Depende diretamente do Congresso a maior reforma que o Brasil teima em não fazer

TRIBUNA DA INTERNET | A única reforma política séria seria obrigar ...

Charge do Alpino (Yahoo Notícias)

Antonio Fallavena

Acabo de ler texto de um dos principais jornais de nosso país. Após a leitura e releitura, fiquei pensando onde chegaremos, fazendo o mesmo de sempre. Com remendos, seremos e teremos, tão somente, uma “colcha de retalhos”!

Em novembro, nos encontraremos, novamente, com as urnas. O que ocorrerá após os resultados das eleições?  O que mudará? De que tamanho será a mudança? Nos ajudará em que sentido? Ou continuará ajudando os mesmos?

DEBATE SILENCIOSO – Enquanto isto, o grande e necessário debate nacional continua esperando, sentado para não cansar. Presidencialismo ou Parlamentarismo? Voto distrital puro ou misto? Quantos partidos? Candidatos sem partido podem concorrer? Voto aberto ou fechado? Recall? Reeleição? Imunidade/impunidade parlamentar continuará? Propaganda paga por quem? E que tipo de propaganda eleitoral receberemos? Votar é dever ou direito?

Pergunto: quantos eleitores conhecem todos estes temas, o que significam e no que influenciam nossas vidas?

Lá fora, “especialistas de todos os recantos, matizes e interesses”, continuarão enganando-se e enganando muitos outros, com remendos e não propondo soluções maiores, melhores e mais sólidas?

CONHECIMENTO TOTAL – Quando ouvir ou falar com um “especialista”, pergunte-lhe onde aprendeu o que sabe sobre política. Se disser que foi cursando universidades/faculdades ou lendo/ouvindo/vendo os grandes políticos, juristas etc., etc., e não lhe informar que viveu estas questões também em alguma sigla partidária por algum tempo (não importa qual partido), desconfie, não acredite totalmente.

Quem não conhece a política e os partidos por dentro, sabe só o que lhes contaram. Só conhece pelos olhos, sentimentos, interesses de outros. E políticos profissionais como temos, na imensa maioria, só expõem a verdade quando necessário e, invariavelmente, dentro das casas partidárias, nos grupinhos ou até nos “petits comitès”.

REFORMA POLÍTICA – É certo que mudança na legislação é fundamental. A reforma do país (ou seria construção!), tem de passar, prioritariamente, pelo dito “Poder Legislativo”. Sem isso, não conseguir-se-á corrigir o Executivo e o Judiciário! Dá para entender quem tem a chave das reformas nas mãos? E por favor, nossos legisladores sabem disso e de tudo mais que isso envolve e envolverá!

É pelo Legislativo que a reforma precisa começar. Porém, aqui está o nó da questão. O Congresso fará o que tem de ser feito? Sim, mas… Sempre tem um obstáculo, e a reforma só sai se o Legislativo for instado a fazê-lo. E para tanto, não possuindo interesses, sentimentos e vontade para tal, as “casas das leis” terão de ser compelidas a tais atos. Mas “instadas” e “compelidas” por quem?

Ora, por aqueles que lá os colocaram. Por aqueles que lhes pagam. Em última análise, pelos seus “patrões”.

SANTOS E DEMÔNIOS – Não existe milagre quando os santos são demônios. Então, como a reforma política pode ser feita? É preciso ter consistência, vontade, determinação, conhecimento e ação. E tudo dentro da lei e da ordem. Nada de golpe militar.

As mudanças que o país necessita enfrentar têm de passar pelas portas do congresso nacional. Se não forem alcançadas, chegaremos à confirmação definitiva: não somos um povo, uma sociedade e cidadãos que merecem algo melhor do que ai está; somos apenas um amontoado de gente!

E isto tem de ser decidido pelos brasileiros. Somos nós que temos de decidir que país deixaremos para nossos filhos e netos.

17 thoughts on “Depende diretamente do Congresso a maior reforma que o Brasil teima em não fazer

  1. Só uma constituição votada em plebicito do tipo multipla escolha para cada item. Caso contrário nunca acabaremos com os imensos previlégios mordomias e tratamentos diferenciados para a elite governante. Como primeiro item a proibição de reeleições.

    • Leão da Montanha, temos de rugir!
      Reformar, quando? Ontem não, hoje não é amanhã não será! Se assim pensarmos, nunca acontecerá como tem de ser!
      Uma dica. |Por que as minorias conquistam suas causas? Por que se organizam, as causas são justas (nem sempre) e não desistem enquanto não atingem seus objetivos!
      Pois temos de fazer o mesmo! Se somos maioria desorganizada, facilmente poderemos ser uma minoria organizada!
      Acredite: a reforma das reformas é a da política/partidária. Sem ela as outras serão pífias, apenas remendos!
      Não sei por que, lembrei de Dante de Oliveira e as diretas já! Acreditaram, perderam e vencemos no final. Depois, ajudamos a deixar como está!
      Acreditar é o primeiro passo! Muitos já o deram!
      Abraço
      Fallavena

  2. Com todo o respeito ao articulista, isso é algo que ouvimos desde crianças. Que o eleitor tem que votar bem para que nossos políticos sejam melhores. Também faço um esforço para tentar inserir a política nas redes sociais que frequento. Porém, a política é discutida sem um mínimo do uso da razão.

    Aí falam que falta educação. Mas que educação? Conheço muita gente que tem uma educação formal relevante, porém é um analfabeto político, Seu voto, assim como da maioria, é movido pela emoção ou por outros interesses.

    Para fazer um teste é só perguntar porque fulano votou em tal candidato. A maioria vai responder algo como ter simpatia, por visibilidade, por alguma afinidade ou por interesse particular qualquer. Quase ninguém pesquisa sobre o candidato. Sua ideologia, seu passado, sua performance em serviços em prol da comunidade, suas propostas. E muitos são reeleitos, mesmo que sua atuação no legislativo ou executivo tenha sido pífia.

    Nosso país, embora tenha uma ótima pontuação no que se refere ao sistema eleitoral e pluralismo, tem notas insatisfatórias nos quesitos de cultura e participação política do povo. Isso nos deixa como um país que tem uma democracia falha.

    Por isso, acho que outras reformas devem ser feitas antes da reforma política. Por exemplo, uma reforma tributária justa que consiga diminuir as desigualdades.

    • Jose Vidal
      Obrigado por investir no debate.
      É preciso diferenciar e dividir as funções do que eu defendo que seja educação e ensino.
      A escola ensina valores? Não! A escola ensina o que é público e privado, o que é estado e sociedade? Não. Dirão alguns,que sim. Pois se ensina, está ensinando errado! Se poucos sabem e todos passaram pela escola, como não sabem diferenciar o que seja estado, governo, governantes e sociedade?
      É possível alguém que nada sabe, não quer saber sobre política, e não precisa ser a partidária, ter condições de exercer o “sagrado direito do voto”?
      Vamos debater e buscar, pelo menos, mostrar que existe solução, existe saída.
      ABraço.

  3. Coisa séria não viraliza na rede. Só bobagem tem grande público cativo na rede. Deixar um povo desse escolher nossos representantes, só vai continuar dando merda a vida inteira, e estaremos todos condenados a engolir merda até o fim dos nossos dias e dos nossos descendentes.

  4. Sr. Fallavena,
    Pelo andar da carruagem… nem nossos filhos, netos, bisnetos e tataranetos, verão reforma alguma.
    Lastimo que deixaremos um brasil até pior.
    A qualidade do povo tem decaído sistematicamente.
    Não quero parecer pessimista mas, fitando apenas de leve, vemos os políticos, donos do país, cada vez mais ricos, cada vez mais milionários. Estão totalmente a margem até dos problemas mais simples do povo.
    Veja, estou falando em necessidades básicas, nem isso…
    Obviamente, concordo com a matéria em tela, não tenho como discordar.
    Todas essas reformas são importantíssimas mas de difícil execução.
    O povão não entende nada disso, lamentavelmente, então, pouca pressão pode exercer sobre os nababos.
    Eu, sempre bato na mesma tecla. O COMBATE ferrenho à nefasta corrupção.
    A meu ver, isso é importantíssimo.
    Acho que até é fundamental, hoje, de roubo todos os brasileiros entendem.
    E posso afirmar, que disto, até o mais simplório dos brasileiros consegue captar.
    O roubo dos “incríveis”, já grassou até para as camadas mais simples.
    A corrupção antigamente, era até etérea, quase fugaz, tipo ouvi dizer, ou o fulano, ficou rico na política.
    Isso são águas passadas…. hoje a corrupção, o roubo e falcatruas, estão materializadas nos sapatos, cuecas, paredes falsas, quadros e obras de arte caríssimas, malas, apartamentos, messas forradas de dinheiro, forros de tetos, casas, sítios e etc…
    As notícias de falcatruas pululam das telas dos celulares, das televisões… é algo tão inacreditável que, repito, o mais tosco e desinformado, fica indignado.
    Sr. Fallavena, temos que caçar os corruptos, se necessário for, com redes tipo as utilizadas para a contenção de animais quando é necessário capturá-los por algum motivo.
    Estes inomináveis, são piores que víboras fedorentas. TEM HORROR DO POVO!!
    Isso já não é nenhuma surpresa… eles tem verdadeira aversão aos trabalhadores que os sustentam regiamente. Eles nos mostram o tempo todo que somos seus escravos da era moderna.
    Penso portanto, que quanto menos corruptos tivermos, melhor será a qualidade dos parlamentares. Isso é diretamente proporcional ao saneamento das casas.
    Se a corrupção for considerada crime inapelável e inafiançável, com cadeia muito longa a que se aventura, que saiba este, que poderá morrer preso.
    Temos que obrigá-los A TEREM MEDO DE ROUBAR!!
    Afirmo que se isto acontecer, o nosso amado Brasil, mudará pra melhor exponencialmente.
    Só peço isso, Sr. Fallavena, somente isso…
    Assim, o Brasil será próspero inclusive pra nós e consequentemente para nossos descendentes.
    Forte abraço.
    José Luis.

    • Espectro
      Confesso que gostaria de estar escrevendo endereçado ao teu nome próprio! Quem sabe um dia …
      Tuas colocações são, na verdade, aspirações,esperanças, mas o que temos feito e visto é esperar! E esperar pode levar muito tempo, a vida toda!
      Teu maior sonho de “acabar ou reduzir, ao máximo, a corrupção”,também é meu. E esta indo embora.
      Veja que o detalhe está no fato de a corrupção estar, directamente, ligada a politica. Não só dos políticos mas eles são a fonte principal de toda a corrupção! E pior: só eles podem construir as leis que podem reduzir/eliminar a corrupção.
      Aqui, o mais claro exemplo que conheço para comparar-se com “as galinhas sob a guarda da raposa”!
      Espectro, e é do povo, da sociedade e do voto, que estes indivíduos inescrupulosos nascem, vivem e sobrevivem!
      Assim, salvo melhor juízo, ou começamos a limpeza nas urnas com a eliminação dos votos “sujos” dos eleitores incapazes e corruptos, ou aprofundaremos o problema.
      Se o Pai permitir e nos der forças, a partir deste ano ainda, vamos ter canais para jogar a VERDADE na cara da sociedade.
      Acho muito legar debater política, participar da nossa TI, mas sem ações, sem atacar os males, estamos jogando tempo, energia e a própria razão fora!
      Abraço amigo.
      Fallavena

  5. “RECLAMAR a quem, senão ao Papa, à Revolução Redentora, ou em última instância a Deus para que o Covid-19 pegue geral ? Não temos a quem reclamar, senão ao Papa Francisco, ou à Revolução Redentora, como propõe a RPL-PNBC-DD-ME, o projeto novo e alternativo de política e de nação, o novo caminho para o novo Brasil de verdade, porque evoluir é preciso, pilotado por uma possível nova classe política, enquanto carro-chefe do conjunto da sociedade, com autoridade moral para se impor “erga omnes”, porque essa que ai está viva-morta, com assento vitalício no banco dos réus, do mesmo ramo dos apaixonados por dinheiro e por hábitos burgueses caríssimos, não obstante caboclos, como cantou Cazuza, cujas verdades não correspondem aos fatos com as piscinas cheias de ratos, e que não aliviam no achaque ao erário nem em época de pandemia, estamos todos desgraçados, reduzidos à condição de vítimas, reféns súditos e escravos dos me$mo$, ainda que fantasiados de cidadãos e cidadãs. https://noticias.uol.com.br/colunas/josias-de-souza/2020/07/13/supersalariode-juiz-ja-virou-escarnio-institucional.htm?fbclid=IwAR0Uea2cLMscTkx0IVvT9LWd8fnWMTB2bHENMn5tSx2IneYwwwNoqm5m3qY

  6. DEPOIS de tudo que já aprontaram para os nossos ancestrais, estão nos aprontando e querem continuar aprontando para os nossos descendentes, ou seja, depois de tanta bateção de cabeças, erros crassos, fake news, robôs, terrorismo cibernético, mentiras, enganações, corrupção, roubalheira, ilusões vãs, guerras tribais, primitivas, permanentes e insanas, por poder, dinheiro, vantagens e privilégios sem limites, prejuízos incalculáveis, frustrações, perda de tempo e tempo perdido, agora, se bobearmos, esses lunático$ ainda vão nos meter numa guerra santa, a julgar pelo andar da carruagem. Não há como acabar com a corrupção no Brasil, sem fecharmos a fábrica de corruptos, que é o sistema político podre, mais furado do que queijo suíço, forjado pelo militarismo e o partidarismo, polítiqueiro$, e seus tentáculos, velhaco$, sob a égide do qual, na verdade, é impossível ser feliz, mesmo que nós não tenhamos medo de ser feliz, como restou comprovado. https://www.youtube.com/watch?v=W_YMN4Mz3CE

  7. Sr. Fallavena,
    Então, comecemos uma cruzada com ampla divulgação e a TI, poderia ter esta iniciativa que seria totalmente popular.

    Uma ampla campanha que deixe bem claro aos novos postulantes.

    Só receberão votos aqueles que assinarem um documento lavrado em cartório, abrindo mão do foro privilegiado.

    O Sr. lembra que a lei da ficha limpa começou assim.

    Acho que pra início de conversa, tá de bom tamanho.
    O que acha da ideia?
    Hoje com as redes sociais, a propagação, seria à velocidade da luz.

    Daria uma ótima visibilidade a TI, e todos saímos ganhando.
    É apenas uma sugestão, vai que…

    Forte abraço,
    Cordialmente.

  8. O gaúcho Fallavena, meu conterrâneo de Porto Alegre, RS, é um homem idealista.

    Raros são aqueles que possuem um ideal hoje em dia, substituídos que foram pelas circunstâncias ou ideologias momentâneas.

    Admiro e respeito Fallavena porque é assim, e será sempre desse jeito.

    Mas, os tempos são outros.
    O que mais a velocidade dessa vida nos exige é que sejamos pragmáticos, no mínimo.
    E, nesse detalhe, de fundamental importância ao povo e país, o idealismo de Fallavena se torna inócuo, insolvente, irrealizável.

    O Brasil se encontra numa situação que deve escolher entre o que é importante e urgente.
    O que vem primeiro?
    A necessidade do povo, o seu bem-estar, o bem comum.
    Tais questões não passam pela reforma política, pelo contrário, esta se encontra muito distante das aspirações dos cidadãos e e condições que amenizem seus sofrimentos e padecimentos.

    Muito antes dessa medida, temos a saúde pública; imediatamente, a educação; na mesma velocidade, a economia.

    Essas três pilares que mantém a estrutura de um país estão se rompendo a cada dia.
    Onde uma delas quebrar será o nosso fim.
    E, a economia, se mostra frágil e balançando ao sabor de qualquer ventarola.
    Não suporta outra crise nessas proporções ou um vento mais forte.

    Portanto, o país precisa, necessita, deve exigir dos governantes que se unam, independente de suas correntes partidárias, e pensem no povo e nesta nação!
    Sendo assim, em primeiríssimo lugar, a preocupação solene e juramentada com o desemprego!
    O trabalho diminuirá os problemas econômicos e fará o povo ter mais saúde.

    E já escrevi como deve ser esse incentivo ao trabalho por várias vezes.
    Cansei, enchi o saco, pois qualquer ideia advinda da população é rejeitada pelo sistema, óbvio.
    Mas, a ideia de Paulo Guedes ruiu, implodiu a si mesma, pois absolutamente impraticável:
    esperar que o mercado reagisse como queria à reforma da Previdência, o objetivo de Bolsonaro desde o primeiro dia da sua posse.

    O desemprego, que estava lá em cima?
    Nada.
    Ele iria se ajeitar com a reação do mercado.
    Não só não se ajeitou como piorou!

    Enfim, cansamos de reformas, as mais variáveis e exóticas, que nos empurraram goela abaixo.
    Em termos econômicos, credo, sequer me atrevo a contar quantos planos mirabolantes e absurdos que foram implantados:
    desde até nos confiscarem o nosso dinheiro, até nos ocasionarem prejuízos incalculáveis nos roubos que fomos vítimas, conforme prejuízos dessas execuções, posteriormente.

    Quanto aos políticos, vão muito bem, obrigado.
    Quanto ao povo, cada vez mais pobre e miserável!

    Logo, se reforma deve haver, e concordo que exista, que se faça, definitivamente esta deve ser endereçada para amenizar os problemas gravíssimos porque vive o povão.
    Ou se pensa e se age em prol desses milhões de seres humanos abandonados ou, então, ali adiante, deixaremos de ser um país e nos transformaremos em terra de ninguém, o que já acontece em muitas regiões brasileiras.

    Ou se encontram soluções para o desemprego – e já publiquei várias vezes como que o governo sanaria esse gravíssimo problema – ou nada do que será feito durante ou depois da pandemia dará resultado!

    Abordar a pandemia. o desmatamento, a saúde, a educação … ótimo, necessário.
    Mas, deixar de lado o que é vital nesse momento para a Nação é crime lesa-pátria, e me refiro ao desemprego sem qualquer tipo de medidas ou de atenção por parte dos governantes!!!

    Entendam, pelo amor de Deus, que a opção é somente uma para sairmos dessa areia movediça, e que está nos engolindo:
    O EMPREGO!

    O resto, meu amigo do peito, Fallavena, é o resto!
    Pode ser feito bem depois, e com outra perspectiva, outra realidade que não esta, cruel, hedionda, genocida contra a população do Brasil!

    Um abração.
    Muita saúde e paz, meu caro.
    Te cuida, meu!

    • Bendl, amigo e irmão
      Com o espírito e a idade que tenho e as experiências que recolhi, faz tempo deixei de concordar com soluções “remendadas”. O idoso tem obrigação de indicar soluções melhores do que as que praticou.
      A vida tornou-se uma “rede de problemas”, todos interligados.
      Mas, e como sempre tem um “mas”, tem um deles que é o que deve ser atacado para desmanchar o embrulho.
      Emprego é necessário e como. Mas é decorrência, não nasce do nada ou da simples vontade.
      Vivemos numa sociedade complexa, desatenta, desqualificada (muitos não gostam da afirmação) e que busca, por educação e formação, as soluções simplistas. A vida pode ser simples, mas as necessidades que criam para que ela se desenvolva são complicadas. Se em casa temos situações difíceis de resolver, imagina no mundo aqui fora!
      Conclusão. Entendo que, qualquer reforma antes da dos que fazem e aprovam leis, feitas pelos atuais, serão remendos. Ali adiante, tudo será recomeçado, refeito.
      Não é possível cortar as unhas sem tirar o sapato! A não ser para aquele que estiver descalço.
      Abraço e muita saúde.
      Fallavena

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