representatividade. Com o sistema vigente, garantido pela cupula sem renovação, muitos não se elegem com 150 mil votos, PERDEM para alguns com 10 ou 15 mil votos.

E o mais grave: não mudarão nada. E não se assombrem se determinarem prorrogação geral de mandatos.

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