Determinados parâmetros das religiões jamais podem mudar

Francisco Bendl

Debatemos, discutimos, mas as questões referentes a Deus e à Ciência continuarão distantes, embora não sejam irreconciliáveis. Entretanto, nossas próprias limitações impedem essa aproximação.

Por outro lado, acredito que a religião não deve mudar, não deve acompanhar a evolução que, admito, é inevitável, haja vista que a moral que deve nortear o ser humano é imutável mesmo com o tempo e desenvolvimento científico e tecnológico.

Roubar, matar, mentir, enganar, prejudicar são comportamentos que a Humanidade deplora desde seus primórdios, que as religiões repudiam e que agora não devem ser maleáveis por conta de nos tornarmos mais tolerantes em certos aspectos e menos tolerantes em outros.

A maleabilidade, adaptabilidade, ajustar-se aos novos tempos, tudo isso compete ao ser humano, em busca do que é melhor para si e do que consegue alcançar, mas, a religião deve se manter ortodoxa, conservadora. Os limites existem para ser obedecidos em quaisquer circunstâncias e momentos, por mais tentadores os caminhos que possam nos desviar de uma conduta adequada e apropriada à retidão de caráter. É preciso ter personalidade e autoridade de seres humanos para com seus filhos, por exemplo, assim como de chefes para subalternos, comandantes para comandados, sob a necessária e imprescindível autoridade moral.

ETERNOS MISTÉRIOS

Quanto aos mistérios do Universo ou aos poucos conhecimentos que temos dos fenômenos da Natureza, Física Quântica, Buracos Negros, tudo isso não deve atrapalhar a crença em Deus, muito pelo contrário. Embora da mesma forma, paradoxalmente, podem alimentar a convicção dos ateus sobre a inexistência de um Criador, justamente ocasionando este impasse como necessário à pesquisa e descoberta sobre quem tem ou não razão.

Famosos filósofos se debruçaram neste aspecto sem concluírem definitivamente sobre a existência de Deus, surgindo a Filosofia, Ontologia, Metafísica, Epistemologia, métodos cartesianos, enfim, como se a comprovação de Deus existir fosse modificar a vida terrena, o período de vida, alterar o tempo, e termos curas para nossas doenças e males da mente, tudo resolvido finalmente!

Ledo engano. A vida segue, mas ela deve ter parâmetros, balizas, que se não são oferecidos pelas religiões, o Estado estabelece na forma de leis, através de punições neste mundo, que serão o freio necessário para vivermos em sociedade e entre desconhecidos, assim como somos obrigados a conviver com o que desconhecemos com base na fé ou na crença que valores e princípios são inatos ao ser humano, quando, na verdade, somente os exemplos é que nos fazem compreender as suas importâncias e absoluta necessidade de que sejam cultuados diariamente, com Deus ou sem Ele, mas através de nossos comportamentos interpessoais e sociais, valorizando, sobremaneira, o ser humano, a nós mesmos, o homem, o próximo!

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45 thoughts on “Determinados parâmetros das religiões jamais podem mudar

  1. O Sr., como toda a humanidade, NADA ENTENDE DE RELIGIÃO. O humano por ignorância evolucional acha que “deus” é o chefe absoluto do universo. Mas eles não são quase nada, diante de um BUDA. Quanto à sabedoria dos humanos, assim definiu o BUDA NICHIREN DAICHONIN (Japão-1222/1282 – Gosho Zenshu): “””A SABEDORIA DOS HOMENS DA ÉPOCA PRESENTE(passada e futura, incluídos, Jesus,Papas, Santos e Sábios) NÃO SE COMPARA A DE UM CAVALO OU DE UM BOI E SUAS ILUMINAÇÕES SÃO INFERIORES A DE UM VAGA-LUME…). Dos 10 Estágios da Evolução Cósmica, nós nos debatemos entre os quatro inferiores, INFERNO, FOME, ANIMALIDADE e IRA. Assim, somos comandados por governantes IRADOS, PERVERSOS, AVARENTOS e ESTÚPIDOS e isso continuará por milhões de eternidades. Para sair desses maus Caminhos da Existência tem-se que conhecer a LEI DO DHARMA.

  2. De fato não entendo de religião e não quero me aprofundar neste tema, apesar de não me omitir em opinar a respeito porque ser humano e dotado de inteligência e sentimentos, sensibilidade e senso crítico.
    Entendo a religião como um caminho a ser seguido por conta de orientações que nos conduzam para uma vida melhor, mais em consonância com o Universo e a nossa própria espiritualidade .
    Caso a religião fosse tirada de nossas existências, certamente perderíamos a esperança de outra vida e em melhor situação que esta que nos foi concedida neste planeta, digamos assim, que oscila de um lado para outro entre o desejo, o sofrimento e o tédio (Schopenhauer).
    Ora desejamos algo, queremos muito, porém, nossa felicidade, que imaginávamos encontrar quando obtemos o objeto de nosso desejo, acaba por mostrar-se uma grande ilusão, pois em nada nos saciou ou nos satisfez.
    Este pêndulo que ora nos faz sofrer e ora nos faz sentir um tédio esmagador, encontra apenas uma saída: a morte.
    A meu ver, então, o papel da religião é evitar que este sofrimento seja insuportável e o tédio nos leve ao suicídio, quando nos ensina e prega uma vida mais social e identificada com o próximo, onde a caridade se faça sentir e aproximar o ser humano de outros e de si mesmo.

  3. Recontando a história. “Memória Globo” – “erros e acusações falsas” – Jornalista Sylvia Moretzsohn contesta, citando depoimentos, a versão global para o caso “PROCONSULT” – a suposta participação da Globo na fraude para tirar a vitória de Brizola nas eleições de 1982 para o governo do Rio.
    O que é o caso Proconsult

    “Quem quiser acreditar nessa versão [da Globo]pode ficar à vontade. Mas há inúmeros outros depoimentos que a contestam. Um deles, o do jornalista Luis Carlos Cabral, editor regional de jornalismo da Globo em 1982, que anos depois deu seu testemunho ao semanário O Nacional, já extinto:
    “Vamos contar essa história de uma vez por todas. O papel da Rede Globo de Televisão no caso Proconsult, nas eleições de 82, era apenas o de preparar a opinião pública para o que ia acontecer: o roubo, por Moreira Franco, dos votos de Leonel Brizola. Aliás, dos votos do povo”.
    Em seguida, apresenta os bastidores:
    “Era lá [na sala de computação de O Globo] que as distorções aconteciam. O método correto de se computar as eleições do Rio é o seguinte: injetam-se dois votos da capital, um voto do interior e um voto da periferia. [Porém] Injetavam-se, digamos, dois votos do interior, onde Moreira tinha sabida maioria, nenhum voto da Baixada e um da capital”.
    A desculpa oficial da empresa era de que havia problemas estruturais:
    “O sistema havia sido mal montado. Tratava-se, enfim, de uma questão de incompetência. A desculpa é, logo se verá, esfarrapada. Se há alguma coisa competente no Brasil, esta é, reconheça-se, O Globo e a TV Globo. Roberto Marinho sabe fazer o que quer”.
    Luis Carlos prossegue relatando as denúncias de fraude, como o roubo de urnas, que não puderam ir ao ar por ordens superiores, e o clima de revolta popular contra os jornalistas da Globo, diante da expectativa da vitória de Brizola e da discrepância entre os números apresentados pela emissora e os veiculados pelo Jornal do Brasil (o impresso e a rádio). Finalmente, o jornalista recebeu a autorização de um dos filhos de Roberto Marinho para injetar os votos em projeção correta.

    Então o telefone tocou. Era a voz cavernosa do chefe:

    “Você me desobedeceu. Eu disse que não era para projetar e você passou o dia inteiro projetando, dizendo que o Brizola vai ganhar. Você me desobedeceu”.

    Não havia desobedecido, apenas a contraordem não lhe havia sido transmitida. “

  4. Eventualmente vou às missas católicas, mas não concordo com os seus dogmas, não obstante, algumas vezes, terem uma bela liturgia. Por outro lado, no futuro, com a humanidade evoluindo não haverá necessidade de religiões ortodoxas, que mais dividem do que unem as pessoas, infelizmente. O engessamento dos dogmas trazem atitudes e pensamentos reacinários que para um ser realmente livre ou que busca ser livre, são inaceitáveis. Por outro lado, é fato que os exemplos comportamentais são formas de se transmitirem leis orais aos seres humanos e a ÉTICA. Independente, como o senhor escrver de ser teísta ou ateíta.

  5. Caro Francisco Bendl, saudações
    Acomodo-me às minhas crenças e conclusões. Meu propósito é viver feliz ou … da melhor maneira que puder. Creio que estou sendo (muito) bem sucedido nesta minha proposta existencial.
    Abraço sempre muito cordial para você.

  6. Como vês, Caro Bendl, não é fácil, “malhar em ferro frio”, portanto, CIENTE, simples e dolorosamente “expecte-dor”, pois esse mundo para ser mudado, não ensejará a rebelde ação de mão humana.

  7. Prezado Taurus,
    A meu ver, a religião não pode ser mais importante que o homem.
    Ela serve como baliza para nossos comportamentos sociais e espirituais, introduzindo a esperança, a fé, a crença de existência ou vidas melhores após esta, na Terra.
    Não creio mais na reencarnação e carma, em consequência, não na forma da Lei da Causa e Efeito como nos ensinaram porque jamais deixaremos de ir e vir sem que possamos atingir este aperfeiçoamento que tanto comentam pois, a cada vinda, mais erros e assim sucessivamente em um interminável vai e vem.
    Muito menos creio em uma vida tão somente. Deus não seria tão cruel conosco neste sentido, a começar pelas diferentes vidas que o ser humano se apresenta neste estágio terreno.
    Um célebre escritor, autor de, As Sandálias do Pescador, que virou filme com o falecido Anthony Queen, em 1968, também escreveu, Os Fantoches de Deus, com relação às pessoas que vêm a este mundo em condições desiguais de vida e sentidos.
    Ora, a começar que não somos responsáveis pelos pecados de outros; em princípio, quanto mais limitado é o ser humano na sua existência, certamente não poderá ser julgado através dos mesmos critérios que aqueles que viveram a plenitude física e mental, além da material e progresso individual, sendo da mesma forma julgado, porém, inocentado, quem se saiu bem na vida mediante capacidade e trabalho, mas ambos a sentiram de forma diemetralmente oposta: enquanto que o primeiro não teve a chance de participar efetivamente de alegrias e momentos fugazes de felicidade, o segundo a sentiu acesa dentro de si a chama de ter atingido seus objetivos, a vitória.
    Será punido o segundo em benefício do primeiro como compensação?
    Ambos serão punidos?
    Nenhum será condenado à reencarnação?
    Ambos terão de retornar a este mundo?
    A verdade é que de acordo com o que conhecemos e nos foi dado como informação, elaboramos a nossa própria epistemologia (teoria do conhecimento), pois não vejo no homem ainda as condições suficientes para determinar o certo e errado, se há outra vida ou não, se Deus existe, enfim, o que somos, de onde viemos, o que fazemos aqui e para onde vamos.
    Devemos é viver bem, e preocuparmo-nos para que o próximo viva igualmente bem.
    E, se acreditamos em Deus, a meu ver, é muito melhor!

  8. Mônica, a missa, pelo menos, segue uma liturgia pré-determinada, sem aquela improvisação idiota dos cultos nas diversas seitas evangélicas. Para assistir um culto evangélico com todas aquelas improvisações do pastorzinho e aquelas cansativas repetições, é bom passar antes numa farmácia e tomar plazil para não enjoar.

  9. A cultura é composta de quatro elementos: filosofia, ciência, arte e religião. A ciência fazia parte da filosofia natural, ao longo dos anos separou-se da filosofia e tornou-se arrogante, prepotente, uma “filha ingrata”, como disse W. Durant.
    A ciência busca investigar o mundo físico através do método experimental, e ganhou um grande “upgrade” com os “insights” propostos por Bacon, Descartes, Galilei. A ciência é incapaz de refletir sobre ela mesma, e sem o amparo da filosofia não passa de um instrumento cego, sem rumo.
    A filosofia, na minha visão, o maior conhecimento humano, investiga os valores: (bom, belo, justo, verdadeiro), permitindo que tenhamos um quadro de referência para enfrentarmos as questões nas áreas da ética, moral, lógica, política, estética, teoria do conhecimento, metafísica, ontologia.
    Desde sempre, desde o neolítico, o homem, que não criou a si mesmo, mas que é parte da natureza, extasiou-se com as forças superiores da natureza, surgindo o fenômeno religioso.
    As religiões forneceram a base moral, o substratum ético para o homem. Sem o legado religioso, o homem ainda seria um ser amoral que comeria carne humana, e continuaria frequentando os “coliseus” da vida.
    O legado judaico-cristão transformou o mundo, e pela primeira vez instituiu o imperativo: “não matarás”, transformando o mundo através da misericórdia, perdão, do amor ao outro.
    O ateísmo sempre existiu, desde os gregos como Demócrito, Epicuro. Eles apresentaram argumentos fortes contra a fé, mas apenas questionavam, especulavam, como foi peculiar o questionamento de tudo, pelos gregos. Com Marx, Freud, surgiu o ateísmo militante, que busca extirpar a religião do cenário humano. O Sr. Lenin mandou destruir igrejas, como se fosse possível destruir a fé através da demolição de edifícios. Os ateístas militantes modernos como Dawkins , Hitchens, e alguns outros cabeças de bagre, buscam o impossível: destruir um componente essencial da cultura, a religião.
    Na minha visão, as verdades ensejadas pelas religiões são eternas, portanto elas não devem mudar de “roupagem”. Quem deve mudar são os políticos, os decoradores, os arquitetos, que vivem ao sabor da moda, a verdade não segue a moda, é invariantes, eterna, cristalina. O Decálogo continua moderno, atual, como uma chama eterna.

  10. Aproveitando a dica do Paulo Solon… no Ocidente afirmam que a Bíblia é a Palavra de Deus… os muçulmanos afirmam que o Corão é a Palavra de Deus… os hindus afirmam que a Bagavad Gita é a Palavra de Deus… Cátaros, esotéricos, rosacruzes, maçons, espiritualistas afirmam que Tudo é a Palavra de Deus… desde o mineral até o silêncio… valeu Bendl, por proporcionar o diálogo…

  11. Ainda bem que, como Sócrates, o Sr. confessa que nada sabe. Realmente, o ocidental, contaminado pela estupidez do cristianismo, nega a alma, ego ou espírito(meros invólucros astrais), logo nega Deuses e BUDAS. Existem 136 infernos listados no SUTRA NINO, esperando por nós, além de seis céus dos não iluminados(o do Jesus e outros profetas) e quatro dos iluminados(que já venceram o ciclo do renascimento e morte), onde estão os Seres Iluminados(deuses), mas trilhões de eternidades AQUÉM do NIRVANA(BUDAS). Veja como a religião católica é estúpida, a começar pelos seus papas: Não acreditam na reencarnação, mas acreditam em deuses e santos que não têm corpo físico. Tanto a Bíblia como o Corão são um amontoado de mentiras criadas por tradutores avarentos e interesseiros. Isso deu muito dinheiro. Mas, após a morte, serão arrastados para os pés do REI EMMA (o Rei do Inferno), onde passarão trilhões de eternidades. Isso é visto e comprovado por aqueles poucos que obtiveram a VISÃO DIVINA, a segunda, dos cinco tipos de Visão Cósmica.

  12. Religião é crença ou doutrina ; sistema dogmático e moral.
    Depois do advento da mente ou consciência apareceu o ideal, que deu origem ás religiões.
    Hoje temos milhares delas pelo mundo, com duas delas ainda com a sanha de dominar o planeta totalitariamente com sus doutrinas de ódio que são a islamita e a marxista-leninista.
    A religião católica já foi assim. Hoje não é mais e se transformou no sonho dourado para ser braço da religião marxista-leninista, pois ela exerce grande influência sobre grande parte da população por sua retórica cristã, que os marxistas-leninistas tentam dizer que é a mesma de sua religião.
    Enfim, o mundo se divide em poucos céticos, entre eles este que escreve estas mal traçadas e bilhões de crentes.
    E por aí vai

  13. Em religiões, o hediondo encontra justificativas para sua prática.

    Aqui mesmo um desses religiosos ficou com muita raivinha de mim por eu condenar, como condena a convenção dos direitos humanos, o fato de que os médicos cubanos são escravos, pois suas famílias ficam na ilha prisão como reféns dos castros e já foram advertidos de que não terão asilo no Brasil, caso tiverem este desejo.

    Este religioso, como todos, possui convicções fundamentada em sentimentalismos e por isso , para qualquer religioso, fatos concretos não interessa.

    Até elogiou a “popularidade” de um ditador e achou muito bom ter escravos para salvar vidas.

  14. O fato de um religioso aceitar o hediondo foi visto claramente praticado pela nossa presidente, que , sectária fanática da religião marxista-leninista, perdeu toda sua sensibilidade para o real.
    Poderia impor ao ditador que os médicos cubanos tivessem seus direitos humanos respeitados. mas sua religião falou mais alto e o hediondo foi plenamente aceito por sua consciência.

  15. Prezado Xará,
    Além de religiões, eu não sei nada sobre vários assuntos.
    No entanto, surpreende-me o fato de um ocidental criticar os do seu hemisfério afirmando que a religião oriental é superior ou que seja a verdadeira, acusando a “estupidez do cristianismo” como a causa dessa diferença.
    Eu poderia fazer o mesmo com Buda, chamando-lhe de imbecil porque deixou o seu palácio e esposa para peregrinar; igualmente com relação a Confúcio.
    Os ensinamentos cristãos me impedem de menosprezar a religião alheia ou desprezar os fiéis de outras crenças, razão pela qual se as orientais liberam as ofensas e depreciações às demais, vejo um obstáculo intransponível para o diálogo manifestações neste sentido, haja vista fruto de devaneios ou leituras através de livros cujos autores devem ter comido cogumelos indevidos!

  16. Conforme a informação da autora do livro “Amor e capital”, recentemente editado pela Zahar no Brasil, a jornalista americana Mary Gabriel:
    “Os anos foram passando, e a história de Marx se tornou mais presente. Não se pode olhar a Primavera Árabe e não voltar ao que aconteceu na Europa, em 1848. São processos parecidos, de revoltas populares seguidas de restauração do antigo poder.. Ao mesmo tempo, após a crise econômica de 2008, os próprios economistas começaram a questionar se Marx não estaria certo e ele foi reabilitado.”

  17. Prezado Solon,
    A distância entre a prática e teoria é imensurável, não esquecemos.
    A economia não é uma simples regra de três ou equação do primeiro grau. Não responde mais a medidas de controle através de um país somente, ainda mais se este for dependente do capital estrangeiro, tecnologia e ciência.
    O Ocidente prevalece sobre o Oriente porque a referência internacional é o dólar, e este se encontra em mãos americanas que têm o poder de virar o mundo de cabeça para baixo se quiser e à hora que julgar conveniente.
    Mais a mais ela não está baseada em ouro, a moeda dos Estados Unidos, mas pelo seu poderio militar e influência tanto neste hermisfério quanto no outro, citando eu o Japão, Cortéia do Sul, Indonésia, Singapura…, afora o Oriente Médio.
    Rebelar-se contra o Capitalismo e esta forma atual nas relações internacionais exigirá muita criatividade e capacidade de independência, condições que, a meu ver, somos a carência personalizada.
    Um abraço.

  18. O que ocorre, Bendl, não é que a economia não seja uma simples regra de três. Ela nem chega a ser uma ciência, mas uma especulação. Para melhor clareza, lembro que a contabilidade é uma ciência, já que possui um campo, um objeto e um método (azienda, patrimônio e partidas dobradas). A contabilidade se aplica de modo geral, mas não a economia. Esta ainda vai enfrentar muita reviravolta. De acordo com Paul Samuelson, trata-se apenas de teoria.

  19. Economia é ciência sim. É uma das mais novas ciências sociais, que se vale de métodos matemáticos, de modelagem matemática, para obter resultados. A economia possui leis, como a lei da oferta e da procura, a lei dos lucros cessantes, a lei de Say, lei dos ciclos econômicos, entre outras. O sr. Adam Smith utilizou de métodos científicos para os seu estudos, dando origem a moderna ciência econômica.
    Diferente das ciências físicas onde é possível fazer experimentos, a ciência econômica não depende de experimentos, de construtos, mas é possível, através de metodologia adequada, se obter resultado com alto rigor científico.
    A economia socialista não passa de “ficção científica”, um fracasso retumbante, talvez seja por isso que alguns queiram rebaixar o status da ciência econômica.
    As definições abaixo são da wikipedia, e da Encyclopaedia Brittanica, a bibliografia é ampla e se alguém conseguir provar que economia não é ciência deve se tornar internacionalmente conhecido como um novo gênio.

    Economics is the social science that analyzes the production, distribution, and consumption of goods and services. The term economics comes from the Ancient Greek οἰκονομία (oikonomia, “management of a household, administration”) from οἶκος (oikos, “house”) + νόμος (nomos, “custom” or “law”), hence “rules of the house(hold)”.[1] Political economy was the earlier name for the subject, but economists in the late 19th century suggested “economics” as a shorter term for “economic science” that also avoided a narrow political-interest connotation and as similar in form to “mathematics”, “ethics”, and so forth.[2]
    A focus of the subject is how economic agents behave or interact and how economies work. Consistent with this, a primary textbook distinction is between microeconomics and macroeconomics. Microeconomics examines the behavior of basic elements in the economy, including individual agents (such as households and firms or as buyers and sellers) and markets, and their interactions. Macroeconomics analyzes the entire economy and issues affecting it, including unemployment, inflation, economic growth, and monetary and fiscal policy.
    Definition
    No one has ever succeeded in neatly defining the scope of economics. Many have agreed with Alfred Marshall, a leading 19th-century English economist, that economics is “a study of mankind in the ordinary business of life; it examines that part of individual and social action which is most closely connected with the attainment, and with the use of the material requisites of wellbeing”—ignoring the fact that sociologists, psychologists, and anthropologists frequently study exactly the same phenomena. In the 20th century, English economist Lionel Robbins defined economics as “the science which studieshuman behaviour as a relationship between

  20. Leia, por favor, a Introdução à Teoria Microeconômica, de Paul Samuelson. Teoria. Tanto a micro, quanto a macro, nada possuem de ciência. Não existe método econômico.

  21. Economia não é ciência, mas apenas teoria elementar dos fundamentos do mercado, tanto a micro, quanto a macroeconomia. Economia estuda, pesquisa e investiga a mercadologia.

  22. Senhor Paulo Solon, a bíblia no VT na sua maior parte é alegoria. A análise é quase que essencialmente cabalística ou hermética. Já o NT, não obstante eu ser pró-cristo (por que a sua Essência, vai muito além da bíblia lida e interpretada vulgarmente e das religiões),se não me engano, foi obliterado centenas de vezes pela ICAR.

  23. Grato, Sra. Mônica.
    Uma curiosidade: as igrejinhas evangélicas gostam de se gabar que a Bíblia é “o livro mais vendido”. Claro, só elas compram centenas para distribuir gratuitamente a suas vítimas. Mas não ousam dizer que é o mais lido.
    Aliás, a palavra bíblia, em grego, significa livro, qualquer livro, ainda que pornográfico.

  24. Deus é uma invenção primária demais, ingênua e infantil. O quadrinho acima mostra uma suposta divindade em um mamífero humano gordo, tronco em posição fecal, nu, e rodeado de outros macacos pelados.
    Sem mais comentários.

  25. Deus é uma invenção primária demais. O quadro acima exibe um mamífero gordo e dotado de suposta divindade, quase que em posição fecal, rodeado por macacos levitando nas nuvens.
    Sem mais comentários.

  26. A ciência econômica foi melhor definida pelo economista americano Paul Samuelson:”Economia é uma ciência social que estuda a administração dos recursos escassos entre usos alternativos e fins competitivos”.

    O objeto de estudo da ciência econômica é a escassez. Daí podemos definir esta ciência de outra forma: “Economia é o estudo da organização social, através da qual os homens satisfazem suas necessidades de bens e serviços escassos”.

    São três os problemas econômicos básicos:

    1 – O que e quanto produzir?
    2 – Como produzir?
    3 – Para quem produzir?

  27. É ridículo, miséria intelectual, tolice, ignorância ativa, afirmar que Economia não é ciência. A Economia é uma ciência social com viés matemático. Utiliza a ferramenta do calculo diferencial -integral, e busca resolver problemas complexos sobre as três questões citadas pelo Sr. Wagner Pires, acima.
    Tenho, li, o livro do premio Nobel, Paul Samuelson, que era de orientação keynesiana, bem como, tenho em minha biblioteca, livros do eminente von Mises, Hayek, Thomas Sowel, entre outros.
    A Economia pode ser definida como o estudo das consequências que são advindas devido ao uso da terra, do trabalho, do capital e de outros recursos que entram na produção e que determinam o padrão de vida das pessoas.
    São diversas as metodologias utilizadas em Economia, não só utiliza-se o calculo integral, mas pode-se construir uma metodologia baseada no método dedutivo, a partir de postulados fundamentais, que é o caso da Escola Austríaca, que se baseia na princípio praxeológico de Mises.
    Na verdade o que não é ciência é o marxismo, que é uma ideologia. Mas este é assunto para outro comentário.
    P.S. As críticas a Deus, estão perdoadas. IT IS NONSENSE.

  28. Existem duas teorias para explicar a Luz, a teoria corpuscular e a teoria ondulatória. Ambas são válidas em determinados domínios,e nem por isso a Física deixa de ser uma ciência, na verdade é uma das mais antigas ciências.
    O mesmo ocorre com a Economia, que possui mais de uma teoria para explicar alguns fenômenos sociais.

  29. Para finalizar:
    Economia é o estudo científico da propriedade, do uso e troca dos recursos escassos, frequentemente é chamada a ciência da escassez. A economia se relaciona a ciência social porque utiliza o método científico para explicar o comportamento dos indivíduos, grupos e organizações. A economia busca explicar o comportamento econômico, que surge quando os recursos escassos são trocados.
    Em termos de metodologia, os economistas, como em outras ciências sociais, não são capazes de obter experimentos controlados como na Química e Biologia. Portanto os economistas devem empregar distintos métodos, como afirmei acima, principalmente a OBSERVAÇÃO E DEDUÇÃO, E A CONSTRUÇÃO DE MODELOS ABSTRATOS.
    P.S. Espero que o meu interlocutor tenha a grandeza intelectual de reconhecer a tolice que falou, afinal errar é humano.

  30. Economia não é ciência, já que não possui um objeto, um campo e um método. Se economia for ciência, religião também tem que ser.
    Saia do Google e estude.

  31. Que fique claro que não combato nada. Apenas constato fatos.
    Religião ou ideologia para mim é a mesma coisa. Que cada um tenha a sua e ponto final. Contudo, tem duas religiões que querem acorrentar a humanidade pela violência e pelo ódio, que é a marxista-leninista e a islâmica. Só não vê quem não quer. Passa todo hora na TV as atitudes provenientes de seus crentes.
    Quanto a existência de Deus, não me interessa. Como cético procuro viver o presente com o palpável e o visível. Assim nem me coloco como ateu, pois há mais entre o céu e a terra do que imagina a nossa vã filosofia.

  32. O meu interlocutor é voluntarioso, e enxerga na realidade apenas aquilo que quer ver. Na verdade, como todo “bom socialista”, vive uma segunda realidade, um Ersatz. Sem isso o marxismo não sobreviveria.
    Os socialistas, os positivistas, não aceitam teorias sem aplicá-las na prática, tanto é que criaram a maravilhosa “engenharia social”, onde os seres humanos são tratados como cobaias.
    Não uso apenas o Google, uso também a Brittanica edição digital 2013, e possuo também uma boa biblioteca, com os grandes livros da nossa civilização.

  33. Outras definições da ciência econômica.

    Rynond Barre: “A Economia é a ciência voltada para a administração dos escassos recursos das sociedades humanas: ela estuda as formas assumidas pelo comportamente humano na disposição onerosa do mundo exterior em decorrência da tensão existente entre os desejos ilimitados e os meios limitados aos agentes da atividade econômica”.

    Stonier e Hague: “Não houvesse escassez nem necessidade de repartir os bens entre os homens, não existiriam tampouco sistemas econômicos nem Economia. A Economia é, fundamentalmente, o estudo da escassez e dos problemas dela decorrentes”.

    Myron H. Umbreit, Elgin F. Hunt e Charles V. Kinter: “A Economia é o estudo da organização social através da qual os homens satisfazem suas necessidades de bens e serviços escassos”.

    De uma maneira geral e simplificada a Economia é denominada como a CIÊNCIA DA ESCASSEZ.

    Fonte: Rossetti, José Paschoal. 1941 –
    Introdução à economia. 8. ed. rev. atualizada.
    ampl. São Paulo. Atlas. 1980. pgs. 60 e 61

  34. Quando o tema versa sobre religião, os comentários variam tanto que vários outros temas são debatidos.
    Bom sinal, pois motiva que corações e mentes se abram e exponham suas razões.
    Lamento pelas palavras de baixo calão, que não enaltecem os argumentos, ao contrário, empobrece-os, fazem-lhes perder completamente a essência.
    Mas não deixa de ser algo a ser aprendido, de se insistir nesta busca de relacionamentos à distância mediante respeito e educação pelos demais participantes, de modo que nos fixemos no campo das idéias, dos pensamentos, conceitos e convicções.
    Obrigado a todos que me honraram com seus textos, que opiniaram, que sugeriram, que mostraram suas razões.
    Uma excelente semana que ora se inicia aos colaboradores deste espaço democrático.
    Aos que Nele creem, que Deus os abençoe; aos que Nele não creem, que Deus os abençoe mesmo assim, haja vista que a recíproca não é verdadeira!
    Seytryn, vou considerar a indicação, obrigado.

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