Depois de Leonardo DiCaprio, o inimigo público nº 1 do Brasil agora é Papai Noel

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Charge do Duke (dukechargista.com.br)

Joaquim Ferreira Dos Santos
O Globo

Te cuida, Papai Noel, porque o governo sabe muito bem o que você fez no Natal passado e, agora que chegou dezembro, você será o inimigo público número um. Afasta daqui as tuas castanhas de carboidrato comunista, mau velhinho! Se o Leonardo DiCaprio botou fogo nas florestas da Amazônia, você não fará o mesmo com os lares dos homens de bem.

Te cuida, velhinho duvidoso, porque esse teu “hohoho” com sotaque de Moscou não engana ninguém. Chegou a hora de te dar como perigoso exemplo de baixos costumes e liberar geral o excludente de ilicitude sobre tua figura subversiva.

AÇÕES INVASIVAS –  Será permitido ao chefe de família e ao guarda noturno da rua atirar, chumbo 38, em quem se jogar pela chaminé dos lares para prospectar futuras ações invasivas do MST. Sem mais essa lorota demagógica de que distribui presentinhos, quase sempre livros e discos de artistas de esquerda, sujeitinhos que professam a destruição dos valores democráticos do nosso querido país.

A família brasileira atende aos princípios da civilização judaico-cristão e não vai mais compactuar com a ideologia de gênero das tuas renas alvoroçadas. Segura as bichas! Fica longe também com essa piadinha de mau gosto, de todo ano fazer o incentivo torpe ao chefe da casa para botar o peru na mesa.

É necessária uma nova cultura natalina de direita. Essa história de incentivar o trenó como transporte não poluente, de bem com o meio ambiente, é mais um esquema da ONG do DiCaprio. Um truque sub-reptício de índole globalista para desestruturar a Petrobras. O Brasil mudou. Que o teu trenó afunde junto com o Titanic dele.

VALORES SADIOS – O Ministério da Família vai anunciar logo mais, ao contrário do sugerido pelo Foro de São Paulo, que urge moralizar a data máxima da cristandade. Coloque-se na mesa apenas os valores sadios da árvore conservadora.

Qualquer um vê que essa tua barba branca, Papai Noel, é a do paganismo esquerdista, uma evidente mensagem petista para lembrar que outro barbudo está livre e promete um Natal populista com o milagre da divisão das rabanadas.

O governo publicará neste primeiro dia útil de dezembro, abertura do Natal sem viés assistencialista, uma medida provisória de redirecionamento cívico da data. Serão erradicados os laços vermelhos das árvores dos ministérios, palácios e das autarquias. A árvore cristã é verde e amarela.

SEM BLAK FRIDAY – Aos pés da árvore será proibido qualquer presente comprado na Black Friday, esse evento organizado pelo ativismo negro apenas para fazer o povo acreditar que existe racismo no Brasil. Fake news! A propósito, o governo estuda a volta da escravidão, quando a população preta foi mais feliz. Isso, sim, é presente de Natal!

Chega desse coitadismo, Noel. Sempre posando de velhinho lelé da cuca, fingindo que o saco está pesado demais e que com a reforma da previdência precisará trabalhar até não aguentar. Mais fake news!

Teu cansaço é porque se a terra fosse redonda seria fácil o deslocamento de ir de casa em casa. Essa balela acabou. A terra é plana e ficou mais pesado arrastar o saco pelo planeta afora. Se vira, Papai Noel! Não faça como os índios, engordando arrobas preguiçosas nas reservas. Já é Natal – e também sobre ele bimbalharão, terríveis, os sinos da nova ordem.

29 thoughts on “Depois de Leonardo DiCaprio, o inimigo público nº 1 do Brasil agora é Papai Noel

  1. Que artigo mais idiota e imbecil!

    O seu autor, uma legítima besta quadrada, deveria perguntar aos pobres e miseráveis, desempregados e endividados, se o Papai Noel irá descer pelas chaminés de suas casas??!!

    O saco será grande?
    Trará muitos presentes para as crianças, que também sofrem e padecem pelas dificuldades de seus pais??!!
    Ou, por acaso, a questão é somente com Bolsonaro, menos com os necessitados e carentes dessa republiqueta?

    Depois, a mídia quer ser compreendida pelo governo …
    Assim?
    Com desaforos?
    Com comentários impertinentes, desrespeitosos e mal educados?

    Credo, mas a imprensa endoidou de vez.
    Quer representar a figura épica de Dom Quixote, e vê em Bolsonaro seus fantasmas e inimigos que devem ser combatidos.

    Que puta falta de assunto!

      • Prezado “al”,

        Não foi esta a minha intenção, lacrar um tema tão absurdamente deslocado, sem qualquer propósito que não a critica pela crítica, um indiscutível e desnecessário artigo.

        Abração.

        • Novamente fecha o tema, ” a critica pela critica”, do jeito que a enpren$a e as penas de aluguel tratam as noticias, podemos chegar a um momento que realmente o governo faça uma asneira monumental e ninguém nem vai dar atenção, a pequenez da enpren$a e das penas de aluguel é que são realmente um atentado a democracia, que tanto dizem defender.

  2. Caro Luiz Clemente,

    A TI não está contra Bolsonaro, porém a mídia nacional está demasiadamente mostrando a sua intolerância com o atual governo.

    Não resta lá muitas opções para o Mediador, que não seja a postagem desses textos que comprovam o quanto a mídia se distanciou da verdade, e da realidade que vive o povo brasileiro.

    Abraços.
    Saúde.

  3. Joaquim Ferreira dos Santos (Rio de Janeiro, 19 de agosto de 1950)
    é um jornalista e escritor brasileiro. Como repórter de cultura e comportamento, trabalhou nas redações do Diário de Notícias, Veja, Jornal do Brasil, O Dia[1] e O Globo[2] . Participou da cobertura de eventos como as Copas do Mundo do México (1986), Estados Unidos (1994), França (1998), e Japão/Coreia do Sul (2002).

    Como autor e organizador
    “Antônio Maria – Noites de Copacabana” (Editora Relume Dumará, 1986) (A biografia ganhou uma edição ampliada lançada em 2005 com o título de “Um homem chamado Maria” (Editora Objetiva, 2006);

    “Feliz 1958, O Ano Que Não Devia Acabar” (Editora Record, 1998)

    “O que as mulheres procuram na bolsa” (Editora Record, 2003), coleção de crônicas;

    “Em busca do borogodó perdido” (Editora Objetiva, 2005), coleção de crônicas; ISBN 85-7302-732-0

    “As cem melhores crônicas brasileiras”, org. (Editora Objetiva, 2007); ISBN 9788573028614

    “Leila Diniz: Uma Revolução na Praia”[12] (Companhia das Letras, 2008), uma biografia; ISBN 9788535913354

    “Minhas amigas: retratos afetivos” (Editora Objetiva, 2012), coleção de contos; ISBN 9788539003426

    “Enquanto houver champanhe, há esperança – Uma biografia de Zózimo Barroso do Amaral” (Editora Intrínseca, 2017); ISBN 9788551000151

    “Rua do Lavradio” (Editora Andrea Jakobsson Estúdio, 2002) – com outros autores; ISBN 8588742276

    “Boa Companhia — Crônicas”, (Companhia das Letras) – com outros autores ISBN 9788535906837

    “Zona Norte, Território da Alma Carioca”, org. Lucia Rito (Editora Norte Shopping, 1992) – com outros autores

    “Brasil, Mostra Sua Máscara”, org. Fred Goes (Editora Lingua Geral, 2007) – com outros autores ISBN 8560160086

    “O Melhor do Humor Brasileiro”, org. Flavio Moreira da Costa (Editora Companhia das letras, 2016) – com outros autores ISBN 8535927182

    É colunista do Jornal O Globo[3], para onde escreve semanalmente às segundas-feiras. Autor de livros como “Feliz 1958: O Ano Que Não Devia Terminar”[4] , “Enquanto Houver Champanhe, Há Esperança”[5] (pelo qual ganhou um Prêmio Jabuti[6] , em 2017), entre outros.

    wiki

  4. Jesus Cristo, que revolucionou a mente humana ocidental, ensinando o homem a viver melhor e em paz consigo mesmo e com seus semelhantes, chegou a ser crucificado mesmo tendo feito milagres, o Joaquim que tome tenência e, na próxima vez, que escreva um artigo útil, e não a asneira postada hoje na TI.

    Aliás, pelos livros que publicou, convenhamos, não vejo nenhum título que tenha sido aproveitável para que todos possam ter o Papai Noel em suas casas, logo, acusar Bolsonaro de querer expulsá-lo dos lares brasileiros, o Joaquim saiu do planeta com a sua fértil imaginação ou, então, foi pedir para o Papai Noel, na sua casa, na Lapônia, que não venha, pois está ameaçado de morte pelo presidente.

    Mas vai escrever bobagens em outro país.

  5. ” De acordo com a definição do dicionário Priberam, sarcasmo é a “ironia que deixa entender uma crítica dura e mordaz, por vezes considerada insultuosa”. Essa questão do insulto nos faz, muitas vezes, implicar com pessoas consideradas sarcásticas, ainda que, de vez em quando, todo mundo recorra a uma ironia ou outra, mesmo sem se dar conta disso.

    A boa notícia é que, cientificamente falando, ser sarcástico pode ser uma coisa positiva. Um estudo realizado por pesquisadores de Harvard e da Universidade de Columbia sugere que tanto ser sarcástico quanto receber respostas sarcásticas pode deixar uma pessoa mais criativa e mais inteligente.
    Para chegar a essa conclusão os pesquisadores avaliaram, primeiramente, as definições de atitudes sarcásticas, sinceras e neutras. Para isso, voluntários participaram de conversas nas quais expressavam sentimentos sarcásticos e sinceros e, na sequência, recebiam respostas também sarcásticas e sinceras. Logo depois da conversa, os participantes passaram por algumas tarefas que testavam suas habilidades criativas.

    Como você deve imaginar, o desempenho das pessoas sarcásticas se mostrou muito melhor em comparação com o daquelas pessoas que se definem como sinceras ou neutras. “Isso sugere que o sarcasmo tem o poder de catalisar a criatividade em qualquer pessoa”, resumiu um dos responsáveis pela pesquisa, Adam Galinsky.

    O pesquisador reforçou também o fato de que pessoas naturalmente criativas tendem a ser espontaneamente sarcásticas. ”

    https://www.megacurioso.com.br/comportamento/74160-sarcasmo-a-ferramenta-dos-inteligentes-e-criativos.htm

    Como vemos, tanto a ironia, quanto o sarcasmo não é para todos. Porém, ainda assim possui benefícios para os menos dotados.

  6. Não critico o artigo, gosto das ironias.
    O sarcasmo é a arte de insultar os idiotas sem que eles percebam.
    Dizia Voltaire que poderia pegar a prece dominical e subverter e glosar todo seu conteúdo.
    Quando Rousseau mostrou a ele o seu Contrato Social e o retorno dos homens a natureza, respondeu que estava convidado pra ir na sua quinta e entre os bodes e as vacas ficariam mais a vontade para discutir o assunto.
    Consta que os restos mortais de Voltaire descansava numa cripta da igreja de Santa Genoveva e isso atraia a ira dos padres que o considerava um herege, a cuanga só foi resolvida por um enviado do Vaticano, talvez um bispo, disse o enviado, “deixem o herege onde está, pois só assim será obrigado a assistir a missa todos os dias.” Hehehhehe

    E vamos que vamos meter a ripa na cacunda do Bolsonaro, ele pode até não saber porque está apanhando, mas a esquerda sabe porque está batendo.
    Ou não?

  7. Ironia. Em geral, a atitude de quem dá importância muito menor que a devida (ou que se julga devida) a si mesmo, à sua própria condição ou a situações, coisas ou pessoas em que tenha estreitas relações. A história da filosofia conhece duas formas fundamentais de ironia: 1.ª socrática, 2.ª romântica.

    1.ª A ironia socrática é o modo como Sócrates se subestima em relação aos adversários com quem discute. Quando, na discussão sobre a justiça, Sócrates declara: “Acho que essa investigação está além das nossas possibilidades, e vós, que sois inteligentes, deveis ter piedade de nós, em vez de zangar-se conosco.” Trasímaco responde: “Eis a costumeira ironia de Sócrates” (Rep., I, 336 e 337a). Aristóteles apenas enuncia genericamente esta atitude socrática quando vê na ironia um dos extremos na atitude diante da verdade. O verdadeiro está no meio; quem exagera a verdade é jactancioso, e quem procura diminuí-la é irônico. E diz que, nesse aspecto, a ironia é simulação (Et. nic., II, 7, 1108 a 22). Cícero referia-se a esse conceito ao afirmar que “Na discussão, Sócrates frequentemente se diminuíra e elevava aqueles que desejava refutar; assim, dizendo o contrário do que pensava, empregava de bom grado a simulação que os gregos denominavam ironia.” (Acad., IV, 5, 15). (1)

    https://sites.google.com/view/sbgdicionariodefilosofia/ironia

  8. A partir de Kant, a ironia assume uma base filosófica, com a sua ironia transcendente, onde esta é a indiferença perante a discriminação do valor dos objetos, o modo de indiferença de encarar o assunto cuja realidade se desconfia. Em Kierkegaard, a atitude irónica face ao mundo assume uma postura de atitude moral, em que a dúvida é a maneira de humildade e início de sabedoria.

    https://www.infopedia.pt/$ironia-(filosofia)

  9. O artigo em tela de Joaquim Ferreira dos Santos é tão ruim, que precisou que fossem resgatados trechos filosóficos para que explicassem o que quis dizer um comentarista, que achou ser irônico e criativo, mas se mostrou confuso e desprovido de inteligência necessária.

    Colocar o homem em pedestal de inatingibilidade, revela antes de tudo a limitação daquele que assim o reverencia, querendo defender a sua opinião com o trabalho alheio, menos contra-argumentar conforme seus próprios conhecimentos e compreensão da crítica dirigida ao ente “superior”.

    Por outro lado, usar de estudos e conclusões alheias não demonstra sabedoria e muito menos humildade, mas escancara a falta de capacidade de discernimento, entre saber analisar o que é útil ou não, aproveitável ou não, irônico ou não, sarcástico ou não, porém absolutamente desnecessário, inócuo e sem qualquer pretensão, a explicação apresentada.

    • E de profundíssima ignorância, pois como já explicitei em comentários anteriores, és raso culturalmente.
      Um retrato do que passa pano.
      Obs: Kierkegaard e Kant não é para o seu bico.

      • Jaco,

        Sempre reconheci a minha ignorância.
        Aliás, devo ser um dos raros comentaristas que se considera semianalfabeto, pertencente à plebe ignara, que luta incessantemente para postar seus comentários e ser compreendido.

        Assim como os filósofos que citaste não são “para o meu bico”, reconheço sem qualquer contestação, também percebo que a falta de educação, o desrespeito, a soberba, a arrogância, o preconceito, que acabaste de confessar que tens pelos iletrados, pelos ignorantes, pelos “rasos culturalmente”, evidenciam um complexo de superioridade patológico, calcado em falsos conhecimentos, e em alicerces muito frágeis sobre o próprio tema onde te apresentas como especialista, a filosofia.

        Mencionar nomes de uns e outros personagens célebres não quer dizer nada.
        Eu gostaria de ler algo da tua lavra, da tua mente, pois eu não precisaria de ti para conhecer Kant e Kierkegaard, convenhamos, mas ter contato com esta tua inteligência que extrapola em muito a minha, dotada de poucas luzes como venho repetindo ao longo de 9 anos que frequento este espaço democrático e, agora, lamentavelmente, usado por preconceituosos.

        Ora, ora, evidente que os nomes que apontaste não são “para o meu bico”, e nem precisarias dizer isso, mas, certamente, eu não sou para o teu bico, pois pelo menos escrevo, mal ou bem, errado ou certo, e exponho os meus pensamentos, ideias, conceitos, conclusões e interpretações, e tu?!

        Aonde está a tua originalidade?
        Aonde se encontra essa inteligência tão refinada, que nada nos apresenta dela, do que pensa, do que sabe, do que entende como “raso culturalmente”?

        Só não posso acreditar que a minha rasa cultura seja muito mais profunda que a tua, pois, pelo menos, o preconceito e humilhar as pessoas passam muito longe deste tosco escrevinhador.

    • “Flanelinha ressentido”, essa é boa.

      Jamais alguém me chamou dessa forma, mais uma para minha coleção.

      Agora, com relação ao teu escritor, acima, Joaquim Ferreira dos Santos, que apenas critiquei o seu artigo postado na TI, pois grandes escritores já fizeram obras irrelevantes, não consta na relação dos que foram premiados com o Jabuti.

      Portanto, Jaco, o “flanelinha”, aqui, tem uma propriedade que desconheces, a coerência.
      Eu não defenderia quem desrespeito e quem não mereça as minhas “mal traçadas linhas”, que é o caso do articulista, na tua ótica.

      Como e diz no RS, gastas pólvora em chimango.

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